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Espetáculos em Cartaz no Rio de Janeiro

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - Produção e Promoções de Eventos Culturais agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj

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Montagem de “Agosto" divide o palco do Teatro Ipanema em uma “múltipla espacialidade” que vai exigir uma visão ativa do espectador


Sucesso de público na temporada de estreia, “Agosto” (August: Osage County), do americano Tracy Letts, volta em cartaz no Teatro Ipanema, de 14 de outubro a 5 de novembro, sábados às 21h, domingos e segundas às 20h.

A peça mostra uma família disfuncional que se reúne depois que o pai desaparece, em um encontro de acerto de contas entre a mãe e as três filhas que escondem pequenos e amargos segredos, inclusive de seus maridos.

No papel de Violet, Guida Vianna retorna aos palcos em “Agosto” após três anos dedicados a produções audiovisuais, na televisão e no cinema. “Violet é uma mulher que vive numa situação limite, literal e metaforicamente falando”, analisa Guida. “Literal porque faz quimioterapia para um câncer de boca, e talvez sua morte esteja anunciada. Metaforicamente, porque sua família está se desmantelando: o marido sumiu, as filhas só esperam o funeral para partir, e a ela só restará permanecer sozinha aos cuidados de uma empregada que ela não conhece”.

Os principais conflitos de Violet são com a filha Barbara, interpretada por Letícia Isnard. “Violet guarda mágoa de Barbara porque ela não voltou para casa quando soube do seu câncer, mas voltou quando o pai desapareceu”, conta Guida. “É a filha preferida porque Violet a julga a mais inteligente e a mais parecida com ela, e os temperamentos parecidos levam as duas a
embates frequentes”.

Intérprete de Barbara, Letícia Isnard chama a atenção para como a semelhança com a mãe assombra sua personagem. “Ela luta para não ter o mesmo destino da mãe: a solidão, consequente de uma personalidade forte, acachapante e agressiva”, explica. “Romper com esse ciclo de infelicidade e violência é também um ato de amor”. Em crise com o marido, a filha adolescente, distante das irmãs e do pai, “Barbara é uma mulher forte, que está num momento de total desestabilização”, resume a atriz.

Se o destino das personagens é inevitavelmente trágico, isso não faz de “Agosto” uma tragédia. Tracy Letts usa recursos do melodrama, da comédia de costumes, das sitcoms da televisão norte-americana e do vaudeville, mantendo a unidade formal, a coerência interna e estética da sua obra.

A montagem de “Agosto” vai dividir o palco nos cômodos da casa em que se passa a história, em uma “múltipla espacialidade” que vai exigir uma visão ativa do espectador, avisa Paes Leme. “A ação passeia por todos os cômodos e a proposta do autor é que o espectador possa ver simultaneamente todos os ambientes”, diz Paes Leme. “Na nossa concepção, as cenas serão sobrepostas: a personagem que está num determinado ambiente estará exatamente ao lado de outra que ocupa outra área da casa. Gradativamente, as diferentes cenas vão convivendo no palco”.

Nascido em Tulsa, Oklahoma, Tracy Letts é um dos mais importantes autores norte-americanos vivos. Vencedor dos prêmios Pulitzer na categoria Melhor Drama e Tony na categoria Melhor Texto, “August: Osage County” estreou em Chicago em 2007, na montagem do Steppenwolf Theatre Company (companhia a que pertence Letts), encenada depois em Nova York e Londres, entre outras cidades e países. Em 2013, a obra inspirou o filme “Álbum de Família” protagonizado por Meryl Streep e Julia Roberts.

Serviço
“Agosto”
Texto: Tracy Letts
Tradução: Guilherme Siman
Direção e Adaptação: André Paes Leme
Direção de Produção: Andrea Alves e Maria Siman
Elenco: Guida Vianna, Letícia Isnard, Claudia Ventura, Claudio Mendes, Eliane Costa, Guilherme Siman, Julia Schaeffer, Márcio Vito, Marianna Mac Niven, Paulo Giardini, Lorena Comparato e Isabella Dionísio (revezando a personagem Jean Fordham)
Local: Teatro Ipanema, Rua Prudente de Moraes, 824, Ipanema (tel. 2267-3750)
Temporada: 14 de outubro a 5 de novembro, sábados às 21h, domingos e segundas às 20h
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Venda na bilheteria de 4ª a domingo, das 14h às 22h ou pelo site https://ticketmais.com.br
Lotação do teatro: 222 pessoas
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 130 minutos
Gênero: Drama
Assista ao trailer de “Agosto” - https://vimeo.com/227655911/0db6ca0d54

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Musical “Dançando no Escuro” no Rio de Janeiro



O musical “Dançando no Escuro” nasceu do desejo dos atores-produtores Juliane Bodini e Luis Antonio Fortes de trazer para o teatro a adaptação do premiado filme homônimo de Lars von Trier, estrelado pela cantora Björk, que também compôs todo o repertório musical da obra que expõe o drama de uma mulher com uma doença degenerativa que a leva à cegueira, seu desmedido amor pelo filho e as injustiças sofridas por ela. A adaptação para o teatro é do nova-iorquino Patrick Ellsworth, a única permitida pelo cineasta dinamarquês. Com os direitos comprados em 2015 o musical estreia dia 19 de outubro de 2017, no Teatro Sesc Ginástico, Centro do Rio de Janeiro.

A premiada atriz Dani Barros dirige esta montagem que conta com direção musical e arranjos do também premiado Marcelo Alonso Neves. As atrizes Juliane Bodini e Cyria Coentro interpretam as personagens que no filme de Lars von Trier foram de Björk e Catherine Deneuve. O elenco é composto por nove atores e atrizes cantores, que interpretam os principais personagens e outros menores, além de quatro músicos, dois deles cegos, um multi tecladista e um baterista, que tocam ao vivo a trilha sonora.

Com 5 musicais no currículo: “Rock in Rio - O musical”, “Cazuza, Pro dia nascer feliz - O musical”, “Cassia Eller - O musical” e “O beijo no asfalto - O musical”, todos dirigidos por João Fonseca, “Raul Fora da Lei”, dirigido por Roberto Bomtempo e José Jofilly, a atriz e cantora Juliane Bodini interpreta a protagonista de “Dançando no Escuro”. Em 2015, Bodini foi indicada ao Prêmio Bibi Ferreira como atriz coadjuvante por “Cassia Eller - O musical”.

– Este musical foi um enorme e prazeroso desafio. Lidar com as composições inusitadas e fora dos padrões de Björk e Sjón Sigurdsson e conviver com esses fantásticos músicos que justo por não terem o “dom” da visão, trouxeram suas sensibilidades musicais. Além do apoio dos músicos, nós procuramos produzir a partir do próprio elenco a sonoplastia, utilizando sucata de metal que em última instância reporta aos sons da fábrica em que Selma trabalha e tem seus devaneios. A utilização dos sons corporais como instrumentos também foi uma ferramenta importante na criação das atmosferas musicais. Esse espetáculo estará marcado para sempre em minha carreia musical. – Marcelo Alonso Neves, diretor musical

– Lembro-me da primeira vez que vi Dancer in the Dark. Eu nunca tinha visto nada parecido antes. Eu achei isso audaz, generoso e absolutamente implacável. Era de alguma forma cinemática e profundamente íntima. Embora houvesse um outro mundo, era o filme mais humano que eu já vi. Quando fui abordado pela primeira vez para adaptá-lo ao palco, fiquei excitado e aterrorizado. No meu mundo, Lars e Bjork são vacas sagradas, e eu sabia que eu tinha que matá-las para que a história vivesse no palco. No começo, pouco avancei. Contudo, encontrei-me perguntando uma e outra vez: “Se Selma pudesse falar, o que ela diria?” Foi então que percebi o quão fechado Selma é. Eu queria que ela se abrisse e fale. – Patrick Ellsworth, autor da adaptação teatral

– Em 2007, no reg 3 da CAL, o Paulo Afonso de Lima, meu professor na época, resolveu fazer esse musical como exercício da turma. Eu não conhecia o filme e assisti depois que ele disse que faríamos essa montagem. Ele me deu o papel da Selma e foi uma experiência muito bacana. Foi uma adaptação que ele mesmo fez e logo após a apresentação eu decidi que um dia faria essa peça profissionalmente. E cá estamos nós, eu e Luis Antonio Fortes, exatos 10 anos depois realizando este desejo. – Juliane Bodini, atriz e uma das idealizadoras do projeto.



Sinopse

A história de passa em 1964, nos Estados Unidos. Selma Jezková é uma imigrante tcheca que se muda para os EUA com seu filho Gene, um garoto de doze anos. Ela tem uma doença hereditária degenerativa que a faz peder a visão, algo que também vai acontecer com seu filho. Ao saber que nos EUA existem médicos que podem operar Gene, foi o suficiente para fazê-la imigrar para o país. Selma aluga um trailer na propriedade de Bill e sua esposa Linda, seus vizinhos, onde vive humildemente. Trabalha exaustivamente em uma fábrica com sua melhor amiga Carmen e guarda tudo o que ganha para a cirurgia que evite que seu filho sofra do mesmo destino. Mas quando Bill se vê em dificuldades financeiras rouba o dinheiro que Selma tinha economizado duramente. O roubo é o ponto de partida para trágicos acontecimentos.

Juliane Bodini e Luis Antonio Fortes idealizam musical com projeto de acessibilidade

Além do espetáculo teatral, o trabalho dos artistas envolvidos estará focado em movimentar, semear, articular e desenvolver um trabalho sério de acessibilidade dentro e fora do palco com equipe capacitada para atender o público com diversos tipos de deficiência, buscando não só o entretenimento cultural e sim um movimento de inclusão social.

– Transpor para o teatro essa obra cinematográfica tão marcante veio da vontade de abrir os olhos para o mundo, abordando assuntos tão pertinentes como preconceito, exclusão social e injustiça. E assim, tentar mudar os padrões e os vícios de uma sociedade onde a intolerância prevalece e o descaso nos envenena. É preciso enxergar o outro. Assim, escolhemos fazer um trabalho, um movimento, que permita que todo o público tenha acessibilidade dentro e fora do palco.” – Juliane Bodini e Luis Antônio Fortes, idealizadores do projeto

Ficha Técnica

Musical baseado no longa-metragem de Lars von Trier
Adaptação Teatral: Patrick Ellsworth
Tradução: Elidia Novaes
Direção: Dani Barros
Músicas Originais: Björk
Direção Musical e Arranjos: Marcelo Alonso Neves
Idealização: Juliane Bodini e Luis Antonio Fortes
Direção de Produção: Jéssica Santiago
Elenco: Juliane Bodini (Selma Jezková), Cyria Coentro (Carmen Baker), Luis Antonio Fortes (Jeff), Andrêas Gatto (Samuel), Greg Blanzat (Gene Jezková), Julia Gorman (Linda Houston), Lucas Gouvêa (Bill Houston), Marino Rocha (Norman) e Suzana Nascimento (Brenda Young)
Músicos: Vanderson Pereira (multi tecladista), Johnny Capler (baterista), Allan Bass (baixista) e Dilson Nascimento (multi tecladista)
Cenário: Mina Quental
Figurino: Carol Lobato
Iluminação: Felicio Mafra
Preparação Vocal: Mirna Rubim
Direção de Movimento: Denise Stutz
Aulas e Coreografia do Sapateado: Clara Equi
Preparação Corporal e Assistente de Direção de Movimento: Camila Caputti
Visagista: Marcio Mello
Versionista: Marcelo Frankel
Sonorização: Joyce Santiago
Assistentes de Direção: Rubia Rodrigues e Camila Caputti
Assistente de Visagismo: Roberto Santiago
Produção Executiva: Camila Santana
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos do Material Gráfico: Nana Moraes
Marketing Digital: Maria Alice
Marketing Cultural: TEM DENDÊ! Produções - Tamires Nascimento

Serviço

Dançando no Escuro”
Musical baseado no longa-metragem de Lars Von Trier
Adaptação Teatral: Patrick Ellsworth
Tradução: Elidia Novaes
Direção: Dani Barros
Direção Musical e Arranjos: Marcelo Alonso Neves
Sinopse: A tcheca Selma Jezková migra para os EUA com o filho Gene, que precisa operar os olhos para não perder a visão; trágicos acontecimentos cruzam seus caminhos enquanto Selma sonha com o mundo dos musicais.
Elenco: Juliane Bodini, Cyria Coentro, Luis Antonio Fortes, Andrêas Gatto, Greg Blanzat, Julia Gorman, Lucas Gouvêa, Marino Rocha e Suzana Nascimento
Músicos: Vanderson Pereira (multi tecladista), Johnny Capler (baterista), Allan Bass (baixista) e Dilson Nascimento (multi tecladista)
Local: Sesc Ginástico, Av. Graça Aranha, 187, Centro, Rio de Janeiro (tel. 2279-4027)
Temporada: 19 de outubro a 19 de novembro de 2017, quinta a sábado às 19h e domingo às 18h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (para jovens até 21 anos, estudantes e maiores de 60 anos), R$ 7,50 (Associados Sesc)
Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Capacidade de público: 513 lugares
Duração: 120 minutos
Classificação: 14 anos
Drama Musical
Acessibilidade para pessoas com deficiência e assentos especiais
Audiodescrição e Libras aos domingos: 29/10, 5/11, 12/11 e 19/11

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Drama musical “Gisberta”, com Luis Lobianco, estreia dia 13 de outubro no Teatro da UFF

* Peça conta a história, praticamente desconhecida no Brasil, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, na cidade do Porto, em Portugal.

Idealizado pelo Luis Lobianco, com direção de produção de Claudia Marques, texto de Rafael Souza-Ribeiro e direção de Renato Carrera, o espetáculo “Gisberta” é um drama musical que mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, na cidade do Porto, em Portugal. As apresentações em Niterói acontecem no Teatro da UFF, de 13 a 29 de outubro, sexta a domingo às 20h.

Gisberta atravessou o oceano para buscar um território livre, mas morreu no fundo do poço, afogada em ódio e água. Na ocasião o caso ganhou destaque nas discussões sobre a transfobia em Portugal e Gisberta se tornou (e até hoje é) ícone na luta pela conscientização para uma erradicação dos crimes de ódio contra gays, lésbicas e transexuais. Em 2016, dez anos após a sua morte, Gisberta foi amplamente lembrada em Portugal por meio de inúmeras reportagens. Recentemente, em 14 de fevereiro de 2017, Gisberta deu nome ao primeiro centro de apoio a população LGBT do norte de Portugal, “Centro Gis”, em Matosinhos, distrito do Porto.

“Já o Brasil, na contramão, é um dos países que mais comete crimes de transfobia e homofobia, números que não param de crescer junto com uma onda conservadora de intolerância com as diferenças. Se não conseguimos mudar as leis que não nos protegem, que a justiça seja feita no teatro, com música e luzes de Cabaré. Que venham as identidades de humor, gênero, drama, música, tragédia e redenção. O caso de Gisberta não é conhecido por aqui e decidi que Gisberta vai reviver a partir da arte e será amada pelo público.” – Luis Lobianco

Assista ao trailer de “Gisberta - https://vimeo.com/206416805/6b86a11b68 

“O mundo passa por uma grande crise de identidade: o que somos essencialmente e onde podemos viver o que somos? Refugiados podem ser inteiros fora de seus territórios sem inspirarem ameaça? Há liberdade para indentidade de gênero mesmo que se tenha nascido em um corpo de outro sexo? Gays podem se amar sem exposição à violência? A reação para o rompimento com padrões sociais é uma explosão de violência cotidiana sem precedentes. Quanto mais ódio, mais a afirmação da identidade se impõe. No ar a sensação de um grande embate mundial iminente - não tem mais como se esconder no armário. Ser livre ou servir à intolerância: eis a questão.” – Luis Lobianco

Para contar a história de Gisberta, que é praticamente desconhecida no Brasil e que é também a história de tantas outras vítimas da transfobia, Luis Lobianco interpreta vários personagens com texto concebido a partir de relatos obtidos em contatos pessoais com a família de Gis, do processo judicial e de visitas ao local da tragédia e por onde Gisberta passou. Em cena, três músicos acompanham o ator: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz).

“Gisberta não está em cena, o Luis Lobianco não interpreta a Gis, mas nós chegamos bem perto dela.” – Renato Carrera, diretor

Indicado ao Prêmio Botequim Cultural 2017 nas categorias Melhor Ator e Melhor Direção Musical, também indicado ao Prêmio Cenym de Teatro Nacional 2017 Prêmio Cenyms nas categorias Melhor Trilha Sonora Original ou Adaptada, Melhor Execução do Som, Melhor Fotografia de Publicidade, “Gisberta” estreou nacionalmente no dia 1º de março de 2017, no CCBB Rio de Janeiro, onde permaneceu em cartaz até 30 de abril. De 9 de junho a 2 de julho fez temporada no Teatro Dulcina, Centro do Rio. Em julho de 2017 participou da programacão oficial do Festival de Inverno do Sesc, com apresentações em Petrópolis e Friburgo. No período de 24 de novembro a 10 de dezembro de 2017 fará temporada no CCBB Brasília e de 5 de janeiro a 5 de fevereiro de 2018, no CCBB Belo Horizonte. Também em 2018 fará temporadas em Lisboa e no Porto.

Uma breve história da Gisberta

Caçula de uma família com oito filhos, nascida e moradora do bairro Casa Verde, em São Paulo, ainda na infância Gisberta dava sinais de que estava num corpo que não correspondia à sua identidade. Após a morte do pai, deixou os cabelos crescerem definitivamente. Em 1979, aos 18 anos, quando suas amigas morriam assassinadas, na capital paulista, com medo de ser a próxima vítima, deixou o Brasil rumo a Paris. Mais tarde, já depois de realizar tratamento hormonal e fazer implante de silicone nos seios, mudou-se para o Porto, no Norte de Portugal. Muito alegre e divertida, rapidamente enturmou-se na cena gay local. Fazia apresentações em bares e boates. Por 10 anos foi a estrela brasileira da noite portuense. Sem muito jeito com qualquer tipo de liberdade viveu tudo o que nunca experimentou de forma voraz: cantou de Vanusa a Marilyn, bebeu, fumou, cheirou, amou e adoeceu no cabaré. Foi muito feliz, tinha muitos amigos e admiradores. Poupava energia para as cartas e fotos que mandava para a família, queria garantir que estava segura. Um dia os seus dois cães fugiram de casa e foram atropelados na sua frente. Gis definhou de depressão e Aids.
Perdeu os cabelos conquistados e o visto de imigrante, passou a vestir trapos sem gênero e foi morar na rua. Num prédio abandonado foi encontrada, no final de 2005, por um grupo de 3 meninos mantidos pela Oficina de São José, uma instituição religiosa da vizinhança. No início as crianças ofereceram comida e agasalho, mas a lógica do grupo se converteu em um ódio súbito e inexplicável quando outros 11 meninos se juntaram ao grupo inicial. A partir de 15 de fevereiro de 2006, Gisberta sofreu vários dias de tortura e finalmente, acreditando que ela estava morta, foi jogada ainda com vida dentro de um poço cheio de água. Conclusão do processo: morte por afogamento. Gis, como ela gostava de ser chamada, já vivia sufocada, sua morte foi síntese da sua vida – culpa do ódio e não da água.

Ficha técnica
Atuação: Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Músicos em Cena: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz)
Pesquisa Dramatúrgica: Luis Lobianco, Renato Carrera e Rafael Souza-Ribeiro
Investigação: Luis Lobianco e Rafael Souza-Ribeiro
Trilha Sonora e músicas compostas: Lúcio Zandonati
Iluminação: Renato Machado
Cenário: Mina Quental
Figurino: Gilda Midani
Preparação Vocal: Simone Mazzer
Direção de Movimento: Marcia Rubin
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos de Divulgação: Elisa Mendes
Produção: Fabrica de Eventos
Idealização: Luis Lobianco

Serviço

“Gisberta”
com Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Sinopse: A peça mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006 na cidade do Porto, em Portugal.
Local: Teatro da UFF, Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro (tel. 3674-7511)
Temporada: 13 a 29 de outubro, sexta a domingo às 20h
Capacidade de público: 344 lugares
Venda antecipada (até dia 08/10): R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Venda normal (a partir de 09/10): R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Venda pela internet: www.sympla.com.br/gisberta
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos
Gênero: Drama Musical

Agenda Cultural RJ - Produção,  Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com
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Teatro João Caetano apresenta o espetáculo “Cama de gato”, de Max Mendes, atė 29 de outubro, com direção de Márcio Vieira

Peça reestreia sob nova direção abordando aceitação, distorção de valores, comercialização das relações e amor capaz de quebrar barreira.




Após temporada com sucesso de público e crítica, o drama “Cama de gato”, escrito por Max Mendes, REESTREIA sob a direção de Márcio Vieira dia 13 de outubro no Teatro João Caetano, centro do Rio.

Montagem estrelada pelos atores Diego Homci,Henrique Sathler, Hugo Carvalho, Vinicius Olivo, Thiago Tenório, Tiago Homci e a DJ Cacá Werneck, ficará em cartaz de sextas a sábados, às 19h30, e domingos às 18h, até dia 29 de outubro.



A peça conta a história da aproximação entre três garotos de programa com uma misteriosa e elegante travesti, chamada Lois Lane. Ela aparece na vida de Mike, Biel e Bruno para quebrar preconceitos. A narrativa é costurada por músicas e debates sobre aceitação, distorção de valores, comercialização das relações e amor. "Cama de gato" fala de amor. Amor capaz de quebrar barreiras. Amor capaz de transformações.

“Observo que cada vez mais estamos nos tratando como coisas, que são descartáveis, rotuladas, comercializadas e julgadas. Escrevi esse texto para nos enxergarmos como gente. Gente que se forma na diferença, que tem sentimentos diversos e deve ser respeitada. A intolerância, a homofobia, os assassinatos e a discriminação contra gays, lésbicas, travestis, transexuais e transgêneros se tornaram assustadores. Não devemos alimentar o ódio.” Max Mendes

SINOPSE SUGERIDA – Aproximação de uma travesti e três garotos de programa faz com que eles vejam o ser humano com outro olhar.

FICHA TÉCNICA
Texto - Max Mendes
Direção Geral - Márcio Vieira
Elenco: Diego Homci, DJ Cacá Werneck, Henrique Sathler, Hugo Carvalho, Thiago Tenório, Tiago Homci e Vinicius Olivo.
Elenco de apoio: Caffe Luis, Junior dos Santos, Slow Yo e Wemerson Goulart
Assistente de direção - Fernanda Bontempo
Coach de atores - Marcelo Dias
Iluminação - Djalma Amaral
Figurino - Gebran Smera
Visagismo - Del Cascardi
Maquiagem - Vinny Rodrigues
Cenário - Criação coletiva
Assessoria de imprensa - Minas de ideias
Designer Gráfico - Rafael Salmona
Fotografia - Sérgio Santoian
Produção executiva - Cleber Sillva
Produção - Max Mendes e Cleber Sillva

SERVIÇO
Temporada: Temporada: De 13 a 29 de outubro
Horários: Sextas e sábados, às 19h30, Domingos às 18h
Local: Teatro João Caetano
Capacidade: 605 lugares
Endereço: Praça Tiradentes, s/n – Centro - Tel: (21) 2332 9257 (bilheteria)
Preço: R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia)
Duração: 80 minutos
Classificação: 18 anos
Gênero: Drama

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Companhia Ensaio Aberto celebra os 100 anos da Revolução Russa com espetáculo inédito


A Companhia Ensaio Aberto apresenta o espetáculo inédito “Dez Dias que Abalaram o Mundo” no Armazém da Utopia em comemoração aos 100 anos da Revolução Russa e os 25 anos do Grupo. Com direção de Luiz Fernando Lobo, a peça é uma adaptação livre da obra de mesmo nome, um dos primeiros livros-reportagem da história, o clássico do jornalista norte-americano John Reed.

“A Revolução Russa foi a maior vitória da classe operária. O momento mais radical de democracia, onde os trabalhadores se auto-organizaram e conseguiram vitórias históricas, como a jornada de trabalho de 8 horas. Contar a revolução russa é contar que só a luta forma para a luta. É reabrir o passado para pensar o futuro”, diz o diretor Luiz Fernando Lobo.

“Dez Dias que Abalaram o Mundo” aborda os acontecimentos que resultaram na tomada de poder pelos bolcheviques na Revolução Russa. O espetáculo narra a experiência do jornalista americano John Reed ao cobrir os eventos e de como ele se tornou um defensor do novo governo russo e passou a difundir as ideias revolucionárias nos EUA e pelo mundo. Reed, nas palavras dele mesmo, diz “em meio à batalha, não fui um homem neutro”.

No espetáculo, os artistas da Companhia Ensaio Aberto partem dos documentos da Revolução Russa e do que o evento representou para classe trabalhadora. A videografia de Batman Zavarese transporta o público para a época através de imagens de arquivo históricas projetadas em telas gigantes. "Existe um acervo imagético riquíssimo e muito emblemático sobre esse tema. Na videografia da peça, o cinema russo será extrapolado em muitas possibilidades de telas e narrativas, que irão potencializar as experiências cênicas dos atores e do público numa viagem ao tempo. A ideia é que a tecnologia de projeções se aproprie poeticamente do espetáculo para inserir todos dentro do cenário de uma forma imersiva e emocionante”, afirma Batman.

O cenário do cenógrafo premiado J.C. Serroni é uma obra de dimensões épicas como os grandes espetáculos de rua encenados nos anos 20, compatível com a arquitetura do Armazém da Utopia, um prédio de estrutura fabril da mesma época histórica. “A ideia central da cenografia é usar o galpão na sua forma genuína. Queremos que a visualidade do espetáculo, aliado à dramaturgia, luz, figurinos, direção, música e atuação, leve o público para um dos momentos mais importantes da história mundial. Esse trabalho, sem dúvida, nos fará refletir, e muito, sobre inúmeras questões que perduram nos dias em que vivemos”, explica Serroni.

Com figurino de época de Beth Filipecki e Renaldo Machado, iluminação de Cesar de Ramires com colaboração do mestre Jorginho de Carvalho e trilha original de Felipe Radicetti a partir da obra de Shostakovich e grande elenco.

A Companhia Ensaio Aberto, desde sua fundação em 1992, desenvolve seu trabalho como uma incisão épica dentro do panorama teatral brasileiro. Todos os seus espetáculos inclinam-se sobre temas sociais pertinentes, profundamente investigados, e visam a utilizar o teatro e a própria cultura como ferramenta para revelação e transformação da realidade. “Dez Dias que Abalaram o Mundo” será um espetáculo referência para se conhecer um fato histórico marcante do século XX, com reflexos ainda hoje, 100 anos depois. Contaremos uma história para fazer avançar a história.

Mais sobre a Companhia Ensaio Aberto:

A Companhia Ensaio Aberto é a única do Rio dedicada exclusivamente a temas sociais e políticos. Com um teor político marcadamente épico, a Companhia busca dialogar diretamente com a obra do dramaturgo alemão Bertolt Brecht. O autor alemão é influência assumida e inspiração central para a companhia carioca. É possível vislumbrar sua história no projeto Armazém da Utopia com a qual a companhia ocupa o Armazém 6 do Cais do Porto do Rio desde 2010.www.ensaioaberto.com

FICHA TÉCNICA

Direção e Dramaturgia: Luiz Fernando Lobo

Direção de Produção: Tuca Moraes

Cenografia e Espaço Cênico: J.C. Serroni

Videografia: Batman Zavareze

Iluminação: Cesar de Ramires com a colaboração de Jorginho de Carvalho

Figurino: Beth Filipecki e Renaldo Machado

Trilha Original e Direção Musical: Felipe Radicetti

Produção Executiva: Renata Stilben e Roberta Mello

Assistente de Direção e Dramaturgia: Dieymes Pechincha

Atores: Companhia Ensaio Aberto

ADRIANO SOARES, ALARISSE MATTAR, AMAURY LORENZO, AMPARO DE GATA, ANA KARENINA RIEHL, ANDREA TONIA, BRENDA JACÍ, BRUNO PEIXOTO, CLEITON RASGA, FERNANDA VIZEU, HENRIQUE JULIANO, GABRIELA IGARASHI, GÉ LISBOA, GEOVANE BARONE, GILBERTO MIRANDA, JOÃO RAPHAEL ALVES, LEONARDO HINCKEL, LUIZ FERNANDO LOBO, LUIZA MORAES, NADY OLIVEIRA, NATALIA GADIOLLI, PETER BOOS, TUCA MORAES, VINÍCIUS OLIVEIRA E YANI PATUZZO.

SERVIÇO

Temporada: De 14 de outubro até 30 de outubro de 2017

Horário: Sexta, domingo e segunda às 19h. Sábado as 20h

Local: Armazém da Utopia

Endereço: Orla Conde - Armazém 6

Preço: R$ 50,00 (inteira) R$25,00 (meia). Antecipado R$ 30,00 (inteira) R$15,00 (meia

Classificação: 12 anos

Duração: 120 minutos

Capacidade: 800 lugares

Informações: publico@ensaioaberto.com – 22538726 / 25164893/ 98909-2402

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Comédia dramática “Violeta.Eu.Elas.Julieta.” reestreia dia 6 de outubro no Teatro Municipal Café Pequeno

Com adaptação e direção de Rodrigo Turazzi, Múltipla Cia Teatral apresenta o trágico desfecho amoroso do clássico Romeu e Julieta com muito humor e dinamismo.


Turazzi se junta às atrizes Carolina Alfradique e Duda Paiva traçando uma trajetória lúdica, através de encontros e desencontros.

Adaptada do clássico amoroso Romeu e Julieta, a peça “Violeta.Eu.Elas.Julieta.” é o novo trabalho da Múltipla Cia Teatral, do Rio de Janeiro, que volta aos palcos no dia 06 de outubro, no Teatro Municipal Café Pequeno (Leblon), com temporada até o dia 29 do mesmo mês. As sessões acontecem de sexta a domingo, 20h.





Dirigida por Rodrigo Turazzi, a comédia dramática apresenta três atores que se revezam em uma espiral, dando vida a mais de 14 personagens para contar a história de amor entre o jovem casal de famílias rivais. Essa adaptação, de final trágico, caminha muito próximo à comédia física, redirecionando o olhar do espectador para Julieta, que enfrenta de forma passional, uma série de conflitos atuais.

Nessa releitura, a obra Shakespeariana torna-se pano de fundo para o enfrentamento da questão de como abordar o tema “feminino”. Com isso, Julieta revela-se o principal objeto de observação. De um lado Julieta, uma das personagens mais desejadas pela grande maioria das jovens atrizes, de outro, a paixão de jovens artistas pelo seu ofício na construção de uma trajetória.


Para Turazzi, artista multiplataforma, à frente da Múltipla Cia Teatral e de diversas realizações nas Artes Cênicas e Audiovisual, referenciar o amor de Romeu e Julieta é também trazer à tona, reflexões sobre o amor, a mulher e as relações afetivas contemporâneas com muito humor e dinamismo. Essa clássica história de amor atravessa o tempo e se mantém viva como uma potente forma de se olhar para os relacionamentos atuais. Turazzi agrega o diálogo sensível com os atores à dramaturgia rica, proposta por Shakespeare, em um trabalho de pesquisa continuada nas artes cênicas.

Na ficha técnica, profissionais renomados como a colaboradora e premiada atriz Helena Varvaki, o premiado iluminador Renato Machado, o figurinista expoente da nova geração, Tiago Ribeiro, Turazzi se junta às atrizes Carolina Alfradique e Duda Paiva traçando uma trajetória lúdica, através de encontros e desencontros.

A COMPANHIA

A Múltipla Companhia Teatral resulta da união entre os atores Cirillo Luna e Rodrigo Turazzi, com objetivo de viabilizar a montagem de espetáculos e, aliada a uma pesquisa continuada, promover a circulação dessas peças e fomentar a formação de plateia.

A Cia Estreou oficialmente nos palcos cariocas em 2012 com o espetáculo “Quebra-Ossos”. Uma comédia com texto original de Júlia Spadaccini, sob a direção de Alexandre Mello, indicado ao Prêmio Shell de Teatro de 2012 pelo texto original de Julia. O projeto denominado “As Infinitas possibilidades humanas a partir do encontro de dois atores”, orientado pela professora Thereza Rocha, (curadora, diretora e crítica de dança), deu origem ao espetáculo “Quebra-Ossos”. “Violeta.Eu.Elas.Julieta” é a continuidade da mesma pesquisa iniciada em 2010 com o projeto de conclusão do curso de Bacharelado em Teatro da UniverCidade.

CURRÍCULOS

Carolina Alfradique - Formada em Teatro pela extinta UniverCidade, em 2010, bem como, pela Escola de Atores Wolf Maya, em 2015. Como atriz, participou de diversos espetáculos teatrais: “Baal” (2016) dir: Thierry Tremouroux; “Os perdedores” (2014) dir: Iuri Kruschewsky; “Refluxo” (2012) dir: Renato Rocha; “Me engana que eu gosto” (2010) dir: Oscar Saraiva; e outros, iniciando sua trajetória profissional em 1998, com “Hoje à noite não tem luar”, dir: Rogério Garcia Martinez. Como assistente de direção, “Todo menino é um rei” (2016) dir: Matheus Marques e “A Serpente” (2016) dir: Nádia Bambirra.

Duda Paiva - Iniciou sua formação no Tepa em Porto Alegre com Daniela Carmona, Jezebel de Carli e Zé Adão Barbosa. Ainda na capital, integrou a Cia Teatro Ofídico em 2010 e 2011 e o grupo de atores da Fundaçao Thiago de Moraes Gonzaga, nos mesmos anos. Já esteve no elenco de mais de 15 espetáculos teatrais. É bacharel em teatro, formada em 2017.1 pela Universidade Cândido Mendes, curso extinto da antiga UniverCidade no Rio de Janeiro. Formou-se na primeira turma da Escola de Atores Wolf Maya do RJ onde ficou em cartaz com "Baal", de Bertolt Brech, direção de Thierry Tremouroux em 2016.

Rodrigo Turazzi - Formado pela UniverCidade em artes dramáticas , participou de diversas peças: “Baal”, “Toda nudez será castigada”, “Para os que estão em casa”, “Pesadelo”, “Querida Helena Sergueivna”, “Nossa Cidade”, “Quebra-Ossos”. No cinema participou do curta- metragem “ELLA”, “Uma Curta Comédia Romântica”, “Cinema é a maior diversão”. Na TV participou das séries “O Rico e o Lázaro”, “Dupla Identidade”, “Milagres de Jesus”, “Quero ser solteira”, “Uma rua sem vergonha” e “As mãos do meu filho”.

A convergência de suas aptidões levam a direção artística da companhia em sua primeira direção teatral com “Violeta.Eu.Elas.Julieta.”

Sinopse sugerida: Comédia dramática faz reflexões sobre o amor e a mulher nas relações afetivas contemporâneas, a partir do clássico Romeu e Julieta.

FICHA TÉCNICA
Texto original: William Shakespeare
Adaptação: Rodrigo Turazzi
Direção: Rodrigo Turazzi
Elenco: Carolina Alfradique, Duda Paiva e Rodrigo Turazzi
Colaboração artística: Helena Varvaki, Cirillo Luna
Iluminação: Renato Machado
Cenário: Rodrigo Turazzi
Figurino: Tiago Ribeiro
Trilha Sonora: Geraldo Côrtes
Produção: Turazzi Produções
Realização: Múltipla Companhia Teatral
Assessoria de imprensa: Minas de Ideias


SERVIÇO

Violeta.Eu.Elas.Julieta.

Estreia: Dia 6 de outubro

Local: Teatro Municipal Café Pequeno

Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269, Leblon

Telefone: 21 2294-4480

Horário de funcionamento: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 14h às 20h.

Não possui estacionamento.

Horários: Sexta-feira a domingo, 20h

Temporada: Até dia 29 de outubro

Capacidade: 80 lugares

Preço: R$ 30,00, R$ 15,00 (meia entrada*) *Concedida, mediante apresentação de documentos comprobatórios, a estudantes, professores, idosos, pessoas com deficiência.

Duração: 60 minutos

Classificação: 12 anos

Gênero: Comédia dramática

Foto: Miguel Pinheiro


Agenda Cultural RJ - Produção, Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com

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Mergulho ou A menina que sangrava poesia

Espetáculo baseado no clássico O diário de Anne Frank faz temporada no Teatro Gonzaguinha






O Teatro Municipal Gonzaguinha apresenta em setembro Mergulho ou A menina que sangrava poesia. O espetáculo é uma livre adaptação do clássico O Diário de Anne Frank.

O espetáculo, apresentado em monólogo e representado pela atriz Rita Grego, destaca os conflitos e descobertas de uma adolescente que vive a dicotomia de uma sociedade em meio ao caos instaurado pela guerra.

O confinamento, a tirania e o preconceito são os principais agentes transformadores de sua visão de mundo, até então, ingênua, forjando novos valores e uma personalidade questionadora à frente de seu tempo. Sua narrativa, apesar de datar um período específico da história mundial, permite trazer à luz da discussão temas extremamente atuais, como o racismo, intolerância religiosa, restrição da liberdade e tantos outros. Durante a clandestinidade forçada, o único contato permitido com o exterior, era através de uma pequena fresta de janela, onde Anne tornou-se expectadora de um mundo e sociedade que desmoronavam.

Para a atriz, Rita Grego, a proposta é a de que os expectadores tenham a oportunidade de vivenciar uma experiência semelhante a partir do cotidiano relatado pela família Frank, onde cada um poderá enxergar a sua maneira o universo de questionamentos que descortinamos através da pequena fresta histórica que oferecemos.

“O Diário de Anne Frank continua sendo um dos livro mais vendidos entre o público adolescente. Faz parte da história de um povo que precisa ser contada e não deve ser esquecida. Falar sobre a Guerra e o Holocausto é mais que um resgate histórico,; serve para conscientizar os jovens para produzir uma prática cotidiana de paz, respeito e tolerância às diferenças religiosas e culturais”, destaca a atriz.

Ficha Técnica:
Texto e direção: César Valentim
Atriz e produtora: Rita Grego
Cenário: José Facury Heluy
Figurino: Ricardo Rocha
Iluminação: Tiago da Silveira
Composição e arranjos musicais: Júlio Monteiro

Desing gráfico : Ricardo Rocha
Visagismo: Ernane Pinho
Adereços: Vanja Freitas
Fotografia: Carambola Estúdio e Paulo Mainhard
Mixagem: Ricardo Amorim
Edição trilha original: Rodrigo Enoque

Saiba Mais

Serviço: Mergulho ou A menina que sangrava poesia
Teatro Municipal Gonzaguinha: Rua Benedito Hipólito, 125 - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20211-130 (anexo à Fundação Calouste Gulbenkian)
Datas: de 1º a 3/9, sexta e sábado, às 20h e domingo, às 19h. De 13 a 28, quartas e quintas, às 20h
Valor: R$40, a inteira
Tempo de espetáculo: 55 minutos.
Classificação: 14 anos.

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UM BERÇO DE PEDRA, de Newton Moreno e direção de William Pereira estreia no Rio em 01 de setembro, no Sesc Ginástico, às 20h
Curta temporada até 24 de setembro de 2017

Montagem vencedora do Prêmio Shell de melhor iluminação (Miló Martins) e Prêmio Aplauso Brasil de melhor ator coadjuvante (Eucir de Souza), indicada em seis categorias aos prêmios SHELL, APCA e Aplauso Brasil marca a primeira parceria entre William Pereira, Newton Moreno e Leopoldo De Léo Junior, parceiros na LNW Produções Artísticas Ltda.

Com Cristina Cavalcanti, Debora Duboc, Jairo Mattos, Lilian Blanc, Luciana Lyra e participação especial de Sônia Guedes

O espetáculo UM BERÇO DE PEDRA estreia no Rio em 01 de setembro, sexta-feira, às 20h, no SESC Ginástico após duas temporadas de sucesso de crítica e público em São Paulo. UM BERÇO DE PEDRA é uma coletânea inédita de cinco textos do dramaturgo Newton Moreno escritos em tempos e espaços diferentes com um tema em comum: A maternidade como resistência. Cinco visões, cinco universos distintos e cinco variações dramáticas repletas de humanidade e poesia.

Em forma de poema-cênico, a montagem que retorna aos palcos da cidade em segunda temporada intercala épocas, mitologias, espaços. As cinco cenas são gritos de mães perfuradas no ventre, comprimindo-as a perder e/ou defender suas crias, a restaurar e/ou fraturar o mundo pelo seu amor. Assim como em uma sinfonia, vários movimentos, ritmos, densidades e texturas distintas criam uma polifonia de significados e sensações, como descreve o encenador William Pereira.

O espaço cênico comum coberto de areia se transforma em jardim, deserto e prisão e estabelecem diálogo com a ação dramática. Areia, a terra infértil onde se sepultam os mortos, onde a semente não germina, metáfora de útero seco. Deserto de afetos e esperança.

“Neste espetáculo a palavra se faz música. Uma sinfonia de mães, um Stabat Mater polifônico e atemporal. O caráter “operístico” favorece a convergência de linguagens, os atores interagem com a música como parte marcante da narrativa”, acrescenta o diretor.

No primeiro texto, CANTEIRO, o espaço é um jardim, onde se travará o diálogo e o embate entre duas mulheres: uma delas em busca o filho desaparecido mulheres: uma delas em busca o filho desaparecido durante a ditadura militar. Ao final, com o jardim todo destruído e sobre seus destroços inicia-se O CAMINHO DO MILAGRE, um diálogo entre um presidiário e sua vítima de estupro, grávida. O CAMINHO DO MILAGRE é o encontro da benção e da maldição no mesmo ato violento. Um filho pode ser o começo do horror ou o final do suplício de uma mulher solitária. Será o perdão nossa única saída? Será que já estamos preparados para trazer o perdão ao mundo?

MEDEA é o terceiro texto, que também se passa em uma prisão, sendo a personagem título uma presidiária, condenada por infanticídio: “Na noite do bote, encostei lábios de crianças em meu peito e alimentei. Enquanto sufocava-as com minhas garras doídas de fêmea feia, suja, nordestina, abandonada”. Nessa releitura de Medea, de Eurípedes, a mulher abandonada e humilhada é transmutada em arquétipo da brasileira excluída.

O quarto texto, UM BERÇO DE PEDRA é um pungente poema sobre a condição feminina em áreas de conflito, que tanto poderia ser a Faixa de Gaza ou a periferia de uma grande metrópole brasileira.

O último texto TRÁFEGO, uma mãe vende seu filho em um semáforo, epílogo poético e doloroso repleto de memórias, reminiscências de mais um ser que dormiu em berço de pedra.

Talvez esperando que no ventre materno esteja sendo cultivada a redenção deste planeta, perdido em guerras, massacres, desrespeito, violações e infanticídios; apresentamos nosso diálogo cênico com a Grande Mãe que nos pavimenta o doloroso caminho. Ora arquétipo de Mãe Terrível, ora arquétipo de Mãe Bondosa; A Grande Mãe está em todas estas mulheres que compõem nossa caleidoscópica-peça-placenta. É uma canção de ninar sofrida, sufocada, atonal. Uma mão gigantesca que balança o mundo-berço, ora acalanto, ora espanto. A Terra e sua prole é quem sangra através destas personagens. Um novo mundo é o que queremos parir após as cortinas baixarem.

FICHA TÉCNICA
UM BERÇO DE PEDRA
Texto de Newton Moreno
Direção e Cenografia: William Pereira
Elenco:
Cristina Cavalcanti, Debora Duboc, Jairo Mattos, Lilian Blanc, Luciana Lyra e participação especial Sônia Guedes
Figurinos: Cristina Cavalcanti
Trilha sonora: William Pereira
Iluminação: Miló Martins
Programação Visual: Eduardo Reyes
Fotografia e Registro em Vídeo: Marcos Frutig
Visagista: Leopoldo Pacheco
Cabelos: Paolo Biagiogli
Aderecista: Michele Rolandi
Divulgação: Adriana Monteiro
Operador de Luz: (a confirmar)
Operador de Som: Janice Rodrigues
Direção de Palco: Henrique Pina
Produção Executiva: Rafaela Penteado
Assistente de Direção de Produção: Adriana Florence
Direção de Produção: Leopoldo De Léo Junior

Serviço:
“Um Berço de Pedra”, de Newton Moreno
Estreia dia 01 de setembro – às 20h
Temporada: 01 a 24 de setembro de 2017
OBS: o horário da estreia será excepcionalmente às 20h
Sesc Ginástico, Av. Graça Aranha, 187, Centro / RJ
Tel: (21) 2279-4027
HORÁRIOS: sextas e sábados às 19h e domingos às 18h
INGRESSOS: R$ 6 (Associados Sesc), R$ 12 (para jovens até 21 anos, estudantes e maiores de 60 anos) e R$ 25 (inteira)
BILHETERIA: terça-feira a domingo, das 13h às 20h.
CAPACIDADE: 513 lugares
TEMPORADA: até 24 de setembro

Observação – A peça esteve em cartaz no CENTRO CULTURAL SÃO PAULO no período entre 30 de setembro e 06 de novembro de 2016 e no TUSP de 13 de abril a 07 de maio de 2017

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Sala Paulo Pontes reabre com a estreia de “Hamlet ou Morte – Uma Trágica Comédia”
Espetáculo fica em cartaz no Theatro Net Rio de 1 a 19 de setembro.


O Theatro Net Rio reabre a Sala Paulo Pontes no próximo dia 1º de Setembro com o espetáculo “Hamlet ou Morte – Uma Trágica Comédia”, espetáculo do grupo Os Trágicos dirigido e adaptado por Adriana Maia. A peça fará uma curta temporada até o dia 19 de setembro, com sessões em vários horários alternativos.



De uma maneira irreverente, o grupo Os Trágicos se apropria do universo shakesperiano utilizando-se de recursos da época, como homens fazendo todos os papéis (inclusive os femininos), um palco Elisabetano (representando, em menor escala, o The Globe Theatre - teatro onde Shakespeare apresentava as suas peças) e toda beleza e poesia dos seus textos.



Em maio de 2014 o jovem grupo carioca Os Trágicos, formado por atores que se encontraram na faculdade da CAL, reuniu-se para ensaiar um esquete inspirado no texto adaptado "Hamlet em 15 Minutos", do notável autor inglês Tom Stoppard. O trabalho foi inscrito no 4º FESTU-Rio com o título de "Hamlet em 10 Minutos", por conta do tempo máximo permitido para as apresentações do festival. A participação proporcionou aos integrantes quatro premiações (esquete, figurino, cenário e ator). O esquete condensava a tragédia shakespeariana transformando a saga do príncipe dinamarquês em uma peripécia cênica de apenas 10 minutos, em que as cenas chaves da peça e os ditos mais famosos eram apresentados de forma a imprimir à encenação um caráter de velocidade, esta protagonista do nosso jogo.

O espetáculo "Hamlet ou Morte" é um mergulho na obra shakespeariana com o intuito de desenvolver o trabalho criado para o FESTU. A adaptação dramatúrgica se debruçou sobre outras peças shakespearianas – Medida por medida, Conto de Inverno Noite de reis, Como Gostares, Os dois cavalheiros de Verona e As alegres mulheres de Windsor – aperfeiçoando a dramaturgia já existente no esquete e explorando o histrionismo e a linguagem corporal da comédia.

Desta forma, foi possível construir uma encenação apostando na comicidade do autor elisabetano sem abrir mão de sua natureza poética que estabelece uma ligação entre o privado e o público, o íntimo e o popular, o secreto e o aberto, o cotidiano e o mágico. Como diz o encenador Peter Brook, um texto de Shakespeare traz para a cena indivíduos (personagens) que oferecem suas verdades mais íntimas para indivíduos (público) que povoam a plateia, para que juntos possam compartilhar uma experiência coletiva.

Saiba mais sobre Os Trágicos nas redes sociais:


www.facebook.com/ostragicos

@ostragicosoficial.

Ficha Técnica
Elenco: Diogo Fujimura, Gabriel Canella, Mathias Wunder, Pedro Sarmento e Yuri Ribeiro
Direção e adaptação: Adriana Maia
Cenário e figurino: Adriano de Ferreira
Administração: Magdalena Vianna
Programação visual: Rodrigo Drade
Produção de Vídeo: Diogo Fujimura
Direção de produção: Yuri Ribeiro
Produção de Vídeo: Diogo Fujimura
Direção de produção: Yuri Ribeiro
Realização: Lótus Produções Artísticas

SERVIÇO:
HAMLET OU MORTE – UMA TRÁGICA COMÉDIA
Theatro Net Rio – Sala Paulo Pontes. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).
Horário: Sexta e Sábado às 19h / Segunda 16h e 19h. / Terça 11h e 14h/ Domingo 20h
Temporada: 1 a 19 de setembro de 2017.
Classificação: 12 anos.
Duração: 85 minutos.
Ingresso: R$ 40,00 (plateia).
Direito à meia entrada e descontos :http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html

Capacidade do Teatro: 100 lugares.
Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060

Site: www.theatronetrio.com.br

Vendas pela internet: www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.
Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido - (11) 4003 - 1212
Atendimento pós venda Ingresso Rápido - (11) 4003 - 2051
Informações sobre ponto de venda da Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone - (11) 4003 - 1212. ↪Horário de funcionamento - Todos os dias das 10h às 18h.
ℹHorário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
➡Reservas para grupos: Guilherme Romeu - guilhermeromeu@brainmais.com / (21) 96629 - 0012
Horário de atendimento - De Segunda a Sábado de 14h às 21h.
Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.
Acessibilidade
Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

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Atriz de múltiplos talentos, Maria Adélia volta aos palcos do Rio e apresenta 'EUS', onde resgata novas possibilidades de ser e existir num mundo moderno, quando se chega a maturidade. Bem vindos a EUS






Atuação: Maria Adélia
Texto Maria Adélia e Luiz Estellita Lins
Direção: Maria Adélia e Alexandre Mello
Estreia: 07 de setembro no Mezanino do Sesc Copacabana
EUS é um solo plural, vivido por Maria Adélia, atriz que nas últimas duas décadas trabalhou ao lado de gigantes do teatro como Ariane Mnouchkine (Theatre du Solei), Irina Brook, Antônio Abujamra e Cia. Dos à Deux. Depois de 20 anos morando em Paris, a atriz volta aos palcos cariocas e estreia no SESC Copacabana no texto escrito com o autor e filósofo Luiz Estellita Lins.
Neste espetáculo, ser mulher e conviver consigo mesma tornam-se uma batalha interna cheia de humor, na qual compreender-se, perdoar-se e aceitar-se são desafios inadiáveis quando se chega à maturidade. Um percurso de representações plásticas e sensações, nos questiona sobre sexualidade, felicidade e solidão. Num mundo onde as obrigações como “compartilhar”, “curtir” e outras performances externas se tornaram regra, EUS nos acena com a possiblidade de um delicioso resgate de nosso desmembramento cotidiano para novas possibilidades de ser e existir.
O texto assinado por Maria Adélia e Luiz Estellita Lins é o resultado de um processo colaborativo para a construção de um teatro divertido e poético, com direção da própria atriz ao lado de Alexandre Mello. Formada em Belas Artes, Maria Adélia também trabalha como artista plástica, criando adereços, marionetes, máscaras e objetos de cena para importantes companhias de teatro, é responsável pela concepção plástica do espetáculo, que conta com cenários e figurinos de Ronald Teixeira e Guilherme Reis e iluminação de Beto Bruel. A direção de produção é de Cássia Villasbôas e produção da NOVE Produções.


FICHA TÉCNICA
Texto: Maria Adélia e Luiz Estellita Lins
Direção: Maria Adélia e Alexandre Mello
Atuação: Maria Adélia
Criação Plástica: Maria Adélia
Cenário e Figurino: Ronald Teixeira e Guilherme Reis, em harmonia com Maria Adélia
Iluminação: Beto Bruel
Trilha Sonora: Ricco Vianna
Designer Gráfico: Luiza Ollé - Quarto 315 / Studio Criativo
Fotos: Nil Caniné
Assistente de direção: Mayara Maya
Contraregra: Jessé Natan
Direção de Produção: Cássia Villasbôas
Produção Exetutiva: Mayara Maia
Assessoria de Imprensa: Luiz Menna Barreto
Produção: NOVE Produções Culturais

SERVIÇO
Datas: de 07 de setembro a 01 de outubro
Horários: quintas, sextas e sábados 21h I domingo 20h
Local: Mezanino do Sesc Copacabana
Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro - RJ
Informações: (21) 2547-0156
Ingressos: R$ 6 (associado do Sesc), R$ 12 (meia), R$ 25 (inteira)
Bilheteria - Horário de funcionamento: Segundas - de 9h às 16h; Terça a Sexta - de 9h às 21h;
Sábados - de 13h às 21h; Domingos – de 13h às 20h.
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 1h10
Gênero: Comédia Poética


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Espetáculo “Zoológicos” estreia dia 29 de agosto na Sede das Cias, na Lapa

Texto de John Marcatto ganha direção de Leandro Mariz e fica em cartaz até 21 de setembro de terça a quinta às 20h.


ZOOLÓGICOS é um espetáculo teatral que se propõe a lançar um olhar sobre a ética das relações humanas e as crises que desestruturam a sociedade. Em cena, seres humanos que deixam aflorar aspectos selvagens, animalescos, de suas personalidades, afetados por suas experiências individuais e coletivas que balizam a nem sempre harmoniosa convivência em grupo, sua conduta social, desejos e frustrações. A peça estreia na Sede das Cias dia 29 de agosto e fica em cartaz de terça a quinta às 20h, até o dia 21 de setembro.



O espetáculo conta a história de dois casais, cuja troca de pares revela que as diferenças alheias não são toleradas. Numa patologia que vincula a falta de limites éticos e morais à habilidade de seduzir, os pares envolvem-se, erótica e profundamente de tal modo que sua convivência pode resultar tanto em imenso prazer como em intenso sofrimento.

Em sua estrutura, o texto rompe regras ao apresentar uma estrutura não linear, alterando o tempo medido cronologicamente. Semelhante ao adestramento de animais, a dramaturgia insinua um processo metafórico sobre a “domesticação”. Essa ocorre quando o treinador impõe uma ação ao animal que, ao executá-la bem, pode obter uma recompensa, constituindo um movimento contínuo de ação, satisfação, repetição e nova ação.


Desse modo o texto busca estimular a interação do público, deixando-o desconfortável, pois o trabalho de recompensa é estruturado na incerteza, para logo adiante dar-lhe o conforto da lógica, sua recompensa. Há quatro fifios condutores da história, cada um domesticando (ou tentando domesticar) a si e aos outros. Antônio, um homem de honrada aparência, que dirige um instituto destinado à sociabilização para jovens assassinos, em segredo, relaciona-se com a ex-interna Kika, que, por sua vez, tenta reconstruir sua vida. Babu, outro ex-interno, alcançou a ressocialização, mas precisa da ajuda de Antônio para salvar a bela e misteriosa Ilana, cuja natureza é aparentemente indomável. Num jogo perverso, cujas ações e palavras são armas para o jogo amoroso, com alto grau de envolvimento erótico afetivo, os dois casais provocam-se mutuamente, criando um ambiente que extrapola qualquer limite moral ou ético. O que vale é o que está em jogo.

SINOPSE:
Assassinos recém-saídos de um instituto de ressocialização se envolvem num jogo psicologicamente perverso.O texto conta a história de quatro pessoas e revela que as diferenças do outro não são toleradas. Numa patologia que vincula seduzir, envolvem-se os pares em afetivo e erótico, que pode resultar tanto em imenso prazer como em intenso sofrimento.

FICHA TÉCNICA
Autor: John Marcatto
Direção: Leandro Mariz
Elenco: Glória Dinniz, John Marcatto, Marilha Galla e Renato Kruege
Diretor de Elenco: Thiago Greco
Produtora Executiva: Gleice Olivieri
Preparador de corpo: Júlio Wenceslau
Iluminadora: Luciana Liege
Cenógrafo: Sátiro Nunes
Figurinista: Bya Feliciano
Visagista: Talita Bildeman
Designer Gráfico: Renato Krueger
Operador: Mustafá Mendonça

SERVIÇO:
Zoológicos
Local: Sede das Cias. – Rua Manoel Carneiro, 12 – Escadaria do Selarón – Lapa. Tel: (21) 2137-1271
Temporada: de 29 de agosto a 21 de setembro.
Horários: Terças, Quartas e Quintas, às 20h.
Capacidade: 60 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos
Gênero: Drama
Ingresso: R$ 40,00 inteira (R$ 20,00 meia).

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“Cama de gato”, de Max Mendes, estreia dia 10 de agosto, 22h30, na Sala Baden Powell, Copacabana. 

Com direção de Marcelo Gonçalves e Marcelo Dias, trama aborda aceitação, distorção de valores, comercialização das relações e amor capaz de quebrar barreira.

O drama “Cama de gato”, escrito por Max Mendes e dirigido por Marcello Gonçalves e Marcelo Dias, ESTREIA dia 10 de agosto na Sala Baden Powell, Copacabana, zona sul carioca.

Montagem estrelada pelos atores Fabrício Portela, Fernando Dolabella, Felipe Freitas, Henrique Sathler, Hugo Carvalho, Tiago Homci, Thiago Tenório, e a DJ Cacá Werneck, ficará em cartaz às  quintas e sextas-feiras, às 22h30, até dia 1º de setembro.


A peça conta a história da aproximação entre três garotos de programa com uma misteriosa e elegante travesti, chamada Lois Lane. Ela aparece na vida de Mike, Biel e Bruno para quebrar preconceitos. A narrativa é costurada por músicas e debates sobre aceitação, distorção de valores, comercialização das relações e  amor. "Cama de gato" fala de amor. Amor capaz de quebrar barreiras. Amor capaz de transformações.

“Observo que cada vez mais estamos nos tratando como coisas, que são descartáveis, rotuladas, comercializadas e julgadas. Escrevi esse texto para nos enxergarmos como gente. Gente que se forma na diferença, que tem sentimentos diversos e deve ser respeitada. A intolerância, a homofobia, os assassinatos e  a discriminação contra gays, lésbicas, travestis, transexuais e transgêneros se tornaram assustadores. Não devemos alimentar o ódio.” Max Mendes

SINOPSE SUGERIDA – Aproximação de uma travesti e três garotos de programa faz com que eles vejam o ser humano com outro olhar.

FICHA TÉCNICA
Texto: Max Mendes
Direção: Marcello Gonçalves e Marcelo Dias
Elenco: Fabrício Portela, Fernando Dolabella, Felipe Freitas, Henrique Sathler, Hugo Carvalho, Thiago Tenório, Tiago Homci, e a DJ Cacá Werneck.
Assistente de direção: Fernanda Bontempo
Assessoria de imprensa: Minas de Ideias
Realização: Marias Produções Artísticas
Cenografia: Marcelo Dias
Figurino: Gebran Smera
Visagismo: Del Cascardi
Iluminação: Felipe Lourenço
Direção de Movimento: Márcio Vieira
Produção Executiva: Cleber Sillva

 SERVIÇO
Temporada: De 10 de agosto até 01 de setembro
Horários: Quintas e sextas, às 22h30
Local: Sala Municipal Baden Powell
Capacidade: 469 lugares
Endereço: Av. Nossa Srª de Copacabana, 360/ Copacabana
Preço: R$ 40,00 (inteira) R$ 20,00 (meia)
Duração: 80 minutos
Classificação: 16 anos
Gênero: Drama

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Teatro Inominável estreia a peça “poderosa vida não 
orgânica que escapa”, sobre um edifício no centro de 
uma grande cidade que resolve desabar 
Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) apresenta a temporada de estreia 
que vai de 04 de agosto a 24 de setembro de 2017 


Com oito anos de existência e trabalho continuado no Rio de Janeiro, a companhia 
carioca Teatro Inominável, com direção artística e de produção de Diogo Liberano,
apresenta a temporada de estreia de sua sétima criação, o espetáculo poderosa vida
não orgânica que escapa, com dramaturgia de Liberano e direção de Thaís Barros.
Durante oito semanas, de 04 de agosto a 24 de setembro de 2017, sempre de sexta a 
domingo às 19h, o Centro Cultural Justiça Federal recebe em seu palco esta nova criação que buscou na linguagem das histórias em quadrinho o seu estopim criativo. 
O espetáculo estreou em novembro de 2016 integrando a XVI Mostra de Teatro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e concluindo a formação da diretora Thaís Barros em Artes Cê- 
nicas: Direção Teatral – Foto de Thaís Grechi. 
Criada pelo renomado quadrinista americano Will Eisner, a graphic novel “O Edifício” (1987) inspirou a criação do Inominável ao apresentar a vida melancólica e solitária de 
pessoas que frequentavam um mesmo edifício numa grande cidade. A partir dessa referência, poderosa vida não orgânica que escapa apresenta um pequeno e velho edifício de três andares no centro de uma grande cidade. É “ele” o protagonista da 
 história apresentada, “aquele” que vê, sente e ouve tudo o que acontece em seus interiores e também em seu exterior. É a partir dessa “sensibilidade” do edifício que, num dia, ele vem ao chão, decidindo desabar e levando consigo seus três moradores. 
Criada originalmente por Diogo Liberano, indicado aos prêmios Cesgranrio e Shell em 2015 pela dramaturgia da performance “O Narrador” (criação anterior do Teatro Inominável), a dramaturgia de poderosa vida não orgânica que escapa busca ressaltar 
outros tipos de vida que não apenas a humana. Para isso, aposta no ponto de vista de um pequeno edifício que, num dado momento, se revela perplexo frente aos vícios e fraquezas do ser humano. A iluminação de Diogo Liberano e Thaís Barros, essencialmente feita através do uso de lanter- nas, amplia pequenos objetos que, através da sombra, ganham uma dimensão maior – Foto de Thaís Grechi. 
Em sala de ensaio, a diretora Thaís Barros investigou, junto ao elenco e à equipe de criação, maneiras diversas de transpor a linguagem dos quadrinhos para a cena teatral. Nas palavras dela: “A linguagem dos quadrinhos sempre me entusiasmou principalmente por imergir o leitor no universo particular de cada narrativa e ao mesmo 
tempo fazer com que sua própria imaginação complete todas as lacunas que ficaram em branco. É longe de ser uma história com figuras”. Assim, encontrou-se uma encenação em que o espaço vazio do palco vai sendo, progressivamente, preenchido pelo jogo de deslocamentos e trajetórias dos três atores (André Locatelli, Diogo Liberano e Livs Ataíde), pela composição de luzes e sombras e, sobretudo, pela atmosfera musical composta originalmente por Rodrigo Marçal, importante colaborador do Teatro Inominável. Nas palavras do dramaturgo Diogo Liberano, em poderosa vida não orgânica que escapa “fazemos uma crítica à condição humana que segue rendida por posturas carregadas de culpa, egoísmo e intolerância. Diante dessas posturas, pensa o edifício, 
seria melhor deixar de ser, não? O gesto deliberado de vir ao chão – tomado pelo edifício – manifesta não uma desistência na raça humana, mas um chamar de atenção para os rumos que a humanidade, na contemporaneidade, parece estar tomando”. 
No elenco da temporada de estreia no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF): André Locatelli, Diogo Liberano e Livs Ataíde – Foto de Thaís Grechi. Além do dramaturgo Diogo Liberano e da diretora Thaís Barros, outros integrantes do Teatro Inominável marcam forte presença nessa nova criação. Andrêas Gatto, Gun- 


nar Borges e Márcio Machado assinam a direção de movimento do espetáculo. Juntos, eles investem num trabalho que busca nas oposições corporais e no jogo entre equilíbrio e desequilíbrio um modo criativo e expressivo de manifestar no corpo dos 
atores-personagens a instabilidade do edifício prestes a ruir. 
A produção do espetáculo também é assinada por outra integrante da companhia, Clarissa Menezes, reforçando o trabalho coletivo e autoral do Inominável. Para ela: "Trabalhar com arte e estar em cartaz com uma peça teatral hoje em dia é um ato de 
resistência e também de insistência. Quando tudo parece desmoronar e, de fato, desmorona, escolhemos criar como um modo de responder e enfrentar esses tempos difíceis em que vivemos".

 Ações complementares à temporada da peça
Nada brilha sem o sentido da participação
Ação artística literária-dançada a partir do poema
"Conversa com a Pedra" de Wislawa Szymborska
Criação e performance: Gunnar Borges
De 05 de agosto a 23 de setembro de 2017
Sábados às 18h30 no hall de entrada do CCJF
Duração: 15 minutos | Entrada Gratuita
Quanto vale 1 corpo?
Performance criada a partir do espetáculo "Concreto Armado" do Inominável, traz à
tona restos, ruínas e ruídos desta criação da companhia que insiste em se manter viva
Criação e performance: Laura Nielsen
De 06 a 27 de agosto de 2017
Domingos às 18h30 no hall de entrada do teatro do CCJF
Duração: 15 minutos | Entrada Gratuita

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Dani Night: Solteira, Procura – Versão Pocket Bar
Uma comédia nordestina sobre o universo feminino

Danielle é uma personagem interpretada pela atriz e também autora cearense Michelle Ferrúcio. Uma mulher decidida, corajosa, sensual e sem papas na língua. Uma personalidade forte que aos 37 anos decide que precisa se casar e ter alguém para chamar de seu. Assim, deixa de lado as noites de farra com as amigas que lhe renderam o apelido de Dani Night.

- Dani Night é uma mulher desesperada para casar. Preparando-se para um novo encontro, entre remédios e bebidas, ela revela suas histórias eletrizantes em busca desse homem ideal - conta a atriz, que está em turnê há três anos em várias cidades do norte e nordeste do Brasil e agora no Rio de Janeiro.

Sozinha em cena, Michelle Ferrúcio relata as frustradas e divertidas tentativas de Dani Night para encontrar um marido. Uma identificação direta com publico feminino e gay. Os homens se divertem também, pois assim percebem o que se passa na mente feminina. A interação com a plateia faz o espetáculo se tornar único a cada sessão. Dani Night está decidida que este será o encontro de sua vida e não pretende colocar tudo a perder.

- A peça é bem cosmopolita do nordeste. Eu trouxe o sotaque e a mulher arretada! O texto cria uma rápida identificação com o público em geral. Sempre há alguém que já fez as loucuras da personagem e que vive o dilema de não ter encontrado o seu grande amor” - destaca Michelle.


Dicas e histórias de uma mulher moderna e sem papas na língua.

Em cartaz há três anos o espetáculo já foi assistido no norte e nordeste do Brasil e agora está em turnê pelo Rio de Janeiro.


Dicas da autora e atriz Michelle Ferrúcio, com um pouquinho de Dani Night.


O chá de Santo Antônio: como toda solteira, a personagem é devota de Santo Antônio. E fala sobre o ritual do famoso chá, que é oferecido antes da peça. Ele veio do interior do Ceará, mais precisamente da cidade de Barbalha. Lá a devoção é tão intensa. Tem até festa dedicada ao santo no mês de junho, com cortejo pelas ruas. Na ocasião, uma árvore, conhecida como pau de Santo Antônio, é carregada por peregrinos até a frente da Igreja

Matriz. As mulheres solteiras começam então a tirar lascas dele para fazerem o chá, em busca do tão esperado casamento. Há vários relatos de milagres do santo casamenteiro. A devoção só aumenta e milhares de pessoas solteiras relatam suas histórias de amor graças à bebida.

Conhecendo um pretendente: hoje em dia, as pessoas recorrem muito às mídias sociais, além dos aplicativos de encontros, para encontrar alguém. Ali podemos descobrir um pouco mais das pessoas em um clique, além de possibilitar conhecer e marcar encontros com pessoas legais, que você jamais conheceria por não fazer parte do seu convívio social. Nunca fique somente ali, pois os relacionamentos têm que ter vida fora da web e isso que é o legal no final das contas.

Ficha Técnica:
Texto e atuação: Michelle Ferrúcio
Direção: Areias Herbert
Vozes em off: Sergio Menezes, Keylla Milanez , Areias Herbert e Eduardo Fraga
Cenário: Carol Gomes e Areias Herbert
Iluminação: Cláudio Duren
Produção Executiva : Michelle Ferrúcio
Coordenação de produção: Liane Varsano
Produção: Leonardo Carvalho, Charles Saldanha e Rodrigo Melo
Figurino: Michelle Ferrúcio e Areias Herbert
Trilha sonora: Michelle Ferrúcio, Areias Herbert e Antônio Paoli
Arte: Leandro Correia
Fotos: Charles Saldanha
Adereços: Michelle Ferrúcio
Caracterização: Areias Herbert
Operador de Som; Rodrigo Melo
Operador de Luz: Leonardo Carvalho
Assessoria de imprensa: LV Comunicações – Liane Varsano.

Teaser:
https://www.youtube.com/watch?v=PkhKgmH3A8s&feature=youtu.be


Serviço:

Dani Night, Solteira, Procura

A comédia “Dani Night, Solteira, Procura” conta o conflito de uma mulher madura que cisma em casar. Dani Night vive várias aventuras com encontros eletrizantes e divertidos, entre remédios e bebidas, vai contanto as suas loucuras pra conseguir desencalhar, vivendo várias histórias dentro de uma só história, a atriz nos leva ao universo feminino e masculino pela lente do humor. Nesta versão Pocket Bar a atriz interage com o publico ao longo da peça.

Local: Olho da Rua (Rua Bambina, 06, Botafogo, tel: 97666-2917).
Todas às quartas, 19h30
Ingressos: R$ 20,00
Reservas: contato@olhodarua.com.br
Pagamento somente em dinheiro
Classificação etária: 14 anos
Capacidade: 100 pessoas

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj 

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TUDO O QUE HÁ FLORA




Flora é uma dona de casa que cumpre um ritual diário enquanto espera o marido para o almoço. A espera ainda traz à tona aquela mesma ansiedade. Nada como os privilégios de um casal apaixonado. Quando a rotina parece cumprir seu papel, Flora recebe uma visita inesperada de dois conhecidos. Em meio à tensão gerada pela presença dos dois homens em sua casa e pela iminente chegada do marido, discussões e revelações levam Flora a um inevitável reencontro com um passado que ela insiste em tentar esquecer.


A trama, que poderia ser apenas uma história de amor entre um casal, revela aos poucos um lado sombrio. “Queríamos falar sobre como as pessoas conversam, mas não se escutam e muitas vezes vivem em uma aparente normalidade que nunca existiu, tentando esconder a solidão e suas imperfeições”, resume Leila Savary. Para contar essa história, os três pensaram em seguir uma linha tragicômica, como explica Thiago Marinho: “Procuramos uma linguagem que fosse ao mesmo tempo engraçada e que provocasse reflexão. Foi assim que chegamos ao ‘teatro do absurdo’, com seus jogos de palavras e humor non sense”


SAIBA MAIS 


26 de agosto a 02 de outubro
Sábados às 21h, domingos e segundas às 20h
R$ 40,00 (inteira) - R$ 20,00 (meia)
Duração: 70 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Teatro Ipanema


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