Digite aqui o seu e-mail e passe a receber a programação cultural GRATUITA do Rio de Janeiro

Espetáculos em Cartaz no Rio de Janeiro

Agenda Cultural RJ 
 Produção e Promoções de Eventos Culturais  - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery -  
agendaculturalrj@gmail.com 
#agendaculturalrj

_________________________________

Comédia romântica ‘O inevitável trem’ faz curta temporada na Sala Baden Powell a partir de 19 de abril

Os atores Giuseppe Oristanio e Carla Nagel vivem um chef de cozinha e uma fotógrafa que decidem fazer um balanço do relacionamento. Com texto e direção de Pedro Jones, o espetáculo propõe uma reflexão ao espectador:

você sabe como e com quem valorizar o seu tempo?



Você sabe valorizar de verdade o tempo que passa em um relacionamento ou muitas vezes se desgasta com situações que, no fundo, quase não têm importância? O que foi vivido poderia ter sido diferente? E se tudo terminar do nada, de maneira inesperada? Poderia dizer que aproveitou da melhor forma possível? São esses os questionamentos propostos pela comédia romântica O inevitável trem, que volta ao circuito, agora na Sala Baden Powell, de 19 de abril a 18 de maio, sempre às quintas e sextas-feiras, às 20h, depois de duas temporadas no ano passado.

Com texto e direção de Pedro Jones, o espetáculo conta a história de um casal que tem uma conversa definitiva e, assim, relembra as histórias de amor e conflito do seu relacionamento. Vitória (Carla Nagel) é uma fotógrafa sonhadora e Jean Paul (Giuseppe Oristanio), um chef de cozinha pragmático. O encontro entre eles sempre foi mais sensorial do que racional, e os dois sempre tiveram discordâncias sobre quase todos os assuntos. Ainda assim, um deles tenta de todas as formas salvar a relação e o outro está convencido de que o ciclo que os unia terminou.

“O espetáculo propõe uma reflexão sobre o tempo que gastamos com situações banais, em vez de valorizarmos os momentos importantes que vivemos com quem amamos. É uma reflexão sobre como gastamos nosso tempo em uma sociedade cada vez mais acelerada”, explica a atriz Carla Nagel, idealizadora do projeto, que convidou o autor e diretor Pedro Jones para escrever uma peça para dois atores. “Quis levar para a cena a linguagem do clown, fazendo o público rir e se emocionar com os personagens” acrescenta Jones.


Convidado pelos dois para viver o chef de cozinha Jean Paul, o ator Giuseppe Oristanio aprendeu a se portar como um cozinheiro profissional com a chef Julia Lothus, consultora do projeto. Em cena, ele inclusive cozinha uma massa ao pesto sob os olhos do espectador. “Admiro muito o trabalho do Pedro Jones. Esta peça nos faz refletir sobre nossas próprias relações e sobre como podemos investir melhor o nosso tempo. Muitas vezes, esquecemos de como tudo é efêmero”, conclui Oristanio.

Ficha técnica:
Texto e Direção: Pedro Jones
Concepção: Carla Nagel e Pedro Jones
Elenco: Giuseppe Oristanio e Carla Nagel
Músicos: Christian Bizzotto e Saulo Vignoli
Iluminação: Ana Luiza de Simoni e João Gioia
Cenário: José Dias
Figurino: Carla Nagel e Maria Stella Bayma
Música original: Betto Serrador e Christian Bizzotto
Preparação corporal: Daphne Madeira
Assistente de direção: Maiko Facci
Consultoria Gastronômica: Julia Lottus
Produção Executiva: Ika Tronco e Jessica Rocha
Direção de Produção: Sandro Rabello
Realização: Les Vents des Anges e Diga Sim! Produções

Serviço:
O Inevitável trem
Temporada: De 19 de abril a 18 de maio.
Sala Baden Powell: Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 360, Copacabana.
Telefone: 2547-9147
Dias e horários: Quintas e sextas, às 20h.
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Lotação: 470 pessoas
Duração: 1h10
Classificação indicativa: Livre

Agenda Cultural RJ 

▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj

 agendaculturalriodejaneiro.blogspot.com

  Instagram
____________________________________




Inez Viana dirige Claudio Mendes no espetáculo "Maria!", uma ode a Antônio Maria, cronista admirável e compositor dos mais notáveis

Estreia dia 12 de abril, quinta-feira, no Mezanino do Sesc Copacabana


“Maria!” chega neste momento em que o primeiro samba-canção completa 90 anos





Na TV Globo, Claudio Mendes está na novela "O Outro Lado do Paraíso" e foi escalado "O Tempo não para”, próxima novela das 19h 
O Mezanino do Sesc Copacabana recebe, de 12 de abril a 6 de maio, quinta a sábado às 21h e domingo às 20h, o espetáculo “Maria!”, com dramaturgia e atuação de Claudio Mendes. A peça é uma organização das crônicas e canções de Antônio Maria, costuradas de modo a constituírem um enredo. O tempo cronológico do espetáculo é o de um dia na vida de Maria, o dia de seu aniversário, mas suas lembranças é que dão o tom biográfico que cria o enredo da peça. “Maria!” resgata o poeta e o traz de volta à luz no seu “palco original”, Copacabana, bairro no qual viveu a maior parte de sua vida. Em cena, Claudio Mendes atua em um palco em forma de arena, acompanhado pela violoncelista Maria Clara Valle. A direção é de Inez Viana.

- Falar do Maria hoje é, de certa forma, entrar em contato com um Rio menos ansioso e violento, onde o que reina na noite são os boêmios e os poetas -, comenta Inez Viana.


O espetáculo começa com o artista voltando para casa, um apartamento de quarto e sala em Copacabana, com o dia amanhecendo, vindo de mais uma noitada boêmia. Faz uma ode ao Rio de Janeiro, cidade que escolheu para viver e também critica seu abandono. Antes de dormir fala sobre cansaço, velhice e sua vida irrequieta. Adormece, enfim, e ao acordar entre as várias tarefas que tem para cumprir, escrevendo crônicas para a rádio e para o jornal, conversa sobre feiura, velhice, solidão, amor, trabalho, dívidas, insatisfações. Sem conseguir escrever uma linha, nem sobre si mesmo, ele abre o seu diário e relembra o Carnaval de sua infância no Recife, sua chegada ao Rio de Janeiro, na Lapa dos anos 40, cheio de deslumbramentos. Ao anoitecer ele sai de casa, vai cair no Sacha’s, como sempre, e lá encontra seus amigos: Vinícius, Di Cavalcanti, Maysa e lamenta a perda de sua amiga querida, Dolores Duran, de quem se recorda com muita saudade. Dia amanhecendo, nosso cronista volta para casa pela orla, onde o “colar de pérolas” ainda aceso vai se apagando com a luz da manhã. Ele fala sobre Copacabana, bairro onde morou boa parte de sua vida e onde morreu. Chegando em casa ele só quer o merecido descanso, o sossego. É apenas mais uma noite de sono, mas podemos imaginar que possa ser a última. O Menino Grande deixa-nos um último samba, melancólico, mas cheio de humor, como era o próprio Antônio Maria.

A respeito de sua atuação, Claudio Mendes comenta que “não há uma tentativa de mimetizar o personagem Antônio Maria, reproduzindo sotaques, trejeitos e voz, porém o texto é todo dito em primeira pessoa. Então, é o Antônio Maria na voz do ator Claudio Mendes.” E citando seu envolvimento com este trabalho Claudio diz que “minha alma colou na do Maria desde a primeira leitura. Nesse espetáculo quero tentar traduzir para o teatro, toda beleza, poesia, humor, acidez, ironia, a graça das palavras deste grande cronista, poeta e compositor. Quero emprestar a ele o meu melhor, como ele me deu o melhor que havia nele e fazê-lo chegar às pessoas. Acho o momento perfeito para se ouvir Antônio Maria.”

Pequena biografia de Antônio Maria
Nascido em 17 de março de 1921, no Recife, Antônio Maria foi um dos maiores craques literários de todos os tempos. Cronista admirável, com pleno domínio e intimidade com a sonora língua portuguesa, falava e escrevia com exigência de estilo, beleza poética e técnica de mestre.

Seu primeiro emprego, aos 17 anos, foi o de apresentador de programas musicais na Rádio Clube Pernambuco. Em 1940, se muda para o Rio de Janeiro para ser locutor esportivo na Rádio Ipanema. Em 1947, se torna diretor artístico da Rádio Tupy. Convocado por Assis Chateaubriand foi o primeiro diretor de produção da TV Tupi, inaugurada em janeiro de 1951. Durante mais de 15 anos, escreveu crónicas diárias para O Jornal. Em 1952, Maria foi um dos primeiros contratados da Rádio Mayrink Veiga. Em 1957, com Ary Barroso, apresentou o programa “Rio, Eu Gosto de Você”, na TV Rio. No Jornal O Globo, em 1959, manteve a coluna Mesa de Pista, tendo então se transferido para o Última Hora.

Antônio Maria foi ainda compositor dos mais notáveis da música popular brasileira, também ali seu estilo se fazia presente: sambas, sambas-canção, valsas, frevos e alguns prenúncios da bossa nova, que fizeram muito sucesso no Brasil e no exterior. Maria era, além de poeta da alma humana, um documento vivo dos costumes de sua época, incorporando em suas crônicas a linguagem do povo, enriquecendo os dicionários do nosso idioma. A noite do Rio, os modismos dos anos dourados, os seus “personagens”, alegrias e dissabores de encontros amorosos e sua fascinação pelas mulheres, poesia, música, política, esporte, teatro, restaurantes, moda, vida social, humor, amor, está tudo em Antônio Maria, que é autor de obras-primas da música brasileira como “Valsa de Uma Cidade” e “Manhã de Carnaval”, uma das canções brasileiras mais conhecidas no exterior. Muito conhecido por suas canções dor-de-cotovelo como “Ninguém me Ama” e “Se eu Morresse Amanhã”, Maria tem uma vasta obra que inclui ainda “As Suas Mãos”, “Canção da Volta” e “Frevo nº1 do Recife”.

Antônio Maria, cardiopata desde a infância, faleceu fulminado por um enfarte do miocárdio na madrugada de 15 de outubro de 1964, em Copacabana, quando se dirigiu para o Le Rond Point.

Claudio Mendes, ator

Claudio Mendes é ator com mais de 30 anos de carreira e 70 espetáculos realizados com diretores como Amir Haddad e Aderbal Freire-Filho, seus parceiros mais frequentes e dos quais se considera um discípulo, tendo sido dirigido também por André Paes Leme, Moacir Chaves, Luis Artur Nunes, Bia Lessa e muitos outros. Claudio Mendes está indicado como melhor ator coadjuvante ao Prêmio APTR por seu trabalho em “Agosto”. Está na nova série brasileira da NETFLIX, “O Mecanismo”, direção de José Padilha, que estreia dia 23 de março, e no elenco de três filmes que serão lançados em 2018: “Simonal”, de Leonardo Domingues, protagonizado por Ísis Valverde e Fabrício Boliveira, “Carlão e Carlinhos”, de Pedro Amorim, com Luís Lobianco à frente do elenco, e “Um Animal Amarelo” de Felipe Bragança. Atualmente está na novela "O Outro Lado do Paraíso", da TV Globo e foi escalado para a próxima novela das 19h, "O Tempo não para", também da Globo.

Inez Viana, direção

Inez Viana tem mais de 30 anos de profissão. É atriz, cantora e diretora com várias indicações e prêmios conquistados. Seu talento como atriz é reconhecido entre colegas, público e crítica, a exemplo do sucesso “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, espetáculo de 2007, com o qual tem feito várias temporadas e apresentações, festivais e turnês pelo Brasil. Artista importantíssima no cenário teatral carioca, Inez tem muitas contribuições ao teatro nacional como a participação no Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, grupo consagrado nos anos 90, dirigido por Aderbal Freire-Filho. É fundadora e diretora da Cia OmondÉ que, com 8 anos de trajetória e 6 espetáculos em repertório, atualmente prepara, para junho de 2018, a montagem de “A Mentira”, texto de Nelson Rodrigues, inédito no Teatro.

Ficha Técnica

Autor: Antônio Maria
Dramaturgia: Claudio Mendes
Direção: Inez Viana
Elenco: Claudio Mendes
Instrumentista: Maria Clara Valle
Assistente de Direção: Marta Paret
Direção Musical: Ricardo Góes
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurino: Flavio Souza
Produção: Barbara Montes Claros
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Silvana Andrade
Fotos e Vídeo: Elisa Mendes
Mídias Sociais: Rafael Teixeira
Realização: J.R. Mac Niven Produções Ltda.

Serviço
Local: Mezanino do Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro
Informações/tel.: 2547-0156
Temporada: 12 de abril a 6 de maio
Dias: Quinta a sábado às 21h e domingo às 20h
Ingressos: R$ 7,50 (Associados do SESC) e R$ 30,00 (casos previstos em lei pagam meia)
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 70 minutos
Lotação: 80 pessoas
Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj agendaculturalriodejaneiro.blogspot.com

  Instagram

_______

70 ANOS
DE FARNESE DE ANDRADE NO RIO DE JANEIRO!

Farnese de Saudade


Atuação, dramaturgia e instalação Vandré Silveira

Direção Celina SSodr
De 01 de março à 29 de abril no Teatro Poeirinha



Após o sucesso na temporada de estreia, há 6 anos, o espetáculo-instalação “Farnese de Saudade” volta aos palcos ainda mais sólido e emocionante. Com temporada no Teatro Poeirinha, em Botafogo, a peça busca mostrar a vida deste grande artista brasileiro, muito reconhecido em sua época, mas infortunadamente esquecido com o tempo. Nessa remontagem, Vandré Silveira se aproxima ainda mais da aparência de Farnese, trazendo um personagem ainda mais vivo ao palco.

A temporada de 2018 marca e celebra os 70 anos da chegada de Farnese de Andrade ao Rio de Janeiro. Com essa inspiração o idealizador do espetáculo traz de “corpo e alma” Farnese de volta à cidade maravilhosa. A peça fala sobre a vida e obra do artista plástico mineiro, levando o espectador a mergulhar nos pensamentos e no momento de criação do artista.

– “Estar no palco como Farnese de Andrade é muito mais que interpretar um personagem, é como encarnar este artista, viver as emoções que ele viveu, na vida e ao criar suas obras, e transparecer essa ebulição para a plateia. Que eles vejam o grande artista que ele foi e sempre será, apesar de sua popularidade ter se esvaído com tempo após seu falecimento.” – explica Vandré.

Coincidência ou não, Vandré Silveira e Farnese de Andrade são artistas mineiros que vieram ao Rio de Janeiro para mostrar sua arte. O primeiro contato de Vandré com a obra de Farnese foi em 2007, momento em que começou a investigar sua história e sua arte. No mesmo ano, o ator conheceu Jô Frazão, pesquisadora que organizou o material de Farnese para os livros da editora Cosac Naify. A partir daí, iniciou-se uma pesquisa intensa com documentos, fotos e entrevistas. Conheceu Dona Bia e Atabalipa de Andrade (Xuca), os irmãos do artista plástico.

Inspirado em seu trabalho e na obra de Louise Bourgeois, Vandré projetou a instalação do espetáculo: uma gaiola de ferro, no formato de uma cruz, em referência à religiosidade mineira, que é também uma delimitação do espaço da encenação. Como uma extensão do trabalho do ator, a instalação conta ainda com peças e objetos do “universo farnesiano”, garimpados durante dois anos nas areias das praias de Botafogo e Flamengo, em antiquários e na feira da Praça XV, no Rio de Janeiro, locais que fizeram parte da trajetória do artista plástico, que chegou no Rio de Janeiro em 1948.

– “As obras do Farnese são carregadas de sentimento, de rememorações de sua vida, sua infância, sua família. São de uma delicadeza e uma brasilidade surpreendentes, afinal, o artista coletou inúmeros objetos que utilizou nas obras pelas ruas e praias da nossa cidade.” – conta Vandré.

“Farnese de Saudade” estreou em 2012 no Rio de Janeiro e foi a primeira vez que a vida e obra de Farnese serviram de inspiração para uma encenação artística, após 16 anos de sua morte. Idealizado por Vandré Silveira, que além de atuar, também assina a dramaturgia e a elogiada cenografia, o monólogo conta com a direção de Celina Sodré e produção de Caio Bucker.


PRÊMIOS

- Prêmio de Melhor Ator para Vandré Silveira no Festival Home Theatre 2014;

- Prêmio de Melhor Cenário no 2º Prêmio Questão da Crítica.

- Indicado ao 25º Prêmio Shell na categoria Melhor Cenário;

- Indicado ao Prêmio Questão da Crítica na Categoria Especial, pela pesquisa do projeto;

- Selecionado como participante do evento Plataforma Rio 2012;

- Destaque como um dos melhores espetáculos em cartaz, recomendados pelas revistas Bravo! e Veja Rio.

“... A narrativa, em primeira pessoa, perpassa temas como evolução, fé, construção do tempo e eternidade. A atuação de Silveira é fruto de cinco anos de pesquisa e dá passagem às alteridades psicofísicas e à ascensão espiritual de Farnese. A direção organiza poeticamente esse fluxo."

Valmir Santos (Revista Bravo / Março de 2012)

FICHA TÉCNICA
Atuação, dramaturgia e instalação: VANDRÉ SILVEIRA
Direção: CELINA SODRÉ
Figurinos: CELINA SODRÉ
Iluminação: RENATO MACHADO
Fotos de Divulgação: VICTOR POLLAK
Fotos de Cena: RODRIGO CASTRO
Design Gráfico: MARCELLO QUEIROZ
Vídeo: PEDRO SODRÉ (Copa Filmes)
Assistente de Direção: TUINI BITENCOURT
Cenotécnica: FELÍCIO ALVES e HÉLIO LOPES BARCELOS
Direção de Produção: CAIO BUCKER
Produção Executiva: DANIEL GOFMAN
Produção de Turnê: RICARDO FERNANDES
Mídias Digitais: PRIMETIME PROJETOS EMPREENDEDORES
Administração: CISSA FREITAS e FRANCISCO JÚNIOR
Assessoria Jurídica: NAZÁRIO & WERNECK ADVOGADOS
Assessoria de Imprensa: DOIS PONTOS ASSESSORIA
Coprodução: LANÇAMENTO NOVO PRODUÇÕES
Realização: BUCKER PRODUÇÕES ARTÍSTICAS e VANDRÉ SILVEIRA

SINOPSE

O universo do artista plástico mineiro Farnese de Andrade é tema do espetáculo-instalação “Farnese de Saudade”. O premiado monólogo é idealizado pelo ator Vandré Silveira, que também assina a dramaturgia e a instalação cênica. Como uma manifestação do artista, Vandré narra suas experiências em primeira pessoa, e é também objeto-criatura de Farnese.

SERVIÇO
Temporada: 01 de Março a 29 de Abril de 2018
Local: Teatro Poeirinha
Endereço: Rua São João Batista, 104 - Botafogo - RJ

Telefone: 2537-8053
Horário: Quintas, sextas e sábados às 21h e Domingos às 19h
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia)/ R$ 20,00 (Star Palco)
Classificação: 12 anos
Duração: 50 minutos

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj




_______________


EDWARD BOND PARA TEMPOS CONTURBADOS

Espetáculo livremente inspirado na obra de Edward Bond
“Até que ponto nossas ideias são realmente nossas? E se em alguns momentos acreditamos estar expressando os nossos sentimentos mais fortes, profundos e pessoais, quando na verdade estamos sendo nada mais que uma marionete? Esta é uma das terríveis consequências da injustiça social. Nossos gritos mais altos e nossos sussurros podem estar sendo ditos por outra pessoa. ”
Edward Bond Para Tempos Conturbados é um espetáculo original da Companhia Involuntária, livremente inspirado nas peças e nos manifestos, poesias e textos não teatrais do dramaturgo contemporâneo inglês Edward Bond. Considerado um dos principais autores de teatro vivos, com uma obra altamente controversa por causa da violência de seus textos e seus pensamentos sobre os rumos da sociedade.
Com uma narrativa fragmentada composta de cenas interdependentes e núcleos performáticos, a obra pretende refletir sobre as injustiças e processos de desumanização da nossa sociedade. A peça procura trazer o espectador para um diálogo franco sobre a busca por um entendimento de nossos papéis como indivíduos dentro da sociedade.
Em sintonia com questões absolutamente contemporâneas, o espetáculo é um convite positivo ao desacordo. A sequência de imagens não maniqueístas pretende provocar uma reflexão contundente sobre que caminho seguir. A peça apresenta estilhaços de um mundo em que as personagens são incapazes de articular. Mais do que apontar caminhos, o objetivo da obra é tornar o espectador em um ser politicamente mais ativo. O espetáculo estreia dia 02 de março no Teatro Poeira e fica em cartaz de quinta a domingo até o dia 29 de abril.
“Os escravos usavam correntes em seus pés. Eles viam as correntes e eles sabiam que eram escravos. Na sociedade moderna, as correntes nem sempre são tão fáceis de ver. Muitas vezes elas ficam dentro da mente. ”
COMPANHIA INVOLUNTÁRIA: A Companhia Involuntária é um coletivo que não se fundou como grupo, mas um dia percebeu que o era. É a união da pesquisa em encenação de Daniel Belmonte (diretor de Peça Ruim, Uma Carta Perdida, Antologia do Remorso, do filme B.O. e de outras cenas e performances) e dos trabalhos em dramaturgia de André Pellegrino. A companhia já produziu os espetáculos Peça Ruim, Uma Carta Perdida, Eu e os Meninos e seus membros já colaboraram com os espetáculos Antologia do Remorso, Aukê, Fevereiro 29, Vagão 2049 e no longa-metragem B.O. Somam-se ao diretor e o dramaturgo o ator João Sant’Anna, a atriz e produtora Luana Manuel, Mag Pastori, atriz, figurinista e visagista e a equipe de criação Anouk Zee, Julia Marina, Colmar Diniz e Felipe Lourenço. A Companhia não é um núcleo aprisionador, mas um espaço de pesquisa e liberdade com elenco e equipe transitórios.

FICHA TÉCNICA
Elenco: Susanna Kruger, Alice Morena, Fernando Melvin, João Sant'Anna, Leonardo Bianchi, Lívia Feltre e Márcia Frederico (às 5as feiras)
Direção: Daniel Belmonte
Dramaturgia: André Pellegrino
Direção de Arte: Colmar Diniz
Cenografia: Julia Marina e Ana Beatriz Barbiere
Figurino: Anouk Van Der Zee
Iluminação: Irmãos Mantovani
Videografismo: Leonardo Bianchi e Kaio Caiazzo
Fotos: Kaio Caiazzo
Visagismo: Marianna Pastori
Direção de Movimento: Kallanda Caetana
Assistência de direção: Isis Pessino
Assistência de Figurino: Marianna Pastori
Trilha Sonora: Daniel Belmonte, Antonio Nunes e Pedro Nêgo.
Trilha Sonora: Daniel Belmonte, Antonio Nunes e Pedro Nêgo.
Músicas Originais: Antonio Nunes e Pedro Nêgo
Operação de Luz: Walace Furtado
Programação Visual: Victoria Scholte
Arte do Cartaz: Lívia Feltre
Assessoria de Imprensa: Leila Meirelles e Luciana Duque
Produção: Luana Manuel e Isadora Krummenauer
Realização: Belmonte Produções

SERVIÇO
Espetáculo: Edward Bond Para Tempos Conturbados
Teatro Poeira: Rua São João batista, 104 Botafogo, Rio de Janeiro. (21)2537-8053
Temporada: 02 de março a 29 de Abril 2018 – quinta a sábado 21h, domingo 19h.
Teatro Poeira: Rua São João batista, 104 Botafogo, Rio de Janeiro. (21)2537-8053
Temporada: 02 de março a 29 de Abril 2018 – quinta a sábado 21h, domingo 19h.
Ingressos: R$60,00 (inteira), R$30,00 (meia)
Duração: 70 min
Não recomendado para menores de: 16 anos
Gênero: Comédia Dramática.


Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj
---------------------------------------------------------
AS DIVINAS MÃOS DE ADAM ESTÁ DE VOLTA AO RIO
Drama premiado em 2015 como melhor texto teatral pelo Prêmio Dalcídio Jurandir, "As Divinas Mãos de Adam"


 do dramaturgo e escritor Roberto Muniz Dias, está de volta ao Rio sob a direção de Emer Lavinni.

“As Divinas Mãos de Adam”estreia no dia 02 de abril, segunda-feira, no Espaço Casa Rio em Botafogo e gira em torno de temas sensíveis como homoafetividade,homofobia, religião, sexualidade e deficiência física.

A peça premiada “As Divinas Mãos de Adam”, do escritor e dramaturgo Roberto Muniz Dias, volta ao Rio de Janeiro e leva o público a questionar pensamentos e crenças com temas sensíveis, como desejo na velhice, solidão, homoafetividade, homofobia, religião, preconceitos e deficiência física.

Dirigida por Emer Lavinni e realizado pela Cia Popular Versátil, o drama que é dividido em dois atos, narra a história de Adam (Héctor Medina) um jovem imigrante, que passa dificuldades em um país distante e Stephen (Mario Cardona), um paraplégico que ainda acredita em alguma humanidade com a possibilidade de sentir prazer. E Rita (Ana Carolina Rainha), frustrada e rancorosa, responsabiliza o irmão, Stephen, pela sua falta de conquistas. Unidos por sentimentos de raiva, tristeza, incapacidade e desejos reprimidos, eles entram em confronto por algum fato que pode ter acontecido.

Mas o que será que realmente aconteceu?
O drama é dividido em dois atos. No primeiro temos Adam – um jovem imigrante, morando num país distante de sua terra natal. Saiu de casa para novas oportunidades numa cidade grande. Sem emprego, morando num albergue, sem o apoio da família, nem amigos. A beira do desespero, tentando se manter numa cidade prestes a engoli-lo vivo, procura por emprego nos classificados do jornal impresso de maior circulação. Aceitou uma oportunidade de emprego um tanto quanto estranha. A caminho da provável entrevista de emprego, Adam repensa arrisca-se nesta inusitada forma de ganhar dinheiro.

Nos classificados lia-se: “Paga-se bem para desempenhar serviços sexuais [masturbação] a um homem cego e que não tem controle completo das mãos. Ambos os sexos”. Este homem do anúncio é Stephen, paraplégico, sem os devidos movimentos das pernas e das mãos. Mas que ainda acreditava em alguma masculinidade e humanidade, expressas pela possibilidade de ainda sentir prazer. Medo, confusão, tensão e empatia, neste primeiro ato, dão lugar a uma inusitada amizade. No segundo ato, temos a presença de Rita, que cuida do irmão e aparece, de repente, no quarto, deparando-se com uma cena inesperada. Então, começa a fazer suposições que afetam as individualidades dos dois homens, confrontados pela mentira, o onírico e o divino. Mas o que de fato aconteceu? Que transformações se operaram naquelas três pessoas tão diferentes? No final, somos defrontados com nossos próprios desejos, pensamentos e crenças.

Para o autor: romancista, dramaturgo e mestre em Literatura pela UNB, transpor para o palco questões presentes na sociedade moderna como afetividade, respeito à diversidade, bem como assuntos relacionados às pessoas com deficiência física são temas importantes para trazer à comunidade a conscientização sobre diferentes formas de afetividade e inclusão social. A peça gira em torno de áreas como Psicologia e Sociologia pela abordagem de temas sensíveis como homoafetividade, deficiência física, homofobia e sexualidades.

FICHA TÉCNICA
Elenco: Ana Carolina Rainha, Héctor Medina e Mario Cardona
Texto: Roberto Muniz Dias
Direção Artística: Emer Lavinni
Iluminação: Anauã Vilhena
Cenário e Figurino: Nina Nabuco
Trilha Sonora Original: Lucas Simonetti
Fotografia: Helton Santos
Fonoaudióloga: Leila Mendes
Assessoria Imprensa: Dulce Siqueira /Komulinka Comunicação.
Realização: Cia Popular Versátil

SERVIÇO:
Espetáculo: As Divinas Mãos de Adam
Temporada: Dias 02 -09 -16 e 23de abril de 2018
Horário: Segundas-feiras, às 20h.
Local: Teatro Casa Rio
Endereço: R. São João Batista, 105 - Botafogo, Rio de Janeiro - RJ,
Ingressos: R$40,00 (inteira), R$20,00 (meia) e R$ 10,00 (amiga)
Informações: 2148-6999
Capacidade: 35 lugares
Gênero: Drama
Duração: 60 min.
Classificação etária: 14 anos

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj

  


SOBRE O AUTOR:

Roberto Muniz Dias é piauiense radicado em Brasília há 10 anos, é romancista, contista, poeta, artista plástico e mestre em Literatura pela UNB (Universidade de Brasília). Também formado em Direito, integra a Comissão de Tolerância e Diversidade Sexual da 93ª Subseção de Pinheiros da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional São Paulo. Foi premiado pela Fundação Monsenhor Chaves com menção honrosa pela obra “Adeus Aleto”. Publicou ainda “Um Buquê Improvisado”, “O Príncipe - O Mocinho ou o Herói podem ser Gays”; Errorragia: contos, crônicas e inseguranças; Urânios; A teia de Germano; Uma cama quebrada (peça de teatro); Trilogia do desejo (coletânea de romances) e recentemente foi premiado pela FCP (Fundação cultural do Pará com o texto teatral 2015 AS DIVINAS MÃOS DE ADAM) como melhor texto teatral. Lançou recentemente o livro EXPERIENTIA, coletânea de suas primeiras peças de teatro.

SOBRE O DIRETOR:

Emer Lavinni,recentemente finalizou as novelas "Eta Mundo Bom" e "Pega Pega" na TV Globo e no momento se prepara para encabeçar também a equipe de direção junto ao diretor Jorge Fernando na próxima das 19h. 

--------------------

Alexandre Lino REESTREIA a comédia “O Porteiro” no Teatro Municipal Café Pequeno 


 Segundo monólogo do ator do seriado A CARA DO PAI na Globo, “O Porteiro” traz histórias de porteiros do Rio e São Paulo, cujo destaque é o humor nordestino, com texto e direção do cineasta Paulo Fontenelle.

Comédia “O Porteiro”, novo monólogo de Alexandre Lino, retorna ao Rio para curta temporada no Teatro Municipal Café Pequeno. As sessões acontecem de sexta a domingo, 20h, até dia 1º de abril.

Com direção de Paulo Fontenelle, que também assina o texto, montagem concorre ao Prêmio do Humor 2017, idealizado por Fábio Porchat, como melhor ator para Alexandre Lino ao prestar uma grande homenagem a todos os porteiros brasileiros por contar histórias reais desses profissionais. Com muito humor nordestino, texto foi montado a partir de histórias coletadas em entrevistas a vários porteiros nordestinos que deixaram sua cidade natal em busca da realização de seus sonhos no Rio de Janeiro ou São Paulo.

Pode-se dizer que “O Porteiro” não é uma peça comum, é uma experiência interativa em que os espectadores são convidados a participar de um grande e divertido encontro de condôminos. A plateia são os moradores desse edifício.

Personagem “Porteiro” não é novidade para Lino, pois como migrante nordestino considera que esta é uma das possibilidades reais para aqueles que buscam uma chance na “cidade dos sonhos”. Mas se na vida real ele nunca exerceu esse ofício nas artes está se tornando um especialista. Além da peça O Porteiro, Lino integra o elenco da série A Cara do pai, da rede Globo, dando vida ao porteiro Gilmar.

Segundo Lino, é uma relação de afeto com essas pessoas, tão necessárias nas nossas vidas, que o faz nunca percebê-los da mesma forma quando vai interpretá-los. No entanto, se o ciclo de monólogos será concluído no próximo ano com um texto estrangeiro, que ator prefere não revelar, a saga de os porteiros nos palcos se despede com essa comédia.

Montagem dá sequência à linha investigativa da Documental Cia, que nasceu em 2012 com a peça “Domésticas” e passa por grandes sucessos como “O Pastor” (2013), “Acabou o Pó” (2014), “Nordestinos” (2015), “Volúpia da Cegueira” e “Lady Christiny” (2016), que têm como um de seus pilares, um compromisso com o real e a perspectiva do pertencimento para suas obras.

“No meio de nossa sociedade existe um Brasil notado por poucos. Um grupo formado por pessoas que apesar de conviver conosco, até frequentar nossa casa e fazer parte de seu dia a dia, é como se não estivesse lá. O espetáculo O Porteiro inverte tudo isso, e são eles, os porteiros, os protagonistas. Com sua irreverência e muito humor, deixam a invisibilidade para apresentar a realidade como um grande parque de diversão. Afinal, invisível não são as pessoas, invisíveis são suas histórias. ” Conclui Lino

Sinopse sugerida: Diante do não comparecimento do síndico a uma reunião de condomínio onde Waldisney trabalha, o porteiro assume o controle da situação.

LINK DE VIDEO: https://vimeo.com/chamon/review/233395372/b49e654165

FOTOS: https://we.tl/JTPFOhGnxt

FICHA TÉCNICA:
Texto e Direção: Paulo Fontenelle
Com: Alexandre Lino
Iluminação: Renato Machado
Cenário e Figurino: Karlla de Luca
Assistente de Direção: Rodrigo Salvadoretti
Preparação Corporal e voz: Paula Feitosa
Direção de Arte e Produção: Alexandre Lino
Produção Executiva: Equipe Cineteatro
Programação Visual: Guilherme Lopes Moura
Fotos: Janderson Pires
Produtor executivo: George Azevedo
Foto de divulgação: Janderson Pires

SERVIÇO
Reestreia: 2 de março
Temporada: De 2 de março a 1º de abril
Horário: Sexta a domingo - às 20h
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos
Gênero: Comédia
Local: Teatro Municipal Café Pequeno
Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269, Leblon - Telefone: 21 2294-4480
Horário de funcionamento: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, das 14h às 20h.
Não possui estacionamento

Agenda Cultural RJ
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online.
(21)996769323 / whatsapp 
#agendaculturalrj

---------------------


A PEÇA“CAVAR UM BURACO NÃO VER O BURACO” ESTREIA NO RIO DIA 2 DE MARÇO

Dirigida por João Pedro Madureira, da “vai!ciadeteatro”, e Maria Isabel Iorio, montagem fica em cartaz de 2 a 24 de março, no Galpão Ladeira das Artes, no Cosme Velho.

Quatro mulheres rumo aoao desconheci. Esse é o ponto de partida da peça “CAVAR UM BURACO NÃO VER O BURACO”, que estreia no Rio, dia 2 de março, no Galpão Ladeira das Artes, com direção de João Pedro Madureira e da poeta visual, Maria Isabel Iorio. No palco, as atrizes Andressa Lee, Júlia Horta, Katerina Amsler e Nathalia Gastim dão vida ao texto inédito de Maria Isabel, que busca refletir, através de corpos femininos, o Brasil, a cidade e as fronteiras da nossa sociedade atual. A peça fica em cartaz às sextas e sábados, até 24 de março.

“CAVAR UM BURACO NÃO VER O BURACO” é o primeiro texto para teatro da poeta visual Maria Isabel Iorio, que também faz sua estreia na direção ao lado de João Pedro Madureira, fundador da “vai!ciadeteatro”, de Porto Alegre. A companhia completa 10 anos em 2018. A ideia da montagem surgiu a partir de uma reportagem sobre um projeto de colonização de Marte, o MARS One, que está selecionando pessoas do mundo inteiro para uma viagem sem volta ao planeta. A partir daí, o grupo iniciou uma série de pesquisas focadas na questão do deslocamento e nos processos colonizatórios da Terra. “Mais do que falar sobre onde chegaremos, queremos pensar de onde partimos, o que ainda pode se mover nas trajetórias”, explica Maria Isabel.

Em cena, quatro mulheres que não se conhecem, se encontram em um lugar transitório à espera de uma viagem sem volta. Ao passo que permanecem ali, começam a pensar sobre o espaço – físico e simbólico – que seus corpos ocupam. “Todas elas estão ali porque querem chegar nesse novo lugar, mas começam a se deparar com as diferenças sobre o que querem de um novo lugar”, explica a autora.

Propositalmente, a peça é centrada em mulheres, não só em cena e na equipe, mas também enquanto corpo da narrativa. A ideia é a de que, destacadas da sociedade brasileira e passando a ocupar este não-lugar, possam testar as falências e as invenções de possíveis novos territórios. “É um projeto composto majoritariamente por mulheres, que fala sobre a mulher. Acho extremamente importante falarmos disso agora. Desse levante feminino”, revela João Pedro.

Segundo Maria Isabel, a encenação é pontuada por diálogos e imagens corporais que representam ora o pensamento ora a realidade das personagens. Como se houvesse duas camadas dramatúrgicas de suas corporalidades. “Porque penso a palavra como uma imagem, as ações das personagens se dividem entre o que existe e podemos ver por fora e o que realmente se dá no organismo, dentro de cada uma”, diz.

SOBRE A AUTORA E DIRETORA: Maria Isabel Iorio nasceu no Rio de Janeiro, em 1992. É poeta e artista visual. Bacharel em Letras pela PUC-Rio e formada em PAC (Práticas Artísticas Contemporâneas) na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, seu trabalho acontece nesse exato cruzamento da palavra e da imagem. Autora do livro de poemas e desenhos “Em que pensaria quando estivesse fugindo”, (Editora Urutau), foi uma das convidadas da FLIP de 2017. Tem poemas publicados na antologia “alto-mar”, organizada pela artista Katia Maciel (Editora 7Letras) e na antologia de poetas do CEP 20.000 - Centro de experimentação poética que atua há 25 anos na cidade. Portfólio: https://mariaisabeliorio.myportfolio.com

SOBRE O DIRETOR: João Pedro Madureira tem 31 anos e é gaúcho. Formado em atuação pelo Teatro-escola de Porto Alegre, em 2005, e em cinema pela PUCRS, em 2013, é encenador, ator, diretor de movimento e preparador de atores. Estudou com Daniela Carmona, Philippe Gaulier, Pablo Iberluzea, Tage Larsen, Adreas Simmas, Jezebel de Carli, Roberto de Carvalho, Eduardo Okamoto, entre outros. Atuou em 17 peças, das quais destacam-se: “Clownssicos” (2007, dir. Daniela Carmona) e “A noite Árabe” (2013, Alexandre Dill). Diretor artístico e fundador do grupo portoalegrense "vai!ciadeteatro”, encenou “Agora eu era” (Prêmio Funarte M. Muniz de Teatro 2009), “Parasitas” (2010, Prêmio Novos diretores Instituto Goethe), “Cara a Tapa” (Prêmio Açorianos de melhor direção 2012), “Sincronário - dia fora do tempo” (Fumproarte, 2013) e “Bobo” (Teatro de Arena 50 anos, 2018). Em 2013, inicia parceria com o dramaturgo Diogo Liberano nos espetáculos “Medida Provisória” (2013), como ator; “Uma vida boa” (2014), como diretor de movimento; “O Narrador” (2015), colaboração; além de “Escuro-claro” (de Liberano e Vinícius Arneiro), também como diretor de movimento. Em 2015, é assistente de direção em “Cássia Eller – O musical” (João Fonseca e Arneiro), e atua em “Exercícios para Sr. Silva” (Cristina Moura).

FICHA TÉCNICA
Direção: João Pedro Madureira e Maria Isabel Iorio
Dramaturgia: Maria Isabel Iorio
Elenco: Andressa Lee, Júlia Horta, Katerina Amsler e Nathalia Gastim
Preparação corporal: João Pedro Madureira
Direção de arte: Nathalia Gastim
Iluminação: Julia Horta
Instalação cênica: Igor Abreu
Figurino: Nathalia Gastim
Desenho de som: Phillipe Baptiste
Material gráfico: Maria Isabel Iorio e Nathalia Gastim
Produção executiva: Marcos Quental
Direção de produção: Katerina Amsler

SERVIÇO:
“CAVAR UM BURACO NÃO VER O BURACO”
Sinopse: Quatro mulheres, desconhecidas entre si, se encontram em um lugar transitório à espera de uma viagem sem volta. Ao passo que permanecem neste espaço, começam a atravessar suas histórias, concentradas entre as paredes apertadas, e a procurar novas saídas.
Temporada: de 2 a 24 de março, sextas e sábados.
Local: Galpão Ladeira das Artes (Rua Conselheiro Lampreia, 225 – Cosme Velho)
Horário: 20h
Telefone: (21) 98031-8142
Preço: R$ 20,00 (meia-entrada) R$40,00 (inteira)
Classificação Etária: 12 anos
Capacidade: 40 lugares
Duração: 60 min

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online.
(21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj

_____________________________--


Missa para Clarice – Um Espetáculo Sobre o Homem e Seu Deus



Um ritual cênico que une a palavra de Clarice Lispector, o teatro de Eduardo Wotzik e a música de Henryk Góreck
A atmosfera do Sagrado é um tema que pulsava na obra de Clarice Lispector, por isso a Missa
De 23 de fevereiro a 18 de março, no Teatro Laura Alvim, em Ipanema

O Teatro Laura Alvim, em Ipanema, recebe de 23 de fevereiro a 18 de março, sextas e sábados as 20h, domingo as 19h, o aclamado “Missa para Clarice – Um Espetáculo Sobre o Homem e Seu Deus”, do diretor e ator Eduardo Wotzik, uma aventura por dentro da notável produção literária de Clarice Lispector, que tem como temática o Sagrado. Reflexivo, divertido, comovente, Missa para Clarice é um espetáculo onde um Arauto e duas Beatas claricianas procuram fazer do espaço do Teatro um Templo de Reflexão. Uma Missa como jamais se viu. Um ritual cênico que une a palavra de Clarice Lispector, o teatro de Eduardo Wotzik e a música de Henryk Górecki.


A matéria prima do espetáculo é a obra de Clarice Lispector, mas o público se surpreende com a forma como os textos são apresentados. Como uma missa: o público senta, levanta, reza e canta, as palavras de Clarice formam um ritual cênico e religioso que nos faz pensar na nossa própria vida. A atmosfera do Sagrado é um tema que pulsava na obra de Clarice Lispector, por isso a Missa.

“Missa no sentido de missão, de levar através de um ritual a obra de Clarice ao espectador e produzir uma reflexão”, declara Eduardo Wotzik, que passou os últimos 20 anos preparando-se para esta montagem.

Quando o público entra no Teatro encontra um lugar tranquilo. A iluminação, o cenário minimalista e a música do compositor polonês Henryk Górecki (1933-2010) juntos formam uma atmosfera propícia a celebração do sagrado. Nesse ambiente, um Arauto (Wotzik) e duas Beatas claricianas (Cristina Rudolph e Natally do Ó) dão voz a trechos da vasta obra de Clarice Lispector que retratam o Sagrado, a relação do homem com Deus. O Arauto proclama a sabedoria e a todo momento o público é aclamado a participar. A duas Beatas recebem afetuosamente cada pessoa oferecendo um Missal (alguns em Braille, para os deficientes visuais) que contém as partes interativas do espetáculo. Assim todos mergulham nas profundezas de Clarice Lispector.

Desde sua bem sucedida estreia no CCBB Rio de Janeiro, em fevereiro de 2016, o espetáculo vem arrebanhando plateias de todo o Brasil (Rio, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte etc), passando por 18 teatros, 200 apresentações e assistido por mais de 35 mil pessoas, sempre levando a palavra de Clarice Lispector aos espectadores e comovendo a todos que o assistem. Assim, Missa para Clarice se transformou num daqueles espetáculos necessários. Espetáculo que, nas palavras do diretor Domingos de Oliveira é “Uma aventura transcendental, uma viagem paraíso, pelo estado da Graça” e nas palavras da atriz Fernanda Montenegro é “Uma ideia diabolicamente extraordinária. Um espetáculo que nos põe diante de uma nova religião, de um novo processo de espiritualidade.” 

“A grande qualidade do espetáculo é que ele consegue ser ao mesmo tempo profundamente reflexivo e profundamente divertido, um espetáculo popular, um culto, que fala dessa ideia inteligente que o ser humano teve de criar dois sistemas para suportar a realidade, o sistema religioso e a arte.” juntando as duas coisas em uma missa ecumênica. Tem uma frase da Clarice que diz Em todas as religiões Deus exige ser amado”, comenta Wotzik.

Ao término da Missa o público é convidado para ficar para a Confissão, após um breve intervalo. É o momento do bate-papo com o elenco.

Nas diversas temporadas, o espetáculo foi apresentado em três formatos: Missa de Igreja, quando apresentada em palco italiano; Missa de Capela, em arena; Missa de Catedral, em grandes teatros. Mas ainda falta um formato que Eduardo Wotzik sonha realizar, uma Missa Campal, em um grande espaço aberto.

“O teatro será sempre o lugar onde nos encontramos para lembrarmos uns aos outros de que somos humanos”, conclui Wotzik.


Assista ao Trailer Oficial: https://vimeo.com/254277229 
Assista também ao vídeo-release: https://youtu.be/h8OebTvKXFg


Ficha técnica

Da obra de Clarice Lispector
Edição e Texto final: Eduardo Wotzik
Direção de Arte: Analu Prestes
Iluminação: Fernanda Mantovani
Direção Artística Geral: Eduardo Wotzik
Elenco: Cristina Rudolph, Natally do Ó e Eduardo Wotzik
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Direção de Produção: Michele Fontaine
Realização: Wotzik Produções Artísticas Ltda


Serviço


Missa para Clarice - Um Espetáculo Sobre o Homem e Seu Deus
Da obra de Clarice Lispector
Direção: Eduardo Wotzik
Com Cristina Rudolph, Natally do Ó e Eduardo Wotzik
Sinopse: Um Arauto e duas Beatas claricianas transformam o espaço do Teatro num Templo de Reflexão que une a palavra de Clarice Lispector, o teatro de Wotzik e a música de Górecki.
Local: Teatro Laura Alvim. Avenida Vieira Souto, 176, Ipanema, Rio de Janeiro (tel. 21 2332-2015)
Temporada: 23 de fevereiro a 18 de março, sextas e sábados as 20h, domingo as 19h
Capacidade de público: 186 lugares + 4 lugares para cadeirantes
Ingresso: R$ 40 (inteira) R$ 20 (meia)
Vendas pela internet: https://www.ingressorapido.com.br
Classificação: 14 anos
Duração: 80 minutos
Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj Instagram
_____________________




“Lifting – Uma comédia cirúrgica” estreia no Teatro Sesi, no Centro, dia 1ª de março, reunindo em cena as atrizes Angela Rebello, Drica Moraes, Lorena da Silva e Luísa Pitta
A partir de esquetes cômicos em que as atrizes se revezam em múltiplos papéis, a peça faz uma crítica irreverente aos padrões inalcançáveis de beleza.


Com direção de Cesar Augusto, texto do espanhol Félix Sabroso ganha sua primeira montagem no Brasil

Quatro atrizes amigas se encontraram, por acaso, em uma estreia teatral e resolveram botar o papo em dia. No meio de muita conversa, risadas e afeto, surgiu a vontade de trabalharem juntas. Foi o ponto de partida da primeira montagem brasileira do espetáculoLifting – Uma Comédia Cirúrgica, que estreia dia 1º de março, no Teatro Sesi, no Centro, depois de dois fins de semana no Theatro Bangu Shopping no ano passado, algumas apresentações pelo país e participação no do 24º Porto Alegre Em Cena. O processo de adaptar a comédia do espanhol Félix Sabroso para a nossa cultura foi, ao mesmo tempo, divertido e dolorido, já que Angela Rebello, Drica Moraes e Lorena da Silva perderam a amiga Solange Badim nesse período. O diretor Cesar Augusto, então, convidou a atriz Luísa Pitta para completar o quarteto em cena. Sem patrocínio, a peça foi levantada na garra, com recursos das idealizadoras e dos amigos, em uma corrente de pessoas que amam o teatro.

O espetáculo tem uma comunicação muito forte com a plateia por jogar uma lente de aumento em uma sociedade adoecida pelo poder da imagem e dos padrões inalcançáveis de beleza. Em um caleidoscópio de situações, muitas delas à beira do absurdo, as atrizes se multiplicam em papéis de mulheres navegando em um mar de neuroses e loucuras, na incessante busca pela perfeição estética.

“Lifting – Uma comédia cirúrgica’ fala de como as mulheres são subjugadas pelos padrões de beleza impostos pela nossa sociedade, com suas identidades e autoestima pautadas pelo olhar externo, seja do homem, seja do mercado de trabalho ou até mesmo de outras mulheres. Seu autoconhecimento e sua autoestima estão a reboque do que dita a moda, os produtos, os padrões de comportamento, a indústria da juventude eterna etc.”, analisa uma das idealizadoras, a atriz Angela Rebello. “Tenho a impressão de que todos esses fatores fortalecem uma falsa ideia de felicidade, bem-estar e realização; ideia que é abraçada por cada mulher que se entrega à ilusão da imagem”.

O espetáculo reúne figuras femininas em seus espaços pessoais, familiares, profissionais e sociais, sempre às voltas com dilemas na relação com seus corpos. As situações corriqueiras abrem espaços para a apresentação de temas universais: a ânsia pela vida, a obsessão pela juventude, o medo da solidão, as carências e mazelas comuns a todos. A encenação tem linguagem que remete ao cabaré a ao teatro besteirol dos anos 80.

“Temos situações muito variadas: uma mãe e uma filha; uma aeromoça; uma mulher de bombeiro que usa fogo para um procedimento estético; uma cena de tribunal... São cenas curtas e situações bizarras que reúnem vários tipos de mulheres, em vários contextos, várias temperaturas e realidades. Em comum, a loucura da imagem”, acrescenta Angela.

Além do quarteto de atrizes e do diretor Cesar Augusto, fazem parte do time criativo Marcia Rubin (direção de movimento e coreografias), Maneco Quinderé (iluminação), Marcelo Olinto (figurinos), Marcio Mello (visagismo) e Tim Rescala (trilha sonora e música original).


Lifting pelas atrizes
:

ANGELA REBELLO "A peça fala de muitas cirurgias plásticas. São várias cenas nas quais quatro mulheres enlouquecidas estão em situações distintas, sempre relacionadas a essa ânsia de ser outra pessoa, de aplacar sua necessidade de juventude eterna e seu medo da solidão."

DRICA MORAES "Direta, divertida, sarcástica e crítica. Uma peça que traz ideias de
comunicação fácil, imediata e prazerosa. É uma ação entre amigos, um ‘pegar a bola e descer pro play’”

LORENA DA SILVA "Somos quatro atrizes que sabem da importância do papel da mulher hoje. Levamos ao palco uma vivência de outra natureza para a nossa sociedade que está completamente adoecida”.

LUÍSA PITTA “Lifting é um jogo, uma brincadeira deliciosa entre as atrizes e o público. Com leveza e crítica, nos faz rir das nossas mazelas, dos nossos vícios, rir para jogar luz sobre temas delicados e humanos. É muito bom poder rir de si mesmo”.

SOLANGE BADIM "Quatro atrizes, amigas de longa data, que se encontram no bar e o teatro fala mais alto. E elas resolvem, então, que têm que fazer alguma coisa, têm que se juntar, fazer um trabalho, realizar. A peça fala sobre a loucura pela aparência, pela beleza”.


Ficha técnica

Autor: Félix Sabroso
Idealização: Angela Rebello, Drica Moraes, Lorena da Silva e Solange Badim
Tradução: Angela Rebello e Lorena da Silva
Supervisão da tradução: Angela Leite Lopes
Adaptação Coletiva
Direção: Cesar Augusto
Direção de Movimento e Coreografias: Marcia Rubin
Elenco: Angela Rebello, Drica Moraes, Lorena da Silva e Luísa Pitta
Cenário: Cesar Augusto e Drica Moraes
Figurino: Marcelo Olinto
Iluminação: Maneco Quinderé
Trilha Sonora: Tim Rescala
Preparação Vocal: Eveline Hecker
Fotografia (material gráfico): Antonio de Bonis
Visagismo: Marcio Mello
Designer Gráfico: Filipe Freitas
Mídia Social: Rafael Teixeira e Rachel Almeida
Adereços de Cena (criação e confecção máscara e asas): Filipe Cruz
Assistente de Direção: João Gofman
Assistente de figurino: Rodrigo Reinoso
Costureiras: Adélia Andrade e Bia Alvim
Camareira: Maninha
Cenotécnico: André Salles
Operador de som: Arthur Ferreira
Operador de luz: Dum Marino
Direção de Cena/Assistente de Produção:Jéssica Esteves
Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)
Produção Executiva e Administração: Cristina Leite
Direção de Produção: Alessandra Reis
Produtoras Associadas: Alessandra Reis, Angela Rebello, Cristina Leite, Drica Moraes, Lorena da Silva e Solange Badim

Serviço
Lifting – Uma comédia cirúrgica
Temporada: 1º de março a 1º de abril
Teatro Sesi Centro: Avenida Graça Aranha, 1, Centro.
Telefone: 2563-4163
Dias e horários: 5ª a sáb., às 19h. Dom., às 18h.
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Lotação: 338 pessoas
Duração: 1h10 minutos
Classificação indicativa: 12 anos
Funcionamento da Bilheteria: segunda a sexta, das 12h às 20h. Sábados, domingos e feriados, quando houver atração, a bilheteria abre duas horas antes do espetáculo
Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp
 #agendaculturalrj

  Instagram

------------------------------------------------
Curta Temporada
60! Década de Arromba – Doc. Musical segue em cartaz no Theatro Net Rio
Wanderléa brilha à frente de um elenco de 24 atores/cantores/bailarinos.


Em dezembro de 2016, a cantora Wanderléa subia ao palco do Theatro Net Rio para fazer sua estreia em musicais. A expectativa em torno do espetáculo musical que conta os principais fatos da década de 1960 por meio de vídeos, depoimentos e fotos era grande. Uma superprodução com quase três horas de duração, inúmeros cenários, figurinos, perucas e música, muita música. O que ninguém imaginava era o sucesso de público e crítica que o espetáculo alcançaria já em sua estreia no Rio de Janeiro. Depois de repetir o sucesso durante uma temporada de cinco meses em São Paulo, “60! Década de Arromba – Doc. Musical” retorna ao cenário carioca. Wanderléa e o elenco de 24 atores/cantores/bailarinos ficam em cartaz até o dia 4 de março de quinta a domingo no Theatro Net Rio, em Copacabana.

- Quando eu e o Marcos Nauer (que assina o roteiro e pesquisa) estávamos entendendo como era esse gênero que queríamos apresentar ao público jamais poderíamos imaginar que a peça teria toda essa repercussão de crítica e público. Foi um trabalho feito do coração e com a cumplicidade e parceria da grande Wanderléa, que acreditou nas nossas loucuras e embarcou sem medo. Viva o tempo do amor – diz o diretor Frederico Reder.

Fruto de uma extensa pesquisa feita por Frederico Reder e Marcos Nauer, 60! Década de Arromba – Doc. Musical começa com um prólogo, em 1922, contando a chegada do Rádio no Brasil, para em seguida mostrar o início da Televisão e aí sim, sua popularização na década de 1960. A partir desse ponto, a peça narra os principais acontecimentos, apresentando mais de cem canções dos mais diversos gêneros. De Roberto e Erasmo, passando por Dalva de Oliveira, Cauby Peixoto, Elvis Presley, Beatles, Tony e Celly Campello, Bibi Ferreira, Edith Piaf, Tom e Vinicius, Milton Nascimento, Gil e Caetano, Maysa, Geraldo Vandré e tantos outros nomes importantes na música.

Wanderléa brilha em sua estreia em musicais

Ícone pop da década de 1960, Wanderléa sempre foi considerada um símbolo de vanguarda. Primeira mulher a posar nua grávida para uma foto e pioneira no uso das minissaias e do silicone, contribuiu para os direitos e a liberdade das mulheres de sua geração.

O momento era de grande agitação política, jovens reivindicavam seus direitos pregando a bandeira do amor. Wanderléa embalava os sonhos de milhões de brasileiros com os versos bem apropriados para a época na música “É o Tempo do Amor”.

Um espetáculo construído a partir de canções conhecidas de todo o público, feito para toda a família, que mescla humor, números de circo, ilusionismo e cheio de emoção. Uma história cantada com fatos e músicas memoráveis. No repertório não faltam sucessos como Banho de Lua, Biquíni de Bolinha Amarelinha, Beijinho Doce, Lata D’água, Travessia, Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores, Era um Garoto que como eu Amava os Beatles e os Rollings Stones, Ponteio, Nós Somos Jovens, Filme Triste, Prova de Fogo, Pare o Casamento, Calhambeque, e outras internacionais como Blue Moon, La Bamba, Non Je Ne Regrette Rien, Yellow Submarine e I say a litlle prayer for you, entre tantos outros. Uma viagem no tempo!

SINOPSE SUGERIDA

Representante maior do movimento da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa faz sua estreia em musicais num espetáculo que faz um passeio musical pela década de 1960, com seus principais fatos e acontecimentos. Um doc. musical emocionante e divertido para toda a família.

FICHA TÉCNICA:
Roteiro e Pesquisa: Marcos Nauer
Direção: Frederico Reder
Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Wanderléa, Amanda Döring, Ana Varella, André Sigom, Camilla Brauna, Cássia Raquel, Daniel Lack, Deborah Marins, Erika Affonso, Ester Freitas, Fernanda Biancamano, Fhilipe Gislon, Jade Salim, Leandro Massaferri, Leo Araujo, Letícia Mamede, Pedro Arrais, Rachel Cristina, Rodrigo Morura, Rodrigo Naice, Rodrigo Serphan, Rosana Chayin e Tauã Delmiro.

Músicos:Vagner Meyer - Piano/Regência
Arianna Pijoan - Teclado
Flávia Chagas - Cello
Wallace Cristovão- Violino
Rafael Maia - Bateria
Pedro Aune - Baixo
Vitor de Medeiros - Sax Alto, Sax Barítono, Clarinete, Flauta e Piccolo
Rafael Sant’Anna - Trompete
Gabriel Quinto - Violão, Guitarra e Cavaquinho
Lalo Califórnia - Guitarra
Coreografia: Victor Maia
Figurino: Bruno Perlatto
Cenário: Natália Lana
Iluminação: Daniela Sanchez
Diretora Residente: Roberta Cid e Clara da Costa
Diretora Assistente: Alessandra Brantes
Diretor de Palco: Claudio Roberto
Maquinista: José Claudio
Maquinista Auxiliar: Murilo Alves
Operador de Luz: Sergio Martins
Canhoneiros: Ana Claudia e Leonardo Moura
Videografismo cenário: Thiago Stauffer
Operador de Vídeo: Paulo Oliveira
Desenho de Som: Talita Kuroda e Thiago Chaves
Direção de Produção: Juliana Reder e Frederico Reder
Produtor Executivo: Alex Felippe
Produtor Assistente: Matheus Castro
Produção de Comunicação: Allan Fernando
Diretor de Comunicação: Léo Delgado
Direção de Arte: Barbara Lana
Assistente de Direção Musical: Alexandre Queiroz
Operador de Som: Talita Kuroda e Thiago Chaves
Microfonista: Camille Lago
Assistente de Microfonista e Rodie: Bruno Coelho
Chefe de Perucaria: Adriana Almeida
Assistentes de Perucaria: Lucas Azevedo e Glaucia Fausto
Figurinista Assistente: Teresa Abreu
Assistente de Figurino: Karoline Mesquita
Estagiária de Figurinista: Tayane Zille
Estagiária de Figurinista: Jemima Oliveira
Estagiária de Figurinista: Gabriela Silva Fernandes
Coreógrafa Assistente: Clara da Costa
Dance Captain: Rodrigo Morura
Cenógrafa Assistente: Marieta Spada
Assistente de Cenografia: Guilherme Ribeiro
Contrarregras: Filipe Tomochigue e Hevaldo Martins
Camarins: Rose Marie, Nete Benevides, Kaká Silva, Vivi Rocha e Rita Vasconcelos

SERVIÇO:
60! DÉCADA DE ARROMBA – DOC. MUSICAL
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).
Temporada: 4 de janeiro até 4 de março.
Horário: Quinta a sábado às 20h30 e domingo às 17h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 180 minutos.
Ingresso: Quinta e sexta R$ 160,00 (plateia e frisas) R$ 120,00 (balcão I) e R$ 50,00 (Balcão II)
Sábado e domingo R$ 180,00 (plateia e frisas) R$ 140,00 (balcão I) e R$ 50,00 (Balcão II)
Direito à meia entrada e descontos : http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html
Capacidade do Teatro: 622 lugares.
Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060
Site: www.theatronetrio.com.br
Vendas pela internet: www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.
Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido - (11) 4003 - 1212
Atendimento pós venda Ingresso Rápido - (11) 4003 - 2051
Informações sobre ponto de venda de Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone - (11) 4003 - 1212
Horário de funcionamento - Todos os dias das 10h às 18h.
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Reservas para grupos: Guilherme Romeu - guilhermeromeu@brainmais.com / (21) 96629 - 0012
Horário de atendimento - De Segunda a Sábado de 14h às 21h.
Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.
Acessibilidade
Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp
 #agendaculturalrj


  Instagram
____________________________


MATHEUS NACHTERGAELE APRESENTA MONÓLOGO NO TEATRO DA CAIXA NELSON RODRIGUES



Em Processo de Conscerto do Desejo, ator presta uma homenagem e incorpora o eu lírico da sua mãe, a poetisa Maria Cecília Nachtergaele

O Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues recebe, de 25 de janeiro a 4 de fevereiro de 2018 (quinta a domingo), às 19h, a peça Processo de Conscerto do Desejo. O espetáculo é uma homenagem que o ator Matheus Nachtergaele faz à mãe, Maria Cecília Nachtergaele, que faleceu em 1968. No palco, ele recita os textos da poetisa acompanhado do músico Luã Belik e do violinista Henrique Rohrmann. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A peça teve sua estreia em julho de 2015, quando Matheus e Luã Belik apresentaram, no Festival de Teatro de Ouro Preto e Mariana (MG), um recital com músicas que compuseram juntos, acompanhados dos poemas de autoria da mãe de Matheus, além das canções por ela adoradas. O título mistura as palavras concerto e conserto.


Na segunda etapa do processo, Matheus passa a dizer os textos de Maria Cecília em primeira pessoa, numa operação delicada de possessão e homenagem. Há dois anos na estrada, a peça já passou por cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza, Brasília, Paraty, Uberlândia, Porto Alegre, Pelotas, Caxias do Sul, entre outras.

A construção desse espetáculo, segundo o ator e diretor, acontecerá diante do público: “Preciso das pessoas como observadores emocionados. Quero ir consertando meu desejo de acordo com essa emoção, dia após dia. Como na vida. Como no teatro. Isso, só o teatro pode nos trazer. Temos um ator, um violão, lindos poemas e a canção. Tudo pequenininho para a grandeza do essencial: artista e espectador em oração profana”, afirma.


Sobre Matheus Nachtergaele

Matheus Nachtergaele é um ator e diretor brasileiro com intensa atuação no teatro, cinema e televisão. Iniciou sua carreira teatral com o cultuado diretor paulista Antunes Filho, em 1989. No ano seguinte, ingressou na Escola de Arte Dramática (USP-SP) e logo estreou nos palcos profissionalmente, participando de diversas montagens com o Teatro de Vertigem e recebendo prêmios como o Shell, Mambembe e APCA.



Estreou no cinema em 1997, com o filme O que é isso, companheiro? e, desde então, atuou em cerca de trinta filmes, destacando-se e sendo igualmente premiado. Em 2008, inicia carreira atrás das câmeras, como roteirista e diretor do longa-metragem A Festa da Menina Morta, exibido na mostra “Um Certain Règard”, na seleção oficial do Festival de Cannes. Pelo trabalho, recebeu o prêmio de melhor diretor nos Festivais do Rio, Chicago e de Gramado. Na televisão atua continuamente em produções da Rede Globo, incluindo as recentes Cordel Encantado e o remake de Saramandaia.

Trailer oficial da peça Processo de Conscerto do Desejo




https://www.youtube.com/watch?v=D0VZANBL4fs

Ficha TécnicaTextos: Maria Cecília Nachtergaele
Direção e Interpretação: Matheus Nachtergaele
Violão: Luã Belik
Violino: Henrique Rohrmann / Bryan Diaz
Coordenação geral de Produção: Miriam Juvino
Direção de Produção: Jéssica Santiago e Rafael Faustini
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Corpo: Natasha Mesquita
Voz: Célio Rentroya
Iluminação: Orlando Schinder
Contra Regra: Cedelir Martinusso
Artes Visuais: Cláudio Portugal e Karina Abicalil
Manutenção de Artes Visuais: Thamires Trianon
Realização: 9MESES Produções e Faustini Produções
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal



Serviço
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
Endereço: Avenida República do Chile, 230, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca) - Entrada pela Avenida República do Paraguai.
Informações: 21 3509-9600 / 3980-3815
Temporada: 25 de janeiro a 4 de fevereiro, quinta a domingo às 19h
Ingressos: Plateia: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) / Balcão: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 400 lugares (mais 08 para cadeirantes) ​
Bilheteria de terça-feira a domingo, das 13h às 20h.
Acesso para pessoas com deficiência
Classificação indicativa: ​16 anos
Duração: 50 min

Agenda Cultural RJ 
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online.
(21)996769323 / whatsapp
 #agendaculturalrj

  Instagram
__________________





Sucesso de crítica, em sua 5ª temporada, a peça “Para onde ir” inspirada em livros de Dostoiévski e Rimbaud reestreia dia 23/2 no Teatro Laura Alvim, 19h
Monólogo se aprofunda sobre as aflições na vida de um alcoólatra e traz a literatura para o teatro transformando o palco numa taberna. Foto: Lu Valiatti

“Uma performance extraordinária. Yashar Zambuzzi consegue criar uma unidade entre textos tão diversos a ponto de conferir verossimilhança ao contexto em que se dá, de forma brilhante.

Quanto à direção de Viviani Rayes, esta merece ser considerada primorosa.”. - Lionel Fischer

“Para onde ir” reestreia dia 23/2, sexta-feira, às 19h, no Teatro Laura Alvim – Sala Rogério Cardoso da Casa de Cultura Laura Alvim - espaço da Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ - com sessões sextas e sábados, 19h e domingos, 18h, até 18/03. Alcoolismo, desemprego, pobreza, miséria, violência contra a mulher, prostituição infantil, infanticídio e autodestruição são temas pelos quais passeia a bem-sucedida adaptação de Yashar Zambuzzi.


Construído a partir do personagem Marmieládov, do romance Crime e Castigo, escrito pelo russo Fiódor Dostoiévski (1821-1881), e da obra Uma temporada no inferno, do francês Arthur Rimbaud (1854-1891), em homenagem à poesia crítica do jovem poeta alemão Bertolt Brecht (1898-1956), o monólogo, com adaptação e atuação de Yashar Zambuzzi, marcou a estreia da atriz e produtora Viviani Rayes na direção. Ambos são fundadores da Te-Un TEATRO e, entre vários trabalhos juntos, atuaram e produziram a aclamada Blackbird (David Harrower).

Drama conta a história de Marmieládov, funcionário público, que após perder o emprego, entrega-se ao vício do álcool. Numa taberna ele acompanha a chegada dos fregueses e aproxima-se ora de um, ora de outro, para contar-lhes as dificuldades que passa por conta do vício, a necessidade de sustentar sua família e as desventuras de sua vida. A peça dialoga com o público numa linguagem dinâmica e coloquial, promovendo um contato direto e desmistificador com dois grandes autores da literatura universal cujas obras têm, em comum, as situações extremas da vida.

O público ao entrar na sala de espetáculo, ou melhor, na taberna, recebe uma dose de cachaça e/ou café, para serem consumidos com porções de amendoim presentes nas mesas, onde podem apoiar o jogo americano que recebem na entrada, que nada mais é que o programa da peça. Só um gole é o ponto de partida para a encenação. Tudo pensado e conduzido para tornar a experiência cênica num momento de grande interação.


Após percorrer 1 ano em cartaz nos teatros do Rio de Janeiro, PARA ONDE IR reestreia sua 5ª temporada no Teatro onde fez a sua estreia, brindando suas mais de 50 apresentações e a repercussão positiva da crítica:

“Performance extraordinária. Direção primorosa”. Lionel Fischer.
“Perfeito, Irretocável, Emocionante”. Gilberto Bartholo
“É o tipo de peça que o espectador vai carregar na memória por onde andar”. Brunno Vianna
“Uma taberna viva se transforma em teatro”. Branca Salgueiro
“Abre as janelas para a compreensão do espectro humano”. Renato Mello
“Realizado com maestria”. Paulo Oliveira
“Apurada e reveladora manipulação cênica de Viviani Rayes”. Wagner Correa de Wagner Correa de Araujo


Link Divulgação: https://youtu.be/aAX-0YoG3cA

Teaser Divulgação: https://www.youtube.com/watch?v=aAX-0YoG3cA&feature=youtu.be

Trechos da peça para livre edição: https://www.youtube.com/edit?o=U&video_id=-dXkYlOVjWE


SERVIÇO:
Reestreia: 23 de fevereiro de 2018

Temporada até 18 de março

Horários: Sexta e sábado às 19h, domingo às 18h.

Local: Teatro Laura Alvim – Sala Rogério Cardoso – Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema - Tel: 2332-2015

Bilheteria: terça a domingo, das 16 às 19h

Duração: 50 min

Gênero: Drama

Lotação: 53 lugares

Classificação indicativa: 14 anos

Preço R$30,00 (inteira) R$15,00 (meia)

“Uma envolvente proximidade presencial do público numa taberna viva, onde um alcóolatra solitário compartilha seu ácido desabafo no diálogo afetivo com alguns espectadores. Apurada e reveladora manipulação cênica de Viviani Rayes”. - Wagner Correa de Araújo.


'Para onde Ir' é uma experiência teatral que carrega toda uma densidade dramatúrgica que abre as janelas para a compreensão do espectro humano de um personagem soterrado pelas suas próprias misérias pessoais, que largou-se em algum ponto de sua estrada de vida". Renato Mello

O Elenco
YASHAR ZAMBUZZI é ator formado pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD-USP) e filósofo pela mesma universidade. Trabalhou no Centro de Pesquisa Teatral (CPT) com Antunes Filho, um dos mais renomados diretores brasileiros. Em 33 anos de carreira teatral, atuou em mais de 30 produções. Seus últimos trabalham foram o musical Um Violinista no Telhado direção de Möeller & Botelho, Blackbird direção Bruce Gomlevsky, A Tempestade direção de Vik Sivalingam, da Royal Shakespeare Company, Silêncio de Renata Mizrahi, entre outros. 





A Direção
VIVIANI RAYES é pós-graduada em Direção Teatral pela CAL (Casa de Artes Laranjeiras/ RJ). Cursou Direção Teatral com José Renato, fundador do Teatro de Arena de São Paulo. É formada pela Escola de Teatro Ewerton de Castro e Escola de Atores Wolf Maya, ambas em São Paulo. Trabalhou com importantes diretores e tem vários espetáculos no currículo, em 19 anos de carreira. Protagonista do sucesso Blackbird, com Direção de Bruce Gomlevsky. É diretora e produtora executiva da Rayes Produções Artísticas e curadora da Ocupação Glauce de Portas Abertas.


FICHA TÉCNICA:
Elenco: Yashar Zambuzzi

Texto: Dostoiévski e Rimbaud, em homenagem a Brecht.

Adaptação e atuação: Yashar Zambuzzi

Direção: Viviani Rayes

Figurinos: Rogério França

Iluminação: Elisa Tandeta

Trilha Original: Chico Rota

Cenário: Viviani Rayes e Yashar Zambuzzi

Programação Visual: Thiago Ristow
Ilustrações: Raphael Jesus
Fotos de Cena: Lu Valiatti
Idealização: Te-Un TEATRO
Produção Executiva e Realização: Rayes Produções Artísticas
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias


Agenda Cultural RJ
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp
 #agendaculturalrj


  Instagram
____________________________________

CLUBE DAS DESAPEGADAS

Devido a paralização das atividades dos funcionários do Teatro Municipal Gonzaguinha, em decorrência do atraso dos seus respectivos salários, nos próximos dias 26, 27 e 28 de janeiro realizaremos as últimas apresentações, aproveitando para realizar também uma campanha de doação de alimentos não perecíveis, destinados aos funcionários do próprio teatro, em forma de apoio e solidariedade. Desejamos, desde já, que o problema seja sanado o quanto antes, através das respectivas Prefeitura e Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro, para que estas venham a gerir o numerário destinado à Cultura de forma correta.
Manifestamos a nossa gratidão a todos que nos apoiaram até aqui e convidamos para assistir o último final de semana da temporada, pela metade do preço, e 1 kilo de alimento não perecível.

cdd3.jpg

Clube das Desapegadas conta a história de um grupo de pessoas que se reúnem para “desapegar” do que não lhes servem mais. Pessoas diferentes, solitárias e em processo de transformação de vida se encontram numa reunião do “clube” que é administrado por Nanashanna, uma mulher “tântrica”, questionadora e singular. Durante a reunião, Nana, com a ajuda do seu assistente e mentor Astolfo Xanadú, sugere que cada participante apresente seu depoimento de vida. No entanto, a coisa acaba saindo do controle, a medida que cada depoimento traz à tona um ser humano dramático e ao mesmo tempo, divertido.

SERVIÇO

Sextas, Sábados e Domingos até 28/01

Local: Teatro Municipal Gonzaguinha

(Centro de Artes Calouste Gulbenkian)

Rua Benedito Hipólito, 125 – Praça Onze – Rio de Janeiro

CAPACIDADE: 130 lugares

INGRESSO: R$ 40,00 inteira – Meia R$ 20,00 (estudante/terceira idade) Lista amiga

INFORMACÕES: operaprima.teatral@gmail.com

Gênero: Comédia

#agendaculturalrj

_____________________________


"Maldita Carne"

O grande dramaturgo brasileiro Plínio Marcos é homenageado com um espetáculo que une três textos de sucesso numa única história onde o universo desses personagens passa a ser compartilhado entre eles. A Companhia de Teatro Coletivo Incendiário, escolheu adaptar as peças Abajur Lilás, Querô e Navalha na Carne por serem obras que trazem críticas sociais até hoje relevantes. Para esses jovens artistas conectados com o momento em que o país vive é de grande valia promover reflexões políticas e sociais através da arte.

Sinopse
Maldita Carne é uma homenagem ao Universo de Plinio Marcos . No palco personagens de Abajur Lilás, Querô e Navalha na Carne compõem uma nova narrativa e são alvos de uma misteriosa investigação.

Equipe de Criação

Iluminação: Rúbia Vieira
Criação de trilha sonora: Leo Osborne
Cenário e Figurino: Alexandre Cunha e Ana Sandra
Confecção De Cenário: Diego Zimmerman
Confecção de Figurino: Clara Sanpi
Arte Gráfica: Pedro Gonzalez
Assistentes de Direção: Gabriela Garcia e Leonardo Duarte

Serviço"Maldita Carne”
Textos: Plínio Marcos | Adaptação: Ricardo Pereira
Concepção e Direção: Janaina Gaia
Elenco: André Caldas, Carolina Garrana, Clara Sanpi, Cristina Aprieri, Diego Zimmerman, Flavio Santos, Gabriel Rodrigues, Júlio Rasec, Lucas Benâncio, Lucas Da Purificação, Paula Coubeck, Pedro Gonzalez, Rafael Perrotta,
Tássia Bastos e Tatiana Stutz
Local: Cia de Teatro Contemporâneo | R.: Conde de Irajá, 253 – Botafogo
Inf.: 25375204
Temporada: 20 de janeiro a 04 de fevereiro de 2018
Dias e horários: sábados, às 21h e domingos, às 20h
Duração: 90 minutos
Classificação: 16 anos
Ingressos R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Capacidade 100 lugares
Agenda Cultural RJ 
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online.
(21)996769323 / whatsapp
 #agendaculturalrj

  Instagram
__________________________________

"TUBARÕES" em cartaz no Teatro Serrador,  de quinta a sabado, as 19h30


TUBARÕES

Dramaturgia de Daniela Pereira de Carvalho, Alexandre Varella, Alonso Zerbinato, Beatriz Bertu, Bianca Joy Porte, Christian Landi, Cirillo Luna e Michel Blois. Com direção de Michel Blois, a peça conta a história de um trio de amigos inseparáveis no passado que se reencontra vinte anos depois numa casa onde viveu suas experiências mais marcantes da juventude.

TEMPORADA: de 11 a 27 de janeiro, quinta a sábado, às 19h30min
LOCAL: Teatro Serrador
ENDEREÇO: Rua Senador Dantas, 13 – Cinelândia, Rio de Janeiro/RJ
FONE: (21) 2220-5033
CAPACIDADE: 276 lugares
INGRESSOS: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia) - Horários de funcionamento da bilheteria: de terça a sábado, das 15 às 22h - Vendas online: ticketmais.com.br
GÊNERO: drama
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos
DURAÇÃO: 80 min

O espetáculo TUBARÕES é uma criação dramatúrgica coletiva da autora Daniela Pereira de Carvalho com os artistas Alexandre Varella, Alonso Zerbinato, Beatriz Bertu, Bianca Joy Porte, Christian Landi, Cirillo Luna e o diretor do espetáculo, Michel Blois. A peça teve sessões esgotadas em 2017 no Sesc Copacabana e volta em cartaz na capital carioca em janeiro, abrindo a programação 2018 do Teatro Serrador. Através da história de um trio de amigos inseparáveis no passado que se reencontra vinte anos depois numa casa onde passou parte da juventude, a peça fala dos impactos causados pelo transbordamento dos desejos reprimidos e dos projetos de vida frustrados.

“Alguma vez você já foi a Jerusalém? À Chapada dos Veadeiros? À Índia? Fez o caminho de Santiago de Compostela? Ou qualquer outra viagem em que o lugar é capaz de, por si só, te proporcionar transformações? Em ‘Tubarões’ uma casa de praia cumpre essa função. Três amigos de adolescência se reencontram 20 anos depois de passarem férias nesta mesma casa e acabam perdendo a noção de realidade se misturando com seu passado, suas projeções de futuro e ponderando seus fracassos. Seus respectivos cônjuges, embora sem lembranças com a casa, também se confrontam com as expectativas que tinham e têm sobre si mesmos.”, explica o diretor, Michel Blois.

SINOPSE - Depois de afastados por vinte anos, os três amigos Stella (Bianca Joy Port/Thiare Maia Amaral), Cícero (Christian Landi) e Murillo (Alexandre Varella) se reencontram para passar um final de semana em uma casa de praia da juventude, onde viveram profundas emoções, amores e descobertas. Cada qual seguiu distintos rumos em suas vidas: Stella é uma advogada poderosa e independente, casada com Bernardo (Alonso Zerbinato); Cícero é professor de cinema e mora fora do Brasil há anos, casado com o biólogo marinho Daniel (Michel Blois); Murillo administra a fortuna que herdou de seu pai e namora Clarisse (Beatriz Bertu), uma menina quase vinte anos mais nova e submissa. Neste reencontro, os amigos estão acompanhados de seus atuais cônjuges, que por sua vez pouco conhecem sobre as histórias vividas pelo trio no passado. O confinamento naquele espaço repleto de memórias torna-se um disparador, deflagra sentimentos represados e precipita acontecimentos que transformarão cada um dos seis personagens.

A MONTAGEM - A luz é de Tomás Ribas e o cenário, de Antônio Guedes e Sandro Vieira, apresenta a casa de praia apenas em seus contornos, através de uma estrutura tubular – não há paredes visíveis. Dentro de casa não há mobiliário algum, somente objetos de uso cotidiano pendurados por ganchos nestas estruturas. E do lado de fora da casa, sacos de areia, cadeiras de praia e tocos de madeira serão utilizados pelos atores para criar a praia e montar uma fogueira.

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia: Daniela Pereira de Carvalho, Alexandre Varella, Alonso Zerbinato, Beatriz Bertu, Bianca Joy Porte, Christian Landi, Cirillo Luna e Michel Blois

Direção: Michel Blois
Elenco: Alexandre Varella, Alonso Zerbinato, Beatriz Bertu, Bianca Joy Porte/Thiare Maia Amaral, Christian Landi e Michel Blois
Iluminação: Tomás Ribas
Cenário: Antônio Guedes e Sandro Vieira
Figurinos: Antônio Guedes
Cenotécnico: Raphael Guedes
Locução em off: Raquel Rocha
Trilha Sonora: Aline Mohamad
Direção de produção: Ana Studart e Luísa Barros
Produção executiva: Chimeny Fransoise
Idealização: Christian Landi e Daniela Pereira de Carvalho

TRECHOS DE CRÍTICAS

"O texto exibe coesão surpreendente para uma obra feita a tantas mãos." Renata Magalhães – Veja Rio
Íntegra: https://vejario.abril.com.br/cultura-lazer/critica-tubaroes-mexe-com-o-intimo-ao-refletir-sobre-o-tempo/

"Estamos diante de uma história de mágoas, de dissonância, de dissabores, rica em múltiplas camadas de sentido." Rodrigo Fonseca – Estadão
Íntegra: http://cultura.estadao.com.br/blogs/p-de-pop/tubaroes-um-texto-que-morde-devora-e-inquieta/

"Ao mesmo tempo que traz um interessante retrato existencial de uma geração, ‘Tubarões’ demonstra como o passado tem a capacidade de se impregnar inexpugnavelmente ao longo do nosso viver." Renato Mello – Botequim Cultural
Íntegra: http://botequimcultural.com.br/critica-tubaroes/

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
(21)996769323 / whatsapp
 #agendaculturalrj

  Instagram
____________________________

Jefferson Farias, o ceguinho da Praça é Nossa, apresenta seu espetáculo “Ponto de Vista”.

Humorista encena histórias do cotidiano de um deficiente visual.





Destaque no humorístico A Praça é Nossa, o ator Jefferson Farias (o ceguinho da Praça) estará em cartaz até o dia 04 de fevereiro, de sexta a domingo, com o espetáculo “Ponto de Vista” no Teatro Miguel Falabella, no Norte Shopping. O espetáculo, que conta com a direção de Alexandre Régis, reúne inúmeras histórias do cotidiano de um deficiente visual colocadas numa narrativa bem-humorada. Através da comédia teatral, o público passa a participar das vivências e observações relacionadas ao dia a dia de um cego com versatilidade e bom humor sobre temas relacionados à vida.

Relacionamentos, tendências contemporâneas, moda, entre demais assuntos, também são ingredientes do cardápio sobre o qual o jovem artista lança o seu "olhar" particular.

A peça apresenta e faz uma análise crítica sobre as dificuldades ainda enfrentadas pelos deficientes no país atualmente. É um alerta e, através do humor, uma forma mais suave de se mostrar que o número de pessoas com deficiência é expressivo, e que, o completo e satisfatório desejo de todos, é o de serem definitivamente tratados como iguais na sociedade.

Jefferson Farias: há oito anos na estrada.
Jefferson Farias começou a carreira participando de programas de TV. Iniciou em 2008 fazendo com apresentações em ruas e praças públicas e, em pouco tempo, foi convidado a participar dos quadros "Humor na Caneca" do Programa do Jô e "Quem Chega Lá" do Domingão do Faustão, além de participações no humorístico “Zorra Total”. Após ganhar destaque por suas participações, nascia o grupo de humor "Esse Cego É DuCarvalho". Há três anos o ator ganhou um quadro fixo no humorístico "A Praça é nossa".

Formou-se em artes cênicas pelo Centro Universitário da Cidade (UniverCidade/RJ) e também realiza trabalhos como cronista e roteirista para novos artistas, apresentando sua versatilidade artística e, principalmente a perseverança que rompe aos limites que a deficiência lhe impôs.

Sobre o diretor Alexandre Régis
Régis é uma lenda viva do humor brasileiro. Pode-se dizer que todo programa ou especial de humor das últimas décadas contou com sua participação (Trapalhões, ChicoTotal, Viva o Gordo, A Praça é Nossa e Zorra Total). No teatro, firmou-se como diretor e fundador do teatro de Terror, do qual participaram os também convidados do Zenas Improvisadas Alexandra Richter e Charles Paraventi. Hoje em dia, além de atuar em Zorra Total, dirige a dupla de humoristas Marcius Melhem e Leandro Hassum no espetáculo Nós na Fita.

Ficha técnica
Texto e atuação: Jefferson Farias
Direção: Alexandre Régis
Iluminadores: Eduardo Nobre e Fernanda Mattos
Comunicação visual: Thiago Ristow
Assessoria de Imprensa: Paulo Zanon
Assistente de Produção: Mariana Souto
Direção de Produção: Fabrício Chianello
Realização: Smille Produções Artísticas

Serviço
Ponto de Vista
Data: Até 04/02 – De sexta a domingo
Horário: Sexta e Sábado 23h Domingo 22h
Endereço: Teatro Miguel Falabella, 2º piso, Norte Shopping – Av. Dom Hélder Câmara, 5332, Del Castilho, Rio de Janeiro
Ingressos: Sexta – R$ 50,00 (inteira). Sábados e Domingos – R$ 60,00 (inteira)
Classificação: 14 anos
Duração: 60 min

Agenda Cultural RJ 
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online.
(21)996769323 / whatsapp
 #agendaculturalrj

  Instagram
____________________________

5ª Comédia
Bispo Arnaldo, sucesso no Youtube, vai contar seus “causos” na  5ª Comédia no Teatro dos Quatro


O grupo “5 Pra Humor” , formado pelos humoristas  Jeffinho Farias (A Praça é Nossa), Kwesny (Pânico na TV), Matheus MAD (Facebook) e Yuri Marçal ("Quem Chega Lá" - Domingão do Faustão),  estará se apresentando, a partir de janeiro,  todas as quintas-feiras no Teatro dos Quatro, e cada semana eles irão receber um convidado especial, que será o  quinto elemento do grupo. Estes convidados serão nomes de peso do cenário de comédia nacional.

Matheus Ceará da "Praça é Nossa" abre a rodada de convidados no dia 11/1, já no dia 18/1 é a vez do Bispo Arnaldo, sucesso no Youtube, contar seus “causos”. Paulinho Serra, o humorista da TV Globo, se apresenta no dia 25/1 e, fechando a primeira edição do projeto, no dia 1/2 Rafael Portugal do sucesso na internet "Porta dos Fundos".

Netas férias de verão o grupo promete levar muita gargalhada para a zona sul do Rio de Janeiro, e para isto, junto com os humoristas convidados. Os artistas se revezarão entre si, apresentando os melhores textos e situações vivenciadas no dia a dia, afinal de contas, rir das diversas situações que a vida nos proporciona, é sem dúvida a leveza necessária para um bem estar e um viver melhor.

Jefferson Farias: 
Jefferson Farias começou a carreira participando de programas de TV. Iniciou em 2008 fazendo com apresentações em ruas e praças públicas e, em pouco tempo, foi convidado a participar dos quadros "Humor na Caneca" do Programa do Jô e "Quem Chega Lá" do Domingão do Faustão, além de participações no humorístico “Zorra Total”. Após ganhar destaque por suas participações, nascia o grupo de humor "Esse Cego É DuCarvalho". Há três anos o ator ganhou um quadro fixo no humorístico "A Praça é nossa".

Kwesny
 É imitador, músico e humorista/comediante. Começou a carreira em 2011. Fez sua primeira apresentação no Comédia em Pé, foi finalista em 2015 do Risadaria, se apresentou no Domingão do Faustão, Programa do Ratinho, Programa da Xuxa e  participou do Quadro Talk Shows em Pânico do Pânico na Band (2016). Como imitador seu mais recente trabalho foi a paródia do programa The Noite, onde ele imita o apresentador, Danilo Gentili.

Matheus MAD
É roteirista na Flocks.Tv onde escreve para canais do youtube, como Canal Gil Brother, Marcelo Madureira, Canal Passaralho, etc Em 2015, foi finalista do “Festival 10 anos do Comédia em Pé”, onde fez apresentações com o grupo no teatro das Artes, no Shopping da Gávea.
Fez participações no stand up “Segura que eu quero ver”, do humorista Felipe Ruggeri, que também contou com a participação do humorista Marcelo Smigol. Além disso, realizou participações no shows “Comédia de Primeira” e “Sextas de Humor” com Felipe Ruggeri, Marcelo Smigol e convidados, Fez também participações em shows importantes da cena paulistana como “A espetacular hora da comédia”, do humorista Gabe e no bar “Bevery Hills”com os humoristas Luiz França, Robson Nunes e Dinho Machado. Além de diversas apresentações em bares no Rio de Janeiro.

 Yuri Marçal
Yuri Marçal tem 24 anos e é carioca. Formado em teatro e TV pela Escola de Atores Wolf Maya, teve seu início na comédia em fevereiro de 2016 num curso ministrado pelo humorista Fábio Rabin. Desde então coleciona shows em capitais do Brasil, participações em quadros de TV, foi semifinalista do quadro Quem Chega Lá do Domingão do Faustão e tem milhões de visualizações em seus vídeos na sua fan page. Conhecido também pelo seu personagem Michelzinho de Oxóssi. Yuri tem como principal característica o humor crítico já que fala bastante de racismo, intolerância religiosa e homofobia em seu stand up comedy.

Ficha técnica
Elenco: Jeffinho Farias,  Kwesny, Matheus Mad, Yuri Marçal
Convidados: Matheus Ceará, Bispo Arnaldo, Paulinho Serra, Rafael Portugal
Assessoria de Imprensa: Paulo Zanon
Assistente de Produção: Mariana Souto
Direção de Produção: Fabrício Chianello
Realização: Smille Produções Artísticas

Serviço:

5ª Comédia
Local: Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea - Marquês de São Vicente, 52 – Gávea – RJ
Tel.: (21) 22451-041.
Data: de 11/1 a 1/02 – Todas as quintas-feiras
Horário: 21h
Duração: 70m
Classificação: 14 anos
Ingressos: R$ 60,00
Descontos obrigatórios e Promocionais: R$ 30,00

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
(21)996769323 / whatsapp
 #agendaculturalrj

  Instagram
____________________________

Espetaculo Inefável 
Experimental, performático, contemporâneo e provocador o espetáculo realiza um mergulho dentro do ser levantando um importante questionamento. E se te virassem do avesso o que sobraria?

Em um festa de gala pessoas comem, bebem e se divertem, até que uma convidada inexplicavelmente perde a visão. A partir de então inicia-se uma experiência indescritível em busca da permanência dos sentidos e da valorização de cada um deles. Experimental, performático, contemporâneo e provocador o espetáculo realiza um mergulho dentro do ser levantando um importante questionamento. E se te virassem do avesso o que sobraria?

Serviço:
Inefável
Temporada: Janeiro
Dias: 17, 24 e 31 (quartas)
Horário: 22h
Ingressos: R$ 30,00 (Inteira) R$ 15,00 (Meia)
Duração: 50 minutos.
Classificação indicativa: 14 anos
Gênero: Drama

TEATRO MUNICIPAL CAFÉ PEQUENO
Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269, Leblon
Telefone: 21 2294-4480
E-mail institucional: cafepequeno.cultura@gmail.com
Horário de funcionamento: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 15h às 20h.
Não possui estacionamento.

Ficha Técnica :
Texto e direção: Fernando Dias e Sarah Christina Carvalho
Iluminação: Renan Oliveira
Preparação vocal: Dani Vianna
Trilha: Fernando Dias
Figurino: Sarah Christina Carvalho
Maquiagem: Ana Paula Oliveira
Cenografia: Rachel Hope
Produção: Guapoz Produções Artísticas.

Elenco:
Adriana Machado, Alexandra Ayram, Ana Paula Oliveira, Amanda Naíma, Caio Sales, Dani Vianna, Eric Luto, Eva Moreira, Fernando Dias, Glênio Machado, Helissa Santos, Leandro Faustino, Lívia Prado, Rachel Hope, Renan Oliveira, Stephanie Alves, Sarah Christina Carvalho e Suna Mauch

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online. (21)99676769323 / whatsapp #agendaculturalrj

 Instagram
____________________________




ALICE MANDOU UM BEIJO

Diretor de “Tom na Fazenda”, Rodrigo Portella reestreia “Alice Mandou um Beijo” em curta temporada no Glauce Rocha a partir de 17 de janeiro

Montagem da Cia Cortejo foi indicada aos prêmios Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Texto Inédito

Terceiro espetáculo da Cia Cortejo, “Alice Mandou um Beijo” volta aos palcos da cidade em 17 de janeiro para curta temporada no Glauce Rocha, com apresentações as quartas e quintas, às19h, até 8 de fevereiro. Indicado ao prêmio Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Texto Inédito, a peça, escrita e dirigida por Rodrigo Portella, que também assina a direção de Tom na Fazenda (em cartaz no Teatro Dulcina de 12 a 28 de janeiro), é um resgate das memórias de infância do autor, nascido e criado no município de Três Rios, no Centro-Sul Fluminense. No palco, Luan Vieira, Marcos Ácher, Ricardo Gonçalves, Suzana Nascimento e Vivian Sobrino vivem uma família que, após a morte da filha caçula, se vê diante de uma inesperada instabilidade em seu convívio. Uma série de acontecimentos revela a fragilidade das relações que se estabeleceram durante toda uma vida dentro de uma casa.


“Quando eu era criança, minha mãe era só a minha mãe. Toda aquela família encharcada de tios e primos de variados graus parecia, aos meus olhos, tipos bem definidos: o tio bonachão, o primo esperto, a avó afetuosa, o pai que me roubava a mãe às madrugadas, o irmão que era o meu avesso, o padrinho e seus extraordinários presentes de aniversário, a prima a quem todos os primos fingiam namorar... Tudo parecia estável, eterno e definitivo. Só mais tarde, bem mais tarde mesmo, fui perceber que aquelas pessoas eram muito mais complexas. Me dei conta que o que eu enxergava antes era só uma pontinha de um volumoso e assustador iceberg. Alice Mandou um Beijo é um resgate ficcional das minhas memórias de infância. Acredito, que só agora, aos 40 anos, é que começo a entender que o sentido de HUMANIDADE está potencialmente relacionado à palavra CONTRADIÇÃO”, reflete Rodrigo Portella.

Quando a peça começa, Alice já está morta. O público não a conhece pelo que ela é, mas pelo que descrevem dela. Paradoxalmente, Alice está viva dentro da casa. Todos falam dela todo o tempo, vestem suas roupas, executam suas tarefas, tentam assumir o seu lugar. O eixo dramático está nas delicadas decisões dos personagens diante da ‘ausência’ de Alice, uma espécie de representação da coerência familiar. Alice é quem dava sentido àquela convivência. Diante de sua morte, as relações se refazem, se transformam instáveis e até mesmo impossíveis.

A respeito da encenação, que Rodrigo divide com o diretor Léo Marvet, pode-se dizer que o essencial continua sendo a mais importante ferramenta estética da Cia Cortejo. A simplicidade da encenação reforça o interesse da companhia em apostar no encontro honesto entre ator e espectador.











SINOPSE: Após a morte da filha caçula, uma família se vê diante de uma inesperada instabilidade no convívio entre eles. A ausência de Alice acaba por disparar uma série de acontecimentos que revelam a fragilidade das relações que se estabeleceram durante toda uma vida dentro daquela casa.



FICHA TÉCNICA
Texto e direção: Rodrigo Portella. Elenco: Luan Vieira, Marcos Ácher, Ricardo Gonçalves, Suzana Nascimento e Vivian Sobrino.

Co-direção e Trilha Sonora: Leo Marvet. Iluminação: Renato Machado. Figurinos: Daniele Geammal. Cenografia: Raymundo Pesine e Rodrigo Portella.

Projeto Gráfico: Raul Taborda. Fotos: Renato Mangolin e Danillo Sabino.

Produção Executiva: Maria Albergaria. Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela. Produção e Realização: Cia Cortejo e Galharufa Produções Culturais.


SERVIÇO

“Alice Mandou um Beijo”Espetáculo teatral da Cia Cortejo
Temporada: de 17 de janeiro a 8 de fevereiro – apresentações quartas e quintas, às 19h
Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco 179 – Centro. Tel.: 2220 0259
Ingressos: R$ 15 (meia) e R$30 (inteira) – Bilheteria: de 4ª a domingo, das 14h às 19h
Duração: 75 minutos. Classificação: 16 anos.
Capacidade: plateia inferior - 130 lugares | plateia superior - 72 lugares


Agenda Cultural RJ
 ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. 
Divulgação de Midia Online. 
(21)996769323 / whatsapp 
 #agendaculturalrj 

Instagram

____________________________

Espetáculo Cauby! Cauby! Uma Lembrança – em cartaz a partir do dia 11/01 no Teatro Carlos Gomes no RJ


Sob a interpretação de Diogo Vilela e texto de Flavio Marinho, Cauby Peixoto ganha vida nos palcos, no musical Cauby! Cauby! Uma Lembrança – numa homenagem ao saudoso e um dos mais populares cantores do Brasil. Cauby! Cauby! Uma Lembrança, estreia no dia 11 de Janeiro noTeatro Municipal Carlos Gomes, na Praça Tiradentes (RJ). Apresentado pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, o musical fica em cartaz sempre de quinta a sábado às 19H e Domingo às 18 Horas. A produção terá em cena nove atores Diogo Vilela, Sylvia Massari, Sabrina Korgut, Paulo Trajano, Aurora Dias, Luiz Gofman, Ryene Chermont, Luiz Menezes e Rafael de Castro além de banda com cinco músicos.

Após dez anos de sua montagem, Diogo Vilela e Flavio Marinho, que dividem a direção do espetáculo, revisitaram o texto e vão levar novamente ao público um extrato da vasta trajetória do artista-ícone dos anos de ouro do rádio nacional. Em duas horas de espetáculo, o musical narra a história do menino pobre de Niterói, que sonhava em ser príncipe, e acabou se transformando em “uma das figuras mais especiais do show-business brasileiro, dono de estilo e voz inconfundíveis”, como define Flavio Marinho. “Cauby contrapõe a exuberância de sua presença cênica com uma discretíssima vida pessoal. O que ele extravasa no palco, contém num dia a dia muito sóbrio, vivendo para a voz, o canto e o trabalho”, completa. O espetáculo será realizado com adereços do próprio Cauby como parte do cenário e uma peça do vestuário do cantor exposta na entrada do teatro cedidas especialmente para esta grande homenagem.

Conduzida por uma entrevista da secretária pessoal do cantor com alunos aspirantes a jornalistas, a peça vai e volta no tempo, remontando os grandes sucessos musicais de Cauby, para contar as cenas da vida do artista. O musical tem Direção Musical de Liliane Secco, Cenário e Figurinos de Ronald Teixeira, Luz de Maneco Quinderé, Coreografia de Tania Nardini, Caracterização Mona Magalhães, Fotos Lenise Pinheiro e relembra grandes amigos e cantores, fundamentais na carreira do “mestre” – como Ângela Maria, Emilinha Borba, Lana Bittencourt, Maysa Matarazzo e o empresário e compositor, Di Veras, que ajudou a construir a imagem emblemática de Cauby Peixoto.

Cauby! Cauby! Uma Lembrança fica em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes até o dia 11/03. Após este período o espetáculo passa a ser apresentado no Imperator, também no Rio de Janeiro do dia 16/03 até 01/04.


Uma homenagem a Cauby e comemoração de 47 anos de carreira do Diogo

Para viver a personagem plenamente e comemorar seus 47 anos de carreira, Diogo Vilela voltou a assistir diversos DVDs de shows e entrevistas e investe em aulas de canto regulares com o professor Victor Prochet. Diogo Vilela tem experiência com musicais biográficos, onde fez com sucesso a interpretação de Nelson Gonçalves, em Metralha (1996), Prêmio Shell de Melhor intérprete masculino. “Sinto que reviver Cauby no palco seja a necessidade de elevar o nível do meu trabalho de intérprete, criando a semelhança cênica, nunca a imitação, de um dos maiores astros da música brasileira”, revela Diogo. O ator também já viveu Ary Barroso no teatro, em 2013.

Com o texto do dramaturgo Flavio Marinho, que teve a oportunidade de dirigir Cauby no show “Conceição”, em 1992, e algumas observações do próprio artista, quando vivo, o espetáculo pretende ir além da homenagem e revelar um pouco do homem por trás do cantor – “sem pudor do kitsch ou do glamour, sem medo da melancolia ou da auto-crítica”, acrescenta o dramaturgo. Flavio e Diogo, porém, fizeram questão de manter a liberdade poética e de criação e respeitar os mistérios da vida de um artista que já marcou a história da música popular brasileira. No rastro dos musicais biográficos, que remontam, no teatro ou no cinema, a história de grandes mestres da música, atraindo multidões de fãs, Cauby! Cauby!vai além e promete emocionar e seduzir desde admiradores eternos às novíssimas gerações. “Com o empenho de profissionais gabaritados, tentaremos dar mais um passo em direção à memória musical do nosso país”, acredita Diogo Vilella. E conclui: “Querer fazer Cauby talvez seja para nós uma ousada tentativa de metamorfosear sua figura já tão carismática em personagem teatral, para que sua imagem possa assim ficar marcada não só no canto, mas também na palavra”.

Serviço:
Espetáculo: Cauby! Cauby! Uma Lembrança
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes
Data: 11/01 até 11/03
Endereço: Praça Tiradentes, s/n – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20060-050
Dias e Horários: Quinta a Sábado 19H e Domingo 18H

Preços: De R$ 50,00 a R$ 80,00 valores de inteiras, meias de R$ 25,00 a R$ 40,00. OBS: Aceita Vale Cultura

Classificação: 10 anos
Duração: 2h com intervalo
Capacidade do Teatro: 685 Lugares

04 Sessões com Acessibilidade na temporada carioca ( Essas sessões dispõem de suporte para todos os portadores de necessidades especiais. Favor consultar com antecedência as sessões que possuem Acessibilidade).

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online. 
(21)996769323 / whatsapp 

#agendaculturalrj

  

____________________________

Espetáculo "Insânia" , em cartaz  dias 9, 16 e 23 de janeiro, no Teatro Municipal Café Pequeno



Em um mundo onde existe um padrão social a se seguir, quem é diferente é enviado a um manicômio pois é considerado um perigo social. Neste local insalubre encontra-se internados negros, transexuais, feministas, homossexuais, artistas, sonhadores e pessoas honestas que podem contaminar a população com seus pensamentos revolucionários, questionadores ou poético demais. Neste ambiente questionaremos nossas sanidades e conceito de certo ou errado.



Serviço: 
Temporada: Janeiro
Dias: 09,16, e 23 ( Terça)
Horário: 22h
Ingressos: R$ 30,00 (Inteira) R$ 15,00 (Meia)
Duração: 50 minutos.
Classificação indicativa: 14 anos
Gênero: Drama

TEATRO MUNICIPAL CAFÉ PEQUENO
Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269, Leblon
Telefone: 21 2294-4480
E-mail institucional: cafepequeno.cultura@gmail.com
Horário de funcionamento: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 15h às 20h.
Não possui estacionamento.

Ficha Técnica :
Texto e direção: Fernando Dias e Sarah Christina Carvalho
Iluminação: Renan Oliveira
Figurino: Valéria oliveira
Trilha: Fernando Dias
Ass. de Figurino: Apoema Aguiar e Emilie Freitas
Cenografia: Alexandra Ayaram
Produção: Guapoz Produções Artísticas

Elenco:

Anna Julia de Léo, Apoema Aguiar, André Luiz de Sá, Amanda Naíma, Abrão Gomes, Bella Lutz, Emilly Vianna, Leandro Faustino, Lívia Prado, Rose Hope, Sarah Christina Carvalho, Vic Versari e Yago Fernandes

Agenda Cultural RJ ▪ 
Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online. 
(21)996769323 / whatsapp 
#agendaculturalrj

  
____________________________


Indicado aos principais prêmios de artes cênicas de 2017,

“Tom na Fazenda” começa o ano em curta temporada no Teatro Dulcina, de 12 a 28 de janeiro, a preços populares



Obra do premiado autor canadense Michel Marc Bouchard aborda a inabilidade do indivíduo para lidar com o preconceito, violência e fracasso

Idealizador do projeto, Armando Babaioff assina a tradução do texto e divide a cena com Camila Nhary, Gustavo Vaz e Kelzy Ecard. Direção de Rodrigo Portella

Peça comemora o marco de 100 apresentações na data da reestreia (12 de janeiro), quando também será lançado o livro pela editora Cobogó


Indicações 2017:

Prêmio Shell de Teatro (5 indicações): Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenário (Aurora dos Campos) e Música (Marcelo H.)

Prêmio Cesgranrio de Teatro (7 indicações): Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenário, Iluminação (Tomás Ribas), Espetáculo e Especial (Lu Brites, pela preparação corporal)

Prêmio Botequim Cultural (10 indicações): Direção, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard e Camila Nhary), Figurino (Bruno Perlatto), Cenário, Iluminação, Música e espetáculo.

Prêmio Cenym (17): Espetáculo, Direção, Ator (A. Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Camila Nhary e Kelzy Ecard), Texto Adaptado, Qualidade Artística, Qualidade Técnica, Elenco,Preparação Corporal (Lu Brites), Iluminação, Cenário, Montagem, Cartaz ou Programação Visual (Bruno Dante), Fotografia de Publicidade (José Limongi, Renato Mangolin e Ricardo Brajtman) e Trilha Sonora.

Uma das peças mais aplaudidas de 2017 e indicada em 39 categorias dos principais prêmios de teatro, “Tom na Fazenda” começa o ano em sua quarta temporada no Rio de Janeiro, agora no Teatro Dulcina, a partir de 12 de janeiro, data em que comemora sua centésima apresentação e que marca o lançamento do livro da peça, pela editora Cobogó. Idealizado pelo ator e produtor Armando Babaioff, que também assina a tradução, a montagem tem apresentações de sexta a domingo, às 19h, até 28 de janeiro. Dirigida por Rodrigo Portella, a peça traz no elenco Camila Nhary, Gustavo Vaz e Kelzy Ecard, além do próprio Babaioff.

Com cinco indicações ao Prêmio Shell, sete ao Cesgranrio, dez ao Botequim Cultural e 17 ao Cenym, a peça é baseada no original Tom à la Farme, do autor canadense Michel Marc Bouchard. Foi numa conversa com um amigo que Babaioff tomou conhecimento do filme Tom na Fazenda (2013), uma adaptação da peça homônima, com direção do franco-canadense Xavier Dolan (premiado no Festival de Cannes por Mommy, em 2014). Arrebatado pela obra, o ator começou a traduzir a peça, que aborda a inabilidade do indivíduo para lidar com o preconceito, a impotência, a violência e o fracasso.

Na história, após a morte do seu companheiro, o publicitário Tom (Armando Babaioff) vai à fazenda da família para o funeral. Ao chegar, ele descobre que a sogra (Kelzy Ecard) nunca tinha ouvido falar dele e tampouco sabia que o filho era gay. Nesse ambiente rural austero, Tom é envolvido numa trama de mentiras criada pelo truculento irmão (Gustavo Vaz) do falecido, estabelecendo com aquela família relações de complicada dependência. A fazenda, aos poucos, vira cenário de um jogo perigoso, onde quanto mais os personagens se aproximam, maior a sombra de suas contradições.

“Somos felizardos em poder contar essa história e gratos à trajetória que a peça está realizando sem qualquer recurso vindo de leis de incentivo. Estreamos em março de 2017 no Oi Futuro, com patrocínio da Oi, mas findada a temporada, ficamos sem apoio. A nossa grata surpresa foi o Teatro SESI Centro, que foi ousado em nos convidar para ficar em cartaz numa sala com mais de 300 lugares e, para nosso espanto, sempre esteve lotada. Tivemos fôlego ainda para uma temporada de outubro a dezembro no Poeirinha, com ingressos esgotados”, comemora Babaioff. “Manter o espetáculo em cartaz enquanto tiver público para nos assistir se tornou uma regra. Temos que resistir neste tempo em que a cultura é atacada de uma forma muito covarde e cruel”, completa. 


A peça conta uma história bastante comum entre jovens de várias gerações, mesmo de culturas diferentes. No Canadá, no Brasil, no Oriente Médio, no Japão ou na África do Sul, homens e mulheres jovens aprendem a mentir antes mesmo de aprenderem a amar. As famílias, guardiãs das normas sobre a sexualidade, garantindo sempre a heteronormatividade, inserem nos próprios membros a semente da homofobia. 

“Todo redemoinho que devastará a vida dos que fogem das normas surge no núcleo de suas próprias famílias", comenta Rodrigo Portella, que opta, mais uma vez por uma encenação com poucos elementos para que as sutilezas das relações propostas pelo texto se sobressaiam. "Bouchard compôs uma obra de estrutura impecável. Ele vai fundo nas contradições dos seus personagens, o que os torna muito próximos de nós", acredita o diretor.

FICHA TÉCNICA
Texto: Michel Marc Bouchard.
Tradução: Armando Babaioff.
Direção: Rodrigo Portella.
Elenco: Armando Babaioff, Camila Nhary, Gustavo Vaz e Kelzy Ecard.
Cenografia: Aurora dos Campos.
Iluminação: Tomás Ribas.
Figurino: Bruno Perlatto.
Direção Musical: Marcello H.
Guitarras e violões: Jr Tostoi e Marcello H.
Preparação Corporal: Lu Brites.
Coreografia: Toni Rodrigues.
Programação visual: Bruno Dante.
Mídias Sociais: Egídio La Pasta.
Hair Stylist: Ezequiel Blanc.
Assistente de cenografia: Manu Libman.
Assistente de figurino: Luísa Marques.
Assistente de produção: Pri Helena.
Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela.
Produção executiva: Milena Monteiro.
Produção: Galharufa Produções.
Idealização: ABGV Produções Artísticas

TOM NA FAZENDA
Temporada: de 12 a 28 de janeiro – de sexta a domingo, às 19h.
Local: Teatro Dulcina – Rua Alcindo Guanabara 17, Centro. Tel.: 2240 4879.
Capacidade: 429 lugares. Duração: 110 min.
Classificação indicativa: 18 anos. Gênero: Drama.
Ingressos: R$ 20 (meia) e R$ 40 (inteira)
Lista amiga: R$ 15 (@tomnafazenda)
Horário da bilheteria: de terça domingo, das 14h30 às 19h.

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
(21)996769323 / whatsapp
 #agendaculturalrj

  Instagram
____________________________


"Bonitinha, mas ordinária", de Nelson Rodrigues e direção de Eliza Pragrana, estreia na Cia de Teatro Contemporâneo.





A única peça com final feliz em toda obra de Nelson Rodrigues, "BONITINHA, MAS ORDINÁRIA" é uma afirmação da necessidade da ética, do amor e da civilidade. Quando Edgard queima o cheque ao nascer do sol, ao lado de Ritinha, na praia, Nelson está declarando um fio de esperança na humanidade. "BONITINHA, MAS ORDINÁRIA" é uma comédia dramática, ou se quisermos, um drama cômico, tão ao gosto de seu autor, para quem a vida é trágica, mas cheia de graça.

História
Heitor Wernek é um milionário que pede ao genro Peixoto que procure dentre seus funcionários um rapaz para se casar com sua filha caçula de 17 anos, Maria Cecília. A razão é o fato da filha ter sido estuprada por três negros desconhecidos quando estava num automóvel dirigido por Peixoto que sofreu uma pane num local ermo. O escolhido é Edgar, funcionário há onze anos na companhia. Mas num primeiro encontro Heitor humilha Edgar considerando que ele fosse um novo "Peixoto", o genro que se casou com a outra filha apenas pelo dinheiro. Edgar não aceita o compromisso, xinga Heitor e abandona o emprego mas volta atrás por se sentir atraído por Maria Cecília. Mas ele também gosta de outra moça, a vizinha Rita, que trabalha fora para cuidar das três irmãs menores e da mãe doente. Enquanto Edgar luta para provar que não se vendeu, ele terá novas revelações sobre Rita e Maria Cecília, além de conhecer mais de perto a vida decadente de Heitor e Peixoto.

Sinopse
No final dos anos 50, Edgard se encontra em um dilema: o amor verdadeiro, ou o casamento com a filha do chefe rico e manipulador.

Ficha TécnicaDireção e adaptação: Eliza Pragana
Cenografia: Rostand Albuquerque
Figurino: Wanderley do Nascimento
Iluminação: Rubia Vieira
Elenco: Amanda Iglesias, Clarissa Durão, Daniel Cordeiro, Dayse Richffer, Danielle Holanda, Dora Santa Cruz, Francyne Araujo, João Brasil, Luca Picorelli, Nany Gomes e Samira Alves

Serviço
Cia de Teatro Contemporâneo
Rua Conde de Irajá, 253 – Botafogo
Inf.: 25375204
Quintas e Sextas, às 21h
Duração: 90 minutos
Classificação Etária: 14 anos
Ingressos R$ 50,00 e R$ 25,00
Capacidade 100 lugares
Temporada: 11 de janeiro a 02 de fevereiro de 2018

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj

  Instagram
____________________________

Os Monólogos da Vagina
de Eve Ensler
Direção, Concepção e Adaptação: Miguel Falabella
Com Adriana Lessa, Maximiliana Reis e Cacau Melo 



Comemorando 17 anos de sucesso absoluto de crítica e público, a comédia Os Monólogos da Vagina continua encantando e emocionando plateias de todo Brasil. Depois de 2 anos em cartaz em São Paulo (Teatro Gazeta) iniciará sua turnê pelo Brasil em 2018, a começar pelo Rio de Janeiro.

Produzido em mais de 150 países e traduzido para mais de 50 idiomas o espetáculo tornou-se fenômeno mundial. Depoimentos verídicos de mais de 200 mulheres colhidos pela autora em todo o mundo abordam de maneira extremamente bem-humorada, direta e livre de preconceitos uma reflexão sobre a relação da mulher com sua própria sexualidade.(sinopse)

A estreia brasileira desse fenômeno teatral aconteceu em 07 de abril de 2000, no Teatro Clara Nunes, no Rio de Janeiro, com incrível sucesso de público e crítica. A genialidade de Miguel Falabella na adaptação e direção do texto o tornou o primeiro diretor no mundo a escalar três atrizes para, ao mesmo tempo, encenarem as narrativas das entrevistas originais colhidas por Eve Ensler. Essa concepção, a pedido da própria autora que esteve presente na estreia brasileira, foi adotada mundialmente em todas as produções e assim permanece até hoje.


Com ingressos esgotados em todas as apresentações, o espetáculo transformou-se em fenômeno de público e crítica no BRASIL, ganhando 5 prêmios Qualidade Brasil: Melhor Espetáculo (Rio e SP), Melhor Direção (Rio e SP) e Melhor Atriz (Zezé Polessa).

No elenco atual Adriana Lessa, Maximiliana Reis, Cacau Melo, Rebeca Reis e Sônia Ferreira. Atrizes consagradas, como Zezé Polessa, Cláudia Rodrigues, Cissa Guimarães, Fafy Siqueira, Totia Meirelles, Bia Nunes, Lucia Veríssimo, Tânia Alves, Elizângela, Mara Manzan, Maximiliana Reis, Chris Couto e Claudia Alencar, dentre outras, se orgulham de um dia ter tido a oportunidade de encenar, com muito carinho e respeito, os depoimentos reais de todas as mulheres que tornaram essa obra possível. Todas já participaram do elenco do espetáculo, juntas ou separadamente em outras formações.

Muito mais que um espetáculo teatral, Os Monólogos da Vagina tornou-se um Movimento Mundial. Segundo Charles Isherwood, do The New York Times,“provavelmente a mais importante obra de teatro da última década”.

OS MONÓLOGOS DA VAGINA
Teatro Grandes Atores - Shopping Barra Square, Av. Américas 3555 bl 02 loja116/117
Texto: Eve Ensler
Direção, Concepção e Adaptação: Miguel Falabella
Direção de elenco: Maximiliana Reis
Com Adriana Lessa, Maximiliana Reis, Cacau Melo
Standing: Rebeca Reis e Sônia Ferreira
Data da estreia: 05 de janeiro (sexta às 21h)
Temporada: de 05 de janeiro à 25 de fevereiro de 2018
Dias e horários: Sexta e sábado às 21 horas / Domingo às 20 horas
Preço: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00
(estudantes e aposentados)
Informações: (21) 3325.1645
Capacidade: 336 lugares
Gênero: comédia
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos
Vendas online: www.divertix.com.br

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
(21)996769323 / whatsapp
#agendaculturalrj

  
____________________________

“Deixa Clarear, Musical sobre Clara Nunes” na Sala Baden Powell
Dias 10,11,12,13 e 14/01

           

Há mais de quatro anos circulando pelo Brasil, com cerca de 200 mil espectadores na estrada, “Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” faz sua 21ª temporada carioca, a primeira delas em Copacabana, na Sala Baden Powell. Motivos para celebrar não faltam: o espetáculo permanece em cartaz por quase meia década sem patrocínio, mas sempre com grande sucesso de público, o que motivou o lançamento de um DVD, com selo da Biscoito Fino, que inclui depoimentos de amigos e familiares da cantora (1942-1983) gravados em sua terra natal: Caetanópolis. Com texto de Marcia Zanelatto e direção de Isaac Bernat, o musical, protagonizado pela atriz Clara Santhana no papel de Clara Nunes, fica em cartaz de 10 a 14 de janeiro, de quarta a domingo, sempre às 20h. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) em qualquer sessão, e podem ser adquiridos na hora ou antecipadamente na bilheteria ou pelo site www.ticketmais.com.br. O DVD será vendido na portaria do teatro a R$ 30.

Com direção musical de Alfredo Del Penho, o espetáculo mistura música e poesia na construção de um olhar sobre a cantora Clara Nunes e sua carreira que busca incentivar a juventude a valorizar o cancioneiro brasileiro e suas raízes genuínas. “Nossa ideia é apresentar o legado da cantora para as novas gerações”, explica Clara Santhana, idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. Ela se apresenta acompanhada por um quarteto formado por João Paulo Bittencourt (violão), Gustavo Pereira (Cavaco/ percussão), Pedro Paes (clarinete/ sax) e Michel Nascimento (percussão).

No repertório estão clássicos de grandes compositores como “O canto das três raças” (Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte), “Na linha do mar” (Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz” (João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte), “O mar serenou” (Candeia), entre outras. 

Trajetória de sucesso
“Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” estreou em outubro de 2013, no Teatro Café Pequeno, no Leblon, em homenagem aos 30 anos de morte de Clara Nunes. Aos poucos, a peça cresceu e chamou a atenção da crítica e do público. Do Leblon foi para o tradicional Teatro João Caetano (onde já fez quatro temporadas), passou pelo Imperator – Centro Cultural João Nogueira, Teatro das Artes, Teatro Glauce Rocha, Espaço Furnas Cultural e Teatro da Uff, em Niterói. Quando completou dois anos de estrada, fez uma apresentação especial no Teatro SESI Graça Aranha, e doou o lucro da bilheteria para a Creche Clara Nunes, em Caetanópolis (MG). Fora do Rio o espetáculo circulou pelas cidades de Goiânia, Salvador e fez uma temporada em São Paulo. Em Minas Gerais, fez uma turnê pelos teatros do circuito SESI em Belo Horizonte, Contagem, Itaúna, Uberlandia, Ouro Preto, Mariana e Tiradentes. Em Uberaba, foi registrado em DVD – incentivado pelo SESI Minas e com selo da Gravadora Biscoito Fino. Há também no DVD um minidocumentário, gravado em Caetanópolis, cidade Natal de Clara Nunes (com depoimentos de pessoas ligadas à sua infância, sua irmã e mãe de criação Dindinha) e na Portela (com depoimentos de integrantes da escola que conviveram com a cantora).

Ficha técnica:
Idealização e atuação – Clara Santhana
Texto – Marcia Zanelatto
Direção – Isaac Bernat
Direção Musical – Alfredo Del Penho
Músicos: João Paulo Bittencourt (violão)
Gustavo Pereira (Cavaco/ percussão)
Pedro Paes (clarinete/ sax)
Michel Nascimento (percussão)
Direção de Movimento – Marcelle Sampaio
Assistência de Direção – Daniel Belmonte
Iluminação – Aurélio de Simoni
Figurino – Desirée Bastos
Cenário – Doris Rollemberg
Operação de Luz – Brisa Lima
Operação de Som – Fernando Capão
Contrarregra – Cristiane Morilo
Programação visual – Gabriela Zuquim / Leandro Carvalho
Produção executiva – Lucas Oliveira
Direção de Produção – Sandro Rabello
Realização – Diga Sim! Produções

Serviço
Sala Baden Powell: Av. N. Sra. De Copacabana, 360.
Telefone: (21) 2255-1067Temporada: de 10 a 14 de janeiro
Dias e horários: 4ª a domingo, às 20h.
Ingresso: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Lotação do teatro: 469 pessoas.
Duração: 1h15.
Classificação indicativa: livre.

Agenda Cultural RJ
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj
  Instagram
____________________________



Um bando de ocupação sentimental urbana, invade espaços para levar questionamentos e refletir sobre o que é felicidade pra os que estão a sua volta, com isso acabam tendo que refletir sobre a própria felicidade e existência. Contemporâneo, cômico, dramático, performático e político, o experimento faz um convite a mergulhar neste combustível que move a humanidade chamado FELICIDADE.

Serviço:
Temporada: Janeiro
Dias: 10 e 30
Horário: 22h
Ingressos: R$ 30,00 (Inteira) R$ 15,00 (Meia)
Duração: 50 minutos.
Classificação indicativa: 14 anos
Gênero: Tragicomédia

TEATRO MUNICIPAL CAFÉ PEQUENO

Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269, Leblon

Telefone: 21 2294-4480

E-mail institucional:cafepequeno.cultura@gmail.com

Horário de funcionamento: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 15h às 20h.
Não possui estacionamento.

Ficha Técnica :
Texto e direção: Fernando Dias e Sarah Christina Carvalho
Iluminação: Renan Oliveira
Figurino: Núria França
Cenografia e fotos: Alexandra Ayram
Preparação Vocal: Dani Vianna
Produção: Guapoz Produções Artísticas

Elenco:

Adriana Machado, Alexandra Ayram, Ana Paula Oliveira, Amanda Naíma, Caio Sales, Dani Vianna, Eric Luto, Eva Moreira, Fernando Dias, Glênio Machado, Helissa Santos, Leandro Faustino, Lívia Prado, Rachel Hope, Renan Oliveira, Stephanie Alves, Sarah Christina Carvalho e Suna Mauch

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=g5Mm_uiVDHM

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp 
#agendaculturalrj

  
         ____________________________

BENEDITA de volta ao Rio de Janeiro

Premiado espetáculo volta ao Rio após circulação por 16 estados e mais de 40 cidades do Brasil. 


Rio de Janeiro recebe de 9 a 31 de Janeiro de 2018 (Terças e quartas), a peça “BENEDITA”. O projeto, com direção de Bruno de Sousa, irá se apresentar na capital carioca no Teatro Municipal Café Pequeno no Leblon as 20hs. A entrada custa R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia).


O espetáculo traz à tona a preservação de Patrimônio Imaterial Cultural com humor e densidade quando leva o público a conhecer de perto Benedita, uma misteriosa senhora contadora de histórias. Ela carrega uma gigantesca trouxa na cabeça. Em meio aos panos que traz, existem roupas sujas de cores vivas. Benedita conta a historia dessas indumentárias especiais - peças que marcaram sua vida centenária. Sua apresentação é um ritual de passagem que passeia entre o trágico e o cômico para a construção de uma personagem genuinamente brasileira. Uma mulher-mito, contadora de histórias, lavadeira-curandeira-bruxa-feiticeira, em seu limite de vida. Com uma declarada relação com o misticismo e com o indizível ela perpassa o curandeirismo e a espiritualidade. Benedita tece destinos através dos casos que conta, relatando uma história arquetípica e mitológica.


Em seu primeiro projeto solo o ator e diretor Bruno de Sousa usa a arte para resgatar tradições orais e culturais com a apresentação de uma velha misteriosa. Através de técnicas de Teatro físico e Contações de Histórias o artista revela na cena uma personagem brasileira. Uma mulher amarga que carrega causos, tramas e pessoas da sua vida calejada e revela no palco suas dores, preconceitos e sabedorias. É uma grande homenagem a nossa cultura popular. O espetáculo reúne cerca de 18 prêmios em festivais nacionais e se mantém vivo desde sua estreia em Salvador - Bahia no ano de 2011. Já realizou temporadas na capital baiana e Rio de Janeiro além de festivais pelo país e participou de projetos importantes no cenário cultural nacional tais como Palco Giratorio SESC 2016 e Prêmio Funarte Myriam Muniz 2014.

Ficha Técnica

Texto, direção e atuação: Bruno de Sousa
Orientação: Danilo Pinho e Fábio Vidal
Cenografia: Rodrigo Frota
Figurino: Diana Moreira
Desenho de Luz: Pedro Dultra
Trilha Sonora: Leandro Villa
Maquiagem: Ramona Azevedo
Adaptação e operação de luz: Elton Pinheiro
Produção: Joana D’aguiar
Realização: Cia Sino de Teatro e Sopro Escritório de Cultura.

SERVIÇO
BENEDITA

Onde: Teatro Municipal Café Pequeno | Avenida Ataulfo de Paiva, 269, Leblon, Rio de Janeiro.
Quando: De 09 a 31 de Janeiro de 2018 ( Terças e Quartas)
Horário: Terças e Quartas às 20h
Entrada: R$ 30,00 (inteira) | R$ 15,00 (meia)
Duração: 60 min
Classificação Indicativa: 12 anos
Gênero: Drama
Informações: Joana Daguiar (21) 98289- 5062
Facebook:  https://www.facebook.com/solobenedita/

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
#agendaculturalrj

  Instagram
____________________________

____________________________


Agenda Cultural RJ
Divulgação de Eventos Culturais

•Prestamos serviços de colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. 

•Divulgação de mídia Online. 

Roteiro de Divulgação estrategicamente elaborado para atingir seu público-alvo. ( livrarias, Cafés, centros culturais, universidades, restaurantes, teatros, escolas de música, dança, cinema, teatro...)

Temos uma equipe qualificada para divulgar seu evento, não só colar cartazes e distribuir filipetas. 

Relatório completo COM FOTOS, entregue durante o andamento da divulgação. 
_______________________________________

Divulgação em pontos fixos(Zona sul e Centro).

Colagem e Distribuição de Material:


FILIPETAS
CARTAZES
_________________________________________

Divulgação de Mídia Online:

•Blog Agenda Cultural RJ 
•Facebook – Página 
•Facebook – Grupos 
•Twitter, Google + e outros. 
•Overmundo, entre outros sites ligados a cultura e entretenimento. 

A mais de 10 anos anos divulgando Exposições, Teatro, Oficina, Palestras, Cursos, Shows e Lançamentos de Livros, por intermédio de produtoras com projetos aprovados pela Caixa Cultural , Centro Cultural do Banco do Brasil, Centro Cultural da Justiça Federal, Centro Cultural dos Correios, e Teatros da Zona Sul e Centro do RJ.

_______________________________________

Emitimos NF.

entre em contato, 

Gabriele Nery
Produtora Cultural
(21)996769323 / whatsapp
_____________________________
_____________________________

_____________________________________________________________

Digite aqui o seu e-mail e passe a receber a programação cultural GRATUITA do Rio de Janeiro

Minha lista de blogs