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22 de nov de 2017

“Em um lugar chamado Lugar Nenhum” em temporada GRATUITA no Espaço Furnas Cultural, dias 25 e 26/11 e 2 e 3/12 / Sábados e domingos às 19 horas


“Em um lugar chamado Lugar Nenhum” em temporada  GRATUITA no Espaço Furnas Cultural,  dias 25 e 26/11 e 2 e 3/12 / Sábados e domingos às 19 horas 

#Gratuito 😀“Em um lugar chamado Lugar Nenhum”estreou em 2015 no CCBB- RJ sendo sucesso de público e crítica especializada. No mesmo ano foi indicado em três categorias no prêmio Botequim Cultural (melhor atriz, melhor ator coadjuvante e melhor iluminação) e levou o prêmio de melhor atriz Drama/comédia. Em 2016 o espetáculo apresentou-se em cinco Sescs do estado do Rio de Janeiro, foi selecionado para o 20º Festival de Teatro do Rio de Janeiro e obteve indicações em três categorias (melhor texto, melhor ator e melhor figurino). No ano de 2017 foi selecionado para os festivais Niterói em Cena e Encontrarte e em 2018 cumprirá o circuito SESI-SP.

♥️Contemplado no edital do Espaço Furnas Cultural, faz apresentações gratuitas nos dias 25 e 26 de novembro, 2 e 3 de dezembro de 2017. 

O espetáculo é um #romance com tintas #poéticas que busca inspiração na #literaturadecordel procurando valorizar e resgatar as riquezas da cultura nacional. Trata-se de uma #comédia lírica que nas entrelinhas filosofa sobre a sociedade e a condição humana mesclando o universo da fábula e o real.

O espetáculo é um romance com tintas poéticas que busca inspiração na literatura de cordel procurando valorizar e resgatar as riquezas da cultura nacional. Trata-se de uma comédia lírica que nas entrelinhas filosofa sobre a sociedade e a condição humana mesclando o universo da fábula e o real.

Na história, que se passa na década de 1950, os pacatos cidadãos do vilarejo chamado Lugar Nenhum tomam conhecimento do resto do mundo, quando o rádio chega até lá. Um jovem casal de namorados que estava resignado a se casar, trabalhar, ter filhos e levar uma vida comum, vê seu futuro sacolejar com novos horizontes e possibilidades.

O espetáculo reflete sobre assuntos e situações que discutem o Brasil na sua atemporalidade. Tudo isso de forma lúdica e divertida tendo como fio condutor um tema singelo e leve – o amor – o que aproxima e atinge qualquer tipo de público, independente de classe social, idade ou nível de instrução.

FICHA TÉCNICA

Texto e Direção de produção: Agatha Duarte
Gestão de projeto e coordenação de produção: Felipe Valle
Produtor Executivo: Marco dos Anjos
Direção: Rogério Fanju
Elenco: Agatha Duarte, Guilherme Dellorto e Samuel Paes de Luna
Cenografia: José Dias
Direção Musical e trilha original Roberto Bahal
Projeto de iluminação e Design dos Gobos: Leyza Vidal
Iluminador Assistente e operador de luz: Romiro Vasquez
Preparação Corporal: Sandra Prazeres
Figurinos: Daniele Geammal
Assistente de figurino: Lu Ribeiro
Assessoria de imprensa: Julyana Caldas (JC Assessoria de Imprensa)
Fotografia: Juliana Mendonça e Danilo Sérgio


SERVIÇO

Temporada Espaço Furnas Cultural

Endereço: Rua Real Grandeza , 219 - Botafogo

Temporada: 25 e 26/11 e 2 e 3/12

Sábados e domingos às 19 horas

Entrada Gratuita - distribuição de senha 1 hora antes do espetáculo

Classificação: 12 anos

Duração: 80 minutos

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
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#agendaculturalrj


 

Entrada Franca! Histórias de Suassuna e outros contos Inspirado na obra de Ariano Suassuna,



Histórias de Suassuna e outros contos

Inspirado na obra de Ariano Suassuna


O universo do Paraibano Ariano Suassuna traz infinitos elementos em suas obras, com deliciosos personagens, típicos e folclóricos, sendo um grande colaborador da Dramaturgia Teatral Brasileira. Criador de personagens como João Grilo e Chicó, coloca em suas obras a representação de brasileiros pobres e esquecidos no sertão seco, que lutam a seu modo para sobreviver numa terra sem esperança. Por ter sido o poeta e romancista que inspirou as suas obras e tramas no quente e rico agreste brasileiro e por ser um defensor da cultura nordestina, Ariano Vilar Suassuna foi o autor escolhido para essa reconhecida homenagem.

Os alunos/atores embarcaram no processo de descobertas. Palavras, movimentos, rimas, cores, músicas e danças, foram se encontrando com amadurecimento, compromisso, descobertas e coragem, para chegarmos no resultado final.

Equipe Técnica:
Adaptação: Júlio Luz, Rafael Albuquerque e Renato Penco
Supervisão Geral: Aguinaldo Silva
Concepção e Direção Geral: Júlio Luz
Coordenação de Produção: Francisco Patrício
Produção Executiva: Ivan Mira
Assistente de Produção: Pablo Rodrigues
Iluminação: Kátia Barreto
Trilha Sonora, Cenografia e Figurino: Júlio Luz
Camareira: Benedita Pereira
Cenotécnico: Marcelo Amaral
Adereços: Clea Vianna
Criação dos Estandartes: Julieta Ramalho

Elenco: Ana Luisa Mainardi, Ana Veiga, Andrews de Oliveira, Camila Bastos, Clea Vianna, Dora Santa Cruz, Ellen Duarte, Fábio Tokay, Fernanda Ribeiro, Greice Lopes, Izabella Van Hecke, Jacky Sampaio, João Vicente Bessa, Lennoh Diaz, Leonardo Ribeiro, Marcos Levy, Maria Barreto, Michael Marinho, Nêmora Kappel, Pablo Rodrigues, Paulo Lima, Rafael Albuquerque, Rayssa Gullo, Túlio Schuelter, Vania
Telles e Zinda Barboza

Serviço – Única Apresentação – Entrada Franca
Theatro Net Rio – Sala Paulo Pontes
Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana
Inf.: 2147-8060
Quinta – 23/11/2017 – 19h
Duração: 60 minutos
Classificação Etária: 12 anos
Capacidade: 100 lugares
Agenda Cultural RJ 
▪ Gabriele Nery ▪
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Daniel Gnattali apresenta terceira individual na Blé Galeria e Arte, em Botafogo A Exposição “Estamos Vivos”


Daniel Gnattali apresenta terceira individual na Blé Galeria e Arte, em Botafogo

A Exposição “Estamos Vivos” traz cerca de 50 obras do artista visual, entre gravuras, desenhos, colagens, fotografias, pinturas e técnicas mistas de 9 a 30 de novembro

Temas como natureza, religiosidade, mitos, espiritualidade e sagrado são recorrentes no trabalho do jovem artista carioca



“Estamos Vivos” é a terceira exposição individual do artista visual carioca Daniel Gnattali, que apresenta cerca de 50 obras entre 9 a 30 de novembro na Blé Galeria e Arte, em Botafogo, com entrada franca. Com temas diretamente relacionados à natureza e à espiritualidade, o sagrado transparece ora explícita, ora subliminarmente, em suas gravuras impressas em fine art; em desenhos, colagens, fotografias e pinturas em aquarela, guache e acrílica, além de técnicas mistas, caminhos que o artista percorre para manifestar um estado de consciência desperto e conectado com o entorno. A curadoria é do artista plástico Valerio Ricci Montani.

O jovem artista de 31 anos, morador de Santa Teresa, vê nas artes visuais a possibilidade de se expressar. Trabalhos autorais e comerciais são registros gráficos da própria elaboração da consciência de Daniel Gnattali, que o faz perceber suas obras como janelas para questionamentos cada vez mais profundos, seja por meio de um cartum bem-humorado sobre um tema do cotidiano, um rótulo psicodélico de cerveja ou uma série de pinturas dedicadas a São Jorge e as lendas que cercam o santo guerreiro.

“A natureza, como símbolo primordial desta conexão, é amplamente retratada no meu trabalho, tanto como tema principal quanto como pano de fundo. A representação de mitos e rituais é, igualmente, uma maneira de encontrar este lugar sagrado, da consciência presente. É uma forma antiga de procurar um significado para nossa existência por meio da sacralização da vida”, explica o artista, que é filho do arranjador e compositor Roberto Gnattali, sobrinho-neto do maestro Radamés Gnattali e irmão da cantora Nina Becker.

“ESTAMOS VIVOS”
Para Daniel Gnattali, o nome da exposição refere-se à consciência e à valorização da experiência de estarmos vivos, cientes de nossa finitude e imperfeição. “No entanto, é da consciência da imperfeição que nasce a busca pelo perfeito. Não a perfeição puramente estética – esta seria apenas um sintoma –, mas uma perfeição horizontal e vasta, um engrandecimento da vida por meio de uma compreensão cada vez maior do todo e menos individual”, completa.

“ESTAMOS VIVOS”
Exposição do artista visual Daniel Gnattali
Blé Galeria e Arte – Rua dezenove de fevereiro 184, Botafogo. Tel.: 3820 9017
Abertura: 9 de novembro (quinta), a partir das 18h. Até 30/11.
Visitação: de 2ª a 4ª, das 12h às 22h | 5ª e 6ª, das 12h à 1h | sábado, das 15h à 1h.
Entrada franca
ORIGEM E TRAJETÓRIA

Vem da infância a relação de Daniel Gnattali com o desenho. Quando criança, ele gostava de copiar os personagens das revistas de história em quadrinhos. Depois, Daniel passou pela fase dos super-heróis e das animações japonesas, até decidir cursar a faculdade de desenho industrial.

Autor da ilustração “Mantra” (imagem à esquerda), que viralizou em 2012 e até hoje é sucesso de vendas nas lojas Touts, atualmente Daniel Gnattali se divide entre os projetos artísticos pessoais e profissionais. Publicadas em seu site, Facebook e Instagram, os cartuns e tirinhas são carregados de humor e poesia. “Descobri nas tiras uma mídia interessante para que eu pudesse falar de temas atuais, engraçados, misturando poesia com desenho”.

Entre as suas influências estão as ilustrações oníricas do australiano Shaun Tan, as tirinhas do argentino Liniers e do carioca Arnaldo Branco, além dos trabalhos do ilustrador paulista Orlando Pedroso e do artista plástico e ilustrador carioca Renato Alarcão. “Em 2009, fiz um curso com o Alarcão que me abriu muito a cabeça. Descobri que a ilustração poderia ir muito além do desenho”.

Inspirado nas matas que permeiam o Rio de Janeiro, Gnattali retrata o verde da cidade, seus moradores e os hábitos dos cariocas em suas tirinhas e na coluna Passarinho, publicada no site RIOEtc – A Alma Encantadora da Ruas. Outro projeto que envolve a natureza é a série “As Árvores Somos Nós”, na qual ele se fotografa mimetizando os movimentos de árvores no Rio e em suas viagens mundo afora. Já são mais de 100 árvores colecionadas desde 2011.

Atualmente, Gnattali participa do Programa de Residência Despina, no espaço cultural Largo das Artes, no Largo do São Francisco, no Centro do Rio, voltado para artistas brasileiros e estrangeiros, selecionados a partir da análise de portfólio. A premissa é encorajar a troca de ideias e investigar a experimentação de práticas e conceitos, permitindo ao artista visitante uma produção em resposta ao novo ambiente.

POR TRÁS DOS RÓTULOS 

Batizada com o nome de uma canção da banda de rock progressivo Focus, a cervejaria artesanal carioca Hocus Pocus convidou Gnattali para criar os rótulos de nove cervejas: Magic Trap, Hush, Coffee Hush, Pandora, Overdrive, Event Horizon, Supersymmetry, Red Potion e High on Milk. O rock psicodélico dos anos 1960 e 1970 e as músicas de Jorge Ben Jor serviram de inspiração para o desenvolvimento das artes – compostas por cores vibrantes, elementos sacros e simbólicos.

Depois da cerveja, surgiu o convite para desenhar a nova linha de embalagens para os produtos artesanais e veganos da carioca Quetzal Chocolate de Origem (imagem ao lado). Gnattali criou seis embalagens: Bah!, Bahia, Himalaia, Theobroma, Dharma e Xingu. 

MÚSICA E ILUSTRAÇÃO

Ilustração de Imbatível ao extremo: assim é Jorge Ben Jor!
A música também exerce grande influência em suas criações. Filho do arranjador e compositor Roberto Gnattali, sobrinho-neto do maestro Radamés Gnattali e irmão da cantora Nina Becker, Daniel também é músico. Ele toca violão e canta na banda Simpáticos – que só interpreta Jorge Ben Jor. Fã do artista, Gnattali conta que começou a ouvir mais as canções do artista a partir de 2008 e se apaixonou. Em 2012, ele foi convidado pelo pesquisador e crítico musical Paulo da Costa e Silva para ilustrar o áudio-documentário “Imbatível ao Extremo: Assim É Jorge Ben Jor!”, da Rádio Batuta, do Instituto Moreira Salles. Com cores vibrantes e muitos detalhes, esse projeto foi um divisor na carreira do artista. “Essa ilustração marca a transição de um traço mais solto para um mais preciso”.

E quando chega o carnaval, Gnattali vira John Lennon. Há alguns anos, numa viagem a Inglaterra, ele comprou uma roupa igual àquela que o beatle usou na capa do disco “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band”. Na época, achou que poderia usar a fantasia no carnaval carioca, mas ele nem imaginava que seria convidado a integrar o bloco do Sargento Pimenta no papel do próprio Lennon. Neste ano, ele desfilou pela quinta vez no Aterro do Flamengo, mas levou tela e cavalete para dentro do bloco e fez uma pintura da série de São Jorge ao vivo, cercado pela multidão de foliões.

Daniel Gnattali por aí:

Site: danielgnattali.com
Facebook: facebook.com/gnattaliilustracao
Instagram: instagram.com/danielgnattali
Loja virtual Touts: danielgnattali.touts.com.br
Coluna Passarinho: www.rioetc.com.br/passarinho
Despina: http://despina.org/daniel-gnattali

Agenda Cultural RJ 
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Projeto “Trigo” faz única apresentação no Theatro Net Rio. Apresentação acontece dia 28 de novembro (terça-feira) às 21h.



Projeto “Trigo” faz única apresentação no Theatro Net Rio

Apresentação acontece dia 28 de novembro (terça-feira) às 21h.


A TriGO! é um projeto que teve início em abril de 2015 e tem, desde então, a finalidade de criar conteúdo de entretenimento. O projeto é composto por três integrantes que, por serem cantores, dão ênfase no conteúdo musical cujo qual consegue passear pelo humor e, por terem versatilidade, transformam essa mistura em um grande diferencial. O projeto será apresentado no dia 28 de novembro, às 21h, no Theatro Net Rio, em Copacabana.

Por conta disso, a TriGO! conseguiu emplacar alguns vídeos virais na web, como por exemplo o vídeo cantando as músicas da série CHAVES que, atualmente, contabiliza 8 milhões e 200 mil visualizações e foi compartilhado por mais de 195 mil pessoas. Outro exemplo são os dois vídeos cantando músicas gospel que, atualmente, contabilizam juntos mais 15 milhões visualizações e foram compartilhado, até então, por mais de 500 mil pessoas. O vídeo com as músicas mais tocadas de 2015, intitulado “TOP HITS 2015, contabiliza 6 milhões e 150 mil visualizações e foi compartilhado por 170 mil pessoas, dentre outros vídeos.

Portanto, o objetivo do projeto é sempre estar criando conteúdo de máxima qualidade audiovisual, sem perder a essência da arte e do humor, cujas quais mantém a naturalidade de cada vídeo, sendo eles cantando músicas acapella ou mesmo mantendo contato direto com seus fãs. Isso faz com que os inscritos do canal e os seguidores do projeto se considerem parte integrante do mesmo. Portando, os integrantes acreditam que o diferencial em misturar música e humor, assim como acontece no canal, pode ser um atrativo para que a apresentação alcance o maior número de pessoas pelo Brasil. Apresentação essa, num tom sofisticado, com um cunho de Master Class, onde pretendem falar um pouco da experiência na web.

Um pouco de Work Show, onde cantam alguns dos medleys mais famosos e, também, uma pitada de Stand Up, pois, diga-se de passagem, isso tudo será passado de uma forma muito bem humorada, tentando entreter o público, deixando-o a vontade.

SERVIÇO:

TRIGO

Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).

Horário: 21H.

Data: 28 de novembro (terça-feira).

Classificação: 12 anos.

Duração: 90 minutos.

Ingresso: R$ 80,00 (plateia e frisas) R$ 60,00 (balcão)

Direito à meia entrada e descontos : http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html

Capacidade do Teatro: 622 lugares.

Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060

Site: www.theatronetrio.com.br

Vendas pela internet: www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.

Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido - (11) 4003 - 1212

Atendimento pós venda Ingresso Rápido - (11) 4003 - 2051

Informações sobre ponto de venda da Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone - (11) 4003 - 1212

Horário de funcionamento - Todos os dias das 10h às 18h.

Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.

Reservas para grupos: Guilherme Romeu - guilhermeromeu@brainmais.com / (21) 96629 - 0012

Horário de atendimento - De Segunda a Sábado de 14h às 21h.

Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.

Acessibilidade

Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

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“PEÇA RUIM” sucesso de público e crítica, a comedia conta a história de um diretor de teatro em crise, em cartaz no Teatro Serrador, até 25/11


“PEÇA RUIM”

Peça já encenada, com sucesso de pública e crítica no Teatro Tablado, no Teatro Café Pequeno, no Teatro do Planetário, no Teatro do SESI (Centro), no Teatro SESC-Tijuca e no Circuito SESI – RJ.
O protagonista, um diretor de teatro está em crise. Ele se vê perdido entre uma paixão não correspondida por uma atriz de seu grupo e o caótico processo de ensaios de sua companhia. Como forma de desabafo, decide escrever uma peça, na qual ele pode exprimir o que pensa dos atores de seu grupo, e também se aproximar da atriz por quem é apaixonado.
Nessa Peça Ruim, o diretor se dá o codinome de Bisão. Enquanto isso, a companhia está ensaiando ÉdipoRei, uma proposta ousada para a experiência do grupo e do encenador. É no palco que Bisão escreve, dirige e ensaia encena. Tudo ao mesmo tempo!

As coisas ficam mais desastrosas quando a peça passa em um Edital de Financiamento do Estado da Bahia. A única condição para o projeto ser contemplado com o financiamento é que o grupo seja composto por baianos.
A confusão aumenta quando os atores cariocas passam para a fase final e têm que apresentar o clássico Édipo Rei para uma banca examinadora. A companhia então decide, em comum acordo, ensaiar ÉdipoRei com sotaque nordestino e se o Bisão já achava a peça ruim, agora ele tem certeza de que tudo dará errado.


FICHA TÉCNICA
Texto e Direção: Daniel Belmonte
Elenco: Adriano Martins, André Dale, Hernane Cardoso, Joana Castro, Leonardo Bianchi,MariannaPastori e Pedro Thomé
Cenário: Julia Marina
Figurino: AnoukZee
Direção de Arte: Colmar Diniz
Iluminação: Felipe Lourenço
Produção: Daniel Belmonte e Isis Pessino

Serviço:
Peça Ruim
Endereço: Teatro Municipal Serrador – Rua Senador Santas, 13, Cinelândia
Exibição: 09 a 25 de novembro
Dia: quinta, sextas e sábados
Horário: 19h30
Classificação: 16 anos
Duração: 60 min
Ingressos: R$ 40 (inteira) R$ 20 (meia)

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CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe a exposição Henri Matisse - Jazz, com obras do pintor, desenhista e escultor francês.

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE SÉRIE DE COLAGENS DE HENRI MATISSE
A exposição reúne 20 pranchas impressas feitas especialmente para o álbum Jazz, de 1947





Após temporadas de sucesso em Salvador, Brasília, Recife e Fortaleza, é a vez da CAIXA Cultural Rio de Janeiro receber a exposição Henri Matisse - Jazz, com obras do pintor, desenhista e escultor francês. A mostra abre no dia 24 de outubro (terça-feira), às 19h, com visita guiada pela curadora Ana Paola Baptista, e segue em cartaz até 22 dedezembro de 2017. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A mostra reúne 20 pranchas impressas com a técnica au pochoir, feitas especialmente para o álbum Jazz, publicado em Paris, em 1947. As imagens variam da abstração a figuras de grande vivacidade, mescladas a um texto manuscrito impresso em fac-símileno qual Matisse (1869-1954) tece observações sobre assuntos diversos. O próprio autor esclarece que a composição aborda assuntos ligados ao circo, contos populares e viagens, com ritmo identificável aos sons de uma orquestra de jazz.

De acordo com o crítico de arte Paulo Harkenhoff, o belíssimo conjunto de desenhos feitos com tesoura se destaca como “o mais belo livro de arte do século XX”. A técnica foi desenvolvida por Matisse no início da década de 1940, quando, obrigado a passar longos períodos na cama e na cadeira de rodas em recuperação de uma delicada cirurgia, o artista combinou desenho e pintura em colagens feitas com papeis recortados e coloridos com guache. Matisse já havia utilizado os chamados papiers collés para o estudo da obra La danse (1909), mas foi a cumplicidade do editor e crítico Tériade que o incentivou a realizar um álbum só com papéis recortados, trabalho que mais tarde foiconsiderado como uma de suas obras mais importantes.

Durante dois anos, o pintor experimentou cores e formas, utilizando folhas de papel que coloria com vivos e brilhantes tons de guache. Recortava até atingir o resultado que pretendia. O processo de edição do álbum, iniciado em 1942, durou cinco anos. O título foi definido em 1944 e a ideia de incluir texto, dois anos depois. No total, foram publicados 250 exemplares do álbum, dos quais apenas dois estão no Brasil. As obras apresentadas pertencem ao número 196, que integra o acervo dos Museus Castro Maya, no Rio de Janeiro.

Serviço:
Exposição Henri Matisse - Jazz
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 24 de outubro, às 19h, incluindo visita guiada com curadora Ana Paola Baptista
Visitação: 25 de outubro a 22 de dezembro de 2017
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação Indicativa: Livre
Entrada franca
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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Idealizado por Alê Youssef, Leandra Leal e Luis Lobianco, o ‘Rival Rebolado’ convida para conhecer a ganhadora da sua 3ª temporada. A semifinal acontece nessa quarta-feira, dia 22 de novembro, às 19h30



Chega a semifinal do concurso Rival Rebolado “Rainhas da noite”
Idealizado por Alê Youssef, Leandra Leal e Luis Lobianco, o ‘Rival Rebolado’ convida para conhecer a ganhadora da sua 3ª temporada. A semifinal acontece nessa quarta-feira, dia 22 de novembro, às 19h30

Sempre valorizando a diversidade – necessária e maravilhosa –, a programação da casa traz, mais uma vez, o teatro de revista contemporâneo do Rival Rebolado, que ganhou o Prêmio do Humor 2017, criado por Fábio Porchat, na categoria Projeto Especial. Idealizado por Alê Youssef, Leandra Leal e Luís Lobianco, o espetáculo é variado, combinando videokê, esquetes, homenagens a estrelas – como Rogéria, Lorna Washington e a jovem Suzy Brasil – e a semifinal do concurso de drag queens. No dia 22, otema será “Rainhas da Noite” e serão escolhidas duas finalistas para se juntarem às duas selecionadas mês passado. A final é em dezembro

RIVAL REBOLADO

Espetáculo que promove o retorno do Teatro de Revista à Cinelândia realiza terceira temporada no Teatro Rival Petrobras.
Idealizado por Alê Youssef, Leandra Leal e Luis Lobianco, o Rival Rebolado surgiu em setembro de 2016 como um projeto de Teatro de Revista contemporâneo. Durante todas as terças-feiras daquele mês, o público fazia fila na porta horas antes da abertura do teatro para conferir os esquetes, homenagens às grandes estrelas da noite como Rogéria, Divina Valéria, a veterana das transformistas Lorna Washington e drags de sucesso de gerações mais recentes como Suzy Brasil. Antes do espetáculo, público e artistas se divertiam cantando no videokê do Rebolado. Um dos destaques é o concurso de drags ‘A Melhor de 4’ que já coroou duas ‘Rainhas da Cinelândia’. O evento foi sucesso absoluto e uma segunda temporada era inevitável, o que aconteceu em novembro do mesmo ano.

O sucesso foi tão expressivo que rendeu ao Rival Rebolado o Prêmio do Humor 2017, idealizado por Fábio Porchat, na categoria "Projeto Especial".

Depois de edições pontuais e temáticas, como no Natal e no Carnaval, o Rival Rebolado está volta para a sua 3ª temporada, dessa vez com edições mensais às quartas-feiras no Teatro Rival Petrobras, começando no dia 12 de abril.

“Voltamos com o espetáculo agora com edições mensais! A cada segunda 4ª-feira do mês um espetáculo inédito será apresentado e continuaremos resgatando uma das vocações do Rival, que é ser o palco do teatro de revista. E em cada mês teremos um tema que vai pautar o espetáculo e os números do concurso de drag queens ‘A Melhor de 4’, que vai durar o ano todo. A grande final será em dezembro”, comenta Leandra Leal.

Nessa temporada o Rival Rebolado estará ainda mais conectado à tradição do teatro de revista, levando à cena pela linguagem do humor, do burlesco e do desbunde, os acontecimentos atuais que marcam a cidade, o país e o mundo. Nesta oitava edição da 3ª temporada o tema é ‘RAINHAS DA NOITE’ e haverá a repescagem do concurso, com 4 candidatas, classificando duas para a final. As inscrições para participar do concurso são feitas por e-mail (rivalrebolado@gmail.com) e as participantes prepararam um número musical (ao vivo, dublado ou dançado), que é julgado pelo público.

Ficha Técnica:

Idealização: Alê Youssef, Leandra Leal e Luis Lobianco
Criação e Performances: Chayenne Furtado, Eber Inácio Ferreira, Fabiano de Freitas, Iara Niixe, Isabel Chavarri, Karina Karão, Leandra Leal, Luis Lobianco, Sidnei Oliveira
Direção Artística: Fabiano de Freitas e Isabel Chavarri
Produção Executiva: Nely Coelho

Quarta-feira, 22 de novembro, única apresentação!
Abertura da casa: 18h30 / Videokê: 19h30 / Espetáculo: 20h30
Entrada: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada ou com doação de 1kg de alimento)

Teatro Rival Petrobras
Rua Álvaro Alvim, 33/37 - Centro/Cinelândia - Rio de Janeiro
(21) 2240-4469 : https://www.facebook.com/teatro.rival/

Capacidade: 400 pessoas
Censura: 18 anos

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O espetáculo mostra a vida do aeronauta de forma DIVERTIDA E RESPEITOSA, contando os casos mais engraçados dos últimos 20 anos de profissão da profissão da nossa personagem

SUPERMOÇA

Após o sucesso dos vídeos inéditos da SUPERMOÇA, IzabellaVan Hecketraz aos palcos cariocas o espetáculo teatral PÉROLA.

O espetáculo de 60 minutos mostra a vida do aeronauta de forma DIVERTIDA E RESPEITOSA, contando os casos mais engraçados dos últimos 20 anos de profissão da profissão da nossa personagem

Após o incêndio do Teatro Clara Nunes, esta produção se reergueu com uma bela temporada no Teatro Glaucio Gill e Teatro Glauce Rocha.

Com esta citação de Willian Shakespeare, começamos a contar a história de Pérola: uma comissária de voo, que há 20 anos abriu mão do seu sonho de ser atriz, ao fazer uma prova para o emprego de aeromoça em uma empresa aérea e ser bem sucedida.

Agora 20 anos depois, Pérola faz seu último voo, aluga um pequeno teatro, ensaia um monólogo do mestre Shakespeare e corre para sua estreia. Ao se deparar com a casa cheia, ela se esquece do texto e começa a contar sua história de vida, apegada ainda a velhos hábitos da comissária. Pérola acaba usando seu tempo no teatro para contar as aventuras, loucuras e emoções da vida no ar.

FICHA TÉCNICATexto: Márcio Azevedo.
Direção: Márcio Azevedo e Milton Filho
Elenco: Izabella Van Hecke.
Direção de Produção: Rafael Carretero
Produção Lis Maia
Cenário: José Carlos Vieira e Jorge Roriz
Figurino: Anderson Ferreira
Iluminação: RommelEquer

ServiçoCasa Rio
Rua: São João Batista, 105 – Botafogo

Informações: 2148-6999
Ingressos: R$ 40,00 e R$ 20,00
Temporada 16 a 24 de novembro de 2017.
Quinta e Sexta, ás 21h
Duração: 60 minutos
Classificação etária: Livre

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Rodrigo Almeida, em úncia apresentação - dia 23, no Cais do Oriente, na Rua do Ouvidor, 12 apresentação do CD “INFINITO“




Rodrigo Almeida, em úncia apresentação - dia 23,
no Cais do Oriente, na Rua do Ouvidor, 12
apresentação do CD “INFINITO“


A quinta do dia 12 de novembro, traz Rodrigo Almeida, luso-brasileiro, do Rio, e de uma família onde a musica sempre predominou. A mãe - Ellen de Lima é uma das vozes da emblemática da Era do Rádio.

E ele, seguiu os passos da mãe. No início da década de 90 fez a primeira tour pela Europa e em 2005, foi finalista no Festival de Benidorm, alcançando o primeiro lugar através do voto do público.

Corria o ano de 2008, quando se apaixona por Lisboa e passa a residir em Portugal, onde compõem o seu primeiro single (2012). Em 2014, dá os primeiros passos na 7ª arte. É convidado para participar na longa-metragem, “Estive em Lisboa e lembrei de você”, de José Barahwona.

No ano seguinte, mais um convite para o cinema, desta vez para a participação no filme de Marco Martins, ”São Jorge” protagonizado por Nuno Lopes, premiado recentemente no Festival de Veneza.

No decorrer de 2017, Rodrigo Almeida, apresenta seu lado mais romântico com um álbum que agora pode ser conferido e que assume o nome do 1º single editado em Portugal – “Infinito”. Com uma voz e interpretação que representam uma lufada de ar fresco, este novo trabalho sintetiza a obra. No repertório; “Briguinha boba”, “Eu quero te dar”, “O destino e o cupido”, “Surpresas de amor”, “Nosso mundo” e a balada romântica “Assim já não dá mais”, entre outras.

“O 1º single extraído deste álbum foi o cartão de visita deste novo CD, que representam a forma de estar e de encarar a música num álbum que no presente, olha o “Infinito”, atesta Rodrigo.

No palco, ganha reforço no show de Frederico Lopes - Bateria, Hélder Almeida - Guitarra, Daniel Louro - Teclados, Nelson Menezes - Baixo e Bruno Costa - Trompete e Teclado. O show leva em torno de 1h30

Foto de Edgar Raphael

23 de NOV – quinta – show às 20h30 / 2º Andar

Entrada: R$ 50,00

Cais do Oriente

Rua do Ouvidor - nº 12 / Centro / Rio


Tel. 2509 2697

Aberto de segunda a sábado:

- Abre às 11h30 / 2ª e 3ª, até às 17h / 4ª, 5 e 6ª, até 23h / sábado, até 19h

Aceita os cartões: Amex / Visa / Master / Dinner

Aceita o tíquete: Visa Vale

Ar condicionado

Capacidade de lugares: 1º andar: 100 / Mezzanino: 12 / 2º Andar: 150

https://www.facebook.com/CaisdoOriente.Oficial/

http://www.caisdooriente.net
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21 de nov de 2017

A atriz Duaia Assumpção estreia curtíssima temporada do espetáculo “4-Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens” no Teatro Glaucio Gill, em Copacabana. A peça, que conta com 3 apresentações, está de volta para a comemoração dos 30 de carreira da atriz, autora e diretora do espetáculo.



4 – Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens
No Teatro Glaucio Gill
Curta temporada


A atriz Duaia Assumpção estreia curtíssima temporada do espetáculo “4-Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens” no Teatro Glaucio Gill, em Copacabana. A peça, que conta com 3 apresentações, está de volta para a comemoração dos 30 anos de carreira da atriz, autora e diretora do espetáculo.

“O solo brinca com as sensações, cheiros, detalhes que são colocados em destaque. Durante a peça trabalho a mistura de teatro e cinema", revela a atriz Duaia Assumpção

4 – Peça de Câmara para 1 Atriz e 4, traz quatro personagens: uma mulher, uma velha, uma garota e um homem. Na peça, a Velha conta à Garota, sua neta, que o filho Homem quer matá-la. Sem saber disso, o homem volta ao lar que abandonou porque pressente que a Velha, sua mãe, vai morrer, reencontrando a Mulher e a Garota, sua filha.

Duaia Assumpção escreveu o texto, que recebeu o Prêmio Funarte de Estímulo à Dramaturgia 1996, há 20 anos. No espetáculo, Duaia conta com supervisões dos mais que premiados Domingos Oliveira (direção), Joaquim Assis (dramaturgia), Jacyan Castilho (movimento) e Ronald Teixeira (arte). A luz é de Mônica Diniz e os inserts sonoros de Joaquim Assis.

Ficha Técnica
Texto, Direção e atuação: Duaia Assumpção 
Supervisão de Dramaturgia de Joaquim Assis
Supervisão de Direção de Domingos Oliveira
Supervisão de Movimento de Jacyan Castilho
Supervisão de Arte de Ronald Teixeira

Serviço
“4 - Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens”
Local: Teatro Glaucio Gill
Endereço: Praça Cardeal Arcoverde, s/n - Copacabana
Data: 16, 23 e 30 de novembro
Horários: sessões às 17h30 e às 20h
Classificação: 12 anos
Gênero: Monólogo
Duração: 50 minutos
Valor do Ingresso: R$ 40,00
Bilheteria: horário de abertura 16h
Capacidade: 150 lugares

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Exposição “Abismo”, de José Tannuri, na Tramas Arte Contemporânea (RJ) Inauguração, Terça-feira, dia 21 de novembro, às 19h.



Inauguração da exposição “Abismo”, de José Tannuri, na Tramas Arte Contemporânea (RJ)




Terça-feira, dia 21 de novembro, às 19h.


A Tramas Arte Contemporânea apresenta ‘Abismo’, nova exposição individual do carioca José Tannuri. O artista volta à galeria, após quatro anos de sua última individual no local (em ‘Urbânico’, 2013), com trabalhos realizados em cores chapadas sobre páginas de jornal e investiga a borda que contorna os abismos, aqueles que construímos.


A série, realizada entre 2016 e 2017 no seu ateliê em Santa Teresa, apresenta trampolins e plataformas projetadas sobre o vazio, além de outras arquiteturas ambivalentes em pinturas sobre jornal, material que Tannuri domina já que é especialista em papel reciclado. 




“Ao menos desde 2003, quando realizou a instalação ‘Muros’, no Centro Cultural Sérgio Porto, o artista aponta criticamente a dominação e o homogêneo. Tannuri manipula o jornal literal e, simbolicamente, suas páginas são como território de países, limites de suas fronteiras físicas, culturais, sociais e econômicas. Se em trabalhos anteriores, como ‘Vazios’ (2005) no Paço Imperial, a arquitetura é transfigurada por volumes monumentais de papelão, aqui os pequenos e médios formatos condensam a imensidão. Espaços aparentemente vazios, pois não há a presença direta do corpo, sinalizam a solidão dos que vivem entre muitos. Na série Abismo, o azul intenso e profundo (patenteado pelo artista francês Yves Klein, que realizou Salto no Vazio, em 1960), ora é fosso ora dissimulada correnteza que abre margens vizinhas às próprias bordas do papel. Cada horizonte é desalinhado por seu próprio abismo", escreve Luiza Interlenghi, curadora da exposição.


Sobre o artista:
Nascido no Rio de Janeiro, José Tannuri fez sua primeira exposição em 1998. Participou de mostras internacionais como a 10a Bienal de Havana e uma individual na Frederico Seve Gallery, em Nova York. Atualmente trabalha com projetos instalativos, performance, fotografia, pintura e desenho sobre jornal. Em seu eixo temático, objetos como arquitetura, cidade, construção de paisagens, abismos e passagens são relevados em seu processo.

Sobre a Tramas Arte Contemporânea:
Desde a sua fundação, em 2009, no bairro de Copacabana (RJ), a Tramas Arte Contemporâneavem atuando na difusão de artistas contemporâneos buscando a valorização de suas diversidades estéticas e conceituais. A galeria tem como objetivo propiciar o diálogo entre artistas e público, acreditando na intensa parceria construída ao longo dos últimos anos entre os mesmos, promovendo assim um espaço de discussão e reflexão da arte contemporânea brasileira. Sua programação norteia-se na pluralidade artística, apontando e incentivando a criatividade e aprofundamento conceitual no que tange as produções artísticas de seus artistas representados. Artistas representados: Evandro Prado, Fernando Ribeiro, Geraldo Melo, Henrique Pontual, José Tannuri, Leonardo Ramadinha, Marcelo Catalano, Osmar Dillon, Renan Cepada, Renato Sant’Ana e Yara Dewachter.

Serviço:
Inauguração Exposição ‘Abismo’, de José Tannuri
Terça-feira, dia 21 de novembro de 2017, às 19h.
Encerramento: dia 16 de dezembro de 2017
Curadoria: Luiza Interlenghi

Local:
Tramas Arte Contemporânea
Shopping Cassino Atlântico
Av. Atlântica 4240, Loja 219. Copacabana, Rio de Janeiro contato@tramasgaleriadearte.com.br| Tel: 55 21 2287-2036

Funcionamento: de segunda à sexta, das 10h às 19h. Sábados, das 12h às 18h.

Entrada gratuita

Links:

https://www.instagram.com/tramasartecontemporanea/
https://www.facebook.com/TramasGaleriaDeArte
https://issuu.com/tramasgaleriadearte
https://www.linkedin.com/in/tramas-arte-contempor%C3%A2nea-b86917141/

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Hoje, dia 21/11no Vizinha123 acontece o show da Dora Toiá + lançamento do terceiro vídeo do projeto Live Session


Dora Toiá se apresenta na Vizinha 123, terça, dia 21
Cantora e compositora apresenta aos cariocas o show "Conversa" e lança mais um vídeo do projeto Live Session

Dora Toiá ainda é um nome desconhecido de grande parte do público mas, aos poucos, a cantora e compositora vem mostrando que faz parte de uma cena musical consolidada batizada de "Nova MPB".

Na terça, dia 21 de novembro, a artista vai se apresentar na Vizinha 123, uma espécie de casa de show e bar cult, localizado em Botafogo, ao lado da tradicional Casa da Matriz. Ao lado do prestigiado músico e produtor Fernando Caneca e do pianista e acordeonista argentino Lautano Michaux, Dora Tóia cantará canções de seu primeiro álbum "Conversa" , lançado em 2016, num show acústico que ressalta as composições da forma mais próxima da sua concepção original.

Com um timbre pouco convencional, interpretação marcante e sonoridades próprias, o repertório do show deixa claro sua verve romântica e um "quê" de trilha sonora afetiva. Entre canções autorais e releituras que costuram o roteiro do show que tem direção deVytória Rudan, Dora Tóia expõe suas referências musicais e vem chamando a atenção de nomes importantes do mercado fonográfico como a do produtor musical Rodrigo Vidal e da diretora global Alice Demier.

O resultado desse "encontro" entre o quarteto, foi a produção de algumas Live Session. O primeiro vídeo traz a canção inédita "Agora" que dá nome a todo projeto. O segundo vídeo da Live Session mostra Dora Toiá revisitando um clássico de Lô e Marcio Borges, "Quem sabe isso quer dizer amor". Filmado no Rio, sob direção geral de Demier, direção musical de Vidal, direção artística de Vytória Rudan e arranjos de Fernando Caneca, o próximo vídeo será lançado no dia 21 de novembro, pouco antes do show que a artista fará na Vizinha 123.

Sobre Dora Toiá
Nascida em Nova Friburgo, é radicada no Rio desde fevereiro de 2005. Ainda criança descobriu afinidade com a música e incentivada por seu pai, também cantor e compositor, entrou em contato com suas primeiras referências musicais. Em 2010, deu início ao projeto de seu primeiro álbum. Foram quase 5 anos se dedicando a todo processo criativo e artístico até que se sentiu pronta para entrar em estúdio e gravar. Neste longo processo de amadurecimento como compositora e definição de sonoridades, encontrou em Vytória Rudan uma grande parceira. Lançado digitalmente em outubro de 2016, "Conversa" foi produzido por Fernando Caneca e o resultado deste "encontro" é um álbum de música brasileira com pegada pop dando destaque os arranjos e a voz marcante.

Além do próprio Fernando Caneca (violões e guitarras) participaram da gravação de "Conversa" os músicos Fernando Nunes (Baixo), Cesinha (Bateria), Maycon Ananias (Teclados) e Marco Lobo (percussão).

Faixas de "Conversa"
1- Dona Aurora – Vytória Rudan / Manoel Gandra / Dora Toiá
2- Janela - Dora Toiá / Vytória Rudan
3- Cantinho - Dora Toiá / Fernando Caneca / Vytória Rudan / Eugenio Dale
4- Conversa - Dora Toiá / Vytória Rudan
5- Vem comigo - Dora Toiá / Vytória Rudan
6- Amantes - Vytória Rudan / Manoel Gandra
7- Longe - Dora Toiá / Vytória Rudan / Manoel Gandra
8- De Ninguém Mais - Dora Toiá / Vytória Rudan
9- Vamos ao que interessa - Dora Toiá / Vytória Rudan

Serviço: show Dora Toiá + lançamento do terceiro vídeo do projeto Live Session
Local: Vizinha 123 - R. Henrique de Novais, 123 - Botafogo / RJ
Dia: 21 de novembro (terça-feira)
Horário: 21h
Ingressos: R$ 20
Mais informações: (21) 2226 - 9691 l www.facebook.com/dora.toia

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20 de nov de 2017

Amanhã, dia 21/11 Tulipa Ruiz traz lançamento de show TU ao Theatro NET RIO


Tulipa Ruiz traz lançamento de show TU ao Theatro NET RIO.

Nude, Tulipa Ruiz lança seu quarto álbum, "TU"



TU, com letra maiúscula. Em capslock para acentuar a grafia da palavra e assim mergulhar em seu significado. TU sou eu e é você. TU é a gente. Tu também é dois. Two. Eu e Gustavo, meu irmão e parceiro musical. Tu é para. É oferenda. A ideia do disco nasceu a partir de uma gira que fizemos voz e violão, formato que eu gosto de chamar de “nude”, porque é como se as músicas estivessem peladas. Tocar as músicas desse jeito nos aproximou da espinha dorsal de cada canção. E fiquei com vontade de gravá-las assim: um violão, uma voz e algumas poucas percussões.

Este é o conceito do disco. Sobretudo em um momento onde a tecnologia nos dispersa e a overdose de informação nos sobrecarrega, quis fazer um disco mais íntimo, mais próximo, mais cru. Em tempos de relações rasas, esse é um disco que me aproxima do ritual da fogueira. Do olho no olho. Dos meus amigos. Os antigos e os novos. Os da floresta e os da cidade. Tu sou eu, Gustavo e Stéphane San Juan. Gustavo no violão e na inventação das músicas junto comigo. Stephane nas percussões. Os dois na produção do disco. Scotty Hard foi o engenheiro de som.

A primeira intuição que tivemos para TU é que seria um disco de releituras, mas durante o processo músicas novas apareceram. Cinco novas e quatro releituras. Ao todo são nove e eu gostei desse número porque o 9 contém a experiência de todos os números anteriores. Tem a ver com o conceito do disco: incorporar em sua atmosfera e existência a experiência dos discos anteriores.

Das regravações, vieram a minha "Pedrinho" e "Desinibida", parceria com o músico português Tomás Cunha Ferreira, da banda Os Quais. Elas entraram para o disco porque trazem personagens livres e gente livre merece destaque. São praticamente a mesma pessoa. "Algo Maior" (minha, do Gustavo e do meu pai Luiz Chagas) e "Dois Cafés" (minha e do Gustavo) foram relidas porque que precisavam ser ditas de novo. Foram tocadas poucas vezes nos shows com banda e verbalizá-las me fortalece.

Das novas, fiz “Pólen”. “Game” e “Tu” são parcerias com Gustavo. “Terrorista del Amor” é a minha segunda experiência em uma composição coletiva (a primeira foi em Víbora). É uma parceria com Ava Rocha, Paola Alfamor, Gustavo Ruiz e Saulo Duarte.  “Pedra”, que fecha o disco, é uma música feita pelo meu pai, Luiz Chagas, no ano em que nasci e que nunca tinha sido gravada. Tenho dois convidados muito especiais no disco. Mauro Refosco, em “Algo Maior” e Adan Jodorowsky em “Terrorista del Amor”.

Gravamos as músicas no estúdio do Scotty, no Brooklyn, em duas semanas. Incrível o jeito que ele capta e o som. O violão do Gustavo ficou especial. Impressionante a sintonia que se deu entre a gente e a contribuição de cada um. Gustavo na arregimentação de tudo e na percepção da minha musicalidade. Stepháne, com seu olhar estrangeiro de francês radicado no Rio e no Mali, levou nossas músicas para novos lugares e, além de um ar cosmopolita, trouxe ancestralidade para a nossa fogueira.

Este é o nosso primeiro projeto 100% digital. E escolhemos como parceiros a ONErpm, que nos acolheu de braços abertos no Brasil e em Nova York colocando toda sua estrutura à nossa disposição. As parcerias foram fundamentais para que TU se materializasse.

Esse disco também é resultado de nossas andanças. Nos dois últimos anos tocamos muito pela América Latina, sobretudo México, e TU também vem da vontade de dialogar mais com que está ao nosso redor e parece distante pela barreira da língua.

Esse disco me aproxima de todos os meus cordões umbilicais.

SERVIÇO:

TULIPA RUIZ
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).
Horário: 21h.
Data: 21 DE NOVEMBRO.
Classificação:  12 anos.
Duração: 60 minutos.
Ingresso: R$ 100,00 (plateia) R$ 80,00 (frisa e balcão).
Direito à meia entrada e descontos :  http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html
Capacidade do Teatro: 622 lugares.
Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060
Site: www.theatronetrio.com.br
Vendas pela internet:  www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.
Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido - (11) 4003 - 1212
Atendimento pós venda Ingresso Rápido - (11) 4003 - 2051
Informações sobre ponto de venda da Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone - (11) 4003 - 1212
Horário de funcionamento - Todos os dias das 10h às 18h.
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Reservas para grupos: Beatriz Barcelos - beatrizbarcelos@brainmais.com
Somente pelo telefone: (21) 96629 - 0012
Horário de atendimento - De Segunda a Sábado de 14h às 21h.
Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.
Acessibilidade
Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

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CAROLINA MARIA DE JESUS, "DIÁRIO DE BITITA", EM CARTAZ, DE 9 DE NOVEMBRO A 8 DE DEZEMBRO NA SALA BADEN POWELL

CAROLINA MARIA DE JESUS, "DIÁRIO DE BITITA", EM CARTAZ, DE 9 DE NOVEMBRO A 8 DE DEZEMBRO NA SALA BADEN POWELL

A peça é uma adaptação das obras “Quarto de Despejo” e “Diário de Bitita” da escritora mineira Carolina Maria de Jesus. A encenação segue o fluxo de memória de Carolina, refazendo sua trajetória da infância miserável em Sacramento no interior de Minas, quando a chamavam de Bitita, até o lançamento do seu primeiro livro - com enorme sucesso. Uma história surpreendente e inspiradora: A menina que estudou apenas dois anos do primário virou uma grande escritora. 

Em cena, Carolina cata papel nas ruas de São Paulo para sustentar a família. As coisas encontradas lembram os acontecimentos marcantes de sua vida. Ela vai “bititando”, desenhando o espaço, dando alma. Tudo ganha corpo, presença: a alfabetização, o primeiro contato com os livros, os sonhos da meninice, as festas populares, a enfermidade que a obrigou a mendigar, a prisão injusta, a religiosidade, o trabalho na roça, os laços afetivos, a mãe lavadeira, o pai ausente, o avô descendente de escravos, as madrinhas, os meninos que zombavam dela... Personagens de uma história fantástica de superação, inesperada e comovente.


SOBRE CAROLINA MARIA DE JESUS 

Carolina Maria de Jesus nasceu em Sacramento, Minas Gerais, em 1914. Teve uma infância miserável. Foi doméstica e lavradora, sempre explorada. Adoentada, virou andarilha e foi obrigada a mendigar. Estudou apenas dois anos do primário, nesse tempo aprendeu a ler e se apaixonou pelos livros. Foi presa e espancada porque lia um dicionário, pensaram que era livro de bruxa.

Adulta foi morar no Canindé, uma das primeiras favelas de São Paulo, onde construiu seu próprio barraco. Muitas vezes teve que comer lixo para enfrentar a fome. Nunca se casou e sustentou os três filhos sozinha catando papel nas ruas. Nos anos 50 começou a escrever em cadernos que encontrava no lixo e conseguiu o improvável: se tornar uma grande escritora reconhecida mundialmente.

O jornalista Audálio Dantas foi fazer uma matéria na favela e descobriu Carolina. Seu primeiro livro “Quarto de Despejo” foi editado em 1960 com enorme sucesso. A primeira edição bateu recorde de vendas no Brasil, foi traduzida em várias línguas em mais de 40 países.

Com a linguagem dos despossuídos, ela fez de sua obra um meio de denúncia sociopolítica, trazendo o testemunho de sua vida e fazendo deste um libelo contra a opressão, um manifesto contra a intolerância e qualquer forma de discriminação e preconceito de raça e gênero.

Mas o interesse por aquela figura exótica – a negra favelada semianalfabeta que escrevia livros – durou pouco. O mercado editorial queria rotular Carolina e publicar apenas diários da favela, mas ela recusou esse papel, queria escrever outras coisas e publicou poesia e romance, às vezes com recursos próprios, que pouca gente leu. Também gravou um disco cantando músicas de sua autoria.

Carolina faleceu em 1977. Na época ela morava numa casa de alvenaria fora do Canindé. Antes de morrer Carolina entregou o manuscrito de Diário de Bitita para jornalistas franceses. O livro foi publicado na França depois de sua morte e muito tempo depois no Brasil.

Hoje sua obra é estudada e referenciada mundo afora e deu origem a centenas de teses acadêmicas, sites, documentários, especiais de TV, HQ, exposições, blocos de carnaval e peças teatrais. Carolina virou nome de rua, assim como creches, escolas e museus em todo país.

Ela foi incluída na Antologia de Escritoras Negras de Nova York e no Dicionário Mundial de Mulheres Notáveis de Lisboa.


FICHA TÉCNICA:
Incentivo: Janela Eventos
Realização: Casa Forte Produções Culturais e Esportivas e
Rotunda e Bambolina Produções Artísticas
Produção: Andréia Ribeiro, Gabriela Buono Calainho e Ramon Botelho
Adaptação do texto, direção artística e cenário: Ramon Botelho
Interpretação: Andréia Ribeiro
Assistente de Direção e contribuição textual: Gabriela Buono Calainho
Administração de produção: Diego Sanzana e Iara Marques
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Trilha Original: Marco Lyrio
Figurinos: Wagner Louza
Programação visual: Rafael Paschoal
Suporte de produção: Mario Cezar Ribeiro Soares
Suporte técnico: Toty Colonna
Engenheiro de áudio: Thiago Frazão
Costureira: Railda Lima
Adereços: Sinhá Recicla (ONG Uberlândia/ MG)
Visagismo: Sidnei Oliveira
Fotografia: Dalton Valério
Foto de Andréia com D. Ruth Souza: Katia Ribeiro
Cenotécnico: Rostand Albuquerque (Galpão 6centos)
Operador de luz: Fábio Schuenck Nogueira
Operador de som: Beta Schneider
Contrarregra: Thiago Gouveia

PEÇA TEATRAL: CAROLINA MARIA DE JESUS, DIÁRIO DE BITITA
LOCAL: Sala Baden Powell
ENDEREÇO: Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360
TELEFONE: (21) 2547-9147
INGRESSOS NA BILHETERIA: de quarta a domingo a partir das 14 h.
PELA INTERNET: www.sympla.com.br/diariodebitita
DATA: De 09 de novembro a 08 de dezembro de 2017, quintas e sextas
HORÁRIO: 20:00 h
INGRESSOS: R$30,00 (inteira) / R$15,00 (meia-entrada)
FAIXA ETÁRIA: 14 anos
GÊNERO: Drama
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 1 hora

Agenda Cultural RJ
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Mostra Leon Hirszman 80 Anos


Mostra Leon Hirszman 80 Anos

Neste mês de novembro de 2017 completam-se 80 anos do nascimento do diretor Leon Hirszman.
Em homenagem à vida e à obra desse grande artista do cinema brasileiro, responsável pela direção de clássicos como São Bernardo, Partido Alto e Eles Não Usam Black-Tie, o Memorial Municipal Getúlio Vargas organizou essa mostra com os principais filmes do diretor.

Todas as sessão serão seguidas de debate com críticos, pesquisadores, colaboradores e amigos do homenageado. A composição das mesas será divulgada em breve.

O evento é totalmente gratuito e sem obrigatoriedade de inscrições prévias. Sujeito à lotação.


PROGRAMAÇÃO

08/11
16h - Nelson Cavaquinho + Partido-Alto
17h - Debate com Kátia Costa Santos e Maurício Barros de Castro

18h - Cantos de Trabalho + São Bernardo
20h - Debate com Cacá Diegues, Hernani Heffner, Filippo Pitanga e Othon Bastos (aguardando confirmação)

15/11
16h - ABC da Greve
18h - Eles Não Usam Black-Tie
20h - Debate com Samantha Brasil, Ana Paula Ribeiro Alves, Milton Gonçalves e Bete Mendes (aguardando confirmação)

22/11

16h - Imagens do Inconsciente
20h - Debate com Patrícia Reinheimer e Joel Birman

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SÍTIO DO PICAPAU AMARELO / Sábados, Domingos e Feriados (15 e 20/11), às 17 horas.


Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea

Sítio do Picapau Amarelo

Espetáculo teatral infantil com adaptação da obra de Monteiro Lobato é homenagem aos 40 anos da primeira exibição da série na TV


O Sítio do Picapau Amarelo, série de livros infantis do escritor brasileiro Monteiro Lobato entre 1920 e 1947, virou um clássico aclamado mundo afora. Os personagens saltaram das páginas dos livros para os quadrinhos, foram parar na TV e, agora, encantam crianças e adultos com espetáculo teatral infantil no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea. A peça em cartaz até o dia 04 de março de 2018, sempre aos sábados, domingos e feriados dos dias 15 e 20 de novembro, às 17h, t em duração de 60 minutos, é uma grande homenagem aos 40 anos da primeira exibição do Sítio do Picapau Amarelo, na TV Globo, e também ao centenário de Monteiro Lobato, que faria 135 anos neste ano, se fosse vivo.

Monteiro Lobato (1882-1948) foi o primeiro a escrever para crianças. Falar da literatura infantil no Brasil é reviver as travessuras e reflexões da boneca de pano Emília, ao lado de seus amigos Narizinho, Pedrinho, Visconde de Sabugosa, Tia Anastácia e Dona Benta; entre tantos outros personagens. Agora, adultos, vovôs e vovós poderão levar seus pequenos para conhecer a fábula que marcou a vida de muitos deles, promovendo o encontro com a literatura brasileira, tão rica e reconhecida mundialmente.

A adaptação e direção geral de Ricardo Silva leva ao palco os atores Julia Gusmão (Emília), Luiza Vieira (Narizinho), Nicolas Freitas (Pedrinho), Raquel Penner (Cuca), Cristina Fracho (D. Benta e Carochinha), Cristina Guimarães (Tia Nastácia e Graulina), Wanderson Bernardo (Saci e Tio Barnabé), Guilherme Gutierrez (Príncipe Escamado e Rabicó) e Victor Salzeda (Dr. Caramujo e Visconde de Sabugosa) dando vida aos personagens que, por vezes, dançam embalados por banda com música ao vivo.

Com realização da Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando, a peça é voltada para as crianças. As companhias acreditam na importância de levar para os palcos, textos nacionais, valorizando assim, os nossos autores e a nossa pátria. Na direção musical Victor Salzeda comanda os músicos Camila Ferolla (percusssão), Juan Paz (violão) e Natan Figueiredo (flauta). As coreografias são de Cristina Guimarães. A homenagem recebeu programação visual e pinturas em aquarela de Bianca Oliveira. Já a produção executiva é de Luciana Vieira, da Tambores Produção.

“Monteiro Lobato foi um dos escritores brasileiros mais influentes, e ganhou destaque no panorama da literatura infantil, com a sua obra “Sítio do Picapau Amarelo”. Apresentar um espetáculo com histórias adaptadas a partir desta obra, significa levar para o público infantil personagens com a essência puramente brasileira, trazendo à tona, um sentimento de resgate da nossa infância, de brincadeiras antigas de criança, de lembranças dos nossos avós e de suas histórias, e de um Brasil com seus rios, suas árvores frutíferas e sua fauna valorizados e preservados. Por isso, estamos certos de que, através de uma vasta pesquisa realizada pela companhia, da experiência da nossa equipe envolvida, e do amor pela obra de Monteiro Lobato, realizaremos uma montagem digna, alegre e divertida, que agradará tanto as crianças, quanto os pais, avós e familiares que irão ao teatro”, afirma Ricardo Silva, responsável pela adaptação e direção geral da peça Sítio do Picapau Amarelo.

Muito mais do apenas entreter por meio do teatro, a Cia. Teatral Sassaricando busca com a peça Sítio do Picapau Amarelo valorizar a cultura brasileira, seus autores e suas obras; resgatar a leitura e o contato com o livro físico; estimular o contato das crianças com brincadeiras de roda, soltar pipa, tomar banho de rio, brincar com peão, entre tantas outras que fizeram parte, durante anos, da infância de muitas crianças. A peça teatral nasce no resgate lúdico, no folclore, na imaginação e na importância que ela nos oferece dentro do contexto social, político e econômico.

“Monteiro Lobato não economizou em retratar o nosso Brasil de forma rica, detalhada e lúdica, onde a criança pudesse entender com simplicidade a matemática, geografia, história, usando da própria literatura para falar do amor a natureza e sua preservação, e a alegria de viver. Como dizia ele, ‘Um país se faz com homens e livros’. A adaptação desta história permeia entre a fantasia e a realidade levando as crianças a revelar-se bem dotados de senso crítico, julgando as histórias de “vó” com muito critério e segurança. É um trabalho que deseja promover o reencontro dos avós, pais e familiares que irão ao assistir à peça de teatro, com as lembranças que possuem da primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo, que foi um grande sucesso de 1977 a 1986, nos noves anos que ficou no ar”, destaca a produtora executiva Luciana Vieira.

FICHA TÉCNICA

.Adaptação, Direção Geral e Cenografia: Ricardo Silva
.Direção Musical: Victor Salzeda

.Elenco: Julia Gusmão (Emília), Luiza Vieira (Narizinho), Nicolas Freitas (Pedrinho), Raquel Penner (Cuca), Cristina Fracho (D. Benta e Carochinha), Cristina Guimarães (Tia Nastácia e Graulina), Wanderson Bernardo (Saci e Tio Barnabé), Guilherme Gutierrez (Príncipe Escamado e Rabicó) e Victor Salzeda (Dr. Caramujo e Visconde de Sabugosa).
.Músicos: Camila Ferolla (Percusssão), Juan Paz (Violão) e Natan Figueiredo (Flauta)
.Stand-Ins: Matheus Lana, Giovanna Sassi, Luiza Lewicki, Bianca Pontes e Fernanda Guerreiro
.Coreografias: Cristina Guimarães
.Design de Luz: Ricardo Lyra Jr.
.Progr. Visual e Pinturas em Aquarela: Bianca Oliveira
.Elaboração do Projeto: Raquel Penner
.Camareira, Contra-Regra e Assist. de Produção: Eloisa Guimarães
.Operação de Som: Alexandre Magalhães
.Produção Executiva: Luciana Vieira (Tambores Produções)
.Realização: Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando
.Fotos de cena: Brunno Dantas
.Assessoria de Imprensa: Fernanda Con’Andra (FECON Comunicação Estratégica)

SERVIÇO
SÍTIO DO PICAPAU AMARELO
Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea (R. Marquês de São Vicente, 52 - Gávea, Rio de Janeiro). Dias e horários: Sábados, Domingos e Feriados (15 e 20/11), às 17 horas. Temporada até 04 de março de 2018. Duração: 60 minutos. Gênero: Infantil. Informações: (21) 2274-9895. Contato: tamboresproducoes@gmail.com. Ingressos: Bilheteria do Teatro: R$ 60 (inteira) / R$ 30 (meia). Ingresso Rápido (antecipados): http://bit.ly/ingressorapido2zfkBtD

Página no Facebook: https://www.facebook.com/sitiodopicapauamarelogavea

Como chegar: carro (estacionamento no shopping), ônibus, Metrô na Superfície (Botafogo-Gavea|Estação Marquês de São Vicente)

Agenda Cultural RJ 
 Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos.
Divulgação de Midia Online.
 #agendaculturalrj
  

Montagem inédita marca parceria entre a Cia Ao Lado e o diretor Delson Antunes faz curta temporada no Teatro Municipal Café Pequeno, terças e quartas, 20h.


Comédia “A peça ao lado”, inspirada na obra de Jean Tardieu, em cartaz ate dia 22 de novembro,no Teatro Municipal Cafe Pequeno.

Montagem inédita marca parceria entre a Cia Ao Lado e o diretor Delson Antunes faz curta temporada no Teatro Municipal Café Pequeno, terças e quartas, 20h. 






Foto: Elisa Mendes

Durante uma noite chuvosa, um grupo de atores mambembes ocupa um teatro público no intuito de se proteger. Encantado com o local, encontra textos do dramaturgo francês Jean Tardieu e inicia encenações divertidíssimas. Com humor ácido, crítico e um texto livremente inspirado no universo de Tardieu e em Dario Fo, a montagem inédita de “A Peça ao Lado” marca a primeira parceria entre a “Cia Ao Lado” e o diretor Delson Antunes, que também assina a adaptação do texto ao lado de Victor Lósso e dos atores da Cia Ao Lado. 

A peça conta ainda com a pesquisa de Clown e Bufão orientada por Daniela Carmona e traz no elenco João Telles, Luíza Surreaux, Marcos Guian, Milla Fernandez e Valléria Freire, acompanhados pelos músicos Dani Ruhm e Pedro Botafogo. O espetáculo reestreia dia 31 de outubro e fica em cartaz às terças e quartas-feiras, às 20h, até o dia 22 de novembro.

“A Peça ao Lado é um espetáculo construído com diversas referências da comédia universal, como a Commedia dell’art, o melodrama e a farsa. O roteiro é o resultado de uma pesquisa de linguagens, com um grupo de jovens atores. É uma comédia aparentemente despretensiosa, mas, além de divertir, aos poucos se torna uma reflexão crítica sobre o teatro e sobre alguns valores da nossa sociedade. Uma homenagem aos artistas que dedicaram as suas vidas a essa arte milenar e seu poder de comunicar, emocionar e transformar o homem”, conta Delson, que desde o final de 2016 se reúne com os atores num processo colaborativo.

A falta de lugares para se apresentar, o emparelhamento da máquina pública, o não reconhecimento de artistas mambembes e qualquer outra crítica social não são apenas meras coincidências com a realidade atual do país. Essas coincidências são abordadas de maneira a levar o público à reflexão.

“Estou muito grata a toda a equipe envolvida no projeto, cada um foi se chegando a seu tempo e contribuindo da melhor forma possível. Tudo isso deu muito confiança para todos nós atores, que iniciamos este encontro em um curso de teatro e agora vamos levar o resultado para o público” – diz Valléria, realizadora e atriz da peça.

A peça reflete sobre a profissão do teatro fora do glamour dos palcos e do audiovisual. Do grupo mambembe, de rua, que se alimenta puramente do amor à arte. O desafio foi criar uma dramaturgia que amarrasse os esquetes do texto de Tardieu.

“O grupo se reúne com os diretores desde o ano passado, debatendo sob qual trama gostaríamos que esses esquetes fossem apresentados. O resultado veio desses encontros e de improvisos que foram feitos durante os ensaios. Busca-se a crítica à seletividade artística e a criminalização da arte, tão presente atualmente. Não é à toa que os personagens são inspirados em bufões que são, em sua essência, dejetos, perdedores sociais. Ao mesmo tempo, celebra-se e promove o enaltecimento ao teatro”, conclui Victor Lósso, que assina a adaptação.

SINOPSE: Um grupo de teatro mambembe se apropria de Jean Tardieu, realizando uma reflexão jocosa sobre o fazer teatral.

FICHA TÉCNICA
Texto: Inspirado em Jean Tardieu
Adaptação: Delson Antunes, Victor Lósso e Cia Ao Lado
Tradução de Uma Peça por Outra: Grupo Tapa
Direção: Delson Antunes
Elenco: João Telles, Luíza Surreaux, Marcos Guian, Milla Fernandez e Valléria Freire
Pesquisa de Clown e Bufão: Daniela Carmona
Músicos: Dani Ruhm e Pedro Botafogo
Iluminação: Luiz Paulo Nenen
Cenografia: José Dias
Figurino: Desirée Bastos
Direção Musical: João Telles
Assistentes de direção: Kiko do Valle e Rafael Telles
Figurinista assistente e costura: Bruna Falcão
Cenotécnico: Pará Produções e Eventos
Operador de luz: João Pedro Meirelles
Voz em off: Kiko do Valle
Programação visual: Letícia Moraes
Fotógrafa: Elisa Mendes
Assessoria de imprensa: Minas de Ideias
Produção: Valléria Freire
Direção de Produção: Renata Campos
Realização: Valléria Freire

SERVIÇO
A peça ao lado
Reestreia: Dia 31 de outubro
Horário: Terças e quartas-feiras – 20h
Local: Teatro Municipal Café Pequeno
Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269 – Leblon - Telefone: 21 2294-4480
Temporada: Até dia 22 de novembro
Classificação: 12 anos
Preço: R$ 40,00 inteira / R$ 20,00 meia
Duração: 60 min.
Gênero: Comédia

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