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20 de out de 2017

Nascida no interior da Bahia, cantora apresenta quatro canções inéditas em seu primeiro CD e recebe convidados especiais


RACHEL LESSA FAZ SHOW DE LANÇAMENTO DO CD “PAZ NA PELE” NO THEATRO NET RIO NO DIA 23 DE OUTUBRO

Nascida no interior da Bahia, cantora apresenta quatro canções inéditas em seu primeiro CD e recebe convidados especiais

No repertório do show, além de composições próprias, estão músicas inéditas de Thiago da Serrinha e Arlindo Cruz

No mesmo dia, o EP estará disponível para o público em plataformas digitais como iTunes, Spotify, YouTube entre outros.

A cantora baiana Rachel Lessa recebe amigos e convidados no show cênico “Paz na Pele”, que marca o lançamento de seu primeiro CD, com trabalho autoral, que conta também com canções inéditas de Thiago da Serrinha e Arlindo Cruz, no dia 23 de outubro, no Theatro NET Rio.

Em "Paz na Pele", a artista canta e conta um pouco de sua busca pela paz, começando dentro de si. “A paz da pele, do dia a dia, do movimento. A paz cheia de luz e cor, que está na natureza”, destaca a cantora. “que está na intimidade das relações amorosas e nas fraternas, que vem do silêncio, do coração acelerado de uma criança ao correr e da arte nos inspirando e salvando a nossa fé no amanhã”, conclui.

O show marca o lançamento do CD nas plataformas digitais. São quatro músicas inéditas: duas parcerias com o baiano Daniel Mã ("Paz na Pele" e "O seu lugar"), uma de Thiago da Serrinha ("Tudo me lembra você") e uma inédita de Arlindo Cruz (“Nunca Mais”), samba canção que conta com a participação de Leila Pinheiro.

No repertório do show, além das canções do CD, estão “Quintais”, de Gonzaguinha, “Maior é o mar”, de Marcos Lessa e Flavia Wenceslau, “Anima”, de Milton Nascimento, “Viramundo”, de Gilberto Gil e “Pão e Poesia”, de Moraes Moreira e Fausto Nillo.

Rachel também apresenta textos próprios e recita poemas de Patativa do Assaré, poeta popular e repentista brasileiro; Vinicius de Moraes, Paulo César Pinheiro e do jovem Kim Queiroz. A banda que acompanha a cantora é formada por Rafael dos Anjos (violão), Thiago da Serrinha (percussão) e Julio Florindo (baixo acústico)– trio que também assina a direção e os arranjos. O show conta ainda com a participação especial dos cantores Diogo Nogueira e Anderson Ventura, do flautista Rodrigo Abreu e do jovem violinista João Portugal. Os dançarinos Belisco e Carol Duarte e o ator Gabriel de Aquino também irão prestigiar o lançamento do EP com performances. O visagismo é de Marta Oliveira, cenário de Fábio Virgulino e a luz de Fernanda Mattos, o show tem direção Cênica de Maíra Kestenberg.

Nascida no interior da Bahia, Rachel descobriu as raízes da música brasileira no quintal de sua avó, compositora e seresteira. Entre as influências que guiam sua carreira, estão grandes intérpretes como Dolores Duran, Elizeth Cardoso, Zélia Duncan, Aurea Martins e Flavia Wenceslau. Bem como compositores da MPB como Ivan Lins, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Milton Nascimento.

Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, Rachel trabalhou no teatro com André Câmara, Pedro Vasconcellos, Fátima Toledo, Harildo Deda, Fernando Guerreiro entre outros. Em 2016, circulou com o espetáculo “Ninguém fala de Dolores” em que aprofundou a sua pesquisa da palavra, gesto e canto em cena.

SERVIÇO

RACHEL LESSA
Única apresentação
Segunda-feira, dia 23 de outubro, às 21h.
Local: Theatro NET Rio
Endereço: Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana.

Informações: (21) 2147-8060
Ingresso: 70,00 (inteira) 35,00 (meia)
Bilheteria: aberta diariamente de 10h às 22h

Agenda Cultural RJ - Produção, Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj 

Muita música e emoção em programa gratuito para a criançada. É o musical “Bisa Bia, Bisa Bel”, da premiada autora Ana Maria Machado, que reestreia com entrada franca no dia 21 de outubro no ESPAÇO CULTURAL FURNAS, comemorando sua trajetória de três anos de sucesso

Muita música e emoção em programa gratuito para a criançada. É o musical “Bisa Bia, Bisa Bel”, da premiada autora Ana Maria Machado, que reestreia com entrada franca no dia 21 de outubro no ESPAÇO CULTURAL FURNAS, comemorando sua trajetória de três anos de sucesso

                     

Crédito da foto: João Pedro Pina

Cinco crianças leem um livro, que acaba ganhando vida. Da imaginação delas, nasce um espetáculo cheio de significados em meio a jogos e canções, perfeito para encantar e divertir a garotada. Baseado no clássico de Ana Maria Machado, com adaptação e direção de Joana Lebreiro, o musical infantil “Bisa Bia, Bisa Bel terá temporada gratuita de 21 a 29 de outubro, no Centro Cultural Furnas, em Botafogo.

Agraciado com sete prêmios, pela temporada de 2014, sendo o Prêmio CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude) em quatro categorias – entre elas: melhor espetáculo, melhor direção, melhor texto adaptado e melhor elenco – e o Prêmio Zilka Salaberry de Teatro para Crianças em três categorias: melhor espetáculo, melhor direção e melhor trilha sonora, o musical vem de algumas temporadas bem-sucedidas no Rio: nos Teatros Gláucio Gill, Cândido Mendes, Teatro Sesc Ginástico, na Cidade das Artes e nas Arenas Culturais.

“Bisa Bia, Bisa Bel” – um musical acústico – conta a história da menina Isabel, que aprende a lidar consigo mesma no convívio imaginário com sua bisavó e sua bisneta. Três tempos e três vivências cruzam-se numa mistura encantadora do real com a fantasia. O espetáculo tem como ponto de partida um grupo de cinco crianças que, juntas, leem o clássico de Ana Maria Machado. A partir disso, o livro ganha vida no palco por meio de canções e jogos, em que os amigos brincam e interpretam os personagens.

“Esse livro marcou a minha infância. Ele conta uma história emocionante com humor, poesia e lirismo. Quando pensei em adaptá-lo para o teatro, não queria que a montagem fosse uma tradução literal do livro, mas uma verdadeira brincadeira em cima do palco. Meu objetivo é despertar, nas crianças e nos pais, o desejo de ler o livro depois de sair do teatro”, explica a diretora Joana Lebreiro.

O espetáculo aborda a importância da memória e da formação da identidade, principalmente no universo feminino, com reflexão sobre o papel da mulher ao longo da História. "Quando escrevi ‘Bisa Bia, Bisa Bel’, estava com muita saudade das minhas avós. Vontade de falar sobre elas com meus dois filhos. Não imaginava que, pouco depois, teria uma filha e essa linhagem feminina ficaria ainda mais significativa para mim. Nem imaginava que esse livro fosse ganhar tantos prêmios e tocar tanto os leitores", conclui a autora Ana Maria Machado.

Ficha Técnica
Texto - Ana Maria Machado
Adaptação e direção - Joana Lebreiro
Direção musical e arranjos - Marcelo Rezende
Canções originais – Joana Lebreiro e Marcelo Rezende
Elenco: Viviana Rocha / Gisela de Castro / João Lucas Romero / Laura Becker / Vicente Coelho
Cenário - Carlos Alberto Nunes
Figurino - Mauro Leite
Iluminação - Aurélio de Simoni
Direção de Movimento – Nathalia Mello
Fotografia – Rudy Hülhold
Produção - Alexandre Mofati e Maria Alice Silvério
Realização - Ofício Produções

Serviço:
ESPAÇO FURNAS CULTURAL - 4 sessões
DIAS: 21, 22, 28 E 29 de outubro de 2017
Horário: 17h
Duração: 65 min.
Classificação: livre (recomendável para crianças a partir de 3 anos)

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A história de “La Dentro Tem Coisa” se passa no dia do aniversário de 9 anos de Isabel – na abordagem lúdica da montagem, uma personagem dupla, Isa e Bel, meninas reflexos uma da outra, interpretadas respectivamente por Estrela Blanco e Luellem de Castro.

Baseado na obra “Partimpim”, de Adriana Calcanhotto, musical infantojuvenil “Lá Dentro Tem Coisa” está em cartaz no Teatro dos Quatro, no Rio 

Com texto de Adriana Falcão, Rafael Gomes e Vinicius Calderoni, espetáculo tem direção de Renato Linhares e direção musical de Felipe Habib

O elenco de atores-cantores é formado por Estrela Blanco, Julia Gorman, Leo Bahia, Leonardo Senna, Luellem de Castro e Simone Mazzer

De um lado, o medo do desconhecido. Do outro, a coragem de buscar o novo. Eis o dilema que a menina Isabel enfrenta no dia do seu aniversário de 9 anos, quando ela sai de casa sozinha pela primeira vez. Esse é ponto de partida do musical infantojuvenil “Lá Dentro Tem Coisa”, baseado na obra “Partimpim” –coleção de canções para crianças lançada pela cantora e compositora Adriana Calcanhotto, em 2004, vencedora do Grammy Latino de “Melhor CD Infantil”. Com texto de Adriana Falcão, Rafael Gomes e Vinicius Calderoni, e direção de Renato Linhares e direção de arte do artista plástico Vik Muniz, o espetáculo fica em cartaz de 2 de setembro a 29 de outubro, no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, com sessões aos sábados e domingos, às 17h.

A história de “La Dentro Tem Coisa” se passa no dia do aniversário de 9 anos de Isabel – na abordagem lúdica da montagem, uma personagem dupla, Isa e Bel, meninas reflexos uma da outra, interpretadas respectivamente por Estrela Blanco e Luellem de Castro. Ao ganhar de presente dos pais a permissão para sair sozinha pela primeira vez, ela escolhe ir até a livraria, não muito longe de casa. No caminho, vai enfrentar o medo e conhecer a coragem e descobrir sensações e sentimentos diversos, bons e ruins, como raiva, mágoa, ansiedade, tristeza, expectativa, insegurança, incerteza, amor, desejo, gratidão.

Idealizado pelo ator e empreendedor cultural Felipe Lima, “Lá Dentro Tem Coisa” surgiu da vontade de criar uma peça inspirada no universo de “Partimpim”. A primeira troca de ideias ocorreu após uma apresentação de “Mas Por Quê??! – A História de Elvis”, espetáculo infantojuvenil também produzido por Felipe, que Adriana Calcanhotto havia ido assistir. “Adoro o trabalho dela. Conversamos ali mesmo, depois da peça, e falei que queria fazer um trabalho em que o ponto de partida fosse o ‘Partimpim’. Comentei sobre a minha vontade de ter a Adriana Falcão como autora, e assim começamos”, diz Felipe, que trouxe para o projeto os dramaturgos Rafael Gomes e Vinicius Calderoni, os mesmos de “Mas Por Quê??! – A História de Elvis”.

Para escrever o argumento de “Lá Dentro Tem Coisa”, a roteirista e escritora Adriana Falcão (que assina a dramaturgia ao lado de Rafael Gomes e Vinicius Calderoni) teve como pontapé inicial um sentimento que crianças e adultos experimentam com frequência: o medo do desconhecido. “Pensei nesse sentimento que todos nós nos identificamos, quando estamos em algum momento sozinhos, diante de um problema, e fazemos daquilo um monstro dentro da nossa cabeça”, diz a autora, que se inspirou nas músicas do disco, mas sem se ater a uma canção específica para criar a história.
Em cena, o elenco formado por Estrela Blanco (Isa), Julia Gorman (Mãe), Leo Bahia (Medo), Leonardo Senna (Pai), Luellem de Castro (Bel) e Simone Mazzer (Coragem) canta ao vivo nove músicas, sendo oito do disco “Adriana Partimpim” (2004). Com direção musical de Felipe Habib, as canções ganharam novos arranjos e foram encadeadas de maneira lúdica como condutoras da história. São elas: “Lição de Baião”, “Oito Anos”, “Ciranda da Bailarina”, “Ser de Sagitário”, “Borboleta”, “Formiga Bossa Nova”, “Fico Assim Sem Você” e “Saiba”. A trilha também traz “Poeta Aprendiz”, de Vinicius de Moraes e Toquinho, gravada por Calcanhotto no livro-disco homônimo.

A cenografia de Bia Junqueira retrata um espaço abstrato e onírico, com nuvens grandes suspensas a alturas variadas sobre o palco. Feitas de materiais como tela, arame, papelão e papel laminado, as nuvens criam caminhos que a menina Isabel percorre de casa até a livraria. “A ideia é evocar diferentes sentimentos e sensações. Não tem nada concreto. É como se fosse um espaço interno da menina”, explica Bia.

Os tons de branco e prata do cenário são coloridos com a luz de Tómas Ribas e os figurinos de Thanara Schönardie. As roupas não são situadas num tempo e num espaço e sugerem texturas sólidas e fluidas. “Os figurinos coloridos das meninas representam a liberdade da infância e o duplo, o reflexo uma da outra. Já os personagens que são sentimentos, Medo e Coragem, não têm uma forma definida, um contorno”, explica Thanara.

ROTEIRO MUSICAL 
“Lição de Baião”
“Oito Anos”
“Ciranda da Bailarina”
“Ser de Sagitário”
“Borboleta”
“Formiga Bossa Nova”
“Fico Assim Sem Você”
“Poeta Aprendiz”
“Saiba”                      

FICHA TÉCNICA

ELENCO
Estrela Blanco
Julia Gorman
Leo Bahia
Leonardo Senna
Luellem de Castro
Simone Mazzer

MÚSICOS
Piano e Acordeon - Gustavo Salgado e Evelyne Garcia
Guitarra, Sintetizadores e jacaré - Bartolo
Bateria e Percussão - Marcelo Callado

IDEALIZAÇÃO – Felipe Lima
DRAMATURGIA – Adriana Falcão, Vinicius Calderoni e Rafael Gomes
DIREÇÃO – Renato Linhares
DIREÇÃO MUSICAL – Felipe Habib
DIREÇÃO DE ARTE – Vik Muniz
CENÁRIO – Bia Junqueira
FIGURINO – Thanara Schönardie
ILUMINAÇÃO – Tómas Ribas
PRODUÇÃO DE ELENCO – Marcela Altberg
PROGRAMAÇÃO VISUAL – Flavio Albino
FOTOS DE DIVULGAÇÃO – Daryan Dornelles
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO – Ana Paula Abreu e Renata Blasi
PRODUÇÃO – Diálogo da Arte Produções Culturais
REALIZAÇÃO – Sevenx Produções Artísticas

PATROCINADORES
Ministério da Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e Amil apresentam o espetáculo “Lá Dentro Tem Coisa”. A peça tem patrocínio de FINEP/Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Útil e Sprink.


SERVIÇO:

Temporada: De 02/09 a 29/10.
Dias e horários: Sábados e Domingos, às 17h
Local: Teatro dos Quatro
(Rua Marquês de São Vicente, 52 – Shopping da Gávea)
Tel.: (21) 2239-1095
Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$30 (meia)
Duração: 60 minutos.
Classificação: Livre.
Gênero: Musical infantojuvenil.
Horários da bilheteria: Segunda a sábado, das 13h às 21h. Domingo, das 13h às 20h. Ou até horário do último espetáculo.

Agenda Cultural RJ -  Produção, Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj Instagram

"Samba-Pro-Nobis", fará única apresentação no dia 20 de outubro, hoje, sexta às 19h no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, em Santa Teresa.


"Samba-Pro-Nobis", fará única apresentação no dia 20 de outubro, hoje, sexta às 19h no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, em Santa Teresa.


"Vai manter a tradição, vai meu bloco tristeza e pé no chão..."
Popular na voz de Clara Nunes, o samba “Tristeza pé no chão”, de autoria do mineiro, Armando Fernandes (Mamão) fará parte do repertório dessa sexta, 20/10 no samba do Parque das Ruínas.






O Samba-Pro- Nobis é um show de samba idealizado por Carlos Fernando Cunha e Roger Resende, artistas de Juiz de Fora, Minas Gerais.
A proposta é levar ao público canções dos principais compositores mineiros do samba, bem como sambas próprios. No repertório, sucessos consagrados de Ary Barroso, Ataulfo Alves, Alcyr Pires Vermelho, Armando Mamão Aguiar, Nelson Silva, Geraldo Pereira, Mauro Duarte, Noca da Portela, Toninho Gerais, Alfredo Toschi, Ernani Ciuffo entre outros grandes bambas

“Samba-Pro-Nobis” é formado por Roger Resende (voz e violão), Carlos Fernando (violão e percussão), Fabricio Nogueira (cavaco) e Junior Sete Cordas (violão de 7 cordas).

Vem sambar com a gente.
Salve Samba-Pro-Nobis!!!

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MOSTRA DE CINEMA ARGENTINO CONTEMPORÂNEO VOLTA À CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EM SUA SEGUNDA EDIÇÃO


MOSTRA DE CINEMA ARGENTINO CONTEMPORÂNEO VOLTA À CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EM SUA SEGUNDA EDIÇÃO


Histórias extraordinárias apresenta uma seleção com os melhores filmes recentes do país vizinho. Debates com cineastas e especialistas completam a programação
Após o sucesso de sua primeira edição, realizada em abril de 2016, a mostra Histórias extraordinárias: cinema argentino contemporâneo volta à CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 07 a 19 de novembro (terça a domingo), trazendo uma seleção de 23 longas e curtas-metragens do país vizinho. O evento busca ampliar o olhar dos espectadores cariocas sobre uma das cinematografias mais fascinantes, diversas e reconhecidas internacionalmente. O patrocínio é da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Com curadoria de Natalia Christofoletti Barrenha, pesquisadora de cinema argentino, e Agustín Masaedo, programador do Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente (BAFICI), a programação apresenta tanto obras premiadas em festivais argentinos e internacionais quanto produções com sólidas passagens pelo circuito comercial de seu país. Apesar disso e do evidente interesse do público pela cinematografia argentina, tais filmes tiveram escassa ou nula visibilidade no Brasil (ainda que alguns estejam preparando seu lançamento comercial).

Entre os destaques selecionados, está o documentário As lindas (2016), da estreante Melisa Liebenthal. Premiado na seção Bright Future do Festival de Rotterdam, o longa ainda não foi exibido no Brasil. Os cariocas poderão conferir também os vencedores da Competição Argentina das duas últimas edições do BAFICI: A longa noite de Francisco Sanctis (2016), dos também estreantes Andrea Testa e Francisco Márquez; e A vendedora de fósforos (2017), de Alejo Moguillansky, diretor e montador já consagrado, de trajetória prolífica e presença assídua nos principais festivais internacionais.

Novembro ainda marca o vigésimo aniversário da estreia e premiação do filme Pizza, cerveja, baseado (1997) no Festival Internacional de Cinema de Mar del Plata, considerado o ponto de partida do chamado nuevo cine argentino. Assim, parte da mostra se dedica a celebrar esse momento fundacional da pungente produção cinematográfica daquele país. Duas décadas depois, o público brasileiro poderá se (re)encontrar com a ópera prima de Israel Adrián Caetano e Bruno Stagnaro, mergulhar na genealogia do nuevo cine com os curtas-metragens seminais de Histórias breves I (1995) e descobrir, na selvagem loucura do documentário Bonanza (2001), de Ulises Rosell, que as rupturas desse “movimento” transcenderam o cinema de ficção.

A programação se completa com a exibição especial de um dos filmes mais aguardados dos últimos anos: o maravilhoso Zama (2017), de Lucrecia Martel, inspirado na novela homônima de Antonio di Benedetto.

Presença de cineastas:
Como em sua primeira edição, as cineastas convidadas são alguns dos atrativos da mostra Histórias extraordinárias. Fruto da colaboração com o Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales (INCAA), a premiada diretora Milagros Mumenthaler estará presente na sessão de abertura conversando sobre seu tocante segundo filme, A ideia de um lago (2016).

Já a realizadora e atriz Ana Katz será uma das grandes protagonistas da mostra, que exibe quatro de seus longas-metragens – incluindo Minha amiga do parque (2015), ganhador do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Sundance – e a convida para um diálogo com a atriz Andréa Beltrão, com quem trabalhou em seu novo filme, Sueño Florianópolis, atualmente em pós-produção.

Além das cineastas, Histórias extraordinárias receberá um dos mais influentes pensadores da cultura argentina atual: o escritor, professor e pesquisador Gonzalo Aguilar, que ministrará uma palestra sobre cinema argentino contemporâneo no dia 18 de novembro (sábado), às 16h30. Também serão realizadas sessões comentadas com a pesquisadora e professora da PUC-Rio María Celina Ibazeta, a crítica e pesquisadora da UFRJ Camila Vieira, e a historiadora e professora da UFU Mônica Campo.

A sessão de abertura, o bate-papo com Ana Katz e Andréa Beltrão e a palestra com Gonzalo Aguilar têm entrada franca, com distribuição de senhas uma hora antes do início e emissão de certificado para a palestra.



Programação:

07 de novembro (terça-feira)

17h00 – A ideia de um lago (2016), de Milagros Mumenthaler, 82 min, Blu-ray, Livre + Debate com a diretora, os curadores e a historiadora Mônica Campo + Recepção de abertura

08 de novembro (quarta-feira)

15h00 – Pizza, cerveja, baseado (1997), de Israel Adrián Caetano e Bruno Stagnaro, 80 min, Blu-ray, 16 anos

17h00 – Os Marziano (2011), de Ana Katz, 82 min, DVD, Livre

19h00 – Pinamar (2016), de Federico Godfrid, 84 min, Blu-ray, 12 anos

09 de novembro (quinta-feira)

15h00 – As lindas (2016), de Melisa Liebenthal, 77 min, Blu-ray, Livre

17h00 – Minha amiga do parque (2015), de Ana Katz, 84 min, Blu-ray, 14 anos

19h00 – Bate-papo com Ana Katz e Andréa Beltrão. Mediação de Mônica Campo

10 de novembro (sexta-feira)

15h00 – Uma irmã (2017), de Sofía Brockenshire e Verena Kuri, 70 min, Blu-ray, 12 anos

16h30 – A dança das cadeiras (2002), de Ana Katz, 90 min, DVD, Livre

18h30 – Uma noiva errante (2007), de Ana Katz, 85 min, DVD, Livre + Debate com Ana Katz

11 de novembro (sábado)

15h00 – 20 anos breves (2015), de Bebe Kamin, DVD, Livre + seleção curtas-metragens Histórias breves I (1995), Vários diretores, Blu-Ray, 14 anos, Total: 105 min

17h00 – A vendedora de fósforos (2017), de Alejo Moguillansky, 69 min, Blu-ray, Livre

18h30 – Minha amiga do parque (2015), de Ana Katz, 84 min, Blu-ray, 14 anos + Debate com Ana Katz

12 de novembro (domingo)

15h00 – Perón, meu pai e eu (2017), de Blas Eloy Martínez, 80 min, Blu-ray, 12 anos

17h00 – O futuro perfeito (2016), de Nele Wohlatz, 65 min, Blu-ray, Livre

18h30 – Bonanza, em vias de extinção (2001), de Ulises Rosell, 84 min, DVD, 14 anos

14 de novembro (terça-feira)

15h00 – A dança das cadeiras (2002), de Ana Katz, 90 min, DVD, Livre

17h00 – 20 anos breves (2015), de Bebe Kamin, DVD, Livre + seleção curtas-metragens Histórias breves I (1995), Vários diretores, Blu-ray, 14 anos, Total: 105 min

19h00 – Os decentes (2016), de Lukas Valenta Rinner, 100 min, Blu-Ray, 16 anos

15 de novembro (quarta-feira)

15h00 ­– Bonanza, em vias de extinção (2001), de Ulises Rosell, 84 min, DVD, 14 anos

17h00 ­– Perón, meu pai e eu (2017), de Blas Eloy Martínez, 80 min, Blu-Ray, 12 anos

19h00 – Uma irmã (2017), de Sofía Brockenshire e Verena Kuri, 70 min, Blu-Ray, 12 anos +Comentários e debate com Camila Vieira

16 de novembro (quinta-feira)

15h00 ­– A vendedora de fósforos (2017), de Alejo Moguillansky, 69 min, Blu-Ray, Livre

16h30 ­– Pinamar (2016), de Federico Godfrid, 84 min, Blu-Ray, 12 anos

18h30 – A longa noite de Francisco Sanctis (2016), de Andrea Testa e Francisco Márquez, 76 min, Blu-Ray, Livre + Comentários e debate com María Celina Ibazeta

17 de novembro (sexta-feira)

15h00 ­­­– Os Marziano (2011), de Ana Katz, 82 min, DVD, Livre

17h00 – Os territórios (2017), de Iván Granovsky, 101 min, Blu-Ray, Livre

19h00 – As lindas (2016), de Melisa Liebenthal, 77 min, Blu-Ray, Livre.

18 de novembro (sábado)

15h00 – O futuro perfeito (2016), de Nele Wohlatz, 65 min, Blu-Ray, Livre

16h30 – Palestr­a com Gonzalo Aguilar

18h30 – Zama (2017), de Lucrecia Martel, 115 min, Blu-Ray, 16 anos

19 de novembro (domingo)

15h00 – Uma noiva errante (2007), de Ana Katz, 85 min, DVD, Livre

17h00 – Os decentes (2016), de Lukas Valenta Rinner, 100 min, Blu-Ray, 16 anos

19h00 – Pizza, cerveja, baseado (1997), de Israel Adrián Caetano e Bruno Stagnaro, 80 min, Blu-Ray, 16 anos

Serviço:
Histórias extraodinárias: cinema argentino contemporâneo
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Data: de 07 a 19 de novembro de 2017 (terça-feira a domingo)
Horários: Consultar programação

Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia (A sessão de abertura, o bate-papo e a palestra com Gonzalo Aguilar são gratuitos).

Lotação: 80 lugares (mais dois para cadeirantes)
Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação indicativa: Consultar programação
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
Realização: Buena Onda Produções

Apoio: Consulado General de la República Argentina en Río de Janeiro, Ministerio de Relaciones Exteriores y Culto de la República Argentina, Instituto Cultural Brasil Argentina, INCAA – Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales e Bistrô do Paço.



Site: www.cineargentino.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/cineargentinocontemporaneo/

Vimeo: https://vimeo.com/cineargentino

E-mail: cineargentinocontemporaneo@gmail.com


Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj 

“Dez Dias que Abalaram o Mundo” aborda os acontecimentos que resultaram na tomada de poder pelos bolcheviques na Revolução Russa. O espetáculo narra a experiência do jornalista americano John Reed ao cobrir os eventos e de como ele se tornou um defensor do novo governo russo e passou a difundir as ideias revolucionárias nos EUA e pelo mundo.


Companhia Ensaio Aberto celebra os 100 anos da Revolução Russa com espetáculo inédito


A Companhia Ensaio Aberto apresenta o espetáculo inédito “Dez Dias que Abalaram o Mundo” no Armazém da Utopia em comemoração aos 100 anos da Revolução Russa e os 25 anos do Grupo. Com direção de Luiz Fernando Lobo, a peça é uma adaptação livre da obra de mesmo nome, um dos primeiros livros-reportagem da história, o clássico do jornalista norte-americano John Reed.

“A Revolução Russa foi a maior vitória da classe operária. O momento mais radical de democracia, onde os trabalhadores se auto-organizaram e conseguiram vitórias históricas, como a jornada de trabalho de 8 horas. Contar a revolução russa é contar que só a luta forma para a luta. É reabrir o passado para pensar o futuro”, diz o diretor Luiz Fernando Lobo.

“Dez Dias que Abalaram o Mundo” aborda os acontecimentos que resultaram na tomada de poder pelos bolcheviques na Revolução Russa. O espetáculo narra a experiência do jornalista americano John Reed ao cobrir os eventos e de como ele se tornou um defensor do novo governo russo e passou a difundir as ideias revolucionárias nos EUA e pelo mundo. Reed, nas palavras dele mesmo, diz “em meio à batalha, não fui um homem neutro”.

No espetáculo, os artistas da Companhia Ensaio Aberto partem dos documentos da Revolução Russa e do que o evento representou para classe trabalhadora. A videografia de Batman Zavarese transporta o público para a época através de imagens de arquivo históricas projetadas em telas gigantes. "Existe um acervo imagético riquíssimo e muito emblemático sobre esse tema. Na videografia da peça, o cinema russo será extrapolado em muitas possibilidades de telas e narrativas, que irão potencializar as experiências cênicas dos atores e do público numa viagem ao tempo. A ideia é que a tecnologia de projeções se aproprie poeticamente do espetáculo para inserir todos dentro do cenário de uma forma imersiva e emocionante”, afirma Batman.

O cenário do cenógrafo premiado J.C. Serroni é uma obra de dimensões épicas como os grandes espetáculos de rua encenados nos anos 20, compatível com a arquitetura do Armazém da Utopia, um prédio de estrutura fabril da mesma época histórica. “A ideia central da cenografia é usar o galpão na sua forma genuína. Queremos que a visualidade do espetáculo, aliado à dramaturgia, luz, figurinos, direção, música e atuação, leve o público para um dos momentos mais importantes da história mundial. Esse trabalho, sem dúvida, nos fará refletir, e muito, sobre inúmeras questões que perduram nos dias em que vivemos”, explica Serroni.

Com figurino de época de Beth Filipecki e Renaldo Machado, iluminação de Cesar de Ramires com colaboração do mestre Jorginho de Carvalho e trilha original de Felipe Radicetti a partir da obra de Shostakovich e grande elenco.

A Companhia Ensaio Aberto, desde sua fundação em 1992, desenvolve seu trabalho como uma incisão épica dentro do panorama teatral brasileiro. Todos os seus espetáculos inclinam-se sobre temas sociais pertinentes, profundamente investigados, e visam a utilizar o teatro e a própria cultura como ferramenta para revelação e transformação da realidade. “Dez Dias que Abalaram o Mundo” será um espetáculo referência para se conhecer um fato histórico marcante do século XX, com reflexos ainda hoje, 100 anos depois. Contaremos uma história para fazer avançar a história.

Mais sobre a Companhia Ensaio Aberto:

A Companhia Ensaio Aberto é a única do Rio dedicada exclusivamente a temas sociais e políticos. Com um teor político marcadamente épico, a Companhia busca dialogar diretamente com a obra do dramaturgo alemão Bertolt Brecht. O autor alemão é influência assumida e inspiração central para a companhia carioca. É possível vislumbrar sua história no projeto Armazém da Utopia com a qual a companhia ocupa o Armazém 6 do Cais do Porto do Rio desde 2010.www.ensaioaberto.com

FICHA TÉCNICA

Direção e Dramaturgia: Luiz Fernando Lobo

Direção de Produção: Tuca Moraes

Cenografia e Espaço Cênico: J.C. Serroni

Videografia: Batman Zavareze

Iluminação: Cesar de Ramires com a colaboração de Jorginho de Carvalho

Figurino: Beth Filipecki e Renaldo Machado

Trilha Original e Direção Musical: Felipe Radicetti

Produção Executiva: Renata Stilben e Roberta Mello

Assistente de Direção e Dramaturgia: Dieymes Pechincha

Atores: Companhia Ensaio Aberto

ADRIANO SOARES, ALARISSE MATTAR, AMAURY LORENZO, AMPARO DE GATA, ANA KARENINA RIEHL, ANDREA TONIA, BRENDA JACÍ, BRUNO PEIXOTO, CLEITON RASGA, FERNANDA VIZEU, HENRIQUE JULIANO, GABRIELA IGARASHI, GÉ LISBOA, GEOVANE BARONE, GILBERTO MIRANDA, JOÃO RAPHAEL ALVES, LEONARDO HINCKEL, LUIZ FERNANDO LOBO, LUIZA MORAES, NADY OLIVEIRA, NATALIA GADIOLLI, PETER BOOS, TUCA MORAES, VINÍCIUS OLIVEIRA E YANI PATUZZO.

SERVIÇO

Temporada: De 14 de outubro até 30 de outubro de 2017

Horário: Sexta, domingo e segunda às 19h. Sábado as 20h

Local: Armazém da Utopia

Endereço: Orla Conde - Armazém 6

Preço: R$ 50,00 (inteira) R$25,00 (meia). Antecipado R$ 30,00 (inteira) R$15,00 (meia

Classificação: 12 anos

Duração: 120 minutos

Capacidade: 800 lugares

Informações: publico@ensaioaberto.com – 22538726 / 25164893/ 98909-2402

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Pedaleiros retorna ao Rio de Janeiro com duas etapas Projeto que leva pessoas com deficiência visual para pedalar acontecerá nos dias 21 e 28, na Praça Mauá e em Niterói


Pedaleiros retorna ao Rio de Janeiro com duas etapas
Projeto que leva pessoas com deficiência visual para pedalar acontecerá nos dias 21 e 28, na Praça Mauá e em Niterói


Uma plataforma de entretenimento, integração e saúde para pessoas que não enxergam e que enxergam. É com essa mesma proposta que o Pedaleiros – projeto que oferece às pessoas com deficiência visual a experiência de andar de bicicleta – dá sequência à atual temporada com duas etapas no Rio de Janeiro: dias 21/10, na Praça Mauá, Centro do Rio de Janeiro, e 28/10, em Niterói. A iniciativa é sempre gratuita e tem quatro horas de duração, das 10h às 14h. O objetivo é ocupar os espaços públicos com uma atividade lúdica e divertida, levando amor, carinho e respeito a todos.

Iniciado em dezembro de 2015, o projeto já realizou 11 etapas e levou mais de 1.200 pessoas com deficiência visual para pedalar em diferentes lugares do Rio de Janeiro, impactando mais de 40 mil pessoas em seus eventos. De Copacabana a Nova Iguaçu. De Madureira à Lagoa Rodrigo de Freitas. Nesta nova temporada, foi contemplada a primeira edição do projeto em São Paulo, no dia 16 de setembro, no Parque Villa Lobos. Além das duas etapas de outubro, estão programadas outras duas na capital fluminense ainda em 2017. Tudo para levar essa experiência a um maior número de pessoas.

Sem fins lucrativos, Pedaleiros tem base em uma das principais dificuldades dos deficientes visuais: a mobilidade. Entendendo que a saúde dessas pessoas merece essa atenção e com a preocupação de melhorar a qualidade de vida delas, o projeto busca trazê-las para o convívio social e propiciar um momento único de liberdade, além de impactar aqueles que as cercam. Na iniciativa, Pedaleiros Guias, capacitados por meio de treinamento, usam bicicletas no formato tandem para fazer o passeio com os Pedaleiros (pessoas com deficiência visual) e descrevem todo o percurso. Pessoas sem deficiência visual também podem desfrutar da sensação, fazendo o passeio vendadas.

“Nossa missão é oferecer entretenimento e tirar essas pessoas de suas casas. Além disso, fazer com que todos enxerguem o que as possibilidades físicas dos olhos não podem, que é colocar-se no lugar do outro e experimentar a sensação de uma pessoa com deficiência visual”, comenta Rafaello Ramundo, sócio-diretor da Novo Traço, empresa idealizadora e realizadora do projeto. “É importante aprender a deixar de lado as próprias vontades, estabelecer relações de ajuda mútua, perceber no outro as suas necessidades mais básicas e tocantes e sentir a felicidade por meio da alegria alheia. Pedaleiros foi criado para engajar o público com atividades de lazer em um espaço seguro e acolhedor”, completa.

O projeto desempenha um papel simbólico, sensibilizando tanto os que não enxergam quanto os que enxergam. O que se percebe é que a experiência de sentir o vento no rosto ao andar de bicicleta transcende a atividade em si. É como executar um voo, se libertar. Por isso, Pedaleiros é uma proposta que oferece emoções indescritíveis, refletindo uma nova perspectiva para todos, que é “olhar com o coração”. Segundo o IBGE, existem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual no país, sendo 582 mil cegas e seis milhões com baixa visão (dados da fundação com base no Censo 2010).

Criado pela NOVO TRAÇO, Pedaleiros conta com a farmacêutica EMS como mantenedora e apoio da Localiza, Multiplan e do Ministério do Esporte, Governo Federal, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.

“O Pedaleiros é uma proposta que possibilita uma experiência única de mobilidade sem barreiras, gerando engajamento, ajuda mútua e entretenimento. Por isso, estamos orgulhosos com essa parceria que tanto colabora para o cumprimento de nossa missão de cuidar das pessoas e também reforça o nosso compromisso de promover bem-estar. Estamos falando, portanto, do acesso em diversos sentidos: do acesso ao ir e vir, ao sentir-se livre e conectado, ao convívio integrado, a uma troca de gentilezas, enfim, do acesso a tudo que podemos dizer que está relacionado à saúde e à qualidade de vida, prioridades que nos movem nestes mais de 50 anos de trajetória”, afirma Marcus Sanchez, vice-presidente Institucional da EMS.

A EMS realizou, no dia 14 de setembro, em sua sede, em Hortolândia (SP), uma edição de pré-lançamento do Projeto Pedaleiros 2017. Das 10h30 às 14h30, deficientes visuais e acompanhantes realizaram roteiros de bicicleta pelo seu complexo industrial de 79 mil m², em uma experiência inédita dentro da iniciativa. Os participantes representavam a Pró-Visão Sociedade Campinas de Atendimento ao Deficiente Visual, de Campinas (SP), cidade da região. Na oportunidade, os colaboradores da empresa também foram convidados a experimentar a sensação de serem guiados nas bikes com os olhos vendados. Foi montado o point do Pedaleiros com música e toda a comunicação visual do projeto. Havia pelo menos 10 bicicletas tandem disponíveis para os passeios e flyers sobre a proposta foram entregues aos presentes.

SERVIÇO
Pedaleiros na Praça Mauá
Quando: Sábado, 21/10
Onde: Praça Mauá
Horário: 10h às 14h
Participação: Gratuita
Pedaleiros em Niterói

Quando: Sábado, 28/10
Onde: A definir
Horário: 10h às 14h
Participação: Gratuita

Mais informações: https://www.facebook.com/projetopedaleiros

Sobre a NOVO TRAÇO Comunicação

Fundada em 2008, a NOVO TRAÇO é uma empresa especializada em projetos incentivados. Atua em criação, desenvolvimento e produção de eventos de entretenimento – sejam de cunho esportivo ou cultural – proprietários ou Corporativos. Faz parte do seu DNA estar à frente de projetos que gerem experiências únicas e toquem os sentidos das pessoas.

A companhia conta em seu portfólio com projetos relevantes como: Pedaleiros, Golzinho de Rua, Copa Zona Oeste de Futebol, Vila-Lobos em Movimento, Pelotas Jazz Festival, entre outros.

Sobre a EMS

Maior laboratório farmacêutico no Brasil, líder de mercado tanto em unidades comercializadas quanto em faturamento, pertencente ao Grupo NC. Com cinco mil colaboradores e mais de 50 anos de história, atua nos segmentos de prescrição médica, genéricos, medicamentos de marca, OTC e hospitalar, fabricando produtos para praticamente todas as áreas da Medicina. Tem presença no mercado norte-americano por meio da Brace Pharma, empresa com foco em inovação radical. A EMS também investe consistentemente em inovação incremental e é uma das acionistas da Bionovis, de medicamentos biotecnológicos – considerados o futuro da indústria farmacêutica. A empresa possui unidades produtivas em São Bernardo do Campo, em Jaguariúna e em Hortolândia (SP), onde funciona o complexo industrial, incluindo o Centro de Pesquisa & Desenvolvimento, um dos maiores e mais modernos da América Latina, e a unidade totalmente robotizada de embalagem de medicamentos sólidos; conta com a Novamed, localizada em Manaus (AM), uma das maiores e mais modernas fábricas de medicamentos sólidos do mundo; e se instalou em maio de 2017 em Brasília (DF). A EMS exporta para mais de 40 países - www.ems.com.br.



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CONCERTINHOS DE EVA, COM O MAESTRO MATEUS ARAUJO (VIOLINO, PIANO) PROGRAMA PARA O PUBLICO INFANTIL E SUAS FAMILIAS, DIA 21 DE OUTUBRO, AS 16H, GRATUITO














CONCERTINHOS DE EVA, COM O MAESTRO MATEUS ARAUJO (VIOLINO, PIANO)  PROGRAMA PARA O PUBLICO INFANTIL E SUAS FAMILIAS, DIA 21 DE OUTUBRO, AS 16H, GRATUITO

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CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE SÉRIE DE COLAGENS DE HENRI MATISSE A exposição reúne 20 pranchas impressas feitas especialmente para o álbum Jazz, de 1947

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE SÉRIE DE COLAGENS DE HENRI MATISSE
A exposição reúne 20 pranchas impressas feitas especialmente para o álbum Jazz, de 1947




Após temporadas de sucesso em Salvador, Brasília, Recife e Fortaleza, é a vez da CAIXA Cultural Rio de Janeiro receber a exposição Henri Matisse - Jazz, com obras do pintor, desenhista e escultor francês. A mostra abre no dia 24 de outubro (terça-feira), às 19h, com visita guiada pela curadora Ana Paola Baptista, e segue em cartaz até 22 dedezembro de 2017. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A mostra reúne 20 pranchas impressas com a técnica au pochoir, feitas especialmente para o álbum Jazz, publicado em Paris, em 1947. As imagens variam da abstração a figuras de grande vivacidade, mescladas a um texto manuscrito impresso em fac-símileno qual Matisse (1869-1954) tece observações sobre assuntos diversos. O próprio autor esclarece que a composição aborda assuntos ligados ao circo, contos populares e viagens, com ritmo identificável aos sons de uma orquestra de jazz.

De acordo com o crítico de arte Paulo Harkenhoff, o belíssimo conjunto de desenhos feitos com tesoura se destaca como “o mais belo livro de arte do século XX”. A técnica foi desenvolvida por Matisse no início da década de 1940, quando, obrigado a passar longos períodos na cama e na cadeira de rodas em recuperação de uma delicada cirurgia, o artista combinou desenho e pintura em colagens feitas com papeis recortados e coloridos com guache. Matisse já havia utilizado os chamados papiers collés para o estudo da obra La danse (1909), mas foi a cumplicidade do editor e crítico Tériade que o incentivou a realizar um álbum só com papéis recortados, trabalho que mais tarde foiconsiderado como uma de suas obras mais importantes.

Durante dois anos, o pintor experimentou cores e formas, utilizando folhas de papel que coloria com vivos e brilhantes tons de guache. Recortava até atingir o resultado que pretendia. O processo de edição do álbum, iniciado em 1942, durou cinco anos. O título foi definido em 1944 e a ideia de incluir texto, dois anos depois. No total, foram publicados 250 exemplares do álbum, dos quais apenas dois estão no Brasil. As obras apresentadas pertencem ao número 196, que integra o acervo dos Museus Castro Maya, no Rio de Janeiro.

Serviço:
Exposição Henri Matisse - Jazz
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 24 de outubro, às 19h, incluindo visita guiada com curadora Ana Paola Baptista
Visitação: 25 de outubro a 22 de dezembro de 2017
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação Indicativa: Livre
Entrada franca
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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Teatrinho ‘Frozen – Uma história congelante’ agita o Madureira Shopping Espetáculos gratuitos acontecem aos domingos, sempre às 16h

Teatrinho ‘Frozen – Uma história congelante’ agita o Madureira Shopping
Espetáculos gratuitos acontecem aos domingos, sempre às 16h


Em celebração ao mês das Crianças, o Madureira Shopping preparou um calendário especial, de espetáculos infantis, que prometem animar todos os domingos de outubro. 

O projeto ‘Domingo é Dia de Teatrinho’ apresenta no dia 15 de outubro, ‘Frozen – Uma história congelante’, que conta a história de uma das personagens atuais mais queridas pelas crianças. Ainda no dia 22, muitas surpresas são aguardadas no espetáculo ‘Rapunzel’. E, para fechar a programação com chave de ouro, no dia 29 de outubro, ‘Peter Pan’, faz um passeio repleto aventuras e emoções pelo mundo da imaginação. Como parte do projeto, as crianças ainda serão contempladas com brindes especiais e poderão tirar fotos com os personagens.

As atrações são gratuitas e acontecem sempre às 16h, no 3º piso do empreendimento, ao lado da loja Game Point. Os clientes que forem ao shopping de carro ou moto poderão utilizar o serviço de estacionamento com tarifa única de R$ 5,00 durante todo o horário de funcionamento do empreendimento.

Serviço:
Domingo é dia de Teatrinho
Período: Domingos, dias 15, 22 e 29 de outubro
Local: 3º piso, ao lado da loja Game Point
Horário: 16h
Endereço: Estrada do Portela, 222 - Madureira
Preço: Evento gratuito

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SILVÉRIO PONTES LANÇA CD AUTORAL Trompetista mostra magia ao tirar lindas melodias da cartola


SILVÉRIO PONTES LANÇA CD AUTORAL

Trompetista mostra magia ao tirar lindas melodias da cartola

Chegou a vez do Rio de Janeiro receber o show de lançamento do CD “Reencontro”, em que o trompetista Silvério Pontes comemora seus 40 anos de carreira. No dia 1º de novembro, ele faz show na Casa do Choro, depois de levar as canções desse CD autoral a Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba e Niterói.

O espetáculo terá formato de quinteto – baixo, bateria, piano, trombone e trompete – e não em formato de regional, tradicional do choro, já que a proposta é mostrar as composições do CD “Reencontro”, que é pródigo de estilos. Afinal de contas, Silvério recebeu influências variadas desde que ganhou seu primeiro trompete aos oito anos de idade. Por isso, o show baseado no CD passeia por diferentes gêneros: bossa nova, choro, valsa, polca, bolero e jazz.

Apesar de se considerar um “chorão” trabalhando há 30 anos com o trombonista Zé da Velha, Silvério Pontes lembra que já tocou em outros ritmos e com artistas diversos, como Tim Maia – que acompanhou como integrante da banda Vitória Régia por 12 anos –, Paulinho da Viola, Luiz Melodia, Elza Soares, Francis Hime, Beth Carvalho, Yamandú Costa e a banda Cidade Negra.

Além das músicas do CD lançado pelo selo Des Arts, o repertório vai incluir choros conhecidos de Pixinguinha e Bonfiglio de Oliveira, uma parceria com Marcelo Caldi feita especialmente para a própria Casa do Choro e um aperitivo do trabalho que o trompetista vai lançar com obras do maestro Radamés Gnattali, em dueto com o pianista Antônio Guerra, integrante do quinteto que estará no show do dia 1º de novembro.

“Adorei o convite da Luciana Rabello para fazer, na Casa do Choro, o primeiro show deste CD no Rio. É uma casa importante no Rio de Janeiro, um espaço que define muito a trajetória do choro, um lugar importante pra nós músicos”, empolga-se Silvério.

O CD “Reeencontro”

O tal “Reencontro” de Silvério Pontes é consigo mesmo, com sua criatividade, com suas emoções, com seu talento e toda a sua versatilidade. Se o choro sempre foi o carro-chefe do trabalho do trompetista, ele puxa um cortejo de ritmos, estilos e gêneros. Diversidade que o compositor e violonista Guinga exalta com empolgação: “Grande artista brasileiro! Você lembra as aves da Ponta d`Areia. Sua música é linda!”.

O CD tem concepção e idealização de Silvério Pontes. Da alegre faixa “Polca na praia” à romântica “Amor eterno”, do choro ao jazz, Silvério passeou por lembranças de infância com a circense “Hoje tem marmelada” e rendeu homenagens ao ídolo, o compositor e instrumentista Astor Piazzolla, e ao parceiro de décadas, o trombonista Zé da Velha, que não poupou elogios: “Conheço o Silvério há 32 anos e ele já era um músico talentoso. Mas, durante esse tempo, ele evoluiu muito e agora se mostra um compositor de belas melodias. A música em minha homenagem foi um presente que eu não esperava; fiquei muito emocionado. Durante esses anos, interpretamos juntos os compositores brasileiros e agora tenho a alegria de apresentá-lo como compositor. Adorei a variedade de estilos!”

Serviço

Show de lançamento do CD “Reencontro” de Silvério Pontes
Dia: 1º de novembro de 2017
Horário: 19h
Local: Casa do Choro
Endereço: Rua da Carioca 38 – Centro
Ingressos: R$ 40 reais
Classificação livre

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Festa Salve Simpatia + Agytê – Edição Back to Bahia, DIA 21 de outubro, no Teatro Rival


Dia 21, o Rival recebe a festa Salve Simpatia, que vai animar a galera com samba, forró, frevo e maracatu, se fundindo com rock, pop e rap, e se confundindo com o funk carioca, o samba reggae baiano, o tecnobrega do Norte do país e tudo mais que for dançante da música brasileira. É para dançar até o amanhecer, sob o comando do DJ – e criador da festa – João Rodrigo Miranda (Modinha! A Festa / Moderninha). Nesta edição, batizada de “Back tô Bahia”, a festa traz como convidado o bloco/banda Agytoê, um dos mais conceituados e aplaudidos da nova cena do Carnaval de Rua do Rio.

Depois de LOTAR o Teatro Rival na edição passada, estamos de volta!
E dessa vez, muito bem acompanhados e com um tempero especial… um pouco de vatapá, acarajé, batucada de Gandhi, Olodum e Timbalada, guitarra baiana solando alto e muito axé pra todo mundo!

SALVE SIMPATIA + AGYTOÊ :: Edição Especial BACK TO BAHIA
Sábado, 21 de outubro, 23h no Teatro Rival.


* SALVE SIMPATIA *
Festa Salve Simpatia é samba, forró, frevo e maracatu, se fundindo com o rock, o pop, o rap e se confundindo com o funk carioca, o samba reggae baiano, o tecnobrega do norte do país e tudo mais da nossa música, num mesmo espaço, numa mesma pista, pra você dançar até o amanhecer, sob o comando do DJ residente (e criador da festa) João Rodrigo Miranda (Modinha! A Festa / Moderninha).

Line:
🎧DJ João Rodrigo Miranda (residente)
🎥VJ Luiz Ratón

*AGYTOÊ *
O purpurinado AGYTOÊ é um dos grandes nomes que começou no carnaval de rua carioca e hoje toma conta de diversas pistas e palcos da cidade com um show arrebatador misturando samba-reggae e ritmos afro-baiano, e que há 4 anos vem saudando a Bahia no Rio de Janeiro, com sua sonoridade transante e dançante.

E nessa edição especial, faremos uma homenagem à Bahia, sua música e seus ritmos. Vai ter Daniela Mercury, Olodum, Timbalada, Araketu, Chiclete, Ivete, Luis Caldas, Beto Barbosa e muito mais, sem esquecer, é claro de reverenciar Caetano, Gil, Gal e Bethânia, Tom Zé e a Tropicália, até as novidades como BaianaSystem e o rock de Camisa de Venus e Raulzito! É a Bahia de todos os estilos e todos os santos numa só pista!!!

SALVE SIMPATIA + AGYTOÊ :: Edição Espacial BACK TO BAHIA
Sábado, 21 de outubro, 23h no Teatro Rival.

Se você não pode “go back to Bahia”, a gente traz o som da Bahia até você!

Serviço:
Festa Salve Simpatia + Agytoê – Edição Especial Back to Bahia
Local: Teatro Rival - Rua Álvaro Alvim, 33 / 37- subsolo – Cinelândia
Data: 21 de outubro (sábado)
Horário: 23h

•Lista amiga: 30 reais ATÉ 00:30h e 40 reais após (nomes no mural do evento ou –salvesimpatiafesta@gmail.com)
•Sem lista: 50 reais
INGRESSOS: SOMENTE EM DINHEIRO.
CONSUMO: TODOS OS CARTÕES OU DINHEIRO.

Classificação etária: Proibido para menores de 18 anos.

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Forte de Copacabana recebe show de Lu Dantas e Natália Boere


Forte de Copacabana recebe show de Lu Dantas e Natália Boere


O Forte de Copacabana vai receber no próximo dia 29, último domingo do mês de outubro, o encerramento do projeto Dois Tons, das cantoras e compositoras Lu Dantas e Natalia Boere. Dia 29 de outubro. O evento será gratuito, comecará às 17h30 e terá uma hora de duração.

Um palco será montado para o show na Alameda Octavio Correa, ao lado da Confetaria Colombo, com vista para o mar. Essa será mais uma edição do evento MPB no Forte, promovido durante todo o ano no local no último domingo de cada mês.

Lu Dantas e Natália Boere já levaram o espetáculo Dois Tons aos palcos dos teatros Ipanema e Café Pequeno ( Leblon), este último em duas ocasiões, e também para a Casa da Gávea, Beco das Garrafas (Copacabana), Da Casa da Táta (Gávea) e Centro da Música Carioca Artur da Távola (Tijuca).

O show mostra os estilos musicais completamente diferentes das artistas. Enquanto a cantora Lu Dantas tem uma musicalidade intensa, acolhedora e ligada à emoção, a cantora Natália Boere mostra a sua bossa divertida, alegre e muita leveza. Cada uma apresenta oito canções, a maioria, autoral. Uma banda formada por violão/guitarra e percussão acompanha as cantoras.

SERVIÇO - Show “Dois Tons” – com Lu Dantas e Natália Boere
Data: 29 de outubro de 2017 (domingo)
Endereço: Forte de Copacabana - Praça Coronel Eugênio Franco, 1 Posto 6 - Alameda Octavio Correa, ao lado da Confetaria Colombo - Copacabana, Rio de Janeiro.
Tel: (21) 2521-1032
Entrada gratuita

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“Histórias de uma Margarida” tem referências musicais e literárias que compõem a memória afetiva de Mariana

                    HISTÓRIAS DE UMA MARGARIDA 
EM CARTAZ  NO 
TEATRO CANDIDO MENDES  

Idealizadora e autora do projeto, a atriz Mariana Dias interpreta a personagem Margarida


A peça tem direção de Fernando Nicolau e objetos cênicos criados pelo artista visual Bruno Dante

Sete canções inéditas, de autoria do diretor musical Claudio Lyra, fazem parte do espetáculo

De uma saia longa, cheia de bolsos, nascem histórias contadas através de objetos lúdicos, que conduzem as crianças a uma viagem pela imaginação. Inspirada no conto “A Paixão de Dizer”, publicado no livro “Mulheres” de Eduardo Galeano, a atriz e autora Mariana Dias criou Margarida, uma contadora de histórias, que deu origem ao projeto “Histórias de uma Margarida”. A partir de suas memórias afetivas, a atriz escreveu o conto “O jardineiro e a flor” que narra o nascimento da personagem. Com direção de Fernando Nicolau e objetos cênicos criados por Bruno Dante, a peça estreia no dia 16 de setembro, no Teatro Candido Mendes. A temporada será aos sábados e domingos, às 16h, até 29 de outubro.

Os contos “Alfaiate Desatento” e “A formiga e a neve” foram referências para a atriz escrever “O jardineiro e a flor”. Um jardineiro, que sonha com um jardim cheio de borboletas, está triste porque não tem flor, logo, não tem borboletas. Um dia ele recebe, num sonho, o conselho de um sábio: conversar com a natureza. Ele então procura o Sol, a Chuva e a Terra até encontrar a resposta para seu sonho.

 “Histórias de uma Margarida” tem referências musicais e literárias que compõem a memória afetiva de Mariana. “Quando meu filho nasceu reencontrei lembranças da minha infância e a contação de histórias, prática que já me fascinava desde que estudei Letras, me ajudou a ressignificar muitas memórias”. Margarida nasceu deste reencontro com sua própria história e há três anos vem se apresentando em espaços de educação infantil no Rio de Janeiro. “A arte de contar e ouvir histórias é uma das práticas mais antigas da humanidade e até hoje fascina” destaca a atriz. “A oralidade permite a liberdade imaginativa”.

A direção musical é de Claudio Lyra, cantor, compositor, instrumentista e produtor musical, que compôs sete músicas inéditas. A canção popular “Apareceu a Margarida”, também faz parte do repertório. Quando toca, a personagem aparece como mágica.

Para ilustrar esta história, o diretor Fernando Nicolau e o artista visual Bruno Dante escolheram o verde como cor principal. “O cenário é composto por grama sintética. Escolhemos esta monocromia como caminho para reverenciar a natureza”, destaca Fernando. O figurino, da saia até o chapéu, também é verde. A saia, criação de Luiza Fardin, tem 17 bolsos e o chapéu, criado por Bruno, tem forma gotejante, inspirada na obra do artista plástico Ernesto Neto. “Muito mais que um adereço, o chapéu é também um regador e traz uma caixinha de música, de onde Margarida tira suas histórias”, conta Bruno. Do figurino, saem ainda 16 objetos cênicos criados pelo artista, todos em tons alaranjados. “O laranja tem uma vibração e, ao mesmo tempo, é uma cor híbrida, que não remete a gênero”, explica.
Este é o primeiro trabalho de Fernando Nicolau para crianças. “É desafiador falar com este público”, diz o diretor sobre sua estreia em espetáculos infantis. Seu trabalho mais recente, o monólogo “Se eu fosse Iracema” estreou em 2016 no Rio e segue em circulação pelo país. “Estou aprendendo muito com o Bruno, que tem uma bonita trajetória neste universo”. Bruno, por sua vez, recebeu recentemente a menção honrosa no Prêmio Zilka Sallaberry 2017 pela linguagem de animação do espetáculo “Por que nem todos os dias são de Sol?”, da Artesanal Cia de Teatro, e cria bonecos para teatro adulto e infantil, e também como obra artística. Entre os seus trabalhos recentes destacam-se também a peça “Gritos”, da companhia franco-brasileira Dos à Deux, e “Tra la lá”, musical infantil com canções de Lamartine Babo. Atualmente, Bruno é o criador, ao lado da Cia. Giramundo, dos bonecos da novela “Pega Pega”, da TV Globo, e também assina a orientação de manipulação nas cenas.
A história contada em parceria com o espectador favorece a escuta e a ritualização do lúdico. “Histórias de uma Margarida” celebra o ritual de contar histórias, incentivando a imaginação das crianças, num tempo em que recebem quase tudo pronto: desenhos animados, brinquedos eletrônicos, bonecas que falam entre outros.

SOBRE MARIANA DIAS 
Atriz, contadora de histórias e autora, é formada em letras pela PUC-Rio e Artes Cênicas pela CAL. Trabalhou com importantes diretores e profissionais da área durante seu processo de formação: Felipe Vidal, Ole Erdman, Celina Sodré, Isaac Bernat, Rose Gonçalves, Fernando Boher, Luciana Bicalho, Paulo Trajano, León Góes, Renato Icaray, Daniel Belquer, Daniel Schenker, entre outros. Atualmente é sócia diretora na empresa Dias de Lyrios Produções onde realiza seus projetos autorais, atua no projeto “Histórias de uma Margarida” como contadora de histórias. Foi integrante do MASSA grupo de teatro nos espetáculos “Capivara na luz trava”, e o infantil “Lendas da América Latina”, do qual assina a dramaturga, e que fez parte do projeto Plateias Hospitalares - Doutores da Alegria. Parceira de Claudio Lyra, também sócio da Dias de Lyrios, participou do seu clipe "Esparrela do Brasil", como Carmem Miranda. Escreveu roteiros para o programa “Um Pé de Quê?”, apresentado por Regina Casé (Canal Futura); criou e apresentou o espetáculo musical infantil “Céu de Portugal, Céu do Brasil” - sobre a vinda da corte portuguesa para o Rio, na Fundação Planetário do Rio de Janeiro; desenvolveu projetos de pesquisa de livros e exposições para a Dois/Um Produções Culturais. Autora do livro de poesias “Toda Feita com as Mãos” (Editora Multifoco), realizou intervenções urbanas e performances autorais misturando poesia, música e dança em seus trabalhos artísticos.

FICHA TÉCNICA

Atuação, contação e dramaturgia: Mariana Dias
Direção cênica: Fernando Nicolau
Direção de arte: Fernando Nicolau e Bruno Dante
Figurino: Luiza Fardin
Objetos cênicos e chapéu: Bruno Dante
Iluminação e cenografia: Fernando Nicolau
Direção musical: Claudio Lyra
Consultoria de visagismo: Jorge Abreu
Preparação vocal: Verônica Machado
Coral de crianças: Coral do Ensino Fundamental da escola Edem
Comunicação visual: Fernando Nicolau e Bruno Dante
Foto: IMATRA
Assessoria de imprensa: Bianca Senna
Produção executiva: Camilla Carvalho
Idealização: Mariana Dias
Realização e coordenação de produção: Dias de Lyrios Produções

SERVIÇOHistórias de uma Margarida
Temporada: De 16 de setembro a 29 de outubro de 2017.
Horário: sábado e domingo, às 16h.
Local: Teatro Candido Mendes.
Endereço: Rua Joana Angélica, 63, Ipanema.
Informações: (21) 2523-3663.
Capacidade: 104 lugares.
Duração: 50 minutos.
Classificação etária: Livre (recomendado para crianças a partir de três anos).
Gênero: Infantojuvenil.
Ingressos: R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada).

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Um espetáculo repleto de magia e alegria, voltado para as crianças e para todo o público. O texto é autoral e a obra foi agraciada no Prêmio SESC/DF de Contos Infantis Monteiro Lobato


Cururu: o sapo jururu

Texto: Tatiana Alves

Concepção e Direção: Júlio Luz


Um espetáculo repleto de magia e alegria, voltado para as crianças e para todo o público. O texto é autoral e a obra foi agraciada no Prêmio SESC/DF de Contos Infantis Monteiro Lobato, em 2010, e obteve o 2º lugar, também em 2010, no XV Concurso Literário Nacional, promovido pela Academia Caxiense de Letras/RS. O referente livro infantil foi publicado pela Editora Celacanto, em 2014, obtendo também o prêmio de 2º lugar no Concurso Internacional de Literatura Infanto-Juvenil da União Brasileira de Escritores (UBE). Além de o seu respectivo roteiro para teatro ter sido publicado em 2015.

A história é contada por sete atores e é permeada por uma trilha sonora elaborada a partir de ritmos brasileiros, conferindo ao espetáculo diversidade musical e uma identidade nacional. Com a preocupação ambiental, os figurinos em sua maioria foram construído a partir de material reciclado, como fundo de garrafa pet, tampa de refrigerante e Destacamos o projeto como relevante no âmbito social, pois pretendemos, com ele, mais do que produzir um espetáculo de qualidade e de valor cultural, fazer um espetáculo que possibilite e viabilize a inserção de jovens artistas no mercado de trabalho, auxiliando na qualificação profissional dos artistas da nossa cidade.

Uma narrativa que tematiza o amor romântico e a solidariedade. Outros temas, como a lenda do amor impossível entre o Sol e a Lua, a ocorrência astronômica de um eclipse, bem como a situação do indivíduo comum, que luta pela felicidade e supera a rejeição, são trabalhados de forma delicada na história. O espetáculo entrelaça lendas do folclore popular, costuradas no enredo, tais como: a lenda do amor entre Sol e Lua, a da Festa no céu, e apresenta personagens típicos da cultura nacional, como, por exemplo, o sapo cururu.

Sinopse
História do sapo Cururu, que conhece a lua, se encanta com a sua beleza e se apaixona por ela. Após ter o seu amor recusado, ele descobre o segredo que a envolve, e passa a ter uma missão: acabar com infelicidade da sua amada.

Ficha Técnica
Texto: Tatiana Alves
Adaptação & Direção: Júlio Luz
Direção de Movimento: Janaina Gaia
Direção Musical: Léa Fabres
Arranjos Musicais: Léa Fabres e Tinguá
Elenco: Amanda Mendonça, André Caldas, Clara Sanpi, Danda Leal, Flavio Santos, Pedro Gonzalez e Thiago Lemos
Cenografia: Eduardo Carvalho
Figurino: Kelly Régis
Visagismo: Clara Sanpi
Iluminação: Marcelo Amaral
Administração: Sergio Dias
Fotos de Divulgação: Kiev
Programação Visual: Henrique Rocha
Realização: Grupo de Teatro Belamatraka

Serviço:
Casa da Espanha

Rua Maria Eugênia. 300 - Humaitá
Informações: (21) 981279366
Sábados e Domingos, ás 17h30
Duração: 50 minutos
Capacidade: 100 lugares
Classificação etária: Livre
Temporada: 14 a 29 de outubro de 2017.
Ingresso: R$ 40,00

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“Carne do Umbigo” volta para casa. Com texto, concepção, direção e atuação da carioca Maria Rezende, o espetáculo que mistura recital de poemas, performance ao vivo e videoarte terá apresentações no Rio de Janeiro nos dias 20, 21, 25 e 26 de outubro


“Carne do Umbigo” terá sessão na Casa Quintal esse fim de semana
Maria Rezende apresenta textos de seus três livros em espetáculo com recital de poemas, performance ao vivo e videoarte 


Depois de passar por Lisboa, Porto, Ovar, Barcelona e Salvador, “Carne do Umbigo” volta para casa. Com texto, concepção, direção e atuação da carioca Maria Rezende, o espetáculo que mistura recital de poemas, performance ao vivo e videoarte terá apresentações no Rio de Janeiro nos dias 20, 21, 25 e 26 de outubro, em uma temporada batizada de "Carne do Umbigo em casa". A ordem é deixar o público completamente à vontade e os nomes dos espaços culturais onde será apresentado sugerem essa informalidade: Casa Quintal e Casa Rio, todos com lotação máxima entre 35 e 50 pessoas.

Carne do Umbigo” leva para o palco poemas dos três livros de Maria Rezende (“Substantivo Feminino”, “Bendita Palavra” e “Carne do Umbigo”) recitados de forma contemporânea, informal e cotidiana. Versos que captam um inconsciente coletivo pulsante do feminino, falam de olhar para a cidade e para dentro de si, e revelam a maturidade de quem viveu amores, perdas e aprendeu a se reconhecer e redescobrir.
Como cenário, fotos de Ana Alexandrino de partes do corpo da própria autora são projetadas na parede. Videopoemas editados pela poeta – que também é montadora de filmes e séries de televisão – costuram a performance e trazem a força do audiovisual, com trilha sonora de artistas contemporâneos brasileiros. Com ambientação de Lara Cunha e figurino de Mel Akerman, o espetáculo tem uma hora de duração.

A temporada “Carne do Umbigo em Casa” terá 15% da renda revertida para “Uma Casa para Vera”. A campanha de arrecadação online, tocada por Maria Rezende, tem como meta proporcionar cidadania para Vera Reis, que se encontra em situação de rua após ter sido demitida sem receber seus direitos trabalhistas e não conseguir se reinserir no mercado. A iniciativa é parte do programa Habitação Primeiro, da ONG Projeto RUAS, inspirado no método “Housing First”, política pública adotada em vários países do mundo, que defende a moradia como primeiro passo nas mudanças de vida de quem se encontra na rua.

Sobre Maria Rezende
Maria Rezende é poeta, performer, montadora de cinema e televisão e celebrante de casamentos. Publicou os livros “Substantivo Feminino” (2003), “Bendita Palavra” (2008) e “Carne do Umbigo” (2015). Por sua poesia, recebeu elogios de nomes como Manoel de Barros, Eduardo Galeano e Ferreira Gullar. “É poesia substantiva mesmo. A mulher inteira dentro das palavras. Poesia é fenômeno de linguagem do que de ideias. Isso você sabe. Sendo assim, você é poeta”, elogiou Manoel de Barros sobre seu livro de estreia.

Em seus quase vinte anos de vida literária, se apresentou com sua poesia por todo Brasil, Portugal e Espanha. Seu trabalho encantou o escritor Marcelino Freire, que diz na orelha de “Carne do Umbigo”: “Tua poesia, mulher, me faz caminhar. Sem peso, sou depois dela, para a eternidade, um outro sujeito. Minha costela, meu esqueleto. Eu te mando meus ossos por completo. Toda vez que te ouço recitar teus versos. Eu fico bambo, bobo. Fico elétrico.”


CARNE DO UMBIGO EM CASA

FICHA TÉCNICA
Concepção, texto, atuação e videoarte: Maria Rezende
Produção e operação de vídeo: Livian Das Valias
Assistência de produção: Vicente Pessoa
Fotografias do cenário: Ana Alexandrino
Figurino: Melina Akerman
Ambientação: Lara Cunha
Design: David Lima

SERVIÇO

Local: Casa Quintal (Rua Silvio Romero, 36- Santa Teresa )
Mostra Sortida
Dias e horários: 20 e 21 de outubro (sexta e sábado) às 20h.
Ingressos: R$40. Pagamento em dinheiro ou cartão de crédito.
Lotação: 40 pessoas
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Funcionamento da bilheteria: em dias de sessão, a partir das 19h.

Local: Casa Rio (Rua São João Batista, 105 – Botafogo)
Telefone: (21) 2148-6999
Dias e horários: 25 e 26 de outubro (quarta e quinta) às 21h.
Ingressos: R$40. Pagamento em dinheiro ou cartão de crédito.
Lotação: 35
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Funcionamento da bilheteria: em em dias de sessão, a partir das 20h.

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Teatro João Caetano apresenta o espetáculo “Cama de gato”, de Max Mendes, atė 29 de outubro, com direção de Márcio Vieira

Teatro João Caetano apresenta o espetáculo “Cama de gato”, de Max Mendes, atė 29 de outubro, com direção de Márcio Vieira

Peça reestreia sob nova direção abordando aceitação, distorção de valores, comercialização das relações e amor capaz de quebrar barreira.



Após temporada com sucesso de público e crítica, o drama “Cama de gato”, escrito por Max Mendes, REESTREIA sob a direção de Márcio Vieira dia 13 de outubro no Teatro João Caetano, centro do Rio.

Montagem estrelada pelos atores Diego Homci,Henrique Sathler, Hugo Carvalho, Vinicius Olivo, Thiago Tenório, Tiago Homci e a DJ Cacá Werneck, ficará em cartaz de sextas a sábados, às 19h30, e domingos às 18h, até dia 29 de outubro.



A peça conta a história da aproximação entre três garotos de programa com uma misteriosa e elegante travesti, chamada Lois Lane. Ela aparece na vida de Mike, Biel e Bruno para quebrar preconceitos. A narrativa é costurada por músicas e debates sobre aceitação, distorção de valores, comercialização das relações e amor. "Cama de gato" fala de amor. Amor capaz de quebrar barreiras. Amor capaz de transformações.

“Observo que cada vez mais estamos nos tratando como coisas, que são descartáveis, rotuladas, comercializadas e julgadas. Escrevi esse texto para nos enxergarmos como gente. Gente que se forma na diferença, que tem sentimentos diversos e deve ser respeitada. A intolerância, a homofobia, os assassinatos e a discriminação contra gays, lésbicas, travestis, transexuais e transgêneros se tornaram assustadores. Não devemos alimentar o ódio.” Max Mendes

SINOPSE SUGERIDA – Aproximação de uma travesti e três garotos de programa faz com que eles vejam o ser humano com outro olhar.

FICHA TÉCNICA
Texto - Max Mendes
Direção Geral - Márcio Vieira
Elenco: Diego Homci, DJ Cacá Werneck, Henrique Sathler, Hugo Carvalho, Thiago Tenório, Tiago Homci e Vinicius Olivo.
Elenco de apoio: Caffe Luis, Junior dos Santos, Slow Yo e Wemerson Goulart
Assistente de direção - Fernanda Bontempo
Coach de atores - Marcelo Dias
Iluminação - Djalma Amaral
Figurino - Gebran Smera
Visagismo - Del Cascardi
Maquiagem - Vinny Rodrigues
Cenário - Criação coletiva
Assessoria de imprensa - Minas de ideias
Designer Gráfico - Rafael Salmona
Fotografia - Sérgio Santoian
Produção executiva - Cleber Sillva
Produção - Max Mendes e Cleber Sillva

SERVIÇO
Temporada: Temporada: De 13 a 29 de outubro
Horários: Sextas e sábados, às 19h30, Domingos às 18h
Local: Teatro João Caetano
Capacidade: 605 lugares
Endereço: Praça Tiradentes, s/n – Centro - Tel: (21) 2332 9257 (bilheteria)
Preço: R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia)
Duração: 80 minutos
Classificação: 18 anos
Gênero: Drama

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“O Boca do Inferno” é um espetáculo baseado na vida do poeta Gregório de Mattos e se passa no período Barroco do Brasil colônia. A peça trata da chegada do poeta à Bahia - aos 47 anos, 33 deles vividos em Portugal -, até sua deportação para Angola (1683-94).

“O Boca do Inferno” é um espetáculo baseado na vida do poeta Gregório de Mattos e se passa no período Barroco do Brasil colônia. 
A peça trata da chegada do poeta à Bahia - aos 47 anos, 33 deles vividos em Portugal -, até sua deportação para Angola (1683-94).
O espetáculo mostra o conflito de um homem em decadência como fidalgo, e em ascensão como poeta, desafiando a tudo e a todos, com sua língua felina e suas sátiras poéticas certeiras, o que lhe valeu o apelido de “Boca do Inferno”.

No elenco: o ator Licurgo, que tem grandes passagens pela TV, Cinema e Teatro; Gilson de Barros, ator tarimbado nos palcos e Andréa Mattar, atriz de longa data com passagens pela TV, Cinema e Teatro.

O texto é de Adailton Medeiros, diretor e criador do projeto “Ponto Cine” e a direção é de Gilson de Barros e Licurgo, que se uniram para levar à cena a história do maior poeta do Barroco brasileiro:

“Gregório é artista que não cabe em seu tempo. Criticava a política, a religião e os maus hábitos da Bahia colonial. Suas sátiras, bem lidas, servem perfeitamente para o Brasil de hoje. Essa talvez seja uma das principais qualidades da verdadeira arte. Por incrível que pareça montar O Boca do Inferno, pra nós, é falar do Brasil atual”, dizem os diretores.

Sinopse:
Espetáculo baseado na vida do poeta Gregório de Mattos que se passa no período Barroco do Brasil colônia. A peça trata da chegada do poeta à Bahia - aos 47 anos, 33 deles vividos em Portugal -, até sua deportação para Angola (1683-94) mostrando o conflito de um homem em decadência como fidalgo, e em ascensão como poeta, desafiando a tudo e a todos, com sua língua felina e suas sátiras poéticas certeiras, o que lhe valeu o apelido de “Boca do Inferno”.

FICHA TÉCNICA

Texto: Adailton Medeiros
Direção : Licurgo
Elenco :Licurgo , Gilson de Barros e Andréa Mattar
Preparadora Corporal : Virgínia Maria
Iluminação: Paulo Denizot
Operador de Luz: Denilson Batalha
Programação Visual : Guilherme Rocha
Fotos : Lucas Souza
Assessoria de Imprensa: Júlio Luz
Produção : Adriana Lemos e Fernanda Nicolis
Figurinos : Janaína Wendling
Acervo: Carol Lobato


Serviço
O Boca do Inferno
Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa
Tel. 2215-0621
Ingresso: R$ 30,00
Temporada : 30 de setembro a 29 de outubro de 2017.
Sábados e domingo – 19h30
Classificação: 16 anos
Duração: 60minutos

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