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30 de nov de 2017

Orquestra Maré do Amanhã , concerto de encerramento da Temporada 2017 , dia 3/12 , Com a presença ilustre da “roqueira” Valentina Francisco*, finalista do The Voice Kids



Orquestra Maré do Amanhã e Valentina Francisco apresentam
NATAL ROCK no Teatro XP Investimentos

O concerto de encerramento da Temporada 2017 da Orquestra Maré do Amanhã promete ser inusitado. Com a presença ilustre da “roqueira” Valentina Francisco*, finalista do The Voice Kids deste ano, a orquestra promete um Natal com muito Rock. Será no próximo dia 03 de dezembro, domingo, às 11h, no Teatro XP Investimentos, no Leblon. E o melhor: com entrada franca.



Com um repertório bem eclético, o concerto certamente encantará o público. Valentina Francisco, dona de uma voz que faz lembrar Janis Joplin, interpretará canções como Sweet Child o’mine, Amazing Gracie, Happy Day, Hallelujah, Here, Rolling in the deep, How can I go on, entre outras.
Já a Orquestra Maré do Amanhã cuidará do repertório mais adequado à festa, com um medley de músicas natalinas, além do conhecido Medley Roberto Carlos. Convenhamos, Roberto Carlos já é tão Natal quanto o tradicional Panetone.



O concerto terá ainda um ingrediente especial: o engajamento na campanha Juntos pelo Arthur 

(https://www.facebook.com/arthursmait/). Portador de AME (Atrofia Muscular Espinhal)**, Arthur e sua família conseguiram verba para se mudar para Itália, um dos países onde o tratamento é gratuito. Quem quiser, poderá comprar uma das camisetas da campanha e ajudar a família a se manter na Europa em busca da cura para o pequeno Arthur.
O bonito da história é que cada músico da orquestra, com o que ganham de suas bolsas mensais, comprou uma camiseta para ajudar e se apresentarão especialmente trajados no dia do concerto.

SERVIÇO
QUEM: ORQUESTRA MARÉ DO AMANHÃ E VALENTINA FRANCISCO
QUANDO: 3 DE DEZEMBRO DE 2017, ÀS 11H
ONDE: TEATRO XP INVESTIMENTOS (AV. BARTOLOMEU MITRE, 1314 – AO LADO DA ENTRADA DO HOSPITAL MIGUEL COUTO)
QUANTO: ENTRADA FRANCA
ESTACIONAMENTO PAGO NO LOCAL

* A pequena petropolitana Valentina Francisco arrasou no palco da segunda temporada do The Voice Kids. Dona de uma voz marcante, conquistou o público ao ousar cantar o mais puro Rock’n Roll, sendo a única a arriscar as canções em inglês.
Não foi por acaso que a carioca se tornou a primeira finalista do programa, fazendo parte do time de Carlinhos Brown e obtendo a maior pontuação entre os três classificados para a final.
Valentina Francisco é, desde muito pequena, apaixonada por Rock’n Roll e não se separa de sua guitarra. Costuma dizer, com muita maturidade, que a música é para expressar seus sentimentos, sejam tristes ou felizes.

** Atrofia Muscular Espinhal (AME) é uma doença degenerativa de origem genética, e o seu tipo 1 é chamado de Werdnig-Hoffmann.
Este tipo é caracterizado como o mais grave por apresentar sintomas desde a vida intrauterina, como um baixo movimento fetal. Já nos recém-nascidos afeta desde células do corno inferior até o próprio músculo. Mas a principal causa de óbitos destes pacientes, que na maioria dos casos não conseguem ultrapassar os três anos de idade, é o comprometimento no desenvolvimento do sistema respiratório, que apresenta um retardo fatal para esses pacientes.
Apresentando fraqueza acentuada nas musculaturas distal e proximal, as crianças não conseguem sentar sem apoio, apresentando afundamento do osso esterno.
Além desses sintomas, estão incluídas dificuldades de deglutição e sucção. As pernas tendem ser mais fracas que os braços, apresentando ainda dificuldades para se alimentar, aumento na susceptibilidade a infecções respiratórias persistentes e acúmulo de secreções nos pulmões e garganta.
Arthur está na Itália em tratamento com SPIRAZA, um medicamento revolucionário, e já obteve incontáveis progressos. Por isso a campanha JUNTOS PELO ARTHUR, para que a família possa continuar o tratamento para o pequeno vencer a AME. Seja um anjo do Arthur!

Agenda Cultural RJ 
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
agendaculturalrj@gmail.com
#agendaculturalrj

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Orquestra Maré do Amanhã e Valentina Francisco apresentam NATAL ROCK no Teatro XP Investimentos, dia 3/12 Entrada Franca!



Orquestra Maré do Amanhã e Valentina Francisco apresentam
NATAL ROCK no Teatro XP Investimentos

O concerto de encerramento da Temporada 2017 da Orquestra Maré do Amanhã promete ser inusitado. Com a presença ilustre da “roqueira” Valentina Francisco*, finalista do The Voice Kids deste ano, a orquestra promete um Natal com muito Rock. Será no próximo dia 03 de dezembro, domingo, às 11h, no Teatro XP Investimentos, no Leblon. E o melhor: com entrada franca.



Com um repertório bem eclético, o concerto certamente encantará o público. Valentina Francisco, dona de uma voz que faz lembrar Janis Joplin, interpretará canções como Sweet Child o’mine, Amazing Gracie, Happy Day, Hallelujah, Here, Rolling in the deep, How can I go on, entre outras.
Já a Orquestra Maré do Amanhã cuidará do repertório mais adequado à festa, com um medley de músicas natalinas, além do conhecido Medley Roberto Carlos. Convenhamos, Roberto Carlos já é tão Natal quanto o tradicional Panetone.



O concerto terá ainda um ingrediente especial: o engajamento na campanha Juntos pelo Arthur 

(https://www.facebook.com/arthursmait/). Portador de AME (Atrofia Muscular Espinhal)**, Arthur e sua família conseguiram verba para se mudar para Itália, um dos países onde o tratamento é gratuito. Quem quiser, poderá comprar uma das camisetas da campanha e ajudar a família a se manter na Europa em busca da cura para o pequeno Arthur.
O bonito da história é que cada músico da orquestra, com o que ganham de suas bolsas mensais, comprou uma camiseta para ajudar e se apresentarão especialmente trajados no dia do concerto.

SERVIÇO
QUEM: ORQUESTRA MARÉ DO AMANHÃ E VALENTINA FRANCISCO
QUANDO: 3 DE DEZEMBRO DE 2017, ÀS 11H
ONDE: TEATRO XP INVESTIMENTOS (AV. BARTOLOMEU MITRE, 1314 – AO LADO DA ENTRADA DO HOSPITAL MIGUEL COUTO)
QUANTO: ENTRADA FRANCA
ESTACIONAMENTO PAGO NO LOCAL

* A pequena petropolitana Valentina Francisco arrasou no palco da segunda temporada do The Voice Kids. Dona de uma voz marcante, conquistou o público ao ousar cantar o mais puro Rock’n Roll, sendo a única a arriscar as canções em inglês.
Não foi por acaso que a carioca se tornou a primeira finalista do programa, fazendo parte do time de Carlinhos Brown e obtendo a maior pontuação entre os três classificados para a final.
Valentina Francisco é, desde muito pequena, apaixonada por Rock’n Roll e não se separa de sua guitarra. Costuma dizer, com muita maturidade, que a música é para expressar seus sentimentos, sejam tristes ou felizes.

** Atrofia Muscular Espinhal (AME) é uma doença degenerativa de origem genética, e o seu tipo 1 é chamado de Werdnig-Hoffmann.
Este tipo é caracterizado como o mais grave por apresentar sintomas desde a vida intrauterina, como um baixo movimento fetal. Já nos recém-nascidos afeta desde células do corno inferior até o próprio músculo. Mas a principal causa de óbitos destes pacientes, que na maioria dos casos não conseguem ultrapassar os três anos de idade, é o comprometimento no desenvolvimento do sistema respiratório, que apresenta um retardo fatal para esses pacientes.
Apresentando fraqueza acentuada nas musculaturas distal e proximal, as crianças não conseguem sentar sem apoio, apresentando afundamento do osso esterno.
Além desses sintomas, estão incluídas dificuldades de deglutição e sucção. As pernas tendem ser mais fracas que os braços, apresentando ainda dificuldades para se alimentar, aumento na susceptibilidade a infecções respiratórias persistentes e acúmulo de secreções nos pulmões e garganta.
Arthur está na Itália em tratamento com SPIRAZA, um medicamento revolucionário, e já obteve incontáveis progressos. Por isso a campanha JUNTOS PELO ARTHUR, para que a família possa continuar o tratamento para o pequeno vencer a AME. Seja um anjo do Arthur!

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"Psicóloga Urbana em Promoção" , únicas apresentações, dias 29, 30/11 e 1/12

Psicóloga Urbana em Promoção
Para sanar problemas financeiros, psicóloga passa a atender em meio a multidão de Uruguaiana



Centro da Cidade do Rio de Janeiro. Comércio, burburinho, pessoas indo e vindo, gritos, palavras ao vento, caos. No silêncio do desespero de uma pessoa, vemos a solidariedade de outras.

Uma mulher de meia idade, formada, instruída, inteligente, se perde em seu próprio drama e apresenta para o mundo seu desespero acerca de sua vida profissional. Essa mulher é Gorete: Brasileira, Carioca, psicóloga. Isso é garantia de sucesso? Em sua mente e em seu meio viciado pelos números, em sua descida pelo caminho, garantem à nossa personagem que não.

Uma mulher nordestina, acostumada com a lida diária, em vencer todas as batalhas como se fossem guerras notáveis, se Uma mulher nordestina, acostumada com a lida diária, em vencer todas as batalhas como se fossem guerras notáveis, se distancia de seu mundo e parte para ajudar Gorete. Essa mulher é Norzinha. Brasileira, Pernambucana, camelô, mulher belicosa. Essa mesma mulher, garante que Gorete encontrou a saída para arquivar seu problema. E onde estará essa saída? Ali mesmo... em pleno Centro da Cidade do Rio de Janeiro, em plena Uruguaiana. A mesma onde encontramos o comércio, o burburinho, pessoas indo e vindo, gritos, palavras ao vento, caos. Mas encontramos também, gente. Gente de todas as partes do Brasil, gente que precisa ao menos conversar, gente que precisa falar. Muito astuta e empreendedora, Norzinha aconselha nossa psicóloga, a retornar no dia seguinte, para ali mesmo trabalhar. Ela garante a nossa personagem, que com apenas 10 minutos e por 10,00 Reais, ela conseguirá dar fim em seu problema. Com isso, ajudará muita gente e se ajudará também. Altaíde, que ouve a tudo atentamente, não fica de fora e dá seu palpite. Altaíde? Sim... um Brasileiro, Carioca, esperto, camelô, destemido e engenhoso. Ele tira de sua cartola, a propaganda que transformará à vida de Gorete.

Sinopse:
Psicóloga urbana em promoção! Uma peça que fará você rir e refletir com os vários caminhos que podemos tomar, mesmo quando achamos que tudo está perdido! Venham se consultar!

Serviço – Teatro – Únicas Apresentações
Psicóloga Urbana em Promoção
Texto: Vivianne Santanna
Direção: Eliano Lettieri e Júlio Luz
Elenco: Agnes Léa, Beatriz Cunha, Gustavo Mascarenhas. Juliana Neid, Jéssica Rocha, Lorena Damazio, Lucas da Purificação, Roberto Medeiros, Thaiane Zorastro e Vandoca Lopes

Teatro Armando Gonzaga
Av. Gen. Osvaldo Cordeiro de Farias, 511 - Mal. Hermes
Informações: (21) 23321040
Quarta, quinta e sexta, ás 20h
Duração: 70 minutos
Capacidade: 244 lugares
Classificação etária: 12 anos
Temporada Popular: R$ 20,00
29 de novembro a 01 de dezembro de 2017.

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 ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
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O espetáculo surgiu a partir de uma carta escrita em 2012 pelos guarani e kaiowá em que eles pediam que se decretasse sua morte em vez de tirá-los de suas terras.

“SE EU FOSSE IRACEMA” FAZ CURTA TEMPORADA
NO CENTRO CULTURAL DA JUSTIÇA FEDERAL DE 30/11 A 21/12


Interpretado por Adassa Martins, monólogo do 1COMUM Coletivo volta aos palcos do Rio de Janeiro as quartas e quintas às 19h
Espetáculo inspirado em carta escrita pelos guarani e kaiowá aborda mitos, rituais e a situação indígena no Brasil.

o Contemplado pelos prêmios Shell, APTR e Cesgranrio de melhor figurino (Luiza Fardin) o Indicado ao Shell, APCA e APTR na categoria atriz (Adassa Martins)
o Indicado ao APTR na categoria autor (Fernando Marques)

“O tripé composto de atuação, dramaturgia e direção sustenta uma teatralidade notável”, Valmir Santos – Folha de São Paulo.

“Se eu fosse Iracema fustiga de tal forma nossa adormecida consciência que, após assistir ao espetáculo, certamente todos os espectadores passarão a olhar a questão indígena com outros olhos”, Lionel Fischer.

"Um impulso ético e transformador embala algumas das melhores criações das últimas temporadas e Se Eu Fosse Iracema se une a essa boa safra", Maria Eugênia de Menezes – Estado de São Paulo.

Depois de temporadas bem-sucedidas no Sesc Tijuca, no Sérgio Porto e no Sesc Ipiranga (SP), além de circular por várias cidades e festivais brasileiros, “Se eu fosse Iracema” volta à cidade para curta temporada no Centro Cultural da Justiça Federal de 30 de novembro a 21 de dezembro, as quartas e quintas, às 19h.

O espetáculo surgiu a partir de uma carta escrita em 2012 pelos guarani e kaiowá em que eles pediam que se decretasse sua morte em vez de tirá-los de suas terras. O fato chamou a atenção de Fernando Nicolau e Fernando Marques, diretor e dramaturgo, respectivamente, e ambos começaram uma intensa pesquisa acerca da questão indígena no Brasil. A eles juntou-se a atriz Adassa Martins e os três desenvolveram o primeiro espetáculo do 1COMUM Coletivo, que estreou em abril de 2016. Desde a estreia, o espetáculo tem tido excelente repercussão junto ao público e à crítica. Foi escolhido como melhor figurino pelos Prêmios Shell, APTR e Cesgranrio no ano de 2017, além de indicações para Adassa Martins na categoria atriz no Prêmio Shell, APCA e APTR, e para Fernando Marques na categoria autor no Prêmio APTR.


A peça lança mão de materiais como trechos da Constituição de 1988, falas inspiradas em discursos de ruralistas ou do poder público, mas estrutura-se fundamentalmente em ritos e mitos de passagem ligados às várias fases da vida. “Escolhemos trabalhar o ciclo da vida: a origem do mundo, a infância, a adolescência, a fase adulta na figura da mulher e o ancião, na figura do pajé chegando ao fim do mundo”, explica o diretor. Esse ciclo, no entanto, não é colocado de forma linear e traz referências a etnias diversas. Fernando Marques ressalta que essa variedade “foi fundamental, porque não queríamos falar sobre uma ou outra etnia, mas buscamos um olhar abrangente sobre os povos originários, que são muitos e diversos”.

Entre as referências, estão ainda os trabalhos de autores, artistas, pesquisadores, ativistas e, claro, indígenas, como André D’Elia, Ailton Krenak, Betty Mindlin, Bruce Albert, Daniel Munduruku, Darcy Ribeiro, Davi Kopenawa, Eduardo Viveiros de Castro, José Ribamar Bessa, Manuela Carneiro da Cunha e Raoni Caiapó. Encontros e conversas com estudiosos e lideranças indígenas também fizeram parte do processo.

O espetáculo não tem a intenção de levantar bandeiras, mas de provocar a reflexão sobre um assunto de extrema importância. Adassa Martins ressalta a necessidade “de ecoar essas vozes tão caladas desde 1500. Olhamos tão pouco para os índios, e as questões permanecem as mesmas até hoje”. A atriz conta ainda sobre como desenvolveu uma interlíngua: “Ouvi os pajés e diversos índios falando em documentários e percebi os fonemas mais presentes. A ideia é criar uma fusão do português com uma língua indígena”. Além da interlíngua, há ainda trechos em guarani, traduzidos pelo cineasta indígena Alberto Álvares Guarani.

O figurino de Luiza Fardin, assim como o cenário de Fernando Nicolau, aposta no uso de poucos elementos, mas bastante eloquentes, criando um diálogo com a devastação da natureza, das terras indígenas e do próprio índio. A luz, assinada também por Nicolau, cria ambiências que ressaltam a diversidade de momentos e climas propostos pela dramaturgia e pela direção e que se materializam nos vários tons da atuação de Adassa Martins. A trilha sonora original de João Schmid evidencia transições importantes do espetáculo.


SAIBA MAIS 

FICHA TÉCNICA
Intérprete: Adassa Martins. Dramaturgia: Fernando Marques. Direção: Fernando Nicolau. Iluminação e cenografia: Licurgo Caseira. Figurino e caracterização: Luiza Fardin. Trilha sonora original e desenho de som: João Schmid. Preparação vocal: Ilessi. Direção de arte da comunicação visual e projeto gráfico: Fernando Nicolau. Escultura do busto: Bruno Dante. Fotografia: Imatra. Caracterização das fotos: Luiza Fardin. Assistente de direção: Luca Ayres. Assistente de figurino: Higor Campagnaro.

Cenotécnico: André Salles. Aderecista: Derô Martin. Produção executiva: Clarissa Menezes. Realização e produção: 1COMUM Coletivo. Idealização: Fernando Nicolau e Fernando Marques.

SINOPSE: A peça propõe um olhar sobre o universo indígena brasileiro, transitando entre a tradição a tradição e a sua situação atual. “Se eu fosse Iracema” usa referências que vão de mitos e rituais de várias etnias originárias do país a aspectos como a demarcação de terras e outros direitos fundamentais muitas vezes negligenciados.

SERVIÇO
“SE EU FOSSE IRACEMA”
Temporada: de 30 de novembro a 21 de dezembro - quartas e quintas, às 19h.
Local: Centro Cultural Justiça Federal – Av. Rio Branco 241, Centro. Tel.: 3261-2565
Ingresso: R$ 20 (inteiro) | R$ 10,00 (meia). Bilheteria: das 16h às 19h
Classificação etária: 14 anos. Duração: 60 minutos

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Norsk Fest 2017 🎧 Dia 30 DE NOVEMBRO as 20h. no Teatro Rival


FESTIVAL DE MÚSICA NORUEGUESA - NORSK FEST RIO DE JANEIRO
Qui, 30/11/17, 20:00 TEATRO RIVAL PETROBRAS
Rua Álvaro Alvim, 33/37

 Norsk Fest 2017 🎧 Dia 30 DE NOVEMBRO as 20h. no @teatro.rival
🎧Esse ano a Frost Flake Productions organiza  junto ao consulado geral da #Noruega o seu mais novo projeto, chamado NORSK FEST (festa norueguesa ) que em seu conceito vem para promover a cultura norueguesa no país,  sempre trazendo duas ou três atrações que irão dividir o palco e  apresentar um pouco da música que é produzida pelos noruegueses.
Os artistas que vão aparecer são Sondre Lerche , Greni e Alexander Von Mehren

Ingressos: 90,00 (inteira) e 45 (meia).
Teatro Rival Petrobras
Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33/37
Horário: 20h
Abertura dos portões: 20h
Classificação etária: 18 anos.
Menores entram acompanhados dos pais ou responsáveis legais mediante apresentação de documento.
BILHETERIA OFICIAL - SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

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OBLÍQUOS Exposição individual da artista Flávia Junqueira Curadoria: Isabel Sanson Portella,Em cartaz até 09 de dezembro de 2017

OBLÍQUOS

Lá fora vai um redemoinho de sol

os cavalos do carrossel...

Árvores, pedras, montes, bailam

parados dentro de mim...

Noite absoluta na feira iluminada,

luar no dia de sol lá fora,

E as luzes todas da feira

fazem ruídos dos muros do quintal...

Chuva Oblíqua

Fernando Pessoa


Mais uma vez, Flavia Junqueira nos convida a mergulhar bem fundo nas lembranças, na emoção, na fantasia. As imagens por ela coletadas trazem também o som e o movimento inseparáveis dos carrosséis nos parques de diversão, nas feiras e festas populares. O olhar se perde na beleza dos cavalos de madeira, nas crinas esvoaçantes, no movimento garboso das patas em galope. E eles giram, e tornam a girar, e sobem e descem incansáveis na nossa imaginação, ao som da música singela que acompanha a cavalgada. No carrossel, todos que entram na brincadeira são heróis, soldados ou guerreiros, princesas ou rainhas. Mas os cavalos estão presos, trespassados por um eixo vertical que os impede de alçar voos mais livres. Talvez esse seja o maior dilema, aquilo que mais nos emociona: a força e a vitalidade submetidas. Tudo nos cavalos de carrossel sugere o movimento livre, mas na verdade é apenas fantasia. Eles não sairão da roda, jamais se cansarão de girar, nunca irão refugar nem jogar seus cavaleiros ao chão. Estão ali aprisionados porque assim é necessário, é mais seguro.

Flavia Junqueira traz para essa mostra imagens dos mais lindos e importantes cavalos de carrossel já fabricados ao longo da história. Mas ao intervir nas imagens a artista faz com que lanças de metal dourado cruzem, na diagonal, o corpo dos animais. Não é mais um eixo vertical que prende os cavalos, mas dardos oblíquos. Não são mais cavalinhos de carrossel. São os cavalos que a artista idealizou.

As inúmeras fotos, que Flavia colecionou por anos, indicam o fascínio que a temática dos brinquedos e dos parques de diversão exerce sobre ela. As imagens que ficaram impressas têm a cor e a memória de outro tempo. São agora apenas lembranças que trazem certamente a nostalgia. São flagrantes de uma realidade oblíqua que já não é. São instantâneos que inquietam o olhar, pois estarão para sempre impregnados de melancolia. Como lanças douradas que atravessam a alma.

OBLÍQUOS
Exposição individual da artista Flávia Junqueira
Curadoria: Isabel Sanson Portella
Abertura: 11 de novembro de 2017 | 15h-21h
Em cartaz até 09 de dezembro de 2017
Quadra: Rua Dias Ferreira 175
Segunda a sexta, 14h - 19h

Grátis 


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MULHER INVISÍVEL Catarina Abdalla estreia seu primeiro monólogo em 23 de novembro no Teatro da Caixa Nelson Rodrigues Espetáculo tem direção de Amir Haddad e texto de Maria Carmem Barbosa




MULHER INVISÍVEL
Catarina Abdalla estreia seu primeiro monólogo
em 23 de novembro no Teatro da Caixa Nelson Rodrigues
Espetáculo tem direção de Amir Haddad e texto de Maria Carmem Barbosa

O Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues recebe de 23 de novembro a 17 de dezembro, o espetáculo “Mulher Invisível”, primeiro monólogo da atriz Catarina Abdalla. Inédita, a montagem que tem direção de Amir Haddad e texto de Maria Carmem Barbosa, acompanha uma noite de trabalho de Eunice, uma faxineira de uma loja de artigos masculinos que abre seu sofrido coração para os manequins de plástico que expõem as roupas vendidas no local. O projeto tem patrocínio da Halliburton, MobiVideos, Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A peça é um monólogo existencialista, com boas doses de humor, que traz à tona questões sensíveis como a invisibilidade dos que, de alguma maneira, são excluídos pela sociedade e a solidão que enfrentam no cotidiano. Com 36 anos de carreira, Catarina Abdalla conta que sua personagem é uma mulher do povo, muito sofrida, mas com o coração cheio de ideias românticas:

“Eunice é uma mulher esquecida, que tenta conversar com o marido e as filhas, mas ninguém a escuta. A solidão é tanta que ela acaba confessando suas alegrias, indignações e tristezas com aqueles ‘moços bonitos’. É assim que ela chama os manequins da loja”, adianta Catarina Abdalla. “Eunice trabalha fora a madrugada inteira e durante o dia ela faz os serviços de casa. Às vezes, ela encosta um pouco para cochilar e assim vai levando vida nesse lugar invisível. São esses invisíveis que constroem o mundo”, completa.

EQUIPE DE PESO
O cenário é de Fernando Mello da Costa e o figurino foi idealizado por Pedro Sayad. A luz, assinada por Aurélio de Simoni, cria atmosfera intimista, mas capaz de ressaltar a diversidade de momentos e climas propostos pela direção de Amir Haddad.

“Estou trabalhando com pessoas que fazem parte da história do teatro. Está sendo uma experiência indescritível fazer parte de ‘A Mulher Invisível’, um exercício incrível para qualquer ator. É uma emoção trabalhar com esses nomes e aprender mais ainda com jovens como o produtor Miguel Colker, que traz frescor e outro olhar”, conta a atriz, que não para. Catarina Abdalla também está no ar na quinta temporada de “Vai que Cola”, no Multishow; na novela “Senhora do Destino”, no Vale a Pena Ver de Novo, da Rede Globo; em “Armação Ilimitada”, no Viva! e no longa-metragem “Quando o galo cantar pela terceira vezes tu renegarás sua mãe”, que estreia na mesma data que a peça.

Catarina Abdalla – Atriz

Catarina estreou na televisão com a clássica personagem Cuca na série “Sítio do Picapau Amarelo”, caracterizando e dublando a personagem de por cinco anos consecutivos. Sucesso nos anos 80 com a divertida Ronalda Cristina de “Armação Limitada”, Catarina participou de telenovelas inesquecíveis como “Vereda Tropical”, “A Próxima Vítima”, “A Indomada”, “O Quinto dos Infernos”, “Agora é Que São Elas”, “Senhora do Destino”, dentre outras.

Atualmente, Catarina vive Dona Jô, proprietária da pensão em que acontece toda a trama de “Vai que cola”, série é recorde de audiência do canal Multishow que originou o longa-metragem “Vai que Cola - O Filme”, que teve mais de 2 milhões de espectadores e foi recorde de abertura do cinema nacional no ano do seu lançamento.

Amir Haddad – Diretor 
Considerado um dos maiores encenadores do Brasil e reconhecido internacionalmente ao criar o grupo Tá Na Rua, Amir rompeu a “quarta parede” para abrir um caminho em direção a um teatro vivo transformando para quem o vive e o faz. Tornou-se referência por seus monólogos de grande sucesso de crítica e público: “As Meninas”, com Maitê Proença; “O Mercador de Veneza”, com Maria Padilha; “A Alma Imoral”, com Clarice Niskier; “Antígona”, com Andrea Beltrão; “A Casa dos Budas Ditosos”, com Fernanda Torres; “O Auto Falante” e “Os Ignorantes”, com Pedro Cardoso. Recebeu diversos prêmios relevantes como Molière, Shell e BRAVO.

Maria Carmem Barbosa – Autora
O humor corre no sangue de Maria Carmem Barbosa. Filha do humorista, jornalista e compositor Haroldo Barbosa, ela começou a escrever por influência de seu pai, com quem costumava discutir sobre os humorísticos que estavam no ar, desde criança. Começou a trabalhar no rádio em 1970, na Rádio MEC, onde também criou o programa “Falou e Disse”.

Na televisão começou a trabalhar com Chico Anysio, em “Chico City”, escreveu programas como “Quarta Nobre”, “Tele-Tema” e “Grandes Nomes”, e colaborou como roteirista em “Armação Ilimitada” e “Chico & Caetano”. Desenvolveu a série “Delegacia de mulheres”, que representou o Brasil na conferência sobre violência doméstica realizada em Washington, nos Estados Unidos, em 1997. No teatro, desenvolveu uma parceria com Miguel Fallabela em que escreveram mais de 10 peças juntos, como “Querido Mundo” e “O Submarino”. Junto com Miguel, também criou os programas “Sai de Baixo” e “Toma Lá Dá Cá”. Escreveu as novelas “Salsa e Merengue” e “A Lua Me Disse”.

FICHA TÉCNICA

Elenco: Catarina Abdalla
Texto: Maria Carmem Barbosa
Direção: Amir Haddad
Dramaturgia: Érida Castelo Branco
Assistente de Direção: Érida Castelo Branco
Cenografia: Fernando Mello da Costa
Iluminação: Aurélio de Simoni
Figurino: Pedro Sayad
Coordenação de Produção: Carol Bandeira
Produção: Dyogo Botelho, Flávia Fialho e Paulo Dary
Design: Bruno Garcia e Guilherme Telles
Comunicação: Gabriel Wasserman
Assessoria de Imprensa: Bianca Senna, Catharina Rocha e Paula Catunda
Assessoria de Relacionamento: Menna Barreto
Diretor Financeiro: Rodrigo Wodraschka
Idealização e Direção de Produção: Miguel Colker
Espetáculo: “A Mulher Invisível”.
Temporada: de 23 de novembro a 17 de dezembro
Apresentações: de quinta a domingo, às 19h.
Local: Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues - Av. República do Chile 230, Centro. Tel.: (21) 3509-9621.
Duração: 80 min. Classificação indicativa: 12 anos.
Capacidade: 409 (8 cadeirantes). Gênero: monólogo.
Ingressos: Plateia: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) | Balcão: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Bilheteria: De segunda a domingo, das 13h às 20h.
Agenda Cultural RJ
 ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos.

Divulgação de Midia Online

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Última apresentação, hoje, dia 30 de novembro 😃 4 – Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens No Teatro Glaucio Gill


4 – Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens
No Teatro Glaucio Gill
Curta temporada


A atriz Duaia Assumpção estreia curtíssima temporada do espetáculo “4-Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens” no Teatro Glaucio Gill, em Copacabana. A peça, que conta com 3 apresentações, está de volta para a comemoração dos 30 anos de carreira da atriz, autora e diretora do espetáculo.

“O solo brinca com as sensações, cheiros, detalhes que são colocados em destaque. Durante a peça trabalho a mistura de teatro e cinema", revela a atriz Duaia Assumpção

4 – Peça de Câmara para 1 Atriz e 4, traz quatro personagens: uma mulher, uma velha, uma garota e um homem. Na peça, a Velha conta à Garota, sua neta, que o filho Homem quer matá-la. Sem saber disso, o homem volta ao lar que abandonou porque pressente que a Velha, sua mãe, vai morrer, reencontrando a Mulher e a Garota, sua filha.

Duaia Assumpção escreveu o texto, que recebeu o Prêmio Funarte de Estímulo à Dramaturgia 1996, há 20 anos. No espetáculo, Duaia conta com supervisões dos mais que premiados Domingos Oliveira (direção), Joaquim Assis (dramaturgia), Jacyan Castilho (movimento) e Ronald Teixeira (arte). A luz é de Mônica Diniz e os inserts sonoros de Joaquim Assis.

Ficha Técnica
Texto, Direção e atuação: Duaia Assumpção
Supervisão de Dramaturgia de Joaquim Assis
Supervisão de Direção de Domingos Oliveira
Supervisão de Movimento de Jacyan Castilho
Supervisão de Arte de Ronald Teixeira

Serviço
“4 - Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens”
Local: Teatro Glaucio Gill
Endereço: Praça Cardeal Arcoverde, s/n - Copacabana
Data: 16, 23 e 30 de novembro
Horários: sessões às 17h30 e às 20h

Classificação: 12 anos
Gênero: Monólogo
Duração: 50 minutos
Valor do Ingresso: R$ 40,00
Bilheteria: horário de abertura 16h
Capacidade: 150 lugares

Agenda Cultural RJ
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"Sítio do Picapau Amarelo" Com realização da Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando, a peça é voltada para as crianças. As companhias acreditam na importância de levar para os palcos, textos nacionais, valorizando assim, os nossos autores e a nossa pátria.



Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea
Sítio do Picapau Amarelo

Espetáculo teatral infantil com adaptação da obra de Monteiro Lobato é homenagem aos 40 anos da primeira exibição da série na TV Globo 

Sítio do Picapau Amarelo, série de livros infantis do escritor brasileiro Monteiro Lobato, virou um clássico aclamado mundo afora. Os personagens saltaram das páginas dos livros para os quadrinhos, foram parar na TV e, agora, chegam emespetáculo teatral infantil no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, com estreia no dia 04 de novembro, sábado, às 17h. A peça ganha temporada de quatro meses em uma grande homenagem aos 40 anos da primeira exibição do seriado, na TV Globo, celebrada neste ano de 2017. A adaptação e direção geral de Ricardo Silva leva ao palco os atores Raquel Penner, Cristina Fracho, Cristina Guimarães, Wanderson Bernardo, Nicolas Freitas (ex-Cordel Encantado), Guilherme Gutierrez, Julia Gusmão, Luiza Vieira e Victor Salzeda dando vida aos personagens que, por vezes, dançam embalados por uma banda com música ao vivo.

Monteiro Lobato (1882-1948) foi o primeiro a escrever para crianças. Falar da literatura infantil no Brasil é reviver as travessuras e reflexões da boneca de pano Emília, ao lado de seus amigos Narizinho, Pedrinho, Visconde de Sabugosa, Tia Anastácia e Dona Benta; entre tantos outros personagens. Agora, adultos, vovôs e vovós poderão levar seus pequenos para conhecer a fábula que marcou a vida de muitos deles, promovendo o encontro com a literatura brasileira, tão rica e reconhecida mundialmente.

Com realização da Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando, a peça é voltada para as crianças. As companhias acreditam na importância de levar para os palcos, textos nacionais, valorizando assim, os nossos autores e a nossa pátria. O espetáculo tem direção musical Victor Salzeda que também comanda os músicos Camila Ferolla (percusssão), Juan Paz (violão) e Natan Figueiredo (flauta). As coreografias são de Cristina Guimarães. A homenagem recebeu programação visual e pinturas em aquarela de Bianca Oliveira. Já a produção executiva é deLuciana Vieira, da Tambores Produção.

Monteiro Lobato foi um dos escritores brasileiros mais influentes, e ganhou destaque no panorama da literatura infantil, com a sua obra “Sítio do Picapau Amarelo”. Apresentar um espetáculo com histórias adaptadas a partir desta obra, significa levar para o público infantil personagens com a essência puramente brasileira, trazendo à tona, um sentimento de resgate da nossa infância, de brincadeiras antigas de criança, de lembranças dos nossos avós e de suas histórias, e de um Brasil com seus rios, suas árvores frutíferas e sua fauna valorizados e preservados. Por isso, estamos certos de que, através de uma vasta pesquisa realizada pela companhia, da experiência da nossa equipe envolvida, e do amor pela obra de Monteiro Lobato, realizaremos uma montagem digna, alegre e divertida, que agradará tanto as crianças, quanto os pais, avós e familiares que irão ao teatro”, afirma Ricardo Silva, responsável pela adaptação e direção geral da peça Sítio do Picapau Amarelo.

Muito mais do apenas entreter por meio do teatro, a Cia. Teatral Sassaricando busca com a peça Sítio do Picapau Amarelo valorizar a cultura brasileira, seus autores e suas obras; resgatar a leitura e o contato com o livro físico; estimular o contato das crianças com brincadeiras de roda, soltar pipa, tomar banho de rio, brincar com peão, entre tantas outras que fizeram parte, durante anos, da infância de muitas crianças. A peça teatral nasce no resgate lúdico, no folclore, na imaginação e na importância que ela nos oferece dentro do contexto social, político e econômico.

Monteiro Lobato não economizou em retratar o nosso Brasil de forma rica, detalhada e lúdica, onde a criança pudesse entender com simplicidade a matemática, geografia, história, usando da própria literatura para falar do amor a natureza e sua preservação, e a alegria de viver. Como dizia ele, ‘Um país se faz com homens e livros’. A adaptação desta história permeia entre a fantasia e a realidade levando as crianças a revelar-se bem dotados de senso crítico, julgando as histórias de “vó” com muito critério e segurança. É um trabalho que deseja promover o reencontro dos avós, pais e familiares que irão ao assistir à peça de teatro, com as lembranças que possuem da primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo, que foi um grande sucesso de 1977 a 1986, nos noves anos que ficou no ar”, destaca a produtora executiva Luciana Vieira.


FICHA TÉCNICA
Adaptação, Direção Geral e Cenografia: Ricardo Silva
Direção Musical: Victor Salzeda
Elenco: Raquel Penner, Cristina Fracho, Cristina Guimarães, Wanderson Bernardo, Nicolas Freitas, Guilherme Gutierrez, Julia Gusmão, Luiza Vieira e Victor Salzeda.
Músicos: Camila Ferolla (Percusssão), Juan Paz (Violão) e Natan Figueiredo (Flauta)
Stand-Ins: Matheus Lana, Giovanna Sassi, Luiza Lewicki, Bianca Pontes e Fernanda Guerreiro
Coreografias: Cristina Guimarães
Design de Luz: Ricardo Lyra Jr.
Progr. Visual e Pinturas em Aquarela: Bianca Oliveira
Elaboração do Projeto: Raquel Penner
Camareira, Contra-Regra e Assist. de Produção: Eloisa Guimarães
Operação de Som: Alexandre Magalhães
Produção Executiva: Luciana Vieira (Tambores Produções)
Realização: Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando
Assessoria de Imprensa: Fernanda Con’Andra (FECON Comunicação Estratégica)

SERVIÇO
SÍTIO DO PICAPAU AMARELO
Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea (R. Marquês de São Vicente, 52 - Gávea, Rio de Janeiro). Estreia: Sábado - 04 de novembro de 2017. Temporada até 04 de março de 2018. Informações: (21) 2274-9895. Dias e horários: Sábados e Domingos, às 17 horas. Contato:tamboresproducoes@gmail.com. Página no Facebook: https://www.facebook.com/sitiodopicapauamareloteatrodos4/


Ingressos:Bilheteria do Teatro: R$ 60 (inteira) / R$ 30 (meia)

Ingresso Rápido (antecipados): http://bit.ly/ingressorapido2zfkBtD


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29 de nov de 2017

Leo Russo revive Evaldo Gouveia em “Canto de Leo” Cantor lançará seu segundo CD, que homenageia o samba-canção no palco do Teatro Rival Petrobras, dia 1 de dezembro, às 19 horas


Leo Russo revive Evaldo Gouveia em “Canto de Leo”
Cantor lançará seu segundo CD, que homenageia o samba-canção no palco do Teatro Rival Petrobras, dia 1 de dezembro, às 19 horas

Leo Russo tem no samba-canção a sua praia. Desde sua estreia na cena musical, em 2013, sempre mostrou-se familiarizado com canções do gênero em seus shows. Mais dos que isso: em entrevistas, nunca escondeu que Nelson Gonçalves estava entre seus cantores favoritos. Numa viagem a Fortaleza, Leo telefonou para Evaldo Gouveia, um dos autores-pilares do gênero, e marcou uma visita. No encontro, conheceu parte da produção atual desse autor e a vontade de gravá-las foi uma das molas propulsoras para um segundo disco. O álbum chega às lojas e às plataformas digitais este mês e será lançado no palco do tradicional Teatro Rival Petrobras, dia 1º de dezembro, sexta-feira, às 19h30.



No CD Canto do Leo, com produção e direção musical do maestro Cristóvão Bastos, Leo joga luz sobre Gouvea que tem quatro músicas gravadas, duas delas inéditas (parcerias com Paulo César Pinheiro e Fausto Nilo), mesclando-as a temas pouco conhecidos de outros grandes autores e a quatro belas pepitas de sua autoria. O amadurecimento profissional de Leo é nítido no novo disco. Nele, o samba-canção é o laço de união entre as 12 faixas selecionadas a dedo pelo cantor em parceria com Cecília Rabello.

O samba canção é o norte do disco, mas isso não faz dele algo soturno ou pesado. Pelo contrário. O resultado é solar. A começar pelos “raios dourados” de “Manhã de primavera”, samba pescado do repertório mais Lado B de Roberto Ribeiro, outro cantor que é uma referência para Leo. Pontapé inicial dado, o clima primaveril continua com “Pôster”, choro carregado de lirismo feito por Evaldo Gouveia com Paulo César Pinheiro. A canção, inédita, foi uma das apresentadas a Leo pelo compositor em Fortaleza. A iniciativa de gravá-la é só o primeiro dos muitos gols que Leo faz no disco.

O clima de seresta se instaura com “Razão e emoção”, de Vadinho e Renato Barros, outra pérola pescada no repertório de Roberto Ribeiro, cantor que deveria ser descoberto pelas novas gerações. E vem “Sim ou não”, de apurado acabamento melódico e letra bem construída. A canção, feita quando o cantor tinha 18 anos, é a primeira das quatro que ele tira do próprio baú.

É chegada a hora de mais uma inédita de Evaldo Gouveia: “Nada mudou”, canção que ganhou letra (belíssima) de Fausto Nilo, compositor mais ligado a artistas surgidos entre as décadas de 70 e 80. A parceria não só dá liga como poderia soar, para ouvidos desatentos, como uma autêntica pérola dos anos 50. E a bola continua com Evaldo. Na faixa seguinte, “Somos iguais”, parceria com Jair Amorim, ganha no arranjo de Bastos e no canto de Leo o tratamento sóbrio e respeitoso que esse clássico bolero merece.

O clima noir fica solar (e intimista) com “Olhos de mar”, belo fox-canção com tintas jobinianas. Ao cantar os predicados dessa “Rainha da praia”, que joga altinho a beira-mar, impossível não reconhecer nessa musa ecos da Teresa da Praia. O lirismo da canção é acentuado pelo arranjo de Bastos.

Se a faixa anterior tinha um quê de Jobim-Billy Blanco, “Leva o jornal”, parceria de Leo com Gisa Nogueira, tem letra e linha melódica de (fortes) cores buarqueanas (sobretudo pela repetição/mescla de versos no fim da canção). Trata-se de uma daquelas canções com ares de crônica ao tratar da escassez de boas notícias atualmente no noticiário (e no país).

O clima de amor de alcova, tão típico do samba-canção, é visto na faixa seguinte sobre uma outra ótica: a do homem que perde a amante para outro, um alguém que dará a ela “segurança e um pingüim na geladeira”. E só mesmo um gênio como Aldir Blanc para tratar desse tema mesclando lirismo e ironia nas doses certas. E detalhe: esse bolero é uma das raras vezes em que Aldir se aventura sozinho pela composição. Mestre é mestre e pronto.

Se na faixa anterior, Aldir evoca Dalva de Oliveira, na seguinte, Leo saúda aquele que é um dos seus intérpretes favoritos: Nelson Gonçalves. Do repertório do cantor, pescou “Meu vício é você”, outro clássico, desta vez assinado por Adelino Moreira, não por acaso outro pilar do gênero.

O clima “dor de cotovelo” é mantido por outra bela parceria de Evaldo Gouveia com Paulo Cesar Pinheiro. “Preciso de alguém”, samba-canção abolerado no melhor estilo Gouveia, trata do fim de um amor superado pelo tempo, apesar de a solidão ainda se fazer presente.

E o disco chega ao fim com mais uma canção de Leo, “Olhos teus”. Esse tema – outro de forte influência buarqueana – deu título ao EP lançado pelo cantor em 2015 e aparece aqui repaginado, cantado de forma mais singela e com o lirismo da letra realçada pelo caprichado arranjo de cordas.

Leo Russo mergulhou fundo nas suas raízes musicais e volta à tona com as mãos (e seu canto) carregados de pérolas – de ontem e de hoje, autorais ou de outrem. Esse “Canto do Leo” mostra-nos um cantor amadurecido. Sofisticado sem afetação, na medida certa. Um artista que pode cantar o que bem quiser.


Canto do Leo
Artista: Leo Russo
Arranjos e direção musical: Cristóvão Bastos
Selo: independente
Distribuição: Mins

Serviço:
Leo Russo – O canto do Leo
Dia 1 de dezembro de 2017, ás 19h30.
Local: Teatro Rival Petrobras
Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia.
Ingressos: Setor A e B – R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia-entrada)
Lounge – R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia-entrada)

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Exposição “Abismo”, de José Tannuri, na Tramas Arte Contemporânea (RJ), entrada franca



Exposição “Abismo”, de José Tannuri, na Tramas Arte Contemporânea (RJ)

A Tramas Arte Contemporânea apresenta ‘Abismo’, nova exposição individual do carioca José Tannuri. O artista volta à galeria, após quatro anos de sua última individual no local (em ‘Urbânico’, 2013), com trabalhos realizados em cores chapadas sobre páginas de jornal e investiga a borda que contorna os abismos, aqueles que construímos.


A série, realizada entre 2016 e 2017 no seu ateliê em Santa Teresa, apresenta trampolins e plataformas projetadas sobre o vazio, além de outras arquiteturas ambivalentes em pinturas sobre jornal, material que Tannuri domina já que é especialista em papel reciclado. 




“Ao menos desde 2003, quando realizou a instalação ‘Muros’, no Centro Cultural Sérgio Porto, o artista aponta criticamente a dominação e o homogêneo. Tannuri manipula o jornal literal e, simbolicamente, suas páginas são como território de países, limites de suas fronteiras físicas, culturais, sociais e econômicas. Se em trabalhos anteriores, como ‘Vazios’ (2005) no Paço Imperial, a arquitetura é transfigurada por volumes monumentais de papelão, aqui os pequenos e médios formatos condensam a imensidão. Espaços aparentemente vazios, pois não há a presença direta do corpo, sinalizam a solidão dos que vivem entre muitos. Na série Abismo, o azul intenso e profundo (patenteado pelo artista francês Yves Klein, que realizou Salto no Vazio, em 1960), ora é fosso ora dissimulada correnteza que abre margens vizinhas às próprias bordas do papel. Cada horizonte é desalinhado por seu próprio abismo", escreve Luiza Interlenghi, curadora da exposição.


Sobre o artista:
Nascido no Rio de Janeiro, José Tannuri fez sua primeira exposição em 1998. Participou de mostras internacionais como a 10a Bienal de Havana e uma individual na Frederico Seve Gallery, em Nova York. Atualmente trabalha com projetos instalativos, performance, fotografia, pintura e desenho sobre jornal. Em seu eixo temático, objetos como arquitetura, cidade, construção de paisagens, abismos e passagens são relevados em seu processo.

Sobre a Tramas Arte Contemporânea:
Desde a sua fundação, em 2009, no bairro de Copacabana (RJ), a Tramas Arte Contemporâneavem atuando na difusão de artistas contemporâneos buscando a valorização de suas diversidades estéticas e conceituais. A galeria tem como objetivo propiciar o diálogo entre artistas e público, acreditando na intensa parceria construída ao longo dos últimos anos entre os mesmos, promovendo assim um espaço de discussão e reflexão da arte contemporânea brasileira. Sua programação norteia-se na pluralidade artística, apontando e incentivando a criatividade e aprofundamento conceitual no que tange as produções artísticas de seus artistas representados. Artistas representados: Evandro Prado, Fernando Ribeiro, Geraldo Melo, Henrique Pontual, José Tannuri, Leonardo Ramadinha, Marcelo Catalano, Osmar Dillon, Renan Cepada, Renato Sant’Ana e Yara Dewachter.

Serviço:
Inauguração Exposição ‘Abismo’, de José Tannuri
Terça-feira, dia 21 de novembro de 2017, às 19h.
Encerramento: dia 16 de dezembro de 2017
Curadoria: Luiza Interlenghi

Local:
Tramas Arte Contemporânea
Shopping Cassino Atlântico
Av. Atlântica 4240, Loja 219. Copacabana, Rio de Janeiro contato@tramasgaleriadearte.com.br| Tel: 55 21 2287-2036

Funcionamento: de segunda à sexta, das 10h às 19h. Sábados, das 12h às 18h.

Entrada gratuita

Links:

https://www.instagram.com/tramasartecontemporanea/
https://www.facebook.com/TramasGaleriaDeArte
https://issuu.com/tramasgaleriadearte
https://www.linkedin.com/in/tramas-arte-contempor%C3%A2nea-b86917141/

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"Psicóloga Urbana em Promoção" Para sanar problemas financeiros, psicóloga passa a atender em meio a multidão de Uruguaiana

Psicóloga Urbana em Promoção
Para sanar problemas financeiros, psicóloga passa a atender em meio a multidão de Uruguaiana



Centro da Cidade do Rio de Janeiro. Comércio, burburinho, pessoas indo e vindo, gritos, palavras ao vento, caos. No silêncio do desespero de uma pessoa, vemos a solidariedade de outras.

Uma mulher de meia idade, formada, instruída, inteligente, se perde em seu próprio drama e apresenta para o mundo seu desespero acerca de sua vida profissional. Essa mulher é Gorete: Brasileira, Carioca, psicóloga. Isso é garantia de sucesso? Em sua mente e em seu meio viciado pelos números, em sua descida pelo caminho, garantem à nossa personagem que não.

Uma mulher nordestina, acostumada com a lida diária, em vencer todas as batalhas como se fossem guerras notáveis, se Uma mulher nordestina, acostumada com a lida diária, em vencer todas as batalhas como se fossem guerras notáveis, se distancia de seu mundo e parte para ajudar Gorete. Essa mulher é Norzinha. Brasileira, Pernambucana, camelô, mulher belicosa. Essa mesma mulher, garante que Gorete encontrou a saída para arquivar seu problema. E onde estará essa saída? Ali mesmo... em pleno Centro da Cidade do Rio de Janeiro, em plena Uruguaiana. A mesma onde encontramos o comércio, o burburinho, pessoas indo e vindo, gritos, palavras ao vento, caos. Mas encontramos também, gente. Gente de todas as partes do Brasil, gente que precisa ao menos conversar, gente que precisa falar. Muito astuta e empreendedora, Norzinha aconselha nossa psicóloga, a retornar no dia seguinte, para ali mesmo trabalhar. Ela garante a nossa personagem, que com apenas 10 minutos e por 10,00 Reais, ela conseguirá dar fim em seu problema. Com isso, ajudará muita gente e se ajudará também. Altaíde, que ouve a tudo atentamente, não fica de fora e dá seu palpite. Altaíde? Sim... um Brasileiro, Carioca, esperto, camelô, destemido e engenhoso. Ele tira de sua cartola, a propaganda que transformará à vida de Gorete.

Sinopse:
Psicóloga urbana em promoção! Uma peça que fará você rir e refletir com os vários caminhos que podemos tomar, mesmo quando achamos que tudo está perdido! Venham se consultar!

Serviço – Teatro – Únicas Apresentações
Psicóloga Urbana em Promoção
Texto: Vivianne Santanna
Direção: Eliano Lettieri e Júlio Luz

Elenco: Agnes Léa, Beatriz Cunha, Gustavo Mascarenhas. Juliana Neid, Jéssica Rocha, Lorena Damazio, Lucas da Purificação, Roberto Medeiros, Thaiane Zorastro e Vandoca Lopes

Teatro Armando Gonzaga
Av. Gen. Osvaldo Cordeiro de Farias, 511 - Mal. Hermes
Informações: (21) 23321040
Quarta, quinta e sexta, ás 20h
Duração: 70 minutos
Capacidade: 244 lugares
Classificação etária: 12 anos
Temporada Popular: R$ 20,00
29 de novembro a 01 de dezembro de 2017.

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De acordo com o crítico de arte Paulo Harkenhoff, o belíssimo conjunto de desenhos feitos com tesoura se destaca como “o mais belo livro de arte do século XX”. A técnica foi desenvolvida por Matisse no início da década de 1940, quando, obrigado a passar longos períodos na cama e na cadeira de rodas em recuperação de uma delicada cirurgia

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE SÉRIE DE COLAGENS DE HENRI MATISSE
A exposição reúne 20 pranchas impressas feitas especialmente para o álbum Jazz, de 1947





Após temporadas de sucesso em Salvador, Brasília, Recife e Fortaleza, é a vez da CAIXA Cultural Rio de Janeiro receber a exposição Henri Matisse - Jazz, com obras do pintor, desenhista e escultor francês. A mostra abre no dia 24 de outubro (terça-feira), às 19h, com visita guiada pela curadora Ana Paola Baptista, e segue em cartaz até 22 dedezembro de 2017. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A mostra reúne 20 pranchas impressas com a técnica au pochoir, feitas especialmente para o álbum Jazz, publicado em Paris, em 1947. As imagens variam da abstração a figuras de grande vivacidade, mescladas a um texto manuscrito impresso em fac-símileno qual Matisse (1869-1954) tece observações sobre assuntos diversos. O próprio autor esclarece que a composição aborda assuntos ligados ao circo, contos populares e viagens, com ritmo identificável aos sons de uma orquestra de jazz.

De acordo com o crítico de arte Paulo Harkenhoff, o belíssimo conjunto de desenhos feitos com tesoura se destaca como “o mais belo livro de arte do século XX”. A técnica foi desenvolvida por Matisse no início da década de 1940, quando, obrigado a passar longos períodos na cama e na cadeira de rodas em recuperação de uma delicada cirurgia, o artista combinou desenho e pintura em colagens feitas com papeis recortados e coloridos com guache. Matisse já havia utilizado os chamados papiers collés para o estudo da obra La danse (1909), mas foi a cumplicidade do editor e crítico Tériade que o incentivou a realizar um álbum só com papéis recortados, trabalho que mais tarde foiconsiderado como uma de suas obras mais importantes.

Durante dois anos, o pintor experimentou cores e formas, utilizando folhas de papel que coloria com vivos e brilhantes tons de guache. Recortava até atingir o resultado que pretendia. O processo de edição do álbum, iniciado em 1942, durou cinco anos. O título foi definido em 1944 e a ideia de incluir texto, dois anos depois. No total, foram publicados 250 exemplares do álbum, dos quais apenas dois estão no Brasil. As obras apresentadas pertencem ao número 196, que integra o acervo dos Museus Castro Maya, no Rio de Janeiro.

Serviço:
Exposição Henri Matisse - Jazz
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 24 de outubro, às 19h, incluindo visita guiada com curadora Ana Paola Baptista
Visitação: 25 de outubro a 22 de dezembro de 2017
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação Indicativa: Livre
Entrada franca
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 5 a 17 de dezembro de 2017 (terça a domingo), a mostra Diretoras Negras do Cinema Brasileiro, que reúne uma retrospectiva cinematográfica empreendida por diretoras negras expoentes do cinema nacional.

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE RETROSPECTIVA DE DIRETORAS NEGRAS DO CINEMA BRASILEIRO

Mostra reúne 46 filmes nacionais de consagradas cineastas e promove debates sobre as obras



A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 5 a 17 de dezembro de 2017 (terça a domingo), a mostra Diretoras Negras do Cinema Brasileiro, que reúne uma retrospectiva cinematográfica empreendida por diretoras negras expoentes do cinema nacional. Serão apresentados 46 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens, além de dois debates sobre a participação da mulher negra na cinematografia brasileira. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Com curadoria de Kênia Freitas e Paulo Ricardo de Almeida, a mostra percorre trabalhos desde as pioneiras Adélia Sampaio e Danddara, até nomes contemporâneos, como Carol Rodrigues, Elen Linth, Juliana Vicente, Lilian Solá Santiago, Renata Martins, Sabrina Fidalgo, Viviane Ferreira, Yasmin Thayná, entre outras. Dentre os destaques selecionados, estão Amor Maldito (1984), de Adélia Sampaio; Gurufim na Mangueira (2000), de Danddara; Graffiti (2008), de Lilian Solá Santiago; Cores e Botas (2010), de Juliana Vicente; Um filme de Dança (2013), de Carmen Luz; O Dia de Jerusa (2014), de Viviane Ferreira; Kbela (2015), de Yasmin Thayná; Rainha (2016), de Sabrina Fidalgo; e Maria (2017), de Elen Linth e Riane Nascimento.

Considerada pioneira, Adélia Sampaio começou no cinema em 1969. Filha de empregada doméstica, a cineasta dirigiu quatro curtas-metragens: Denúncia Vazia, Um Deus dança em Mim, Adulto não brinca e Na poeira das ruas. Em 1984, Adélia dirigiu o filme Amor Maldito, tornando-se a primeira diretora negra a dirigir um longa-metragem no Brasil. Além disso, a produção também é considerada a primeira com temática inteiramente lésbica no cinema nacional.

Nos anos 1990, a realidade do cinema feminino negro no Brasil pouco se alterou. Danddara, umas das resistências do período, ingressou no cinema profissional fazendo assistência para Paulo Rufino (Canto da Terra, 1991). No entanto, seu primeiro curta, Gurufim na Mangueira (2000), foi recusado três vezes pelo Ministério da Cultura antes de ser aprovado. Ainda assim, a diretora usou de diversos subterfúgios para driblar o racismo institucional, como assinar o projeto com um pseudônimo francês (Mônica Behague) e relevar para segundo plano a sua autoria do roteiro.

“Falar das trajetórias das mulheres negras no cinema brasileiro é remontar uma história de invisibilidade e apagamentos. Até por isso, o que é impactante na produção atual é a sua coletividade e a pluralidade de projetos e obras. Uma série de iniciativas das próprias cineastas marcam esse cenário de transformação e afirmação, propondo novas formas de viabilizar e divulgar o cinema feito pelas mulheres negras. Entre tantas, podemos destacar: a plataforma de exibição online Afroflix (www.afroflix.com.br/), criada por Yasmin Thayná, e a websérie Empoderadas, criada e dirigida por Renata Martins, que se desdobrou em encontro e festival de cinema feminino negro” destaca a curadora Kênia Freitas.

“Houve o barateamento dos equipamentos de produção, sobretudo com a entrada em cena do digital, que aumentou o acesso a uma arte (ainda cara) para um número maior e mais diverso de realizadores. O estabelecimento do sistema de cotas nas universidades públicas, assim como o ProUni e o Fies, trouxe para o ensino superior – incluindo os cursos cinema e audiovisual - alunos e alunas pobres e negros, antes excluídos. A abertura de uma linha de financiamento específica na Ancine para afrodescendentes significa o reconhecimento da falta de diversidade pela instância máxima de fomento do cinema brasileiro”, complementa o também curador Paulo Ricardo de Almeida.

Sessão inclusiva e debates:

No dia 09 de dezembro (sábado), às 17h30, haverá sessão inclusiva do filme Leva (2011), de Juliana Vicente e Luiza Marques, com audiodescrição e closed captions, para pessoas com necessidades especiais.

Fazem parte da programação, ainda, duas mesas de debates. No dia 07 de dezembro (quinta), às 19h, a mesa O percurso das diretoras negras no cinema brasileiro recebe as cineastas Adélia Sampaio e Sabrina Fidalgo, com mediação da curadora e doutora em Comunicação e Cultura, Kênia Freitas. Este debate terá tradução em Libras.

Já no dia 14 de dezembro (quinta), também às 19h, será realizada a mesa Perspectivas e transformações: a mulher negra no cinema nacional, da qual participam as cineastas Janaína Oliveira (Re.Fem) e Yasmin Thayná, com mediação do co-curador Paulo Ricardo.


A entrada para ambos os seminários é franca, com ingressos distribuídos 1h antes do início.
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Programação:

5 de dezembro (terça-feira)

17h - Sandrine (2014), de Elen Linth e Leandro Rodrigues, Brasil, 12 min, DVD, 16 anos

Muros (2015), de Elen Linth, Brasil, 14 min, DVD, 16 anos

Entre Passos (2012), de Elen Linth, Brasil, 10 min, DVD, 16 anos

Pra se contar uma história (2013), de Elen Linth, Diego Jesus, Lucicleide Cruz e Leandro Rodrigues, Brasil, 25 min, DVD, livre

O filme que fiz para esquecer (2012), de Elen Linth, Brasil, 2 min, DVD, livre

Maria (2017), de Elen Linth e Riane Nascimento, Brasil, 17 min, DVD, 12 anos

19h - Um filme de dança (2013), de Carmen Luz, Brasil, 90 min, DVD, livre
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Serviço:
Mostra Diretoras Negras do Cinema Brasileiro
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Data: de 5 a 17 de dezembro de 2017 (terça-feira a domingo)
Horários: Consultar programação
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 80 lugares (mais dois para cadeirantes)
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação Indicativa: Consultar programação
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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Peça “O Inspetor Geral” entra em cartaz no Teatro Ipanema, em curta temporada Ética na política, corrupção e fraude são temas tratados na montagem da obra satírica do russo Nikolai Gogól


Peça “O Inspetor Geral” entra em cartaz no Teatro Ipanema, em curta temporada
Ética na política, corrupção e fraude são temas tratados na montagem da obra satírica do russo Nikolai Gogól


Era 1836 quando o dramaturgo Nikolai Gogól escreveu a trama “O Inspetor Geral”, uma das mais emblemáticas comédias russas do período pré-revolucionário. Já em 1966, durante a ditadura militar brasileira, Augusto Boal e Gianfrancesco Guaranieri participaram da primeira célebre montagem da peça, no subversivo Teatro de Arena. Nos dias de hoje, o tema da obra continua atual e será interpretado pela Damões Cia de Teatro, dirigido e adaptado por Eliza Pragana. Após temporada de sucesso em janeiro de 2017, o grupo ficará em cartaz no Teatro Ipanema, nos dias 30 de novembro e 01,07 e 08 de dezembro.

“O Inspetor Geral” se passa numa pequena cidade russa à espera de um inspetor do governo federal. Sua visita desencadeia desespero entre o prefeito e os gestores públicos para encobrirem seus esquemas de corrupção, além de trazer à tona a passividade da população frente as falcatruas de seus representantes. De forma satírica, é abordado o descaso com coisa pública.

Sob direção de Eliza Pragana, a Damões Cia de Teatro convida o espectador a questionar as condutas éticas na política e entre os próprios cidadãos. Em palco, as críticas à questões tão atuais no Brasil são feitas de forma cômica, agregando à produção de uma peça moderna Russa as características do teatro contemporâneo brasileiro.

O elenco é formado por Babu Carreira, Bruno Gaspar, Clarissa Albuquerque Lima, Eduardo Moé Diniz, Eric Polly, Iuri Vieira, Julia de Lorean, Larissa Duarte, Maíra Dibe, Pedro Gonzalez e Rodrigo Amém.

SINOPSE: O Inspetor Geral, de Nikolai Gogól: no desespero para encobrir suas falcatruas, o os gestores públicos de uma cidadezinha russa subornam o inspetor enviado pelo governo central para inspecionar todo o município. Tema relevante ao atual cenário brasileiro, esta comédia expõe a questão do desvio de caráter envolvida no descaso com a coisa pública.

Direção e Adaptação: Eliza Pragana
Figurino: Wanderley do Nascimento
Cenário: Rostand Albuquerque
Iluminação: Rúbia Vieira
Maquiagem: Rayssa Duarte

SERVIÇO:

Teatro Ipanema
Rua Prudente de Moraes, 824 - Ipanema
Telefone: 22673750
Temporada: Quinta e Sexta (30/11 e 01,07 e 08/12)
Horário: 20h.
Duração: 100 minutos
Classificação: 10 anos
Ingresso: R$ 40,00 inteira / R$20,00 a meia

Agenda Cultural RJ
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
agendaculturalrj@gmail.com
#agendaculturalrj

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Contemplado no edital do Espaço Furnas Cultural, faz apresentações gratuitas nos dias 25 e 26 de novembro, 2 e 3 de dezembro de 2017.


“Em um lugar chamado Lugar Nenhum” em temporada  GRATUITA no Espaço Furnas Cultural,  dias 25 e 26/11 e 2 e 3/12 / Sábados e domingos às 19 horas 

#Gratuito 😀“Em um lugar chamado Lugar Nenhum”estreou em 2015 no CCBB- RJ sendo sucesso de público e crítica especializada. No mesmo ano foi indicado em três categorias no prêmio Botequim Cultural (melhor atriz, melhor ator coadjuvante e melhor iluminação) e levou o prêmio de melhor atriz Drama/comédia. Em 2016 o espetáculo apresentou-se em cinco Sescs do estado do Rio de Janeiro, foi selecionado para o 20º Festival de Teatro do Rio de Janeiro e obteve indicações em três categorias (melhor texto, melhor ator e melhor figurino). No ano de 2017 foi selecionado para os festivais Niterói em Cena e Encontrarte e em 2018 cumprirá o circuito SESI-SP.

♥️Contemplado no edital do Espaço Furnas Cultural, faz apresentações gratuitas nos dias 25 e 26 de novembro, 2 e 3 de dezembro de 2017. 

O espetáculo é um #romance com tintas #poéticas que busca inspiração na #literaturadecordel procurando valorizar e resgatar as riquezas da cultura nacional. Trata-se de uma #comédia lírica que nas entrelinhas filosofa sobre a sociedade e a condição humana mesclando o universo da fábula e o real.

O espetáculo é um romance com tintas poéticas que busca inspiração na literatura de cordel procurando valorizar e resgatar as riquezas da cultura nacional. Trata-se de uma comédia lírica que nas entrelinhas filosofa sobre a sociedade e a condição humana mesclando o universo da fábula e o real.

Na história, que se passa na década de 1950, os pacatos cidadãos do vilarejo chamado Lugar Nenhum tomam conhecimento do resto do mundo, quando o rádio chega até lá. Um jovem casal de namorados que estava resignado a se casar, trabalhar, ter filhos e levar uma vida comum, vê seu futuro sacolejar com novos horizontes e possibilidades.

O espetáculo reflete sobre assuntos e situações que discutem o Brasil na sua atemporalidade. Tudo isso de forma lúdica e divertida tendo como fio condutor um tema singelo e leve – o amor – o que aproxima e atinge qualquer tipo de público, independente de classe social, idade ou nível de instrução.

FICHA TÉCNICA

Texto e Direção de produção: Agatha Duarte
Gestão de projeto e coordenação de produção: Felipe Valle
Produtor Executivo: Marco dos Anjos
Direção: Rogério Fanju
Elenco: Agatha Duarte, Guilherme Dellorto e Samuel Paes de Luna
Cenografia: José Dias
Direção Musical e trilha original Roberto Bahal
Projeto de iluminação e Design dos Gobos: Leyza Vidal
Iluminador Assistente e operador de luz: Romiro Vasquez
Preparação Corporal: Sandra Prazeres
Figurinos: Daniele Geammal
Assistente de figurino: Lu Ribeiro
Assessoria de imprensa: Julyana Caldas (JC Assessoria de Imprensa)
Fotografia: Juliana Mendonça e Danilo Sérgio


SERVIÇO

Temporada Espaço Furnas Cultural

Endereço: Rua Real Grandeza , 219 - Botafogo

Temporada: 25 e 26/11 e 2 e 3/12

Sábados e domingos às 19 horas

Entrada Gratuita - distribuição de senha 1 hora antes do espetáculo

Classificação: 12 anos

Duração: 80 minutos

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
agendaculturalrj@gmail.com

#agendaculturalrj


  

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