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Teatro Ipanema / Programação

PROGRAMAÇÃO TEATRO IPANEMA   –    JULHO / AGOSTO 2017
Rua Prudente de Morais, 824A  -  Ipanema
Bilheteria do Teatro: (21)  2267-3750
e-mail: teatroipanema.cultura@gmail.com
Horário normal de funcionamento: 14h às 22h – de quinta a segunda-feira
Capacidade: 193 (cento e noventa e três) lugares.

MAIORES DETALHES NA PROGRAMAÇÃO ABAIXO E/OU NO LINK:

https://www.facebook.com/events/1748539255445591

01/08 – Iara Ira (Júlia Vargas + Juliana Linhares + Duda Brack)
08/08 – Barbara Eugenia e Tata Aeroplano
15/08 – Sambas do Absurdo (Juçara Marçal + Gui Amabis + Rodrigo Campos)
22/08 – Marcos Suzano e Marcelo Vig
29/08 – César Lacerda e Rômulo Fróes
05/09 – Mundo Cordeiro (Felipe Cordeiro + Manoel Cordeiro)

E muito mais está por vir! Outros encontros previstos serão: Bem Gil + Davi Moraes + Matheus VK; Vulgue Tostói + Ventre;  Kassin + Wado; Biltre + Mohandas; Relógio de Dali + Pietá; Silvério Pontes + Antonio Guerra + Guinga; Luana Carvalho + Pedro Luís; Noites do Norte + Felix Robatto; e Hurtmold + Paulo Santos.

E um detalhe: a temporada de 2017 de A.NOTA acontece num dos palcos mais emblemáticos da cidade, o do Teatro Ipanema, célebre pelos espetáculos e shows memoráveis nos anos 70 e 80 que, na música, marcaram o surgimento e a consolidação de nomes como Marina Lima e Cazuza, só pra citarmos dois exemplos!

Ao receber o A.NOTA, o Teatro Ipanema segue resgatando sua tradição de palco para os talentos e novidades da música independente nacional. Sempre sintonizado com os movimentos de resistência cultural e reformado há pouco mais de um ano sob direção da ocupação artística Vem!Ágora, o teatro continua abrindo espaço para a experimentação artística contemporânea com uma programação que mescla espetáculos musicais e teatrais ao longo da semana.

https://www.facebook.com/anota2016/

https://www.facebook.com/teatroipanema/


AÍLA


Sonoridade pop e discurso ARTivista: Aíla volta ao Rio de Janeiro com nova fase da turnê “Em Cada Verso Um Contra-Ataque”

Cantora sobe ao palco do Teatro Ipanema no dia 16 de agosto, em show com participação especial do cantor e compositor Posada


Turnê, que passará ainda por Salvador, vai originar vídeo-documentário com trechos de shows, relatos de viagem, entrevistas e rotina de ensaios.



Nascida na Terra Firme, bairro da periferia de Belém, Aíla é um dos principais nomes da nova música produzida no Pará e no Brasil. Depois de circular por diversas cidades e festivais com ótima repercussão de mídia e público, a artista volta ao Rio de Janeiro a bordo da nova fase da turnê “Em Cada Verso Um Contra-Ataque”, segundo álbum da carreira. O show, no Teatro Ipanema, será realizado no dia 16 de agosto e conta ainda com a participação especialíssima do cantor e compositor Posada, que assina duas faixas do álbum, “Tijolo” e “Clã da Pá Virada” - cuja letra inspirou o nome do álbum. Trata-se de um encontro inédito que promete ser emblemático: é a primeira vez que Aíla e Posada dividirão o palco.

Com um timbre marcante e performance de intensa personalidade, a cantora ganhou destaque em 2012, com o álbum "Trelêlê", lançado através do projeto Conexão Vivo, em que misturou a tradição popular musical do Pará com uma sonoridade atual, passeando por referências que vão do brega ao pop, da guitarrada ao carimbó. De lá pra cá, o lado ativista e inquieto de Aíla tomou a frente de seu trabalho, e a poesia antes romântica e “fulêra”, deu lugar a versos afiados e certeiros.

"Em Cada Verso Um Contra-Ataque", lançado em 2016, tem pegada artivista, canções próprias e de parceiros, além de uma inédita de Chico Cesar e outra em parceria com Dona Onete. No trabalho, Aíla investe em uma sonoridade mais pop, que flerta com as distorções do rock e ao mesmo tempo com os beats eletrônicos, tudo temperado com forte voltagem política: uma mensagem urgente e conectada com o nosso tempo, reflexo também da conexão Belém - São Paulo, onde reside hoje. O novo disco tem produção musical de Lucas Santtana, e entrou nas principais listas de melhores do ano. No Rio, Aíla lançou o novo disco no Festival MoLA (Circo Voador) e esteve recentemente no projeto “Nova Música Convida” (Sesc Copacabana e Ginástico), ao lado de Chico César. A turnê vai originar um vídeo-documentário com trechos de shows, relatos de viagem, entrevistas com Aíla e o público e rotina de ensaios.


Sonoridade pop e discurso ARTivista: Aíla volta ao Rio de Janeiro com nova fase da turnê “Em Cada Verso Um Contra-Ataque”.
Nascida na Terra Firme, bairro da periferia de Belém, Aíla é um dos principais nomes da nova música produzida no Pará e no Brasil. Depois de circular por diversas cidades e festivais com ótima repercussão de mídia e público, a artista volta ao Rio de Janeiro a bordo da nova fase da turnê “Em Cada Verso Um Contra-Ataque”, segundo álbum da carreira. O show, no Teatro Ipanema, será realizado no dia 16 de agosto e conta ainda com a participação especialíssima do cantor e compositor Posada, que assina duas faixas do álbum, “Tijolo” e “Clã da Pá Virada” - cuja letra inspirou o nome do álbum. Trata-se de um encontro inédito que promete ser emblemático: é a primeira vez que Aíla e Posada dividirão o palco.
"Em Cada Verso Um Contra-Ataque", lançado em 2016, tem pegada artivista, canções próprias e de parceiros, além de uma inédita de Chico Cesar e outra em parceria com Dona Onete. No trabalho, Aíla investe em uma sonoridade mais pop, que flerta com as distorções do rock e ao mesmo tempo com os beats eletrônicos, tudo temperado com forte voltagem política: uma mensagem urgente e conectada com o nosso tempo, reflexo também da conexão Belém - São Paulo, onde reside hoje. O novo disco tem produção musical de Lucas Santtana, e entrou nas principais listas de melhores do ano. No Rio, Aíla lançou o novo disco no Festival MoLA (Circo Voador) e esteve recentemente no projeto “Nova Música Convida” (Sesc Copacabana e Ginástico), ao lado de Chico César. A turnê vai originar um vídeo-documentário com trechos de shows, relatos de viagem, entrevistas com Aíla e o público e rotina de ensaios.

Quarta-feira, 16 de agosto
20h30
R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (Lista amiga Meia)
Classificação: Livre
Projeto Musical Curto Circuito
Teatro Ipanema

MUSICA


THIAGO NASSIF + ANA FRANGO ELÉTRICO


THIAGO NASSIF lança seu terceiro disco autoral "Três", um equilíbrio entre canções, musica eletrônica e Noise, com produção e participação musical de Arto Lindsay.
A música de Thiago Nassif é povoada por sons provenientes de muitas fontes sonoras, eletrônicas, digitais, híbridas, fruto de uma pesquisa atravessada por atividades diversas que vão da composição à engenharia de som. Através de um interesse difuso nas expressões da arte contemporânea, Nassif incorpora também os elementos e estratégias extraídas da fotografia, da arquitetura, das artes plásticas. Parceiro de Paulo Barnabé, Arto Lindsay, Domenico, entre outros artistas importantes no campo das experiências sonoras com a canção, Nassif é também um admirador da pincelada que o acaso imprime no "Grande Vidro", aquela teia de rachaduras que dá o toque final na obra mais complexa de Marcel Duchamp, sendo também um artista interessado no improviso, no repente, nos elementos que surgem ao sabor das dinâmicas de tentativa-e-erro.


ANA FRANGO ELÉTRICO lançará seu primeiro disco solo de canções autorais compostas dos seus16 aos 18 anos, ainda neste ano de 2017. Começa os trabalhos do segundo semestre em tom de lançamento acompanhada de Antonio Secchin, Guilherme Lírio e Vovô Bebê. Composições com objetivo futuro de público alvo os que continuam achando que berimbau é gaita e fazem xixi no banho. Categoria: bossa-pop-rock decadente; pinceladas punk; pós-MPB. Um show interativo, colorido, com gosto de bala tamarindo, onde os participantes são incentivados a cantar, assobiar, bater palminha, cerveja com cerveja, vaiar e aplaudir.

Quinta-feira, 17 de agosto
20h30
R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (Lista amiga e Meia)
Classificação: Livre
Projeto Musical Curto Circuito
Teatro Ipanema



MUSICA

AMORA PÊRA
Lançamento do disco Adupé - Nós agradecemos em Iorubá



Se normalmente espera-se que um primeiro disco solo de uma cantora coloque-a como personagem única do trabalho, esse não é o caso de Adúpé – Nós agradecemos em Iorubá, da cantora carioca Amora Pêra. Ainda que se trate efetivamente de seu primeiro disco e de Amora protagonizá-lo, concebê-lo e assiná-lo como um trabalho seu, Adúpé é necessariamente também um disco coletivo – em sua prática e espírito – feito por e para corpos diversos. Para chegar ao coração de quem ouve, o canto e as palavras de Amora passam por cada parte do seu corpo, desse corpo coletivo, por outros corpos, tempos e lugares, para então afetar o interlocutor. Pois sim, em Adúpé a audição parece ter de acontecer como um diálogo.
Adúpé não é, portanto, um disco de candomblé, mas sim um disco criado a partir do espírito evocativo da filosofia africana, tanto pelos tambores quanto pela sugestão de uma ancestralidade fundamental que perpassa o texto que o disco canta.
Esses “mortos que falam” também pertencem à multidão que forma Adúpé – partindo inclusive de sua ancestralidade pessoal. Filha de Gonzaguinha e neta de Luiz Gonzaga, Amora sublinha o sentido coletivo que a canção popular no Brasil necessariamente possui – que se significa na experiência de ver de perto um país inteiro cantando junto e forjando sua própria identidade através das canções desses dois grandes artistas – pela presença, em sua vida e influência, de seu pai e avô. A canção popular é coletiva por natureza, e tal sentido se apresenta no disco também pela própria forma das músicas que, atravessadas ou não por ruídos, batuques e experimentos de arranjo, permanecem populares em sua essência, defendendo melodias e letras para serem cantadas.




Sexta-feira, 18 de agosto
20h30
R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (Lista amiga Meia)
Classificação: Livre
Projeto Musical Curto Circuito
Teatro Ipanema


MUSICA

MARCELO VIG + MARCOS SUZANO
Computambor - Do ancestral ao eletrônico

A união sonora entre um baterista e um percussionista brasileiros, ambos produtores, para criar um show que traz uma mistura entre tambores e eletrônica, para criar uma música tecnologicamente ancestral, orgânica e digital. Marcelo Vig e Marcos Suzano têm em comum a paixão pelos tambores, pela música eletrônica e pelas possibilidades sonoras das misturas que esses elementos trazem. As projeções em video, já usadas por Vig em seus shows, amplia a experiência do público.


MARCELO VIG
Vig dividiu seus últimos 15 anos entre Rio e Londres. Como baterista, Vig já trabalhou com grandes nomes dos dois lados do Atlântico como: Eminem, Avril Lavigne, Will Smith, Kelly Rowland (Destiny’s Child), Stacie Orrico, Bishi, Cass Fox, Jason Donovan, Shakin’ Stevens, Debbie Bonham e Patrick Wolf.
Já laçou dois trabalhos solo, o disco “Om’Dub” e o EP Solarize com 5 músicas (Spotify, Deezer, iTunes Store). Seus shows são sempre uma mistura vibrante de som e imagem com video projeções e sua música altamente dançante e vibrante.


MARCOS SUZANO
Aclamado músico e percussionista, Suzano participou de vários grupos importantes no cenário musical brasileiro e internacional, como Zizi Possi, Gilberto Gil, Sting e Joan Baez, o que fez com que se tornasse um dos músicos mais requisitados atualmente tanto para shows como para gravações.
Além de muitos discos lançados, suas pesquisas em música eletrônica unem-se a um profundo conhecimento da base musical afro brasileira , resultando numa ação marcada pelo virtuosismo e originalidade , em favor de uma assinatura sonora. Suas idéias de renovação da percussão brasileira são transmitidas em festivais , aulas e workshops ministrados no mundo inteiro. Atua como diretor, das 10 últimas edições do FESTIVAL PERCPAN, um panorama anual da percussão mundial.


Terça-feira, 22 de agosto
20h30
R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (Lista amiga Meia)
Classificação: Livre
Festival A. NOTA
Teatro Ipanema


MUSICA

FINA FLOR


Roberta Spindel lançou o Single "Fina Flor" e o clipe da mesma música no Teatro Rival no final de 2016. O show traz seu novo trabalho autoral.


Roberta se lançou em 2011 como intérprete com o disco "Dentro do meu olhar". Regravou Gil, Djavan e Caetano Veloso, com quem dividiu uma faixa no disco. Com o mesmo álbum foi indicada na categoria Revelação ao prêmio Multishow de música. Teve duas músicas nas trilhas sonoras das novelas "Amor eterno amor" e "Morde e assopra", ambas da Rede Globo. Esse álbum foi produzido por Max Pierre (Ivete Sangalo, Sandy e Junior, Zeca Pagodinho, entre muitos) e gravado em Los Angeles por alguns dos melhores músicos do mundo.


Desde menina já compunha letras e melodias. Aos 16 anos foi classificada para cantar sua composição no concurso nacional "Coca-cola New Sounds". Desde então vem desenvolvendo seu trabalho autoral, que agora está pronto para ser mostrado ao público.


A música Fina Flor foi produzida pelo reconhecido produtor musical Nilo Romero, que já produziu artistas como Ana Carolina, Paulinho Moska e Cazuza. Tem a participação de músicos como Rodrigo Suricato na guitarra, e Lui Coimbra no Cello.


Fina Flor já tocou em rádios como Mpb fm e está na programação das rádios: Transamérica, Sulamérica trânsito, Nova Brasil fm, Alpha fm e rádio MEC.


Roberta lança o Single "Depois do temporal", gravado por Christian Oyens (The Voice Brasil, Zélia Duncan, Cazuza, Lulu Santos, Adriana Calcanhoto, Marina Lima), André Vasconcelos (Hamilton de Hollanda, Leila Pinheiro), Fabrício Mattos e Ge Fonseca (Kid abelha, Fernanda Abreu). E "Grão", produzida por Roberto Polli. Abrindo caminho para o lançamento do seu novo EP.


Roberta Spindel
Jorge Ailton
Zé Mario
Rodrigo Souza


Sexta-feira, 30 de julho
20h30
R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (Meia)
Classificação: Livre
Teatro Ipanema


HORÁRIO INFANTIL

MAKUPUNI

Makupuni - peça-game para crianças sobre diferença e aceitação chega ao Teatro Ipanema no dia 05 de agosto. É a ilha do futuro, onde as crianças são fabricadas no centro da ilha e são entregues em caixas nas casas dos seus pais. Já nascem perfeitamente educadas e adaptadas às suas famílias. Porém, três crianças nascem fora do padrão dos pais: um menino-polvo, uma menina-âncora e um menino-livro. Eles são devolvidos por não se adaptarem às casas em que foram recebidos. A missão do público, através de um software de votação onde podem decidir alguns rumos da história, é ajudar na reintegração dessas crianças que precisam se adaptar e, mais do que isso, se entender e se aceitar nos ambientes da casa, da família, dos amigos e dos sonhos. A ideia do espetáculo é trazer questões relevantes sobre alguns aspectos do universo da criança, tais como a aceitação das diferenças e a relação com os pais, com os amigos e com a tecnologia.


Autora e Diretora: Vida Oliveira
Direção dos bonecos: Miguel Araujo
Assistente de direção: Pedro Maia
Elenco: Miguel Araujo e Luiza Sussekind
Direção Musical: Ricco Viana
Cenário e Luz: Paulo Denizot
Projeções: Ambos &&
Figurino: Raquel Theo
Criação de bonecos: Samitri Bará
Produção: Joana Martins
Realização: Cegonha – Bando de Criação
Identidade Visual: Guilherme Borges
Assessoria de Imprensa: Olga Bon
Produção audiovisual de divulgação: Zhai Sichen
Social Media: Kamyla Abreu


05 de agosto a 10 de setembro
Sábados e domingos, às 16h
R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: livre
Teatro Ipanema



EVENTOS ESPECIAIS
 RECITAL DE POEMAS “DAS PAIXÕES” - VIVIANE MOSÉ





Recital de poemas e Lançamento dos livros inéditos de poesia, Calor e Frio, de Viviane Mosé.
O evento, gratuito, de censura livre, ocorrerá a partir das 19h, com o recital de poemas “Das Paixões”, declamados pela autora, com aproximadamente 30 minutos de duração. Na sequência, autógrafo dos livros e palco aberto com a presença de diversos artistas.


Poeta capixaba radicada no Rio desde 92. Psicóloga e psicanalista, especialista em políticas públicas pela UFES, mestra e doutora em filosofia pela UFRJ.


DAS PAIXÕES, por Viviane Mosé


"Entre os 25 e os trinta e tantos anos de idade me dediquei de modo sistemático e metódico ao estudo de Nietzsche, neste período me propus a algumas experiências em busca de mim mesma.
É uma destas experiências que descrevo no livro Frio - uma descida consciente e difícil aos abismos de minha alma - escrito faz quase trinta anos e eternamente reescrito, por ser ele condição para o meu atual livro Calor. Mas também por ter percebido, depois de tantos anos, que todos os meus livros fazem parte de um único projeto, a busca muitas vezes ingênua, mas obstinada, por uma nova razão, onde corpo e pensamento, poesia e filosofia, frio e calor, dor e alegria já não se oponham, mas se componham como uma forma de afirmar a vida.
A filosofia sempre foi minha inspiração para a poesia, e a poesia a perplexidade necessária ao pensamento filosófico. São abordagens distintas que se complementam.
Estes dois livros, Frio e Calor, inauguram a série Das Paixões, com o objetivo de inserir o discurso dos afetos ou sobre os afetos no discurso fundamental sobre o humano, a vida, a sociedade, sempre em nome de uma razão mais ampla, de uma alma mais ampla, capaz de lidar com as contradições."

23 de agosto
19 horas
Entrada Franca
Censura: Livre
Duração 90 min
Teatro Ipanema
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PROGRAMAÇÃO TEATRO IPANEMA   –    SETEMBRO / 2017
Rua Prudente de Morais, 824A  -  Ipanema
Bilheteria do Teatro: (21)  2267-3750
e-mail: teatroipanema.cultura@gmail.com
Horário de funcionamento: 14h às 22h – fechado normalmente às quartas-feiras.
Capacidade: 193 (cento e noventa e três) lugares



MUSICA

COMBO CORDEIRO | FELIPE CORDEIRO + MANOEL CORDEIRO


Combo Cordeiro dá nome ao projeto instrumental dos artistas paraenses Felipe Cordeiro e Manoel Cordeiro. Com beats eletrônicos e guitarras em primeiro plano, a dupla de pai e filho explora com versatilidade levadas dançantes como tecnobrega, boi bumbá, carimbó, cumbia e guitarrada. Da vontade de experimentar referências amazônicas com a sonoridade eletrônica nasceu uma linguagem particular, que une temas melodiosos, timbres originais, batidas tropicais e concepção visual com projeções ao vivo.

Felipe Cordeiro é um dos principais nomes da cena contemporânea brasileira, conhecido por seu Pop Tropical, que traz referências do rock, guitarrada, carimbó, cumbia e música digital. Manoel Cordeiro é guitarrista e foi produtor de centenas de discos da década de 70 e 80 na Amazônia, em gêneros como a lambada, o brega, carimbó elétrico, boi bumbá e a guitarrada, produzindo artistas como Beto Barbosa, banda Carrapicho, entre outros.

O disco Combo Cordeiro consagra o encontro musical de Felipe Cordeiro e Manoel Cordeiro.



Terça-feira, 05 de setembro
20h30
R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (Lista amiga  e  meia)
Classificação: Livre
Festival A. NOTA
Teatro Ipanema

MUSICA

LUIZA & PEDRO 

O duo Luiza & Pedro lança em setembro de 2017 seu primeiro álbum, "Versos do Capitão". Neste trabalho delicado, a dupla assina os arranjos e composições de 10 canções apresentadas em formato de voz, violão e piano. Dividindo a direção musical do projeto, a cantora Luiza Sales e o pianista Pedro Carneiro Silva constroem juntos um trabalho que apresenta o melhor das características musicais de cada um, em arranjos bem trabalhados feitos a dois.

O título "Versos do Capitão" é inspirado no livro homônimo do poeta chileno Pablo Neruda. Nele, os poemas falam da despedida de um homem que precisa ir navegar, deixando para trás sua amada. No CD da dupla Luiza& Pedro, não é diferente. O repertório fala de saudade, amor e despedidas em canções como "Despedida" (parceria da dupla), "Angela" (música de Luiza Sales), "O Capitão" (música de Pedro Carneiro Silva) e "Versos do Capitão" (parceria de Luiza Sales com o produtor Vinicius Castro), faixa-título do CD.

A dupla tem se dedicado a fazer shows em formato intimista, colocando a plateia em torno dos dois, para que o público possa vivenciar bem de perto as emoções às quais conduzem a viagem musical deste show. Com duração de 1:00h, o show "Versos do Capitão" apresenta as canções do CD  do duo e também algumas canções que fazem parte do segundo CD de Luiza, "Aventureira", lançado em 2015, incluindo "A Frio", a primeira composição feita em parceria pelos dois, em 2014.

Luiza Sales - voz, violão
Pedro Carneiro Silva - piano



Quinta-feira, 07 de setembro
20h30
R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (Lista amiga Meia)
Classificação: Livre
Projeto Musical Curto Circuito
Teatro Ipanema


MUSICA

BONDESOM + BNEGÃO


Uma das bandas mais representativas da cena instrumental carioca se junta a um vozeirão peso pesado num encontro explosivo. Em meio a comemoração dos quinze anos de carreira, deste sexteto instrumental brasileiro que mistura sons latinos, jazz, funk e musica brasileira, o Bondesom encontra BNegão para um show inédito no palco do Teatro Ipanema no dia 12 de setembro. A admiração mútua vem de longa data, mas pela primeira vez terão o prazer de tocarem juntos. Não faltarão clássicos da carreira de ambos, além de versões de artistas que os inspiram como Di Melo, o "imorrível" e banda Black Rio.


BNegão - voz

Bondesom
Pedro Mangia - baixo
Matias Zibecchi - percussão
Yuri Villar - saxofones
Antonio Guerra - piano e teclados
Gabriel Guenther - bateria
Pedro Silveira - guitarra



Terça-feira, 12 de setembro
20h30
R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (Lista amiga Meia)
Classificação: Livre
Festival A. NOTA
Teatro Ipanema



MUSICA

WADO + KASSIN


O cantor e compositor Wado é um dos artistas mais virtuosos da música independente brasileira. Ao longo de sua discografia, relativizou a importância de se estar atrelado a um único gênero e brincou com as fronteiras do pop, do rock, do samba, do funk carioca e até do axé, inspiração no disco "Ivete", lançado no ano passado.

O sétimo dos seus nove discos lançados, Atlântico Negro (2009), teve produção musical de Kassin, um dos principais produtores musicais do Brasil. A proposta do encontro é ir além do que foi feito em seu Atlântico Negro e “esmiuçar o ritmo e vasculhar os guetos do axé”, explica Wado.

Terça-feira, 19 de setembro
20h30
R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (Lista amiga Meia)
Classificação: Livre
Festival A. NOTA
Teatro Ipanema



MUSICA


EQUALE

O encanto e a simplicidade das melodias de Caymmi foram registrados de forma magistral pelas intrincadas linhas vocais deste que, com grande propriedade, segue a mui relevante tradição de gloriosos grupos vocais no Brasil. Do Bando da Lua ao MPB4, do Quarteto em Cy aos Cariocas, das revolucionárias ideias de Marcos Leite e seus Cobra Corais, disso tudo e mais, foi forjada a essência deste formidável grupo. O Equale faz transparecer o âmago da obra de Dorival, com delicadeza e precisão, seja pelos sofisticados arranjos como pelas emocionadas interpretações.

Coube ao grupo, parte da escassa resistência da música popular brasileira, homenagear a obra daquele que pode ser considerado dos maiores baianos, junto à Jorge, o Amado. Dorival Caymmi, a síntese das sínteses, a melodia e a canção certeira.

Além das privilegiadas vozes Equalianas, contamos com as intrépidas participações de grandes figuras de nossa música. Tal qual as musas de Caymmi, Joyce Moreno nos deixa moles com a sensualidade de sua voz em Morena do Mar, Serjão Loroza nos arrebata com sua intensidade em Retirantes, e para temperar esse alguidar como se deveria, o sangue de Dorival se encontra aqui na forte presença de Danilo Caymmi em Vamos Falar de Tereza.

Dorival é canção, é praia e lamento. Dorival é morte, vida e amor.
Dorival é também, agora e pra sempre, Equale.  

Quinta-feira, 21 de setembro
20h30
R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (Lista amiga e meia)
Classificação: Livre
Projeto Musical Curto Circuito
Teatro Ipanema



MUSICA

ELLAS
BETH LAMAS E JANAINA AZEVEDO 


Espetáculo genuinamente brasileiro. Passeia pelo universo feminino trazendo como repertório canções que falam da mulher. Fazem parte desta costura musical compositores como Tom Jobim, Chico Buarque, Geraldo Pereira, Djavan, Caetano Veloso, entre outros, e ainda compositores inéditos como Samir Farias, Luis Alfredo Millecco e Janaina Azevedo.

Com direção musical João Castilho e direção artística José Mauro Brant, o espetáculo fala da mulher neste século, de toda a sua luta e empoderamento através da arte de cantar e contar histórias, foi a maior motivação pra construirmos esse show.
A mulher atual, a mulher recatada e submissa, a mulher a procura de mudanças, a mulher feminina, a mulher guerreira, amante e mãe. É neste universo que adormecemos e é nele que despertamos para a história, a vida, a beleza, e para o amor.
Cantar e contar esses temas são de uma riqueza infinita e revela a nós e ao público a maravilha do princípio feminino, contido tanto na mulher, quanto no homem.

Essas canções serão entrelaçadas por depoimentos de mulheres anônimas contando suas histórias, por poesias do poeta e psicoterapeuta Luiz Alfredo Millecco.

Sexta-feira, 22 de setembro
20h30
R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (Meia)
Classificação: Livre
Projeto Musical Curto Circuito
Teatro Ipanema


MUSICA

QINHO CANTA MARINA LIMA


Depois do sucesso no show de julho, realizado no Teatro Ipanema, Qinho fará uma pequena temporada de três shows com convidados, que em breve serão definidos.
Qinho lançou recentemente "Fullgás", álbum de quatro faixas que homenageia Marina Lima. O cantor carioca apresentou o projeto em primeira mão na última temporada de "Versões", do Canal Bis, em que ele apresentou um repertório só com sucessos de Marina. Aproximado das influências dos anos 80, o cantor teve como motivação para o projeto o extenso e clássico repertório dos irmãos Antônio Cícero e Marina Lima, forjado no trânsito pelas mesmas ruas onde Qinho cresceu.
Marina elogiou bastante o trabalho de Qinho e agradeceu pela homenagem do carioca.
"A releitura que Qinho faz de meu repertório me deixa emocionada. Ele e sua banda escalam ótimas canções pro jogo, oferecendo uma sonoridade própria que mantêm as músicas atraentes. Isso sem falar na sua voz… É um grande cantor, que se apropria das canções sem nunca trair o sentimento original que embuti nelas", disse a cantora.



Qinho (Voz)
Carlos Salles (bateria)
Guilherme Marques (teclados)



Quinta-feira, 28 de setembro
20h30
R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (Lista amiga  e meia)
Classificação: Livre
Projeto Musical Curto Circuito
Teatro Ipanema




MUSICA

DUAS SANFONAS E UMA ORQUESTRA
ORQUESTRA DE SOPROS DA PRÓ ARTE + KIKO HORTA E MARCELO CALDI 


O Projeto Duas Sanfonas e Uma Orquestra é o encontro entre a Orquestra de Sopros Pro Arte e os consagrados acordeonistas cariocas Marcelo Caldi e Kiko Horta, que juntos celebram os grandes mestres do fole nordestino, Sivuca, Dominguinhos e Luiz Gonzaga, cujas obras são revisitadas em arranjos contemporâneos.

O objetivo é resgatar a importância da música de matriz nordestina na formação da música brasileira, dando-lhe uma dimensão orquestral e grandiosa, e ao mesmo tempo de forte apelo popular. Esse é o traço principal do espetáculo, reunir influências tradicionais, em diálogo com o virtuosismo e o refinamento, numa linguagem acessível ao grande público.

A Orquestra de Sopros Pro Arte, formada por jovens estudantes de música, foi criada por Tina Pereira em 2004, no âmbito do projeto Flautistas da Pro Arte. Dedicando cada ano à obra de um compositor da MPB, a Orquestra dirigida por Tina estreou com Baden Powell e apresentou nos anos seguintes Moacir Santos, Radamés Gnattali, Villa-Lobos e Egberto Gismonti. Em 2009 Raimundo Nicioli e Fernando Trocado assumiram a direção da Orquestra e desde então apresentou Luiz Eça, Garoto, Guinga, Gilberto Gil, nesses últimos anos, tocando ao lado dos homenageados, em 2012 o Grupo dividiu o palco com o Gilberto Gil e em 2013, a Orquestra homenageou João Bosco, com quem teve a honra de se apresentar.

Em 2014 a Orquestra de Sopros Pro Arte gravou o seu segundo CD, “Festejo”, que contou com as participações especiais dos artistas já homenageados pelo projeto, Egberto Gismonti, Guinga, Gilberto Gil, João Bosco. Lançado em 2015, e com boa recepção da crítica especializada, o CD fez parte das celebrações dos 25 anos de atividades do projeto Flautistas da Pro Arte. Também em 2015 a Orquestra gravou o seu terceiro CD, Duas Sanfonas e Uma Orquestra, ao lado dos sanfoneiros Kiko Horta e Marcelo Caldi, lançado no segundo bimestre de 2016.

Expoente da nova geração instrumental brasileira, Kiko Horta vem atuando como acordeonista, pianista, compositor, arranjador ao lado de grandes nomes da música brasileira. Já gravou e se apresentou com Wagner Tiso, Guinga, Orquestra Petrobrás Sinfônica, Yamandu Costa, Martinho da Vila, Dona Ivone Lara, Paulo Moura, Joel Nascimento, Mauro Senise, Carlos Malta, Mauricio Carrilho, Paulo Sérgio Santos, Zeca Pagodinho, Henrique Cazes, Orquestra de Sorpos da Pro Arte, Gabriel Improta, Beth Carvalho, Hamilton de Holanda entre outros.

Já Marcelo Caldi integra também o grupo LiberTango, dedicado a Astor Piazzolla e à música portenha, juntamente com a mãe Estela Caldi, o irmão Alexandre e o cantor Marcelo Rodolfo. Juntos, lançaram "Porteño" (2010, Delira), "Cierra tus ojos y Escucha" (2008, Delira) e "A Música de Artor Piazzolla" (2005, Delira). Marcelo Caldi também faz parte do Grupo Vocal BR6, considerado uma das melhores formações à capela do mundo, segundo o Contemporary A Cappella Recording Award, através do qual lançou "Here to Stay" (2008, Biscoito Fino) e "BR6" (2004, Biscoito Fino). Em doze anos de carreira, participou de shows e gravações ao lado dos maiores nomes da música como Chico Buarque, Elza Soares, Simone, Zeca Pagodinho, Geraldo Azevedo, Mart'nália, Zélia Duncan, Wando, Yamandú Costa, Hamilton de Holanda, Léo Gandelman, entre muitos outros

Terça-feira, 26 de setembro
20h30
R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (Lista amiga Meia)
Classificação: Livre
Festival A. NOTA
Teatro Ipanema

HORÁRIO INFANTIL


MAKUPUNI



Makupuni - peça-game para crianças sobre diferença e aceitação chega ao Teatro Ipanema no dia 05 de agosto. É a ilha do futuro, onde as crianças são fabricadas no centro da ilha e são entregues em caixas nas casas dos seus pais. Já nascem perfeitamente educadas e adaptadas às suas famílias. Porém, três crianças nascem fora do padrão dos pais: um menino-polvo, uma menina-âncora e um menino-livro. Eles são devolvidos por não se adaptarem às casas em que foram recebidos. A missão do público, através de um software de votação onde podem decidir alguns rumos da história, é ajudar na reintegração dessas crianças que precisam se adaptar e, mais do que isso, se entender e se aceitar nos ambientes da casa, da família, dos amigos e dos sonhos. A ideia do espetáculo é trazer questões relevantes sobre alguns aspectos do universo da criança, tais como a aceitação das diferenças e a relação com os pais, com os amigos e com a tecnologia.

Autora e Diretora: Vida Oliveira
Direção dos bonecos: Miguel Araujo
Assistente de direção: Pedro Maia
Elenco: Miguel Araujo e Luiza Sussekind
Direção Musical: Ricco Viana
Cenário e Luz: Paulo Denizot
Projeções: Ambos &&
Figurino: Raquel Theo
Criação de bonecos: Samitri Bará
Produção: Joana Martins
Realização: Cegonha – Bando de Criação
Identidade Visual: Guilherme Borges
Assessoria de Imprensa: Olga Bon
Produção audiovisual de divulgação: Zhai Sichen
Social Media: Kamyla Abreu


05 de agosto a 10 de setembro
Sábados e domingos, às 16h
R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: livre
Teatro Ipanema


HORÁRIO INFANTIL


CINDERELA EM CENA POR LASANHA E RAVIOLI


O espetáculo começa com Lasanha e Ravioli no teatro se aquecendo,  verificando se está tudo certo com o cenário, checando os figurinos e conversando sobre a estreia de seu novo espetáculo, que se dará em poucos minutos. Estão nervosos e animados. O público entra, eles acabam de se vestir, se desejam boa sorte. Terceiro sinal. Começa o espetáculo. Trata-se da conhecida história de Cinderela, desta vez em uma versão especial, escrita e dirigida por Lasanha e Ravioli, dois palhaços atores que se dividem em todos os papéis e apresentam seus espetáculos por todos os cantos do Brasil, com muita liberdade e humor. O trabalho acompanha a trajetória das atrizes Ana Barroso e Monica Biel que celebram 28 anos de parceria dedicados ao público infantil.


Texto: Monica Biel
Direção: Ana Barroso e Monica Biel
Direção musical: Alexandre Negreiros
Iluminação: Aurélio de Simoni
Bonecos: Eduardo Andrade
Máscaras: Luciana Maia
Cenário: Ana Barroso e Monica Biel
Figurinos e Adereços: Ana Barroso e Monica Biel
Programação Visual: Joana Bielschowsky
Fotos; Ana Luisa Cardoso
Direção de Produção: Ana Barroso e Monica Biel
Realização:                 BB Companhia de Teatro


16 de setembro a 8 de outubro
Sábados e Domingos às 16 h
R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: livre
Teatro Ipanema


HORÁRIO  NOBRE


TUDO O QUE HÁ FLORA




Flora é uma dona de casa que cumpre um ritual diário enquanto espera o marido para o almoço. A espera ainda traz à tona aquela mesma ansiedade. Nada como os privilégios de um casal apaixonado. Quando a rotina parece cumprir seu papel, Flora recebe uma visita inesperada de dois conhecidos. Em meio à tensão gerada pela presença dos dois homens em sua casa e pela iminente chegada do marido, discussões e revelações levam Flora a um inevitável reencontro com um passado que ela insiste em tentar esquecer.


A trama, que poderia ser apenas uma história de amor entre um casal, revela aos poucos um lado sombrio. “Queríamos falar sobre como as pessoas conversam, mas não se escutam e muitas vezes vivem em uma aparente normalidade que nunca existiu, tentando esconder a solidão e suas imperfeições”, resume Leila Savary. Para contar essa história, os três pensaram em seguir uma linha tragicômica, como explica Thiago Marinho: “Procuramos uma linguagem que fosse ao mesmo tempo engraçada e que provocasse reflexão. Foi assim que chegamos ao ‘teatro do absurdo’, com seus jogos de palavras e humor non sense”


Texto: Luiza Prado
Direção: Daniel Herz
Elenco: Leila Savary, Lucas Drummond e Thiago Marinho
Ator convidado: Rainer Cadete
Produção: Palavra Z Produções Culturais
Co-produção: Raposo Produções
Direção de Produção: Bruno Mariozz
Figurino: Antônio Guedes
Cenário: Fernando Mello da Costa
Iluminação: Aurélio de Simoni
Trilha Sonora: Pablo Paleologo
Fotografia e Vídeo: Paulo Henrique Costa Blanca
Visagismo: Talita Bildeman
Idealização: Nossa! Cia. de Atores

26 de agosto a 02 de outubro
Sábados às 21h, domingos e segundas às 20h
R$ 40,00 (inteira) - R$ 20,00 (meia)
Duração: 70 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Teatro Ipanema


EVENTOS ESPECIAIS
BATALHA DE IMPROVISAÇÃO COM MÁSCARAS

No espetáculo, um grupo de atores fará uma apresentação imprevisível (literalmente!), na qual tudo é improvisação! Já na chegada, o público é convidado a embarcar nesta inédita aventura teatral, sugerindo temas de improvisação a serem sorteados. Como nos antigos programas de auditório, a plateia vota, torce e participa. Tudo pode acontecer.
Duas equipes de jogares serão dividas pelo o público, na hora. Após a divisão dos times, o Mestre de Cerimônia apresentará as regras da Batalha e as provas que serão cumpridas. Para cada prova, haverá temas sorteados, tempos definidos e objetivos a serem cumpridos. Após cada prova, um grupo de jurados convidados e a plateia preferirão seus votos e escolherão o grupo vencedor.  No palco, as máscaras de Bali (Indonésia) da Cia. Dos Bondrés, dirigida por Fabinna de Mello e Souza.
Estas máscaras esculpidas em madeiras são originais do Topeng manifestações populares associada aos cultos nos templos da ilha de Bali. Bondrés que em balinês significa clown, palhaço, são tipos populares, faladores e cheio de humor.
Inspirando-se  nos jogos de improvisação muito populares nos países como Canada, Bélgica, França dentre outros e investigando a tradição secular do improviso das máscaras, a diretora  Fabianna de Mello e Souza concebeu este espetáculo.
Para A Batalha de Improvisação com Máscaras, Fabianna de Mello e Souza conta com a colaboração de Ana Achcar diretora e coordenadora do Núcleo de Atores da Uni Rio.
A Batalha que conta com o apoio da Residência Artística “Vem!Ágora” do Teatro Ipanema, possui artistas convidados que compõe um grupo de Juris especializados”. Para esta próxima batalha  o time de jurados será composto por Cesar Augusto, Júlio Adrião e Dida Cameron.


Direção: Fabianna de Mello e Souza
Colaboração: Ana Achcar
Elenco: Os Bondrés
DJ: Jojô Rodrigues
Iluminação: Paulo Ignácio

Quinta-feira, 14 de setembro
20h
R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia), R$ 10,00 (lista amiga)
Censura: Livre
Duração 70 min
Teatro Ipanema
EVENTOS ESPECIAIS


CICLO LEITURAS VIVAS

São encontros a fim de abrigar e reunir a classe teatral para testar experimentos cênicos sob o olhar do público.
Mensalmente, o Ciclo Leituras Vivas, de Guilherme Scarpa receberá atores, autores e diretores para apresentar leituras dramatizadas de textos novos e antigos.
Estreia o "Ciclo Leituras Vivas" de Guilherme Scarpa - no Teatro Ipanema, dentro da Ocupação Artística Vem Ágora.
Não definido ainda pelo Coordenador Guilherme Scarpa, o texto, atores e diretor que farão esta leitura dramatizada.

Quarta-feira, 06 de setembro
20h30
Entrada Franca
Censura: Livre
Duração 90 min
Teatro Ipanema

___________


OFICINAS

1) OFICINA MACHADO DE ASSIS
com Bruno Lara Resende




Bruno Lara Resende é autor e diretor teatral, tendo criado importantes adaptações de clássicos da literatura para a cena, como Madame Bovary, O Filho Eterno e O Inspetor Geral.
O sobrenome familiar herdou do pai, o escritor Otto Lara Resende.

Bruno oferece no Teatro Ipanema uma oficina que consiste na leitura de parte da obra em prosa de Machado de Assis e de exercícios de adaptação e encenação dos textos selecionados. A oficina, gratuita, terá a duração de três meses e acontecerá, a partir de 24 de agosto até 23 de novembro, todas as quintas-feiras, de 10h às 14h. A seleção dos participantes, em número máximo de 21(vinte e um), será feita através da análise de currículo e carta de intenção.


Custo: gratuita
Duração: três meses
Período: de 24 de agosto até 23 de novembro
Horário: todas as quintas-feiras, de 10h às 14h
Inscrições para seleção através e-mail: oficinateatroipanema@gmail.com
Teatro Ipanema


2) OFICINA AS TRAMAS DE SHAKESPEARE E AS MÁSCARAS
Ministrantes Fabianna Mello e Souza e Marcio Vito

Em continuidade ao “Ateliê de Pesquisa da Dramaturgia e o Jogo das Máscaras”, ministrado por Fabianna de Mello e Souza nos dois semestres anteriores no Teatro Ipanema, a atriz e diretora convida agora o ator e diretor Marcio Vito para, junto a ele, inaugurar sua “Pesquisa de Máscaras e Clássicos”, uma oficina com duração de quatro meses


O trabalho consiste na investigação cênica das tramas que envolvem os personagens em duas das obras mais emblemáticas do bardo: “Hamlet” e “Macbeth”. Esta oficina também pretende desenvolver a criação de cenas e a construção física e de costumes para cada personagem.

A oficina terá o valor de R$ 280 (duzentos e oitenta reais) mensais, destinada a cerca de 21(vinte e um) atores, disponibilizando 07(sete) bolsas integrais.

Márcio Vito

Ator carioca, nascido em 1972 com formação em Artes Cênicas pela UNIRIO, trabalha em teatro, TV e em cinema. Em teatro, destaque para o espetáculo A sobrancelha é o bigode do olho – Uma conferência do Barão de Itararé, monólogo com direção de Nelson Xavier. Na TV já fez novelas como Caminho das Índias, de Glória Perez, episódios de A grande família, e minisséries como Força tarefa, de Fernando Bonassi e Marçal Aquino, e Amazônia, de Glória Perez. Estreou em cinema atuando no longa-metragem A ostra e o vento (1997), de Walter Lima Jr.. Com o filme Cinco vezes favela - Agora por nós mesmos (2010), com coordenação geral de Carlos Diegues, recebeu o prêmio de melhor ator coadjuvante no Festival de Paulínia 2010.

Valor: R$ 280,00 / mês
Duração: quatro meses
Período: de 09 de agosto a 29 de novembro
Horário: todas as quartas-feiras, de 10h às 14h
Inscrições para seleção através e-mail: oficinateatroipanema@gmail.com
Teatro Ipanema

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