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23 de out de 2017

Hoje, dia 23/10 RACHEL LESSA FAZ SHOW DE LANÇAMENTO DO CD “PAZ NA PELE” NO THEATRO NET RIO


RACHEL LESSA FAZ SHOW DE LANÇAMENTO DO CD “PAZ NA PELE” NO THEATRO NET RIO NO DIA 23 DE OUTUBRO

Nascida no interior da Bahia, cantora apresenta quatro canções inéditas em seu primeiro CD e recebe convidados especiais

No repertório do show, além de composições próprias, estão músicas inéditas de Thiago da Serrinha e Arlindo Cruz

No mesmo dia, o EP estará disponível para o público em plataformas digitais como iTunes, Spotify, YouTube entre outros.

A cantora baiana Rachel Lessa recebe amigos e convidados no show cênico “Paz na Pele”, que marca o lançamento de seu primeiro CD, com trabalho autoral, que conta também com canções inéditas de Thiago da Serrinha e Arlindo Cruz, no dia 23 de outubro, no Theatro NET Rio.

Em "Paz na Pele", a artista canta e conta um pouco de sua busca pela paz, começando dentro de si. “A paz da pele, do dia a dia, do movimento. A paz cheia de luz e cor, que está na natureza”, destaca a cantora. “que está na intimidade das relações amorosas e nas fraternas, que vem do silêncio, do coração acelerado de uma criança ao correr e da arte nos inspirando e salvando a nossa fé no amanhã”, conclui.

O show marca o lançamento do CD nas plataformas digitais. São quatro músicas inéditas: duas parcerias com o baiano Daniel Mã ("Paz na Pele" e "O seu lugar"), uma de Thiago da Serrinha ("Tudo me lembra você") e uma inédita de Arlindo Cruz (“Nunca Mais”), samba canção que conta com a participação de Leila Pinheiro.

No repertório do show, além das canções do CD, estão “Quintais”, de Gonzaguinha, “Maior é o mar”, de Marcos Lessa e Flavia Wenceslau, “Anima”, de Milton Nascimento, “Viramundo”, de Gilberto Gil e “Pão e Poesia”, de Moraes Moreira e Fausto Nillo.

Rachel também apresenta textos próprios e recita poemas de Patativa do Assaré, poeta popular e repentista brasileiro; Vinicius de Moraes, Paulo César Pinheiro e do jovem Kim Queiroz. A banda que acompanha a cantora é formada por Rafael dos Anjos (violão), Thiago da Serrinha (percussão) e Julio Florindo (baixo acústico)– trio que também assina a direção e os arranjos. O show conta ainda com a participação especial dos cantores Diogo Nogueira e Anderson Ventura, do flautista Rodrigo Abreu e do jovem violinista João Portugal. Os dançarinos Belisco e Carol Duarte e o ator Gabriel de Aquino também irão prestigiar o lançamento do EP com performances. O visagismo é de Marta Oliveira, cenário de Fábio Virgulino e a luz de Fernanda Mattos, o show tem direção Cênica de Maíra Kestenberg.

Nascida no interior da Bahia, Rachel descobriu as raízes da música brasileira no quintal de sua avó, compositora e seresteira. Entre as influências que guiam sua carreira, estão grandes intérpretes como Dolores Duran, Elizeth Cardoso, Zélia Duncan, Aurea Martins e Flavia Wenceslau. Bem como compositores da MPB como Ivan Lins, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Milton Nascimento.

Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, Rachel trabalhou no teatro com André Câmara, Pedro Vasconcellos, Fátima Toledo, Harildo Deda, Fernando Guerreiro entre outros. Em 2016, circulou com o espetáculo “Ninguém fala de Dolores” em que aprofundou a sua pesquisa da palavra, gesto e canto em cena.

SERVIÇO

RACHEL LESSA
Única apresentação
Segunda-feira, dia 23 de outubro, às 21h.
Local: Theatro NET Rio
Endereço: Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana.

Informações: (21) 2147-8060
Ingresso: 70,00 (inteira) 35,00 (meia)
Bilheteria: aberta diariamente de 10h às 22h

Agenda Cultural RJ - Produção, Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj 

Atė dia “Violeta.Eu.Elas.Julieta.” no Teatro Municipal Café Pequeno

Comédia dramática “Violeta.Eu.Elas.Julieta.” em cartaz no Teatro Municipal Café Pequeno

Com adaptação e direção de Rodrigo Turazzi, Múltipla Cia Teatral apresenta o trágico desfecho amoroso do clássico Romeu e Julieta com muito humor e dinamismo.


Turazzi se junta às atrizes Carolina Alfradique e Duda Paiva traçando uma trajetória lúdica, através de encontros e desencontros.

Adaptada do clássico amoroso Romeu e Julieta, a peça “Violeta.Eu.Elas.Julieta.” é o novo trabalho da Múltipla Cia Teatral, do Rio de Janeiro, que volta aos palcos no dia 06 de outubro, no Teatro Municipal Café Pequeno (Leblon), com temporada até o dia 29 do mesmo mês. As sessões acontecem de sexta a domingo, 20h.


                  

Dirigida por Rodrigo Turazzi, a comédia dramática apresenta três atores que se revezam em uma espiral, dando vida a mais de 14 personagens para contar a história de amor entre o jovem casal de famílias rivais. Essa adaptação, de final trágico, caminha muito próximo à comédia física, redirecionando o olhar do espectador para Julieta, que enfrenta de forma passional, uma série de conflitos atuais.

Nessa releitura, a obra Shakespeariana torna-se pano de fundo para o enfrentamento da questão de como abordar o tema “feminino”. Com isso, Julieta revela-se o principal objeto de observação. De um lado Julieta, uma das personagens mais desejadas pela grande maioria das jovens atrizes, de outro, a paixão de jovens artistas pelo seu ofício na construção de uma trajetória.


Para Turazzi, artista multiplataforma, à frente da Múltipla Cia Teatral e de diversas realizações nas Artes Cênicas e Audiovisual, referenciar o amor de Romeu e Julieta é também trazer à tona, reflexões sobre o amor, a mulher e as relações afetivas contemporâneas com muito humor e dinamismo. Essa clássica história de amor atravessa o tempo e se mantém viva como uma potente forma de se olhar para os relacionamentos atuais. Turazzi agrega o diálogo sensível com os atores à dramaturgia rica, proposta por Shakespeare, em um trabalho de pesquisa continuada nas artes cênicas.

Na ficha técnica, profissionais renomados como a colaboradora e premiada atriz Helena Varvaki, o premiado iluminador Renato Machado, o figurinista expoente da nova geração, Tiago Ribeiro, Turazzi se junta às atrizes Carolina Alfradique e Duda Paiva traçando uma trajetória lúdica, através de encontros e desencontros.

Comédia dramática faz reflexões sobre o amor e a mulher nas relações afetivas contemporâneas, a partir do clássico Romeu e Julieta.


FICHA TÉCNICA
Texto original: William Shakespeare
Adaptação: Rodrigo Turazzi
Direção: Rodrigo Turazzi
Elenco: Carolina Alfradique, Duda Paiva e Rodrigo Turazzi
Colaboração artística: Helena Varvaki, Cirillo Luna
Iluminação: Renato Machado
Cenário: Rodrigo Turazzi
Figurino: Tiago Ribeiro
Trilha Sonora: Geraldo Côrtes
Produção: Turazzi Produções
Realização: Múltipla Companhia Teatral
Assessoria de imprensa: Minas de Ideias

SAIBA MAIS


SERVIÇO

Violeta.Eu.Elas.Julieta.

Estreia: Dia 6 de outubro

Local: Teatro Municipal Café Pequeno

Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269, Leblon

Telefone: 21 2294-4480

Horário de funcionamento: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 14h às 20h.

Não possui estacionamento.

Horários: Sexta-feira a domingo, 20h

Temporada: Até dia 29 de outubro

Capacidade: 80 lugares

Preço: R$ 30,00, R$ 15,00 (meia entrada*) *Concedida, mediante apresentação de documentos comprobatórios, a estudantes, professores, idosos, pessoas com deficiência.

Duração: 60 minutos

Classificação: 12 anos

Gênero: Comédia dramática

Foto: Miguel Pinheiro



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22 de out de 2017

gratuito! O Forte de Copacabana vai receber no próximo dia 29, último domingo do mês de outubro, o encerramento do projeto Dois Tons, das cantoras e compositoras Lu Dantas e Natalia Boere



Forte de Copacabana recebe show de Lu Dantas e Natália Boere


O Forte de Copacabana vai receber no próximo dia 29, último domingo do mês de outubro, o encerramento do projeto Dois Tons, das cantoras e compositoras Lu Dantas e Natalia Boere. Dia 29 de outubro. O evento será gratuito, comecará às 17h30 e terá uma hora de duração.

Um palco será montado para o show na Alameda Octavio Correa, ao lado da Confetaria Colombo, com vista para o mar. Essa será mais uma edição do evento MPB no Forte, promovido durante todo o ano no local no último domingo de cada mês.

Lu Dantas e Natália Boere já levaram o espetáculo Dois Tons aos palcos dos teatros Ipanema e Café Pequeno ( Leblon), este último em duas ocasiões, e também para a Casa da Gávea, Beco das Garrafas (Copacabana), Da Casa da Táta (Gávea) e Centro da Música Carioca Artur da Távola (Tijuca).

O show mostra os estilos musicais completamente diferentes das artistas. Enquanto a cantora Lu Dantas tem uma musicalidade intensa, acolhedora e ligada à emoção, a cantora Natália Boere mostra a sua bossa divertida, alegre e muita leveza. Cada uma apresenta oito canções, a maioria, autoral. Uma banda formada por violão/guitarra e percussão acompanha as cantoras.

SERVIÇO - Show “Dois Tons” – com Lu Dantas e Natália Boere
Data: 29 de outubro de 2017 (domingo)
Endereço: Forte de Copacabana - Praça Coronel Eugênio Franco, 1 Posto 6 - Alameda Octavio Correa, ao lado da Confetaria Colombo - Copacabana, Rio de Janeiro.
Tel: (21) 2521-1032
Entrada gratuita

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A peça infantil ‘Festa na Casa do Zé’ será apresentada no próximo domingo (22), às 17h, no BarraShopping. Conduzido pelo compositor Paulo Bi, que se utiliza de bonecos e máscaras para compor os personagens

‘Festa na Casa do Zé’ é a atração infantil de domingo (22) do BarraShopping
A peça infantil ‘Festa na Casa do Zé’ será apresentada no próximo domingo (22), às 17h, no BarraShopping. Conduzido pelo compositor Paulo Bi, que se utiliza de bonecos e máscaras para compor os personagens, o espetáculo divertido conta a história de um vira-lata fujão e suas peripécias no caminho de volta para casa. Um jacaré surfista, uma macaca sapeca, um porco-espinho trapalhão e muitos insetos, entre outros, também fazem parte do musical, que traz canções de jazz, samba, reggae e rock.

Para completar as atividades para as crianças, haverá ainda oficina de ponteira de lápis às 16h. Todo domingo, o BarraShopping promove uma série de atrações gratuitas para divertir e entreter os pequenos. Além de oficinas de desenho, pintura e massinhas, os pequenos podem assistir a apresentações a partir das 17h. Chamada de “Mundo Infantil”, a programação infantil do shopping acontece sempre à tarde, na área da expansão (nível Lagoa).

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Hoje, no Theatro Net Rio, Grupo Triii faz única apresentação para criançada Apresentação acontece dia 22 de outubro (domingo) às 15h.


Grupo Triii faz única apresentação para criançada no Theatro Net Rio
Apresentação acontece dia 22 de outubro (domingo) às 15h.


O Grupo Triii apresenta um show mirabolante repleto de músicas e brincadeiras para toda a família no próximo dia 22 de outubro (domingo), às 15h, no Theatro Net Rio. O público é convidado para saborear deliciosos temperos musicais, em um encontro recheado de muita criatividade. No cardápio musical, canções tradicionais se misturam com as composições do grupo "O Tomate e o Caqui", "A E I O U", "Viro Vira Virou", "Pão, Pão, Pão", entre outras. Venham todos cantar, dançar e brincar com o Grupo Triii!

Formado por Marina Pittier (voz), Fê Stok (guitarra e voz) e Ed Encarnação (Bateria e voz), o Grupo Triii surgiu em 2008 com o encontro de três pessoas que têm três coisas em comum: a amizade, a identificação musical e a fascinação por crianças. Com shows que reúnem músicas e brincadeiras, a proposta do Triii é criar um contato direto com crianças e pais através da música, de forma sensível, divertida e sempre muito criativa.

Mais sobre o Grupo Triii

Formado por Marina Pittier (voz), Fê Stok (guitarra e voz) e Ed Encarnação (bateria e voz), o Grupo Triii surgiu em 2008 com o encontro de três pessoas que têm três coisas em comum: amizade, identificação musical e fascinação por crianças. Com shows que reúnem músicas, brincadeiras e performances, a proposta do Triii é interagir com crianças e pais através da música, de forma sensível, divertida e sempre muito criativa.

O grupo realizou diversas apresentações pelo Brasil, em teatros, parques, centros culturais e escolas, participando também de projetos especiais ligados à educação, sempre com ênfase na música e na criatividade, envolvendo pesquisa e criação de repertório dentro do universo infantil, escolar e familiar.

A partir de 2014 o Triii passou a ter contato com um público maior, quando realizou mais de 100 apresentações e criou a seu canal de vídeos, a Triii TV. Hoje, o grupo atingiu a marca de mais de 65 mil seguidores em sua página oficial do Facebook e atingiu mais de 5 milhões de visualizações de vídeos nal Triii TV.

Em 2015 lançou o Livro + CD Brasil for Children, que reúne 30 canções brasileiras –tradicionais, adaptadas e criadas – acompanhadas de ilustrações originais e texto bilíngue (português e inglês).

O grupo é autor da Coleção Histórias que Cantam, com três Livros + CDs lançados pela Editora Melhoramentos: “Ei, ei, ei Vanderlei”, “A Sopa Supimpa” e “Pão, pão, pão”. Em 2012, os títulos foram selecionados pela FDE – Secretaria de Educação do Estado de São Paulo – para leitura nas escolas. Em 2014, “A Sopa Supimpa” ficou em 1º lugar, e “Ei, ei, ei Vanderlei” ficou em 4º lugar, na lista dos livros infantis mais lidos nas bibliotecas municipais de São Paulo.

Participou do Festival Internacional “Encontro da Canção Infantil" (2010), realizado pelo SESC-SP e do Encontro Internacional "Boca do Céu” (2013), realizado no Itaú Cultural em SP. Realizou apresentações e oficinas em Buenos Aires (Argentina) e Istambul (Turquia).

Sobre o Theatro Net

Arrendado em abril de 2011 pelos produtores culturais Frederico Reder e Juliana Reder, sócios da produtora Brain+, o antigo teatro Tereza Rachel teve sua reforma iniciada no mesmo ano, após mais de dez anos sem atividades. Quatro décadas depois de sua primeira inauguração, o Theatro Net Rio abriu suas cortinas no dia 4 de abril de 2012, com o espetáculo "BIBI – Histórias e Canções", no qual Bibi Ferreira comemorava seus 90 anos de vida e 70 anos de carreira. No dia 7 de abril, foi inaugurado para o grande público.

Entre shows, musicais, peças de teatro e espetáculos de dança já promoveu mais de 1500 sessões para um público acima de um milhão de pessoas. O espaço conta com duas salas, sendo a maior, Sala Tereza Rachel, com capacidade de 622 lugares e a menor, Sala Paulo Pontes, com 100 lugares.

Dois anos depois os mesmos produtores inauguraram o Theatro NET São Paulo, localizado no quinto andar do Shopping Vila Olímpia. Com uma grande festa a noite do dia 18 de julho de 2014 foi marcada por um inesquecível show de Gilberto Gil. Desde então, o teatro já recebeu em seu palco grandes nomes da MPB, além de espetáculos musicais e eventos corporativos. Com 2.300 m² a estrutura conta com arquitetura moderna e tecnologia de ponta. Apesar de grandioso, tudo no Theatro NET São Paulo é aconchegante.

Ambas as casas têm pleno funcionamento, com uma programação diversificada, todos os dias da semana, e preza pelo bem-estar do público e dos artistas e pela excelência em seu atendimento.

Sobre a produtora Brain+

Depois de conquistar diferencial em sua área, a Brain+ - que nasceu Brainstorming Entretenimento - hoje comemora sete anos e movimenta o setor da economia criativa no Brasil, a partir de São Paulo e Rio de Janeiro, com a operação consolidada de dois teatros.

Por meio de contratos de naming right/patrocínio com a empresa de serviços de telecomunicações e entretenimento via cabo Net, viabiliza a operação dos Theatro Net Rio e Theatro Net São Paulo.

Conduzindo diretamente todos os seus negócios, Fred Reder comemora cada crescimento e novas conquistas profissionais. Seu nome é sinônimo de ousadia no cenário cultural do eixo Rio/São Paulo e sua ambição ultrapassa essas fronteiras. Ainda este ano, sua empresa tem a expectativa de crescer cada vez mais nesse mercado de entretenimento cultural, com a abertura de novos teatros.

Em paralelo aos gerenciamentos das casas, a Brain+ traz ainda em seu catálogo a produção de espetáculos, que são sucesso de público e crítica. Tango, Bolero e Cha Cha Cha; O Pacto das 3 Meninas; Romeu e Julieta; e, Avenida Q são alguns deles. Além dos mais recentes: Qualquer Gato Vira-Lata Tem a Vida Sexual Mais Sadia Que a Nossa; E Aí, Comeu?; Constellation, O Musical; O Último Lutador; Ou Tudo Ou Nada.

SERVIÇO:
GRUPO TRIII
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).
Horário: 15h.
Data: 22 de outubro (domingo).
Classificação: Livre.
Duração: 60 minutos.
Ingresso: R$ 80,00 (plateia e frisas) R$ 60,00 (balcão)
Direito à meia entrada e descontos : http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html

Capacidade do Teatro: 622 lugares.
Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060
Site: www.theatronetrio.com.br
Vendas pela internet: www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.
Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido - (11) 4003 - 1212
Atendimento pós venda Ingresso Rápido - (11) 4003 - 2051
Informações sobre ponto de venda da Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone - (11) 4003 - 1212
Horário de funcionamento - Todos os dias das 10h às 18h.
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Reservas para grupos: Guilherme Romeu - guilhermeromeu@brainmais.com / (21) 96629 - 0012
Horário de atendimento - De Segunda a Sábado de 14h às 21h.
Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.
Acessibilidade
Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

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No dia 26 de outubro (quinta-feira), às 18h, Luiz recebe o público para uma visita guiada à exposição seguida de um debate com a ex-presidente do IPHAN Jurema Machado. Após a temporada no Rio, a CAIXA Cultural de São Paulo receberá itinerância da mostra a partir de janeiro de 2018.

 CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO REÚNE MAIS DE 150 OBRAS DE IMPORTANTES ACERVOS BRASILEIROS EM EXPOSIÇÃO

Mostra A Construção do Patrimônio apresenta reflexão sobre a preservação do patrimônio no Brasil


A CAIXA Cultural do Rio de Janeiro recebe, de 25 de outubro e 22 de dezembro de 2017, a exposição A Construção do Patrimônio, que apresenta mais de 150 obras entre documentos raros, quadros e esculturas, montando um panorama de importantes momentos da história das políticas públicas de preservação do Brasil, além dos desafios que envolvem a expansão do conceito de patrimônio. O projeto tem curadoria de Luiz Fernando de Almeida, ex-presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Realizado pelo Instituto Pedra, a mostra faz parte da programação das comemorações dos 80 anos de existência do IPHAN, uma das mais longevas instituições públicas brasileiras e a primeira dedicada à preservação e promoção do patrimônio cultural na América Latina.
A exposição é dividida em 12 ambientes. Dentre o acervo exposto, destacam-se registros e obras de Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Lúcio Costa, Marcel Gautherot, Germano Graeser, Eric Hess, Oscar Niemeyer, Pierre Verger, Mestre Vitalino e uma réplica de Aleijadinho. Além de importante acervo documental do IPHAN do Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco, a exposição conta ainda com obras do Museu Histórico Nacional, Música Nacional de Belas Artes, Instituto de Estudos Brasileiros (IEB-USP), MASP, Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), Casa Juscelino Kubitschek, entre outros.

“Uma reflexão sobre a ideia de patrimônio poderá ser uma das mais potentes metáforas dos brutais desafios que vivemos no nosso tempo, diante da dificuldade e necessidade de projetar o nosso futuro”, afirma o curador Luiz Fernando de Almeida.

No dia 26 de outubro (quinta-feira), às 18h, Luiz recebe o público para uma visita guiada à exposição seguida de um debate com a ex-presidente do IPHAN Jurema Machado. Após a temporada no Rio, a CAIXA Cultural de São Paulo receberá itinerância da mostra a partir de janeiro de 2018.

Instituto Pedra:
O Instituto Pedra é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos baseada em São Paulo. Fundado em fevereiro de 2013, o instituto desenvolve projetos no campo do patrimônio cultural.  Seu objetivo é realizar intervenções e leituras que valorizem este patrimônio, gerando conhecimento com enfoque integrado e considerando as suas dimensões simbólica, material e territorial. Para mais informações, acesse o site www.institutopedra.com.br.

Ficha técnica:
Realização: Instituto Pedra
Curadoria: Luiz Fernando de Almeida
Curador-adjunto: Henrique Lukas
Expografia: José Luiz Favaro
Produção executiva: TZM Entretenimento (Marione Tomazoni)
Apoio: IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional)
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Serviço:
A Construção do Patrimônio
Entrada franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galerias 2 e 3
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 25 de outubro (quarta-feira), às 19h
Visitação: de 26 de outubro a 22 de dezembro de 2017
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência

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21 de out de 2017

BAUKURS, EM BOTAFOGO, PROMOVE CICLO DE LEITURAS - Evento Gratuito!

BAUKURS, EM BOTAFOGO, PROMOVE CICLO DE LEITURAS ATÉ NOVEMBRO

O Baukurs, curso de alemão, até novembro, o Ciclo de Leituras Baukurs. O objetivo é apresentar textos da literatura e do teatro de diversas épocas e nacionalidades, muitas vezes pouco conhecidos, principalmente pelas novas gerações. Cada encontro, que começa às 18h30 e tem entrada franca, terá um artista convidado que fará sua interpretação do texto. Ao final, o público poderá debater com os atores sobre os temas apresentados. O Baukurs fica na Rua Goethe 15, Botafogo. 

A curadoria programou, para os próximos meses, obras importantes da literatura dramática do pré-romantismo alemão e do romantismo brasileiro:

PROGRAMAÇÃO:

4 setembro

Texto: Antonio José ou O Poeta e a Inquisição (1838, considerada a primeira obra teatral romântica brasileira)
Autor: Gonçalves de Magalhães
Direção: João Santucci

18 setembro 
Texto: Tempestade e Ímpeto (1776, peça teatral que deu origem ao título do movimento pré-romantico alemão – Sturm und Drang) Autor: Friedrich Maximilian Klinger
Direção: Pedro Osório

9 outubro 
Texto: Leonor de Mendonça (1847) Autor: Gonçalves Dias

Direção: Antonio Gilberto

23 de outubro 
Texto: O Preceptor ou Vantagens da Educação Particular Autor: Jakob Michael Reinhold Lenz
Direção: Ester Jablonski

13 de novembro
Texto: Macário (1850) Autor: Álvaro de Azevedo
Direção: Gilberto Gawronski

27 de novembro
Os Bandoleiros (1777, inicia a escrever, publica em 1781) Autor: Friedrich Schiller
Direção: Ricardo Kosovski

SERVIÇO
Ciclo de Leitura Baukurs
Baukurs Rua Goethe, 15 – Tels (21) 2294 6017 - Botafogo
Horário: 18:30
Entrada franca - Distribuição de senhas: 30 min antes do início da leitura.
Não recomendado para menores de 12 anos.
Direção geral: Thea Schünemann Miranda
Curadoria e Coordenação: Antonio Gilberto

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SALVE SIMPATIA + AGYTOÊ :: Edição Espacial BACK TO BAHIA Sábado, 21 de outubro, 23h no Teatro Rival.


Dia 21, o Rival recebe a festa Salve Simpatia, que vai animar a galera com samba, forró, frevo e maracatu, se fundindo com rock, pop e rap, e se confundindo com o funk carioca, o samba reggae baiano, o tecnobrega do Norte do país e tudo mais que for dançante da música brasileira. É para dançar até o amanhecer, sob o comando do DJ – e criador da festa – João Rodrigo Miranda (Modinha! A Festa / Moderninha). Nesta edição, batizada de “Back tô Bahia”, a festa traz como convidado o bloco/banda Agytoê, um dos mais conceituados e aplaudidos da nova cena do Carnaval de Rua do Rio.

Depois de LOTAR o Teatro Rival na edição passada, estamos de volta!
E dessa vez, muito bem acompanhados e com um tempero especial… um pouco de vatapá, acarajé, batucada de Gandhi, Olodum e Timbalada, guitarra baiana solando alto e muito axé pra todo mundo!

SALVE SIMPATIA + AGYTOÊ :: Edição Especial BACK TO BAHIA
Sábado, 21 de outubro, 23h no Teatro Rival.


* SALVE SIMPATIA *
Festa Salve Simpatia é samba, forró, frevo e maracatu, se fundindo com o rock, o pop, o rap e se confundindo com o funk carioca, o samba reggae baiano, o tecnobrega do norte do país e tudo mais da nossa música, num mesmo espaço, numa mesma pista, pra você dançar até o amanhecer, sob o comando do DJ residente (e criador da festa) João Rodrigo Miranda (Modinha! A Festa / Moderninha).

Line:
🎧DJ João Rodrigo Miranda (residente)
🎥VJ Luiz Ratón

*AGYTOÊ *
O purpurinado AGYTOÊ é um dos grandes nomes que começou no carnaval de rua carioca e hoje toma conta de diversas pistas e palcos da cidade com um show arrebatador misturando samba-reggae e ritmos afro-baiano, e que há 4 anos vem saudando a Bahia no Rio de Janeiro, com sua sonoridade transante e dançante.

E nessa edição especial, faremos uma homenagem à Bahia, sua música e seus ritmos. Vai ter Daniela Mercury, Olodum, Timbalada, Araketu, Chiclete, Ivete, Luis Caldas, Beto Barbosa e muito mais, sem esquecer, é claro de reverenciar Caetano, Gil, Gal e Bethânia, Tom Zé e a Tropicália, até as novidades como BaianaSystem e o rock de Camisa de Venus e Raulzito! É a Bahia de todos os estilos e todos os santos numa só pista!!!

SALVE SIMPATIA + AGYTOÊ :: Edição Espacial BACK TO BAHIA
Sábado, 21 de outubro, 23h no Teatro Rival.

Se você não pode “go back to Bahia”, a gente traz o som da Bahia até você!

Serviço:
Festa Salve Simpatia + Agytoê – Edição Especial Back to Bahia
Local: Teatro Rival - Rua Álvaro Alvim, 33 / 37- subsolo – Cinelândia
Data: 21 de outubro (sábado)
Horário: 23h

•Lista amiga: 30 reais ATÉ 00:30h e 40 reais após (nomes no mural do evento ou –salvesimpatiafesta@gmail.com)
•Sem lista: 50 reais
INGRESSOS: SOMENTE EM DINHEIRO.
CONSUMO: TODOS OS CARTÕES OU DINHEIRO.

Classificação etária: Proibido para menores de 18 anos.

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj 

"Agosto" A peça mostra uma família disfuncional que se reúne depois que o pai desaparece, em um encontro de acerto de contas entre a mãe e as três filhas que escondem pequenos e amargos segredos, inclusive de seus maridos.

Montagem de “Agosto" divide o palco do Teatro Ipanema em uma “múltipla espacialidade” que vai exigir uma visão ativa do espectador


Sucesso de público na temporada de estreia, “Agosto” (August: Osage County), do americano Tracy Letts, volta em cartaz no Teatro Ipanema, de 14 de outubro a 5 de novembro, sábados às 21h, domingos e segundas às 20h.

A peça mostra uma família disfuncional que se reúne depois que o pai desaparece, em um encontro de acerto de contas entre a mãe e as três filhas que escondem pequenos e amargos segredos, inclusive de seus maridos.

No papel de Violet, Guida Vianna retorna aos palcos em “Agosto” após três anos dedicados a produções audiovisuais, na televisão e no cinema. “Violet é uma mulher que vive numa situação limite, literal e metaforicamente falando”, analisa Guida. “Literal porque faz quimioterapia para um câncer de boca, e talvez sua morte esteja anunciada. Metaforicamente, porque sua família está se desmantelando: o marido sumiu, as filhas só esperam o funeral para partir, e a ela só restará permanecer sozinha aos cuidados de uma empregada que ela não conhece”.

Os principais conflitos de Violet são com a filha Barbara, interpretada por Letícia Isnard. “Violet guarda mágoa de Barbara porque ela não voltou para casa quando soube do seu câncer, mas voltou quando o pai desapareceu”, conta Guida. “É a filha preferida porque Violet a julga a mais inteligente e a mais parecida com ela, e os temperamentos parecidos levam as duas a
embates frequentes”.

Intérprete de Barbara, Letícia Isnard chama a atenção para como a semelhança com a mãe assombra sua personagem. “Ela luta para não ter o mesmo destino da mãe: a solidão, consequente de uma personalidade forte, acachapante e agressiva”, explica. “Romper com esse ciclo de infelicidade e violência é também um ato de amor”. Em crise com o marido, a filha adolescente, distante das irmãs e do pai, “Barbara é uma mulher forte, que está num momento de total desestabilização”, resume a atriz.

Se o destino das personagens é inevitavelmente trágico, isso não faz de “Agosto” uma tragédia. Tracy Letts usa recursos do melodrama, da comédia de costumes, das sitcoms da televisão norte-americana e do vaudeville, mantendo a unidade formal, a coerência interna e estética da sua obra.

A montagem de “Agosto” vai dividir o palco nos cômodos da casa em que se passa a história, em uma “múltipla espacialidade” que vai exigir uma visão ativa do espectador, avisa Paes Leme. “A ação passeia por todos os cômodos e a proposta do autor é que o espectador possa ver simultaneamente todos os ambientes”, diz Paes Leme. “Na nossa concepção, as cenas serão sobrepostas: a personagem que está num determinado ambiente estará exatamente ao lado de outra que ocupa outra área da casa. Gradativamente, as diferentes cenas vão convivendo no palco”.

Nascido em Tulsa, Oklahoma, Tracy Letts é um dos mais importantes autores norte-americanos vivos. Vencedor dos prêmios Pulitzer na categoria Melhor Drama e Tony na categoria Melhor Texto, “August: Osage County” estreou em Chicago em 2007, na montagem do Steppenwolf Theatre Company (companhia a que pertence Letts), encenada depois em Nova York e Londres, entre outras cidades e países. Em 2013, a obra inspirou o filme “Álbum de Família” protagonizado por Meryl Streep e Julia Roberts.

Serviço
“Agosto”
Texto: Tracy Letts
Tradução: Guilherme Siman
Direção e Adaptação: André Paes Leme
Direção de Produção: Andrea Alves e Maria Siman
Elenco: Guida Vianna, Letícia Isnard, Claudia Ventura, Claudio Mendes, Eliane Costa, Guilherme Siman, Julia Schaeffer, Márcio Vito, Marianna Mac Niven, Paulo Giardini, Lorena Comparato e Isabella Dionísio (revezando a personagem Jean Fordham)
Local: Teatro Ipanema, Rua Prudente de Moraes, 824, Ipanema (tel. 2267-3750)
Temporada: 14 de outubro a 5 de novembro, sábados às 21h, domingos e segundas às 20h
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Venda na bilheteria de 4ª a domingo, das 14h às 22h ou pelo site https://ticketmais.com.br
Lotação do teatro: 222 pessoas
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 130 minutos
Gênero: Drama
Assista ao trailer de “Agosto” - https://vimeo.com/227655911/0db6ca0d54

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“Dançando no Escuro” o musical, esta em cartaz de quinta a domingo no Sesc Ginastico

Musical “Dançando no Escuro” no Rio de Janeiro



O musical “Dançando no Escuro” nasceu do desejo dos atores-produtores Juliane Bodini e Luis Antonio Fortes de trazer para o teatro a adaptação do premiado filme homônimo de Lars von Trier, estrelado pela cantora Björk, que também compôs todo o repertório musical da obra que expõe o drama de uma mulher com uma doença degenerativa que a leva à cegueira, seu desmedido amor pelo filho e as injustiças sofridas por ela. A adaptação para o teatro é do nova-iorquino Patrick Ellsworth, a única permitida pelo cineasta dinamarquês. Com os direitos comprados em 2015 o musical estreia dia 19 de outubro de 2017, no Teatro Sesc Ginástico, Centro do Rio de Janeiro.

A premiada atriz Dani Barros dirige esta montagem que conta com direção musical e arranjos do também premiado Marcelo Alonso Neves. As atrizes Juliane Bodini e Cyria Coentro interpretam as personagens que no filme de Lars von Trier foram de Björk e Catherine Deneuve. O elenco é composto por nove atores e atrizes cantores, que interpretam os principais personagens e outros menores, além de quatro músicos, dois deles cegos, um multi tecladista e um baterista, que tocam ao vivo a trilha sonora.

Com 5 musicais no currículo: “Rock in Rio - O musical”, “Cazuza, Pro dia nascer feliz - O musical”, “Cassia Eller - O musical” e “O beijo no asfalto - O musical”, todos dirigidos por João Fonseca, “Raul Fora da Lei”, dirigido por Roberto Bomtempo e José Jofilly, a atriz e cantora Juliane Bodini interpreta a protagonista de “Dançando no Escuro”. Em 2015, Bodini foi indicada ao Prêmio Bibi Ferreira como atriz coadjuvante por “Cassia Eller - O musical”.

– Este musical foi um enorme e prazeroso desafio. Lidar com as composições inusitadas e fora dos padrões de Björk e Sjón Sigurdsson e conviver com esses fantásticos músicos que justo por não terem o “dom” da visão, trouxeram suas sensibilidades musicais. Além do apoio dos músicos, nós procuramos produzir a partir do próprio elenco a sonoplastia, utilizando sucata de metal que em última instância reporta aos sons da fábrica em que Selma trabalha e tem seus devaneios. A utilização dos sons corporais como instrumentos também foi uma ferramenta importante na criação das atmosferas musicais. Esse espetáculo estará marcado para sempre em minha carreia musical. – Marcelo Alonso Neves, diretor musical

– Lembro-me da primeira vez que vi Dancer in the Dark. Eu nunca tinha visto nada parecido antes. Eu achei isso audaz, generoso e absolutamente implacável. Era de alguma forma cinemática e profundamente íntima. Embora houvesse um outro mundo, era o filme mais humano que eu já vi. Quando fui abordado pela primeira vez para adaptá-lo ao palco, fiquei excitado e aterrorizado. No meu mundo, Lars e Bjork são vacas sagradas, e eu sabia que eu tinha que matá-las para que a história vivesse no palco. No começo, pouco avancei. Contudo, encontrei-me perguntando uma e outra vez: “Se Selma pudesse falar, o que ela diria?” Foi então que percebi o quão fechado Selma é. Eu queria que ela se abrisse e fale. – Patrick Ellsworth, autor da adaptação teatral

– Em 2007, no reg 3 da CAL, o Paulo Afonso de Lima, meu professor na época, resolveu fazer esse musical como exercício da turma. Eu não conhecia o filme e assisti depois que ele disse que faríamos essa montagem. Ele me deu o papel da Selma e foi uma experiência muito bacana. Foi uma adaptação que ele mesmo fez e logo após a apresentação eu decidi que um dia faria essa peça profissionalmente. E cá estamos nós, eu e Luis Antonio Fortes, exatos 10 anos depois realizando este desejo. – Juliane Bodini, atriz e uma das idealizadoras do projeto.



Sinopse

A história de passa em 1964, nos Estados Unidos. Selma Jezková é uma imigrante tcheca que se muda para os EUA com seu filho Gene, um garoto de doze anos. Ela tem uma doença hereditária degenerativa que a faz peder a visão, algo que também vai acontecer com seu filho. Ao saber que nos EUA existem médicos que podem operar Gene, foi o suficiente para fazê-la imigrar para o país. Selma aluga um trailer na propriedade de Bill e sua esposa Linda, seus vizinhos, onde vive humildemente. Trabalha exaustivamente em uma fábrica com sua melhor amiga Carmen e guarda tudo o que ganha para a cirurgia que evite que seu filho sofra do mesmo destino. Mas quando Bill se vê em dificuldades financeiras rouba o dinheiro que Selma tinha economizado duramente. O roubo é o ponto de partida para trágicos acontecimentos.

Juliane Bodini e Luis Antonio Fortes idealizam musical com projeto de acessibilidade

Além do espetáculo teatral, o trabalho dos artistas envolvidos estará focado em movimentar, semear, articular e desenvolver um trabalho sério de acessibilidade dentro e fora do palco com equipe capacitada para atender o público com diversos tipos de deficiência, buscando não só o entretenimento cultural e sim um movimento de inclusão social.

– Transpor para o teatro essa obra cinematográfica tão marcante veio da vontade de abrir os olhos para o mundo, abordando assuntos tão pertinentes como preconceito, exclusão social e injustiça. E assim, tentar mudar os padrões e os vícios de uma sociedade onde a intolerância prevalece e o descaso nos envenena. É preciso enxergar o outro. Assim, escolhemos fazer um trabalho, um movimento, que permita que todo o público tenha acessibilidade dentro e fora do palco.” – Juliane Bodini e Luis Antônio Fortes, idealizadores do projeto

Ficha Técnica

Musical baseado no longa-metragem de Lars von Trier
Adaptação Teatral: Patrick Ellsworth
Tradução: Elidia Novaes
Direção: Dani Barros
Músicas Originais: Björk
Direção Musical e Arranjos: Marcelo Alonso Neves
Idealização: Juliane Bodini e Luis Antonio Fortes
Direção de Produção: Jéssica Santiago
Elenco: Juliane Bodini (Selma Jezková), Cyria Coentro (Carmen Baker), Luis Antonio Fortes (Jeff), Andrêas Gatto (Samuel), Greg Blanzat (Gene Jezková), Julia Gorman (Linda Houston), Lucas Gouvêa (Bill Houston), Marino Rocha (Norman) e Suzana Nascimento (Brenda Young)
Músicos: Vanderson Pereira (multi tecladista), Johnny Capler (baterista), Allan Bass (baixista) e Dilson Nascimento (multi tecladista)
Cenário: Mina Quental
Figurino: Carol Lobato
Iluminação: Felicio Mafra
Preparação Vocal: Mirna Rubim
Direção de Movimento: Denise Stutz
Aulas e Coreografia do Sapateado: Clara Equi
Preparação Corporal e Assistente de Direção de Movimento: Camila Caputti
Visagista: Marcio Mello
Versionista: Marcelo Frankel
Sonorização: Joyce Santiago
Assistentes de Direção: Rubia Rodrigues e Camila Caputti
Assistente de Visagismo: Roberto Santiago
Produção Executiva: Camila Santana
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos do Material Gráfico: Nana Moraes
Marketing Digital: Maria Alice
Marketing Cultural: TEM DENDÊ! Produções - Tamires Nascimento

Serviço

“Dançando no Escuro”
Musical baseado no longa-metragem de Lars Von Trier
Adaptação Teatral: Patrick Ellsworth
Tradução: Elidia Novaes
Direção: Dani Barros
Direção Musical e Arranjos: Marcelo Alonso Neves
Sinopse: A tcheca Selma Jezková migra para os EUA com o filho Gene, que precisa operar os olhos para não perder a visão; trágicos acontecimentos cruzam seus caminhos enquanto Selma sonha com o mundo dos musicais.
Elenco: Juliane Bodini, Cyria Coentro, Luis Antonio Fortes, Andrêas Gatto, Greg Blanzat, Julia Gorman, Lucas Gouvêa, Marino Rocha e Suzana Nascimento
Músicos: Vanderson Pereira (multi tecladista), Johnny Capler (baterista), Allan Bass (baixista) e Dilson Nascimento (multi tecladista)
Local: Sesc Ginástico, Av. Graça Aranha, 187, Centro, Rio de Janeiro (tel. 2279-4027)
Temporada: 19 de outubro a 19 de novembro de 2017, quinta a sábado às 19h e domingo às 18h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (para jovens até 21 anos, estudantes e maiores de 60 anos), R$ 7,50 (Associados Sesc)
Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Capacidade de público: 513 lugares
Duração: 120 minutos
Classificação: 14 anos
Drama Musical
Acessibilidade para pessoas com deficiência e assentos especiais
Audiodescrição e Libras aos domingos: 29/10, 5/11, 12/11 e 19/11

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Não perca! Último final de semana da temporada na Casa de Cultua Laura Alvim "Flores D’água" Contadoras de Histórias, peça brincante e poética que trata da importância da água com trava línguas e canções populares

Flores D’água Contadoras de Histórias
Comemoração de 1 ano da peça brincante e poética que trata da importância da água com trava línguas e canções populares



Flores D’água Contadoras de Histórias está em cartcartaz atė dia 22 de outubro na Casa de Cultura Laura Alvim em Ipanema com histórias que homenageiam nossa mãe natureza.

O espetáculo prioriza a brincadeira e o encontro através de uma linguagem narrativa, corporal e musical para todas as idades sensibilizando através da música, imagens visuais, divertindo e trazendo questionamentos sobre a relação da humanidade com a natureza.


Idealizado pela atriz Paulinha Cavalcanti e dirigido por Anderson Barreto, o espetáculo traz canções e cantigas populares que conduzem a cena, com humor, beleza e claro, histórias de flores d’água – vitória régia, flor de lótus- em integração direta com púbico. Nessa sessão, Paulinha é acompanhada pelo multi-instrumentista Romulo Frazão.
Em Flores D’água a tradição oral mergulha nos rios e assim a Contadora de Histórias, com sua bacia e seu balde de roupas, tecidos que passeiam pelo imaginário transformado em personagens, objetos cria, junto com o músico, o cenário para que as histórias aconteçam. Os lagos, com seus sapos, pântanos, flores e riquezas, as cachoeiras, o mar, os rios largos e os igarapés são por onde as histórias caminham. Como será que nasceu o Sol e a Lua? Tantas são as possibilidades...Depois do sapo sentir alívio por ter se salvado da brincadeira das crianças, Mariana pergunta: Onde estão as águas do meu Rio? A Vitória Régia entra em cena e desabrocha...Terra, Fogo, Água e Ar são quatro lendários irmãos e juntos irão criar um novo ser.



O público se envolve durante toda a apresentação participando de brincadeiras, trava-línguas e canções brasileiras desde Chiquinha Gonzaga, canções populares, até composições próprias da atriz. O cenário trás elementos da cultura ribeirinha como o balde e a bacia para lavar roupa, tecidos coloridos e a saia da atriz se transformam nas personagens e objetos da narrativa, em um espetáculo que trata da importância da preservação da água, de maneira leve e divertida.

O Flores D’água Contadoras de Histórias estreou em outubro de 2016 no Teatro Municipal Serrado onde esteve um mês em temporada,já com seu CD Flores D’água Contadoras de Histórias gravado com músicas e histórias do espetáculo projeto realizado no Estúdio 3 do Centro de Referência da Música Carioca Arthur da Távola. Em sua trajetória ainda recente o espetáculo esteve também na escola Municipal Duque de Caxias, no Centro de Referência da Música Carioca Arthur da Távola, no Parque das Ruínas, na Casa de Baco, no Teatro Municipal Café Pequeno, Circuito SESC Expressões etc.

“Lindo trabalho. Delicado. Sutil. Teatro Artesanal. Jogo de imaginação. Cantigas doces e nossas. Um afago nos sentidos das nossas crianças. Obrigada Paulinha e equipe pela tarde especialíssima!”
Fala de Ana Paula Bouzas – atriz, bailarina e professora de teatro


Ficha técnica:
Direção: Anderson Barreto
Elenco: Paulinha Cavalcanti
Musico: Romulo Frazão
Iluminação: Ana Paula Brasil
Produção: Hitawa Nukini
Fotos: Alex Gaudêncio


Serviço

Flores D’água Contadoras de Histórias 
De 30 de setembro a 22 de outubro de 2017
Sábados e Domingos
Horário: 17h00
Ingressos: R$ 30,00 (meia entrada conforme legislação vigente)
Local: Casa de Cultura Laura Alvim
CCLA é um espaço da Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ.
Teatro Laura Alvim
Av. Vieira Souto, 176 - Ipanema
Rio de Janeiro, RJ, BR
Tel: (21) 23322016



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InCômodos estreia inserindo o público nos desconfortos do universo feminino Com apenas artistas mulheres, instalação cênica ocupa a Casa Rio em novembro para provocar os sentidos dos espectadores


InCômodos estreia inserindo o público nos desconfortos do universo feminino

Com apenas artistas mulheres, instalação cênica ocupa a Casa Rio em novembro para provocar os sentidos dos espectadores


InCômodos é uma instalação cênica criada apenas por artistas mulheres que, a partir de diversas linguagens, pretende estimular os espectadores sensorialmente e, assim, imergi-los nas experiências de desconforto e violência que indivíduos do gênero feminino sofrem diariamente. Misturando artes cênicas e audiovisuais, dança, fotografia e poesia, o projeto ocupará, a partir de 04 de novembro, cinco cômodos da Casa Rio, em Botafogo, pelos quais o público será guiado através de uma jornada itinerante. A temporada será de um mês, com sessões aos sábados (às 20h) e domingos (às 19h30). A direção e curadoria é de Kel Cogliatti.

Mesclando diversas linguagens artísticas, InCômodos dá origem a uma ocupação múltipla e original que insere o público em um ambiente familiar e doméstico. Cada cômodo da casa terá como objetivo estimular especificamente um dos cinco sentidos humanos - visão, audição, tato, paladar e olfato -, sendo o conjunto deles uma alusão ao sexto sentido feminino. O grupo de espectadores de cada sessão será levado a visitar os espaços de forma itinerante por meio de um circuito guiado, no qual as experiências são conectadas e sofrem interferência a todo o momento das próprias artistas participantes.

InCômodos tem como objetivos fomentar o debate sobre a violência contra a mulher, contribuir para a reflexão sobre a responsabilidade da sociedade nos casos de violência doméstica, e para a desmistificação do conceito de feminismo e sua aproximação do cotidiano dos indivíduos. Além da sessão cênica, antes de cada apresentação haverá um ciclo de debates, às 18h, com um coletivo feminino diferente, abordando um tema diferente referente a este universo dos desconfortos cotidianos das mulheres. Dentre os nomes confirmados para as conversas já estão o coletivo Papo Preta e integrantes da ONG ThinkOlga.

A Casa Rio é uma residência para artistas e produtores culturais, sem fins lucrativos, aberta pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro / FUNARJ, com o apoio da Queen Mary University of London e gestão da People’s Palace Projects do Brasil.


FICHA TÉCNICA

Curadoria e direção geral: Kel Cogliatti

Artistas: Andressa Guerra, Brigitte Schweiz, Claudia Wer, Kyvia Rodriguez e Kika Diniz

Produção: Bela Andreo, Claudia Wer e Kel Cogliatti

Mídias digitais: Isabela Jaloto

Material gráfico: Andressa Guerra e Rodrigo Menezes

SERVIÇO
InCômodos – Uma instalação cênica

Estreia: 04 de novembro.

Horários: Sábados, às 20h. E domingos, às 19h30.

Temporada: De 04 a 26 de novembro.

Local: Casa Rio – Endereço: Rua São João Batista, 105 – Botafogo, RJ.

Ingressos: R$20 / Meia R$10

Benfeitoria: www.benfeitoria.com/Incomodos

Facebook: www.facebook.com/OIncomodos

Email: Incomodosoprojeto@gmail.com

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Uma mulher vive intensamente em busca dos sonhos, tenta através do seu espírito, contar a história da sua saga vivida no seu mundo material.

Espetáculo BLÁ BLÁ BLÁ em cartaz no TEATRO DA CIA. DO TEATRO CONTEMPORÂNEO

                    


Uma mulher vive intensamente em busca dos sonhos, tenta através do seu espírito, contar a história da sua saga vivida no seu mundo material.

As necessidades biológicas, quando se suas plenas satisfações, abastecem o corpo de felicidade.

Venha curtir conosco a nossa exposição teatral.
Tenha uma boa reflexão após conhecer o texto despretensioso do autor Eugênio Soares.

SERVIÇO:

BLÁ BLÁ BLÁ
TEXTO: EUGÊNIO SOARES
DIREÇÃO: JOSÉ SISNEIRO
ELENCO: MIRIAN PANZER
DATAS: 01, 08, 15 22 DE OUTUBRO DE 2017.
HORÁRIO: 18h
LOCAL: TEATRO DA CIA. DO TEATRO CONTEMPORÂNEO
ENDEREÇO: RUA CONDE DE IRAJÁ , 253 - BOTAFOGO - RJ.

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Idealizado pelo Luis Lobianco, com direção de produção de Claudia Marques, texto de Rafael Souza-Ribeiro e direção de Renato Carrera, o espetáculo “Gisberta” é um drama musical que mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção


Drama musical “Gisberta”, com Luis Lobianco, estreia dia 13 de outubro no Teatro da UFF


* Peça conta a história, praticamente desconhecida no Brasil, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, na cidade do Porto, em Portugal.

Idealizado pelo Luis Lobianco, com direção de produção de Claudia Marques, texto de Rafael Souza-Ribeiro e direção de Renato Carrera, o espetáculo “Gisberta” é um drama musical que mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, na cidade do Porto, em Portugal. As apresentações em Niterói acontecem no Teatro da UFF, de 13 a 29 de outubro, sexta a domingo às 20h.

Gisberta atravessou o oceano para buscar um território livre, mas morreu no fundo do poço, afogada em ódio e água. Na ocasião o caso ganhou destaque nas discussões sobre a transfobia em Portugal e Gisberta se tornou (e até hoje é) ícone na luta pela conscientização para uma erradicação dos crimes de ódio contra gays, lésbicas e transexuais. Em 2016, dez anos após a sua morte, Gisberta foi amplamente lembrada em Portugal por meio de inúmeras reportagens. Recentemente, em 14 de fevereiro de 2017, Gisberta deu nome ao primeiro centro de apoio a população LGBT do norte de Portugal, “Centro Gis”, em Matosinhos, distrito do Porto.

“Já o Brasil, na contramão, é um dos países que mais comete crimes de transfobia e homofobia, números que não param de crescer junto com uma onda conservadora de intolerância com as diferenças. Se não conseguimos mudar as leis que não nos protegem, que a justiça seja feita no teatro, com música e luzes de Cabaré. Que venham as identidades de humor, gênero, drama, música, tragédia e redenção. O caso de Gisberta não é conhecido por aqui e decidi que Gisberta vai reviver a partir da arte e será amada pelo público.” – Luis Lobianco

Assista ao trailer de “Gisberta - https://vimeo.com/206416805/6b86a11b68

“O mundo passa por uma grande crise de identidade: o que somos essencialmente e onde podemos viver o que somos? Refugiados podem ser inteiros fora de seus territórios sem inspirarem ameaça? Há liberdade para indentidade de gênero mesmo que se tenha nascido em um corpo de outro sexo? Gays podem se amar sem exposição à violência? A reação para o rompimento com padrões sociais é uma explosão de violência cotidiana sem precedentes. Quanto mais ódio, mais a afirmação da identidade se impõe. No ar a sensação de um grande embate mundial iminente - não tem mais como se esconder no armário. Ser livre ou servir à intolerância: eis a questão.” – Luis Lobianco

Para contar a história de Gisberta, que é praticamente desconhecida no Brasil e que é também a história de tantas outras vítimas da transfobia, Luis Lobianco interpreta vários personagens com texto concebido a partir de relatos obtidos em contatos pessoais com a família de Gis, do processo judicial e de visitas ao local da tragédia e por onde Gisberta passou. Em cena, três músicos acompanham o ator: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz).

“Gisberta não está em cena, o Luis Lobianco não interpreta a Gis, mas nós chegamos bem perto dela.” – Renato Carrera, diretor

Indicado ao Prêmio Botequim Cultural 2017 nas categorias Melhor Ator e Melhor Direção Musical, também indicado ao Prêmio Cenym de Teatro Nacional 2017 Prêmio Cenyms nas categorias Melhor Trilha Sonora Original ou Adaptada, Melhor Execução do Som, Melhor Fotografia de Publicidade, “Gisberta” estreou nacionalmente no dia 1º de março de 2017, no CCBB Rio de Janeiro, onde permaneceu em cartaz até 30 de abril. De 9 de junho a 2 de julho fez temporada no Teatro Dulcina, Centro do Rio. Em julho de 2017 participou da programacão oficial do Festival de Inverno do Sesc, com apresentações em Petrópolis e Friburgo. No período de 24 de novembro a 10 de dezembro de 2017 fará temporada no CCBB Brasília e de 5 de janeiro a 5 de fevereiro de 2018, no CCBB Belo Horizonte. Também em 2018 fará temporadas em Lisboa e no Porto.

Uma breve história da Gisberta

Caçula de uma família com oito filhos, nascida e moradora do bairro Casa Verde, em São Paulo, ainda na infância Gisberta dava sinais de que estava num corpo que não correspondia à sua identidade. Após a morte do pai, deixou os cabelos crescerem definitivamente. Em 1979, aos 18 anos, quando suas amigas morriam assassinadas, na capital paulista, com medo de ser a próxima vítima, deixou o Brasil rumo a Paris. Mais tarde, já depois de realizar tratamento hormonal e fazer implante de silicone nos seios, mudou-se para o Porto, no Norte de Portugal. Muito alegre e divertida, rapidamente enturmou-se na cena gay local. Fazia apresentações em bares e boates. Por 10 anos foi a estrela brasileira da noite portuense. Sem muito jeito com qualquer tipo de liberdade viveu tudo o que nunca experimentou de forma voraz: cantou de Vanusa a Marilyn, bebeu, fumou, cheirou, amou e adoeceu no cabaré. Foi muito feliz, tinha muitos amigos e admiradores. Poupava energia para as cartas e fotos que mandava para a família, queria garantir que estava segura. Um dia os seus dois cães fugiram de casa e foram atropelados na sua frente. Gis definhou de depressão e Aids.
Perdeu os cabelos conquistados e o visto de imigrante, passou a vestir trapos sem gênero e foi morar na rua. Num prédio abandonado foi encontrada, no final de 2005, por um grupo de 3 meninos mantidos pela Oficina de São José, uma instituição religiosa da vizinhança. No início as crianças ofereceram comida e agasalho, mas a lógica do grupo se converteu em um ódio súbito e inexplicável quando outros 11 meninos se juntaram ao grupo inicial. A partir de 15 de fevereiro de 2006, Gisberta sofreu vários dias de tortura e finalmente, acreditando que ela estava morta, foi jogada ainda com vida dentro de um poço cheio de água. Conclusão do processo: morte por afogamento. Gis, como ela gostava de ser chamada, já vivia sufocada, sua morte foi síntese da sua vida – culpa do ódio e não da água.

Ficha técnica
Atuação: Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Músicos em Cena: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz)
Pesquisa Dramatúrgica: Luis Lobianco, Renato Carrera e Rafael Souza-Ribeiro
Investigação: Luis Lobianco e Rafael Souza-Ribeiro
Trilha Sonora e músicas compostas: Lúcio Zandonati
Iluminação: Renato Machado
Cenário: Mina Quental
Figurino: Gilda Midani
Preparação Vocal: Simone Mazzer
Direção de Movimento: Marcia Rubin
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos de Divulgação: Elisa Mendes
Produção: Fabrica de Eventos
Idealização: Luis Lobianco

Serviço

“Gisberta”
com Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Sinopse: A peça mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006 na cidade do Porto, em Portugal.
Local: Teatro da UFF, Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro (tel. 3674-7511)
Temporada: 13 a 29 de outubro, sexta a domingo às 20h
Capacidade de público: 344 lugares
Venda antecipada (até dia 08/10): R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Venda normal (a partir de 09/10): R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Venda pela internet: www.sympla.com.br/gisberta
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos
Gênero: Drama Musical

Agenda Cultural RJ - Produção,  Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com
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A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 19 a 29 de outubro de 2017, o espetáculo Primavera Leste, com montagem da MINHA NOSSA Cia de Teatro e direção de Dimis Jean Sores.

MINHA NOSSA CIA DE TEATRO APRESENTA COMÉDIA MUSICAL SARCÁSTICA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO


Primavera Leste se inspira em Tom Waits, Lou Reed e Chico Buarque para narrar a história de uma professora sequestrada por alunos

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 19 a 29 de outubro de 2017, o espetáculo Primavera Leste, com montagem da MINHA NOSSA Cia de Teatro e direção de Dimis Jean Sores. A temporada inclui apresentações de quinta a domingo, às 19h, e tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Primavera Leste é uma comédia musical com composições originais de Enzo Veiga, inspiradas em Tom Waits, Lou Reed e Chico Buarque. Criado a partir da dramaturgia homônima do carioca Diogo Liberano, o espetáculo propõe um pesadelo cômico que flerta com o drama e o absurdo a partir do mote "como escrever outra história".

Na trama, o escritor "mundialmente famoso na Itália" Vito Konigsberg apresenta seu novo livro, Primavera Leste, fruto de uma pesquisa de cinco anos em que o italiano se aventurou pelo Brasil em busca de respostas sobre o sequestro de uma professora de História da UFRJ. Ela indagou a seus alunos “como escrever outra história”, mas três deles, por não conseguirem responder à questão, sequestram-na e a torturam em busca da solução. A fim de tornar sua palestra menos enfadonha, o escritor convida a Trupe Maravilhosa do Teatro Brasileiro para representar o caso.

A dramaturgia expõe a pesquisa em tragédia de Diogo Liberano e o teatro niilista e extremamente visual do curitibano Dimis Sores, que se fundem com a investigação de problemáticas do indivíduo contemporâneo da MINHA NOSSA Cia. O resultado é uma obra teatral que se abre à eclosão de conflitos sociais latentes.

“O mundo não melhora, ele vive um ciclo eterno de coisas horrorosas, permeadas por uma ou outra coisa boa que nos ajudam a sobreviver. A diferença está apenas na banalidade da violência, pois a política continua idêntica, apenas com uma falsa e confortável sensação de democracia. Com a internet, a violência é a única coisa que se democratizou de fato. As pessoas matam para fazer stories no Instagram, por não terem seus posts curtidos”, afirma o diretor.

A temporada inclui, ainda, a oficina gratuita de interpretação Ficcionalização do Real e Autoficção, ministrada pelo diretor do espetáculo no dia 21 de outubro (sábado), às 14h. Serão oferecidas 20 vagas e as inscrições devem ser realizadas pelo e-mailoficinaminhannossarj@gmail.com .

Projeto Câmbio:

A montagem de Primavera Leste é a primeira etapa do Projeto Câmbio, proposição da MINHA NOSSA Cia. de Teatro de intercâmbio com artistas de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Curitiba, que irão se alternar entre dramaturgia e direção, em três espetáculos com a companhia. O programa propõe, em síntese, a criação de peças a partir do diálogo de estéticas distintas, tendo por objetivos o encontro de alteridades como meio propulsor de produção e criação em arte, bem como o intercâmbio de experiências e formações artísticas, filosóficas, culturais e regionais. Os próximos espetáculos que compõem o projeto são O Leão no Aquário, do dramaturgo mineiro Vinícius Souza, com direção de Diogo Liberano; e Tendência ao Drama e ao Caos, de autoria de Dimis Jean Sores e com direção de Vinicius Souza.

A companhia:

A MINHA NOSSA Cia. de Teatro, de Curitiba, mantém constante pesquisa, desde 2009, evidenciando os múltiplos desejos artísticos de seus integrantes, que os contemplam no teatro e na performance. Sua heterogeneidade, no ponto de vista da formação dos membros que a compõem, fortalece o cultivo de um lugar poético de reflexão, crítica e criação artística enquanto mantém vivo o encontro das diferenças dos artistas que a configuram como (Minha) e (Nossa).

Atualmente é formada por Álvaro Antônio (músico, sonoplasta e artista gráfico), Erica Mitiko (iluminadora e cenógrafa), Felipe Custódio (figurinista, ator e produtor), Fernanda Perondi (atriz, performer e arte-educadora), Léo Moita (diretor, dramaturgo, ator e arte-educador), Moira Albuquerque (atriz, performer, contadora de histórias e produtora), Raul Freitas (iluminador e maquiador), Val Salles (ator e figurinista).

Teaser do espetáculo: https://youtu.be/HXTbJHK-QFM

Ficha técnica:
Direção Geral: Dimis Jean Sores
Texto: Vito Konigsberg, a partir de dramaturgia
homônima de Diogo Liberano
Elenco: Fernanda Perondi, Geisa Costa, Jeff Bastos,Léo Moita, Moira Albuquerque, Sávio Malheiros, Val Salles
Direção Musical, Composições e Preparação Vocal:Enzo Veiga
Assistência de Direção e Preparação Corporal: Val Salles
Iluminação: Raul Freitas
Assistente de Iluminação: Erica Mityko
Figurino: Val Salles
Costureira: Sindy Crespim
Cenografia: Erica Mityko
Adereços e efeitos especiais: Federico Konigsberg
Maquiagem: Andréa Tristão
Letras: Dimis Jean Sores, Diogo Liberano, Enzo Veiga
Design Gráfico: Álvaro Antonio
Produção Executiva: Maria Inês Gutiérrez
Produção Local: Clarissa Menezes
Assessoria de Imprensa: Lyvia Rodrigues – Aquela que Divulga
Fotógrafo: Lauro Borges
Realização: MINHA NOSSA Cia de Teatro; Girolê Produções

Serviço:

Primavera Leste
Data: de 19 a 29 de outubro de 2017 (quinta a domingo)
Horário: 19h
Duração: 80 min
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Lotação: 176 (mais 3 para cadeirantes)
Classificação indicativa: 12 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Oficina Ficcionalização do Real e Autoficção, com Dimis Jean Soares
Data: 21 de outubro de 2017 (sábado)
Horário: 14h
Duração: 4 horas
Vagas: 20

Inscrições: Gratuitas pelo e-mailoficinaminhannossarj@gmail.com


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XII Edição do Arte em Laranjeiras e Cosme Velho SHOW, MODA, ARTE CULTURA E GASTRONOMIA E CERVEJAS ARTESANAIS. Uma grande exposição artística e cultural.



LANOZ
Apresenta
XII Edição do Arte em Laranjeiras e Cosme Velho
SHOW, MODA, ARTE CULTURA E GASTRONOMIA E CERVEJAS ARTESANAIS.
Uma grande exposição artística e cultural.



Dias 20 a 22/ 27 a 29 de outubro, das 10 às 22h, Praça do Largo do Machado.
XII Edição do Arte em Laranjeiras e Cosme Velho

O projeto “ARTE EM LARANJEIRAS E COSME VELHO” em sua décima segunda edição é um evento cultural que visa divulgar as diversas formas Artísticas-Culturais existentes na região as quais se destacam-se as artes plásticas, o Artesanato, a Literatura, a Música e o Teatro. Os moradores dos bairros de Laranjeiras e Cosme Velho e o Público carioca em geral, terão a oportunidade de conhecer as diversas manifestações artísticas, a gastronomia, a história e as peculiaridades dos dois bairros e as iniciativas que promovem a cidadania e que valorizam nossos cidadãos.

O Objetivo do Evento é INTEGRAR E PROMOVER as iniciativas artísticas, culturais e sociais assim como os empreendimentos gastronômicos dos bairros e Laranjeiras e Cosme Velho.

Os Bairros de Laranjeiras e Cosme Velho, desde o tempo do Império estão unidos, foram responsáveis, nessa ocasião pela distribuição das águas do Rio Carioca para outras localidades da cidade.

São bairros tradicionais que preservam, ainda muitos imóveis de grande valor arquitetônico e histórico, pouco explorados por moradores dos bairros e, menos ainda, pelos outros cariocas e turistas que visitam nossa cidade. Grande parte da população do Rio conhece pouco ou desconhece: o Castelinho do Flamengo, o Palacete Seabra, a casa do empresário tcheco Frederico Figner e onde hoje funciona o Senac Rio, o Parque Guinle, o Palácio Laranjeiras, o Mercado São José, o Largo do Boticário, as mansões dos Klabin e do Roberto Marinho, as Casas Casadas, a Bica da Rainha, a Chácara dos Abacaxis e a Estrada de Ferro do Corcovado e o Cristo Redentor.

Mesmo os moradores não se dão conta da diversidade e do quanto esses dois bairros oferecem. Temos aqui mais de 20 estabelecimentos de ensino, com destaque para tradicionais colégios como: São Vicente de Paula, Sion, Miraflores, Eliezer Max, Instituto Nacional de Surdos, Casa da Leitura, Edem, Escola Municipal Senador Corrêa, Faculdades Bennett.

O evento acontecerá nas principais praças públicas dos bairros de Laranjeiras e Cosme Velho, nos ateliês dos artistas, nos colégios, faculdades e nos restaurantes e estabelecimentos que aderirem ao projeto. LOCAIS:Praça Largo do Machado, Praça Bengurion, Praça Jose de Alencar. Praça São Salvador, Mercado São José, com: Exposição de Fotos, Quadros, Artes Plásticas, Artesanato e apresentações artísticas.

Colégios e Fauldades: com Exposição dos trabalhos Artísticos dos alunos´: EDEM, BENNETT, Escola Senador Correa, INES

Igreja Matriz Nossa Senhora da Glória com palestras e concerto.

Exposições Coletivas: Abertura no Salão da Escola Senador Correa com exposições de Grandes Artistas Plásticos, Fotografias , Artesanato, Música, Poesia , e Exposição de ARTE RECICLADA)

O Projeto “ARTE EM LARANJEIRAS E COSME VELHO”, em sua décima segunda edição, é um evento Cultural que visa divulgar as diversas formas Artísticas e Culturais existentes na região. Os artistas plásticos, artesãos, escolas e Ongs mostrarão suas produções artísticas. Pretendemos aliar as Exposições algumas apresentações de grupos de música, dança, teatro, oriundos de comunidades que fazem da Arte seu caminho para inserção social.

Os bairros de Laranjeiras e Cosme Velho têm grande potencial Turístico e Cultural, com pontos de grandes interesse, como o Museu de Arte Naif, a Casa de cultura Austregésilo de Ataíde, o Trem do Corcovado(Cristo Redentor), e aspectos históricos e Arquitetônicos que merecem ser divulgados. São dois bairros de forte formação cultural, com importantes Ateliês de Arte,(que muitas vezes estão em prédios), Escolas de Arte e Teatro, Escolas de Música e boa Gastronomia. É também, uma região que conta com mais de 15 Ongs e projetos sociais, muitos deles com produções artísticas próprias, como as Ongs: “ Se essa Rua fosse minha”, Ação da Cidadania-Comitê Flamengo, Instituto Vivendo, Viva cazuza, Anjos com Visão, que terão tendas para mostrar seus trabalho.

O Objetivo é levar ao conhecimento do Público a produção cultural existentes nesses bairros, promovendo uma maior integração entre os artistas e a população, mostrando que os bairros de Laranjeiras e Cosme velho podem ser mais que bairros de passagem. Queremos promover uma semana de Cultura e Lazer, ampliando as possibilidades dos diversos setores.

SERVIÇO:
Local: Praça do Largo do Machado.
Dias: 20 a 22/ 27 a 29 de outubro (Sexta, Sábado e domingo)
Horário: das 10h às 22h.
Mais informações com a Célia Zanon, nos números: 21 99678-0712 // 21 2255-6271. E-mail: celialanoz@gmail.com | celiazanon1@globo.com
Acesse e saiba mais: https://www.facebook.com/lanozevents
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Cinco crianças leem um livro, que acaba ganhando vida. Da imaginação delas, nasce um espetáculo cheio de significados em meio a jogos e canções, perfeito para encantar e divertir a garotada.


Muita música e emoção em programa gratuito para a criançada!
É o musical “Bisa Bia, Bisa Bel”, da premiada autora Ana Maria Machado, que reestreia com entrada franca no dia 21 de outubro no ESPAÇO FURNAS CULTURAL, comemorando três anos de sucesso.


Cinco crianças leem um livro, que acaba ganhando vida. Da imaginação delas, nasce um espetáculo cheio de significados em meio a jogos e canções, perfeito para encantar e divertir a garotada. Baseado no clássico de Ana Maria Machado, com adaptação e direção de Joana Lebreiro, o musical infantil “Bisa Bia, Bisa Bel terá temporada gratuita de 21 a 29 de outubro, no Espaço Furnas Cultural, em Botafogo.

Agraciado com sete prêmios, pela temporada de 2014, sendo o Prêmio CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude) em quatro categorias – entre elas: melhor espetáculo, melhor direção, melhor texto adaptado e melhor elenco – e o Prêmio Zilka Salaberry de Teatro para Crianças em três categorias: melhor espetáculo, melhor direção e melhor trilha sonora, o musical vem de algumas temporadas bem-sucedidas no Rio: nos Teatros Gláucio Gill, Cândido Mendes, Teatro Sesc Ginástico, na Cidade das Artes e nas Arenas Culturais.

“Bisa Bia, Bisa Bel” – um musical acústico – conta a história da menina Isabel, que aprende a lidar consigo mesma no convívio imaginário com sua bisavó e sua bisneta. Três tempos e três vivências cruzam-se numa mistura encantadora do real com a fantasia. O espetáculo tem como ponto de partida um grupo de cinco crianças que, juntas, leem o clássico de Ana Maria Machado. A partir disso, o livro ganha vida no palco por meio de canções e jogos, em que os amigos brincam e interpretam os personagens.

“Esse livro marcou a minha infância. Ele conta uma história emocionante com humor, poesia e lirismo. Quando pensei em adaptá-lo para o teatro, não queria que a montagem fosse uma tradução literal do livro, mas uma verdadeira brincadeira em cima do palco. Meu objetivo é despertar, nas crianças e nos pais, o desejo de ler o livro depois de sair do teatro”, explica a diretora Joana Lebreiro.

O espetáculo aborda a importância da memória e da formação da identidade, principalmente no universo feminino, com reflexão sobre o papel da mulher ao longo da História. "Quando escrevi ‘Bisa Bia, Bisa Bel’, estava com muita saudade das minhas avós. Vontade de falar sobre elas com meus dois filhos. Não imaginava que, pouco depois, teria uma filha e essa linhagem feminina ficaria ainda mais significativa para mim. Nem imaginava que esse livro fosse ganhar tantos prêmios e tocar tanto os leitores", conclui a autora Ana Maria Machado.

Ficha Técnica
Texto - Ana Maria Machado
Adaptação e direção - Joana Lebreiro
Direção musical e arranjos - Marcelo Rezende
Canções originais – Joana Lebreiro e Marcelo Rezende
Elenco: Viviana Rocha / Gisela de Castro / João Lucas Romero / Laura Becker / Vicente Coelho
Cenário - Carlos Alberto Nunes
Figurino - Mauro Leite
Iluminação - Aurélio de Simoni
Direção de Movimento – Nathalia Mello
Produção - Alexandre Mofati e Maria Alice Silvério
Realização - Ofício Produções

Serviço:
ESPAÇO FURNAS CULTURAL - 4 sessões
DIAS: 21, 22, 28 e 29 de outubro de 2017
Horário: 17h
Duração: 65 min.
Classificação: livre (recomendável para crianças a partir de 3 anos)
Fotos: Rudy Hülhold

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